Vida Cristã - Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil - OFM

Meditação diária

novembro/2020

  • Os Santos todos

    Os santos, praticamente não envelhecem.
    Permanecem continuamente testemunhas
    da juventude da Igreja.
    Nunca se tornam pessoas de ontem.
    São homens e mulheres do dia que ainda vem,
    homens e mulheres do futuro evangélico
    do homem e da Igreja
    testemunhas do mundo futuro.

    João Paulo II

  • Finados

    Eles eram animados pelo sopro da vida.
    Cantavam, lutavam, viviam vigorosamente.
    Eram nossos companheiros no dia a dia.
    Deram o que puderam dar.
    Não foram anjos e muito menos diabos.
    Eram pessoas que conviviam conosco
    que nos deram seu tempo, afeto e o que tinham de melhor.
    Quando levamos seu corpo ao pó da terra de onde viemos todos enterramos um pouco de nós mesmos com eles.
    Em espírito o acompanhamos na última viagem.
    Quem sabe, ao sairmos do cemitério,
    o Senhor nos tenha soprado
    um pouco do sopro de vida deles
    para que eles permanecessem no templo
    de nosso coração e nos jardins da saudade.
    Vivem em Deus e perto de nós.

    Frei Almir Ribeiro Guimarães

  • Em torno do mistério da morte

    A morte sempre nos desconcerta. Há muitas mortes. A morte do velho amigo com 90 anos, morte serena, num quarto alegre, a morte de um filho assassinado, a morte da esposa antes de conhecer a menininha que foi extraída de seu ventre com vida. Quantas lágrimas ensoparam a terra no tempo da pandemia, essas covas a céu abertos, esses homens coveiros vestidos até a alma levando os restos de pessoas que tanto amamos e que se foram sem um beijo de nossa parte e um aceno de nossa mão.

    Frei Almir Ribeiro Guimarães

  • Conselhos aos jovens sacerdotes

    Um sacerdote idoso deixou entre seus papéis uma série de conselhos aos jovens sacerdotes.

    Vejamos um deles:

    “Que cada palavra que pronuncies seja um verdadeiro “anúncio” e cada rito colocado seja um autêntico “sinal sagrado”. Transforma tua celebração em vida. Toda a comunidade cristã pode experimentar a alegria da presença do Senhor na celebração eucarística se a presidires com devoção e fé pronunciando com cuidado cada palavra e executando cada gesto com carinho como quem fala a Alguém ali presente e a quem amas e respeita”.

    Frei Almir Ribeiro Guimarães

  • A vida como dom

    O que torna feliz uma existência é avançar para a simplicidade:
    a simplicidade do nosso coração e da nossa vida.
    Para que uma vida seja bela,
    não é indispensável ter capacidades
    extraordinárias ou grandes possibilidades:
    o dom humilde da própria pessoa a torna feliz.

    Irmão Roger de Taizé

  • Santidade

    Não tenhas medo de apontar para mais alto, de te deixares amar e libertar por Deus. Não tenhas mede de te deixares guiar pelo Espírito Santo. A santidade não te torna menos humano, porque é o encontro da tua fragilidade com a força da graça. No fundo, como dizia Léon Bloy, na vida existe apenas uma tristeza: a de não ser santo.

    Papa Francisco
    Gaudete et Exsultate

  • Alguém que eu possa me comunicar

    Um religioso idoso deixou um recado em seu computador nos seguintes termos:

    Procuro, entre meus colegas com saúde, um que possa ser meu companheiro íntimo com quem eu possa me comunicar, como por “simpatia”, quando todo meio de expressão tiver desaparecido. Tenho receio de me sentir só em meio a pessoas devotadas, gentis e até mesmo fraternas, mas que não conhecem as minhas dificuldades. Não se trata de ficar o tempo todo à minha disposição, mas de velar por mim com particular atenção, ser alguém eu possa me entregar, porque ele adivinha o que eu não posso mais dizer.

