Quem somos - Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil - OFM

São Paulo/Centro

Fraternidade São Francisco

CONVENTO E SANTUÁRIO SÃO FRANCISCO  – SÃO PAULO

Largo São Francisco, 133 – Centro
CEP: 01005-010
Telefone: (11) 3291-2400

Whatsapp: (11) 99546 2500

e-mail: santuariosf@franciscanos.org.br

Arquidiocese de São Paulo – Região Sé

NOSSAS REDES SOCIAIS

Facebook: facebook.com/santuariosaofranciscosp

Instagram: instagram.com/santuariosaofrancisco

YouTube: youtube.com/SantuárioSãoFrancisco

A FRATERNIDADE:

Frei Mário Luiz Tagliari: Definidor provincial, guardião, pároco e reitor do Santuário
Frei Fidêncio Vanboemmel: Vigário da casa, moderador da Formação Permanente e atendente conventual
Frei Albino Francisco Gabriel: serviço fraterno
Frei David Raimundo Santos: a serviço da Educafro
Frei Edvaldo Batista Soares: atendente conventual
Frei Guido Moacir Scheidt: atendente conventual
Frei José Martins Coelho: atendente conventual
Frei Leandro Costa Santos:  vigário paroquial e animador do SAV local
Frei Luiz Donizete Ribeiro: serviço fraterno
Frei Marcos Estevam de Melo: a serviço do Sefras e serviço fraterno
Frei Marcos Hollmann: atendente conventual
Frei Sérgio Calixto: serviço fraterno
Frei Valdeci Bento de Moura: serviço fraterno

 EXPEDIENTE:

Secretaria:

(Horário provisório em função da Pandemia do novo Corona Vírus)

Terça-feira a sexta-feira: das 13h às 17h

Sábado: das 9h30 às 11h30 e das 14h às 16h

Domingo: das 11h às 13h

 Missas:

Domingo: 9h, 10h e 12h
Segunda-feira: 10h
Terça-feira a sábado: 10h, 12h e 15h

Todo primeiro sábado do mês: Celebração Penitencial, às 9h

Toda terça-feira: missas em louvor a Santo Antônio com benção dos pães.

Toda quarta-feira: missas com benção da saúde.

Todo dia 25: missa de Santo Frei Galvão com bênção da saúde e distribuição das pílulas às 10h.

Confissões:

Segunda-feira e Feriados: não há atendimento
Terça a Sexta-feira: 9h30 às 11h30 e das 14h às 16h
Sábado e Domingo: 9h30 às 11h30

 HISTÓRIA DO CONVENTO SÃO FRANCISCO

Em 1640 chegava a São Paulo uma caravana de sete religiosos franciscanos, que se instalaram numa casa em frente à Ermida de Santo Antônio, na atual Praça do Patriarca. Dois anos depois, no dia 24 de dezembro 1642, os frades ganhavam um terreno, doado pela Câmara, de “oitenta braças de chão”, e davam início à construção do convento. A igreja dos franciscanos, juntamente com as igrejas da Ordem dos Beneditinos e da Ordem dos Carmelitas, formava um dos vértices do triângulo que consistia a colina sobre a qual se assentava a cidade de São Paulo que ainda era uma Vila. No dia 17 de setembro de 1647, festa das Chagas de São Francisco, foi inaugurado o Convento de São Francisco e de São Domingos, seu primeiro nome de batismo. São, portanto, quase 400 anos de presença franciscana em São Paulo e de fundação do Convento.

Na época que foi inaugurado, era o maior já construído em São Paulo, com dois andares em taipa, o único na cidade. Ocupava todo o espaço que atualmente é da Faculdade de Direito. As fundações chegavam a 3 metros de profundidade e sua construção era em taipas, atingindo até 2 metros de espessura em certos pontos. Destacava-se o imponente claustro, com seus cinco arcos sobre pilastras.

Até meados do século XVII, o frontispício das igrejas da Província era construído em estilo jesuítico, com torre baixa. Desde então, adotou-se o barroco como estilo decorativo. Em 1884, após um incêndio em 1880, a fachada da Igreja foi modificada e aberta a entrada central como hoje é utilizada. No seu interior, adotou-se o estilo rococó. Pinturas na nave e azulejos no altar que representam passagens da vida de São Francisco, foram feitos na década de 1950. Em sua torre encontramos um sino do século XVIII.

