15/04/2013

Fraternidade Santo Antônio de Bauru

Fraternidade atende a Paróquia Santo Antônio e Paróquia Santa Clara
Diocese de Bauru

Rua Afonso Simonetti, 11-40
BAURU – SP
CEP. 17060-456
Tel. (14) 3222-6661
Fax (14) 3222-4484

A FRATERNIDADE
Frei Alessandro D. Nascimento guardião, pároco S. Clara e animador SAV local
Frei Ademir Sanquetti vigário da casa, pároco S. Antônio e ecônomo
Frei Carlos Alberto Guimarães vigário paroquial

PADROEIRO: Santo Antônio

EXPEDIENTE
Secretaria:
Terça à Sábado, das 08h às 12h e das 13h às 17h;
Tel.: (14) 3222-6661; 3222-4484;
secretaria@paroquiasantoantonio.org.br

Mais informações:

http://www.paroquiasantoantonio.org.br
Facebook: https://www.facebook.com/santoantoniobauru

PASTORAL SACRAMENTAL E CATEQUÉTICA

Missas na Santo Antônio:

Segunda-feira: missa às 19h30
1ª terça-feira: missas às 7h00 / 15h00 / 19h30
Demais terças-feiras: missas às 7h00 e 19h30
Quarta-feira: missa às 19h30
1ª Quinta-feira: Adoração ao Santíssimo sem comunhão, às 19h30
Demais quintas-feiras: missa às 19h30
Sexta-feira: missa às 19h30
Sábado: missa às 19h30
Domingo: missas às 7h00, 9h00, 10h30, 19h30

História

Os dados históricos mostram que desde 1937 já existiam pessoas doando terras para se construir uma comunidade católica no Jardim Bela Vista. Em 12 de setembro de 1937, o Pe. João Van de Hubst lançou a pedra fundamental da Capela Santo Antônio e, no dia 24 de março de 1940, num domingo de Páscoa, o bispo diocesano Dom Luiz de Sant’Ana inaugurou a Capela. Todas às terças-feiras, os padres missionários do Sagrado Coração de Jesus vinham da Paróquia São Benedito, de Vila Falcão, para celebrar a missa em honra a Santo Antônio. Os franciscanos, que aqui chegaram em 1951, deram continuidade a esta celebração.

Igreja Antiga – pintura
No dia 19 de março de 1955, festa de São José, mais um sonho se tornou realidade. Dom Henrique Golland Trindade, bispo diocesano de Botucatu, promulgou o decreto de criação da Paróquia Santo Antônio, que foi desmembrada das paróquias de São Benedito da Vila Falcão e de Nossa Senhora Aparecida. No dia 21 de abril de 1955, às 20 horas, Dom Henrique nomeou Frei Elias Hueppe como primeiro pároco da Paróquia Santo Antônio.

No dia 23 de fevereiro de 1958, dia de grande júbilo, foi inaugurado o novo prédio da escola paroquial São Francisco de Assis. As mil crianças da Escola se reuniram no prédio velho, salão paroquial de Santo Antônio, local onde funcionou por dois anos, e às 2 horas em ponto saíram, acompanhadas da Banda Musical dos seminaristas, para o novo prédio da escola onde foram recebidas pelo bispo diocesano e quatro mil pessoas.

Construção da nova Igreja
No dia 16 de Junho de 1963, às 16 horas, Dom Henrique G. Trindade realizou a bênção solene da pedra fundamental da nova Igreja de Santo Antônio, com a presença de muitos paroquianos, do clero e de vários confrades de Agudos e de São Paulo. Como o Revmo. Pe. Provincial não tivesse voltado do “Capítulo Geral” em Assis, o Revmo Pe. Frei Evaristo Arns, na qualidade de vigário da Província Franciscana, fez a saudação ao Exmo. Sr. Arcebispo.

Marco importante na vida da Igreja mundial foi a realização do Concílio Vaticano 2° com suas mudanças. Também a liturgia da Paróquia Santo Antônio se enriqueceu, tornando-se mais participativa. Essa mudança aconteceu no primeiro domingo de janeiro de 1965, dia em que foi introduzida na paróquia a nova proposta de liturgia apresentada pelo Concílio.

Paróquia Santo Antônio – atual
No dia 12 de Junho de 1968 foi realizada a última missa na Igreja antiga e na Festa de Santo Antônio, dia 13 de junho do mesmo ano, foi celebrada a primeira missa na nova Igreja. Na semana seguinte começou a demolição da Igreja antiga que fica na memória do povo como parte de suas vidas.

Durante todo esse período muito se fez em benefício da paróquia; pequenas comunidades foram nascendo; a evangelização foi sendo revigorada; novas pastorais e movimentos foram se estruturando e manifestando seu vigor; a formação, a oração e o trabalho social caminharam juntas; a paróquia foi mostrando a força que tem na unidade da fé e na diversidade de dons e carismas.

Capelinha
É claro que uma comunidade com diversidade tão grande de pastorais e movimentos precisa de espaço físico adequado para abrigar a todos. Por isso tornou-se necessária a ampliação do salão de pastoral, projeto iniciado por Frei Gilberto e mantido agora por Frei Sérgio.

Do Boletim Fraterno – Edição Comemorativa do Jubileu de Ouro