    Frei Almir Ribeiro Guimarães

  • Domingo: uma pequena Páscoa

    O Verbo suportou que sua carne fosse suspensa na cruz,
    o Verbo suportou que os cravos perfurassem sua carne,
    o Verbo suportou que sua carne fosse depositada no sepulcro.
    O Verbo ressuscitou sua carne,
    apresentou-a aos olhos dos discípulos.
    Permitiu que fosse tocada por suas mãos.
    Eles tocam e exclamam: Meu Senhor e meu Deus.
    Este é o dia que o Senhor fez!

    Santo Agostinho

  • Comunidade samaritana

    Com o Papa Francisco desejamos que nossa Igreja seja uma “comunidade samaritana”. Vejam como são contundentes as palavras de Pagola:

    O desafio crucial, em meio a uma sociedade que promove o individualismo e a indiferença perante o sofrimento alheio, é ir construindo uma “comunidade samaritana”: que caminha com os olhos abertos para ver com atenção os feridos das sarjetas; que não se desvia das vítimas para seguir seu caminho, ocupada em seus interesses e programas; que se comove e se aproxima dos que sofrem sem perguntar se são praticantes ou não, se têm documentos ou se são “ilegais”, que sabe cuidar de feridas, curar vidas quebradas, acolher a quem não conhece nem o amor nem a amizade.

    José Antonio Pagola
    Recuperar o projeto de Jesus
    Vozes, p. 30

  • O tema dos idosos

    Encanta-nos ver pessoas idosas sempre limpas, deitadas em lençóis que cheiram a lavanda, homens sentados no canto da sala com camisa de mangas compridas, cabelo branco brilhando de muito brilho, mulheres que parecem prontas e preparadas esperando a hora de irem a uma festa.

    Encanta-nos ver filhos, netos, cuidadores que levam pais, avós e amigos queridos, em cadeira de rodas, pelo calçadão da praia.

    Encanta-nos ver uma pessoa idosa sentada diante do Santíssimo, olhos fixos no sacrário, contemplando aquele que foi o amado de suas vidas.

    Frei Almir Ribeiro Guimarães

  • Onde ficou a paixão da Igreja?

    Que todos possamos atentar para o sério destas linhas:

    Onde ficou na Igreja a paixão por Deus e a compaixão pelas vítimas, que constitui o núcleo do agir profético de Jesus? Por que continuamos construindo uma Igreja tão centrada em coordenar e recriminar certas condutas, tão alimentada secretamente pela ilusão de sua própria inocência e com tão pouca força para atrair para uma nova experiência de Deus em nossos tempos? Como podemos dizer algo em nome de Deus sem olhar para além dos limites da Igreja, sem sair a dialogar com tanta gente que o procura “às apalpadelas”? Até quando seguiremos alimentando essa tendência, contrária ao Evangelho, de construir comunidades fechadas em si mesmas sem nos preocuparmos com as “ovelhas perdidas” que Deus segue procurando hoje sem a colaboração dos cristãos.

    José Antonio Pagola
    Recuperar o projeto de Jesus
    Vozes, p. 97

  • Zelo pela oração

    Advertência a respeito da oração:

    Afasta-te de tudo o que atrapalha e zela pela tua oração não menos como zelas pelo teu sono. Assim como afastas todo barulho e te retiras para dormir, do mesmo modo deves deixar as preocupações do mundo quando queres orar, entregando-te unicamente ao recolhimento espiritual. Se desde o começo exercitares o teu coração na oração contemplativa com toda a perseverança, o exercício te fará entrar muitas vezes em ti mesmo como era teu desejo. Porque o amor, uma vez aceso, estimula o teu coração e não se aquieta até que se una diretamente com Deus que ele procura com imenso desejo.

    Francisco de Osuna
    Terceiro abecedário da vida espiritual FFB, 2013, p. 68

  • Unidos no mesmo amor

    Aspirai à mesma coisa, unidos no mesmo amor; vivei em harmonia, procurando a unidade. Nada façais por competição ou vanglória, mas, com humildade, cada um julgue o outro mais importante, e não cuide somente do que é seu, mas também do que é do outro” (Filipenses 2,2b-4).