O incêndio de 1880 destruiu a antiga capela-mor. Foram salvas as paredes, a imagem de São Francisco, considerada a mais bela das que se encontram nos conventos antigos, e a imagem da Imaculada Conceição, além de mobiliários como as estalas do coro dos frades. O Santuário é tombado como Patrimônio Histórico desde 1982.

IMAGEM SALVA NO INCÊNDIO

FREI GALVÃO, O SANTO DO CONVENTO

Frei Antônio de Sant’Ana Galvão, canonizado pelo Papa Bento XVI, foi sem dúvida o morador mais ilustre do Convento São Francisco. Aqui ele estudou, viveu e trabalhou por 60 anos. Como pregador irradiou sua vocação e carisma franciscanos aqui consolidados.

Paulista, de Guaratinguetá, Frei Galvão ingressou na Ordem Franciscana no dia 15 de abril de 1760, tomando o hábito no Convento de Santo Antônio de Macuco, no Rio de Janeiro. Em julho de 1762, seus superiores o enviaram a São Paulo para cursar Filosofia, onde também completou o curso de Teologia. Suas qualidades como pregador e porteiro do Convento são lembradas em todos os livros de história. É neste mesmo Convento, que em 09 de novembro de 1766, 4 anos após sua chegada, que ele fará sua consagração como filho e escravo perpétuo da Virgem Imaculada, em frente da imagem que está até hoje em nosso altar lateral. Ele morreu aos 83 anos e foi sepultado no Mosteiro da Luz, a obra que ajudou a erguer e foi inaugurada em 2 de fevereiro de 1774.

 

A FACULDADE DE DIREITO

Depois de declarar sua independência, o Brasil criou dois cursos jurídicos e, pela Lei de 11 de Agosto, foram escolhidas as cidades de São Paulo e Olinda como sedes. Entre todos os locais disponíveis na capital paulista, o Convento São Francisco era o que mais reunia condições estruturais para este curso e “os franciscanos cederam de bom grado” parte do seu espaço.

Na época, devido ao contexto político na cidade, eram poucos os frades que ali habitavam. A Academia de Direito que fazia com que São Paulo viesse a se tornar um centro de estudantes e ganhar uma nova vida intelectual e social, acabou por ocupar todas as dependências da edificação, inclusive o claustro, sacristia e biblioteca. Os livros que pertenciam ao Convento, muitos deles obras raras, estão na biblioteca da faculdade até hoje. O Convento original abrigou a Academia de direito até a década de 1930, quando após muitas disputas judiciais, foi então demolido para a construção do prédio atual que conhecemos. Os frades que ali moravam foram enviados para outros conventos.

A Igreja, então, ficou aos cuidados da Ordem Terceira de São Francisco, e mais especificamente da Irmandade de São Benedito, desde a década de 1850 até o retorno dos frades franciscanos no início do século XX.

Nem só de disputas judiciais viveram o Convento e a Faculdade. Em 1860 foi fundada a Irmandade Acadêmica de São Francisco, composta por professores, doutores e alunos da Faculdade, residentes na Capital, que ajudaram a manter o patrimônio cultural e religioso do Convento. Foi nesta época que eles doaram o novo altar-mor da Igreja, adquirido em Munique, na Alemanha.

O CONVENTO ATUAL

No início do século XX, quando as ordens religiosas puderam voltar ao Brasil, houve uma tentativa de retomada do edifício do antigo Convento, mas a Academia de Direito obteve o ganho da causa. Era preciso construir um novo espaço para abrigar uma nova história. Um novo convento foi erguido a partir da década de 1940, mantendo as características franciscanas, com arcadas e espaços de convivência.

A estrutura atual do Convento São Francisco, na parte dos fundos da secular igreja, foi construída em 1941 pelo então guardião Frei Damaso Venker.

Até 2004 foi a sede da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil, que abrange os estados de Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Ela foi fundada em 15 de julho de 1675.

No dia 6 de junho de 1997, o Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, ilustre frade franciscano que também morou no Convento São Francisco, declarou que o Convento passaria a ser também Santuário São Francisco, já que recebe fiéis de toda a Grande São Paulo que aqui chegam para fazer suas orações, pedidos e agradecimentos ao nosso Patrono. Por ser um Santuário, a Igreja fica aberta todos os dias.

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