    Sabemos que o exame final de nossa vida terá como pauta o aprendizado e vivência do amor. Não qualquer amor. Mas um modo de amar como Jesus amou. Até o fim. Dedicação aos outros. Respeito por seu mistério. Não querendo sobrepor-se. Adiantando nas gentilezas. Cedendo o lugar para o outro.

    Frei Almir Ribeiro Guimarães

  • Espírito de contemplação

    A primeira e mais importante necessidade do mundo cristão, em nossa época, é a verdade interior alimentada pelo espírito de contemplação. Quero dizer: o louvor e o amor a Deus, o anseio pela vinda de Cristo, a sede pela manifestação da glória de Deus, sua verdade, sua justiça, seu Reino no mundo. São essas todas as aspirações caracteristicamente “contemplativas” e escatológicas do coração do cristão.

    Thomas Merton

  • Os olhos de Deus

    O mundo em que vivemos não é um mundo profano: é um mundo que nós profanamos. Ele saiu das mãos de Deus e por ele é amado. Cada um à nossa volta, cada coisa em nosso entorno tem, aos olhos de Deus, um valor sagrado e se tornam preciosas porque amadas por Deus.

    Não rezar significa deixar Deus fora da existência, não somente Deus mas tudo o que ele significa para o mundo que ele criou, o mundo em que vivemos.

    Anthony Bloom

  • Adorar o Senhor

    Se verdadeiramente reconhecemos que Deus existe, não podemos deixar de o adorar, por vezes em silêncio cheio de enlevo, ou de lhe cantar em festivo louvor. Assim expressamos o que dizia Charles de Foucauld, quando afirmava: “Logo que acreditei que Deus existia, compreendi que só podia viver para ele”. Na própria vida do povo peregrino, há muitos gestos simples de pura adoração, como por exemplo, quando o olhar do peregrino pousa sobre uma imagem que simboliza a ternura e a proximidade de Deus. O amor detém-se contempla o mistério, desfruta dele em silêncio.

    Papa Francisco
    Gaudete et Exsultate, n. 155

  • Um batismo de lágrimas

    Georges Haldas, escritor suíço, gostava do tema o deserto. Escreveu uma joia de obra sob o título de “Le Livre des trois Déserts”. Fala do deserto de areia, do deserto social e do deserto íntimo. O deserto íntimo seria viver num interior, num coração árido e, figuradamente, parecido com o deserto de areia. E nesse deserto, como nos outros, pode aparecer uma presença:

    “O deserto íntimo esconde oportunidades que não se poderia pensar. Quem dentre vocês não visitou, um dia, um doente gravemente atingido. Vontade tiveram de confortá-lo. De repente perceberam que foi ele, no mais fundo da sua fraqueza – de seu deserto – que lhes deu e energia e coragem. Penso ainda em outra situação. Os que durante muito tempo viveram no deserto do ego, deserto que mata, e, de repente por um nada – um acontecimento miúdo, um silêncio compreensivo, uma palavra – de repente sentem correr lágrimas como se estivesse caindo os muros de uma prisão. Ou como se, no deserto em que estavam vivendo, errando, perdidos aparecesse um caminho que não conheciam. Naquele momento as lágrimas que derramaram eram um oásis, salvador, ou no dizer de Michel Hayek, um batismo de lágrimas.

    Le Livre des trois Déserts, p. 105-106

  • A Liturgia das Horas e o padre

    Um padre idoso resolveu colocar por escrito alguns “conselhos” para padres mais novos. Entre eles:

    A celebração da Liturgia das Horas é o melhor termômetro de teu ardor sacerdotal. É a primeira coisa que abandona um sacerdote tíbio. Ama o Ofício Divino como escudo de tua santidade. Não o consideres um fardo pesado, mas maravilhosa oportunidade para realizar o “oficio de Deus”, para usar a expressão de Santo Agostinho. É o momento de adorá-lo por tantos que não o fazem, e pedir perdão por teus pecados e pelos de todos, de render-lhe graça em nome de toda a humanidade e de conheceres enriquecimento de tua vida interior.

    Frei Almir Ribeiro Guimarães

  • “Seja bem vinda Irmã Morte!”

    Hermann Hesse, romancista alemão, devotava uma enorme admiração por Francisco de Assis. No começo do século XX escreveu uma simples, mas ardorosa biografia do santo. Eis as poucas linhas em que Hesse comenta os últimos momentos da vida do Poverello:

    “Como ele tinha perguntado a seu médico quanto tempo ainda lhe restava de vida e que este último lhe disse: “Muito pouco …”, ele abriu os braços e exclamou: “Seja bem vinda, minha irmã morte”. Começou a cantar e os confrades que estavam ao seu redor também tiveram que cantar com ele.

    Poucos dias antes do fim de sua vida pediu que o transportassem para a Porciúncula que ele considerava sua pátria à qual sentia-se ligado por grande afeto. Deitou-se no chão daquele lugar, esperando a morte, sorrindo, transbordando de bondade, dizendo ainda muitas palavras de reconforto aos seus irmãos. Tiveram ainda que cantar as laudes creaturarum. Depois ele os abençoou-os, bem como os irmãos e irmãs de longe, e mesmo a todos os homens de forma que um raio de amor partiu de seu leito de morte. Morreu à tardinha de 3 de outubro de 1226. Naquele mesmo momento em que partia um bando de cotovias desceu sobre o telhado da cabana e passaram entoar trilhas sonoras.

    Hermann Hesse

  • Prece de esperança

    A noite nunca é completa.
    Há sempre, eu afirmo, bem no fim
    de um sofrimento uma janela aberta
    uma janela iluminada.

    Há sempre um sonho em estado de vigília,
    um desejo a ser atendido,
    uma fome a ser saciada,
    um coração generoso,
    dois olhos atentos,
    um vida, sim uma vida a ser partilhada.

    Paul Eluard
    Poeta

  • Silêncio

    O silêncio é o começo da paz. É no silêncio que aprendemos que há mais da vida do que aquilo que ela parece nos oferecer. Há uma beleza, uma verdade e uma visão mais ampla do que o presente, e mais profunda que o passado, que apenas o silêncio pode descobrir. Ao mergulhar em nós mesmos, vemos o mundo inteiro em guerra dentro de nós e começamos a pôr um fim ao conflito. Entender a nós mesmos, assim, é entender a todos também.

    Joan Chittister

  • A dor dos pobres

    Com quase toda certeza muitos de nós já ouvimos esta afirmação: “A maior dor dos pobres é que ninguém precisa de sua amizade”.

    Pobres de comida. As pessoas passam dão uma moeda, talvez um sanduiche e partem para seu mundo. Não travam amizade. Um colega de escritório ou de fábrica vive uma teia de sofrimentos. As pessoas dizem uma palavra de simpatia e o aconselham a procurar um médico. Sem parar, sem nutrir uma amizade maior. Os pobres precisam de pão, de roupa, mas sobretudo de amizade. Os pobres precisam contar com gente preciosa e não apenas receptores de caridade fria.

    Frei Almir Ribeiro Guimarães

  • Um pensamento sobre a vida

    A vida não se destina a ser conforme algum modelo exterior, mas livremente criadora. Porque não é a imitação de um outro que Deus quer de mim, nem a imitação de um amor alheio. Mas meu amor por mais miserável que seja.

    Jean Sulivan

  • Esta é a tua safra

    Minha filha, junto a teus irmãos não lamentem nem digam,
    coitada da mamãe…
    Ninguém é coitada, nem eu.
    Somos todos lutadores.

    Se souberes viver, aproveitar lições, escreverás poemas.
    Teus cabelos brancos serão bandeira de paz.
    E viverás na lembrança das novas gerações.

    Não te queixes jamais das mãos vazias que sacodem lama.
    E pedaços rudes de um passado morto não sejam revividos, sem mais empenho senão enxovalhar, ferir e destruir.

    Recria com valor o pouco ou muito que te resta.
    Prossegue. Em resposta ao néscio
    brotará sempre uma flor escassa
    das pedras e da lama que procuram te alcançar.
    Esta é a tua luta.

    Tua vida é apagada. Acende o fogo nas geleias que te cercam

    O tardio poema de teus cabelos brancos.
    Recebe como oferta as pedras e a lama da maldade humana.
    Esta é tua safra.

    Cora Coralina
    Seleção de Darcy França Denófrio, p. 244

  • Dar tempo ao tempo

    Na sociedade de consumo a gente desaprende de dar tempo ao tempo. Os objetos de consumo não admitem de forma alguma que se venha a demorar na contemplação. Eles são consumidos e utilizados o mais depressa possível para dar lugar a novos produtos e novas necessidade. O fato de se parar em contemplação supõe que os objetos vão durar. A coação do consumo abole a duração. Mesmo com a diminuição da marcha não se cria duração.

    Byung-Chul Han

  • Conceito de silêncio

    O conceito de silêncio é ambivalente. Mesmo vivendo no barulho, podemos conservar um tipo de calma e de tranquilidade em nosso interior. Contrariamente, no meio do silêncio mais denso é possível que ouçamos gritos insonoros dentro de nós. Insonoros ou sonoros demais que chegam a se exprimir num tremor da carne. Ou fingimos que estamos tranquilos. O silêncio para quer que seja não quer dizer comodidade nem terapia. É sempre uma aventura interior.

    Frei Almir Ribeiro Guimarães

  • Uma religião do amor

    O cristianismo é religião de amor. A moral cristã é moral de amor. O amor é impossível sem a obediência que une as vontades do amante e do Amado. O amor, no entanto, é destruído por uma união de vontades que é mais forçada do que espontânea. A pessoa humana que ama a Deus compelida a fazê-lo não o ama de verdade. Deus não quer um culto forçado, mas um culto livre, espontâneo, sincero, “espírito e verdade”.

    Thomas Merton

  • Estudar a ciência teológica

    Que os teólogos, os seminaristas, os padres estudem a ciência teológica, nada mais natural. Guardai, porém, vossa ciência e toda a armadura para vós. Deus não vos deu termos nem receitas a comunicar, mas uma palavra. A palavra de Deus não existe senão encarnada, nutrida, levada em uma palavra de homem.

    Jean Sulivan

  • Celebrar o nascimento do Senhor

    Preparemo-nos para celebrar o nascimento do Senhor: revistamo-nos das vestes brancas para a festa: uma túnica não tecida por mão humana, mas pela própria mão de Deus. Necessário se fazer de sorte que ela não venha a se manchar, velando mais ainda pela limpeza absoluta de nossos tecidos humanos. Na realidade quando nossa roupa tem mancha qualquer produto de limpeza poderá torna-la novamente limpa. No que concerne nossa alma há uma única mancha que requer tratamento laborioso e adaptado. Tal não depende da habilidade de um trabalhador nem da eficácia de um detergente. A água não pode mudar o coração do homem. Não tem essa purificadora. Para nos preparar para o nascimento do Senhor confiemo-nos ao Espírito Santo para que ele purifique o nosso coração de todo pecado.

    São Máximo de Turim

  • O rebento de uma flor

    Naquele dia, nascerá uma haste do tronco de Jessé
    e, a partir da raiz, surgirá o rebento de uma flor;
    sobre ele repousará o Espírito do Senhor:
    espírito de sabedoria e discernimento,
    espirito de conselho e fortaleza,
    espírito de ciência e de temor de Deus;
    no temor do Senhor encontrará o seu prazer.

    Isaías 11, 1-2