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O amor liberta
O amor liberta e só quem é livre é que tem acesso à felicidade. Semear o bem com generosidade, anunciar a verdade com coragem e convicção, plantar com fé, com amor e com esperança; sem a ansiedade da preocupação de colher frutos das sementes que plantamos na terra dos corações alheios.
Frei Anselmo Fracasso – A arte de viver feliz
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Onde está a felicidade?
Todos os seres humanos querem ser felizes. Não há uma só pessoa que não queira e deseje, de todos os modos, viver uma vida feliz. Ninguém pode duvidar de que o desejo de felicidade é tão certo quanto a certeza de que um dia morreremos. A pergunta é: Por que nem todos alcançam a desejada felicidade? O que devemos fazer para viver uma vida feliz? O que é felicidade?
Frei João Mannes – Experiência e Pensamento Franciscano
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Francisco e a alegria
Uma característica marcante da vida de Francisco era sua alegria. No entanto, a alegria do “irmão sempre alegre” não tem por base algo objetivamente conquistado. Francisco encontrou outra forma de alegria, uma alegria que não depende de fatores externos, ou seja, sua alegria não depende de circunstâncias efêmeras, mas nasce de sua interioridade mais íntima.
Frei João Mannes – Experiência e Pensamento Franciscano
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Perfeita alegria
Onde, então, está a perfeita alegria? A perfeita alegria consiste em suportar, por amor a Jesus Cristo, todas adversidades e sofrimentos: “ Se nós suportarmos todas essas coisas (trabalho, injúrias, opróbrios e desprezos) pacientemente e com alegria, pensando nos sofrimentos de Cristo, as quais devemos suportar por seu amor […] aí e nisso está a Perfeita alegria”. (Fior 2004,8,1503)
Frei João Mannes – Experiência e Pensamento Franciscano
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Ter paciência
A palavra “paciência” vem do latim pati, que significa sofrer, aguentar, resistir, suportar situações desagradáveis sem perder a cama, o equilíbrio, o autocontrole; Paciência significa ter autodomínio quando não se pode controlar a maneira de agir das pessoas ou quando as coisas não acontecem como se quer. Ter paciência é ter autocontrole, resiliência, serenidade e liberdade de se autodeterminar e escolher até mesmo o modo de reagir em cada situação conflitante.
Frei João Mannes – Experiência e Pensamento Franciscano
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Amor conjugal
O amor conjugal não pode adormecer. É fundamental uma atitude de vigilância para que ele seja sempre reinventado. O amor vai revelando em atitudes e realizações bem concretas e palpáveis. ele se manifesta nestes gestos simples e cotidianos: uma palavra pronunciada, um sussurro acolhido, uma dor compartilhada, a confiança atestada, a presença que não chama a atenção, uma urgente e necessária correção de rota.
Frei Almir R. Guimarães – Reinventando o amor de cada dia
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Viver é conviver
Ninguém vive sozinho. Há convivências mais ou menos rápidas e fugazes e outras mais demoradas e duradouras. Conversamos com uma pessoa na fila do banco, dizemos uma palavra de atenção ao caixa do supermercado, fazemos uma observação a respeito do sol ou da chuva a alguém que se senta ao lado no ônibus. Convivência complexa e delicada é a que se estabelece entre um homem e uma mulher que se casam e passam a viver um destino comum.
Frei Almir R. Guimarães – Reinventando o amor de cada dia
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Medo da solidão
Todos temos medo da solidão. Pessoas normais gostam de estar com outras pessoas, de conviver com outras vidas, de partilhar a alegria de uma tardinha com amigos num bar ou de viver muitos a satisfação de passar um dia numa praia. Há, no entanto, algo que causa certa preocupação em nossos tempos: o pavor e o medo que experimentam as pessoas de estar sozinhas, visitando seu interior. Ninguém tem mais gosto de escutar o que de profundo pode jorrar da fonte de seu interior e de ouvir as batidas do próprio coração. (…) Ninguém mais visita os cantos do próprio coração.
Frei Almir R. Guimarães – Reinventando o amor de cada dia
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Alegrias do bem
O bem traz alegria, o mal é sempre causa de tristeza; no bem o homem se realiza e no mal experimenta o travo amargo da frustração. Nos caminhos do bem encontramos a felicidade e nas tenebrosas sendas do mal sofremos a dor da desventura. Fazer o bem é multiplicar alegrias e construir a paz, praticar o mal é colecionar tristezas e acumular angústias.
Frei Anselmo Fracasso – A arte de viver feliz
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Hábitos do bem
É preciso cultivar o hábito do bem, pois toda boa ação que pratico é uma colaboração com o Criador na obra da criação, na transformação da terra. Sentir-se feliz em poder trabalhar, alegre em poder servir; sentir prazer em poder dar, grato em poder ser útil; sentir-se satisfeito e dar-se e feliz em poder fazer algo de bom em favor dos outros. Tanto o bem quanto o mal devem ser vistos e considerados em sua verdadeira dimensão; exagerar o mal e aumentar o sofrimento, e aumentar a importância do bem iludir-se.
Frei Anselmo Fracasso – A arte de viver feliz
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Ser otimista
Não lamentar o passado, mas guardar com esperança o fruto da semente do bem que hoje plantamos. O momento presente é o único que está em nossas mãos e, por isso, é preciso inundá-lo de luz, torná-lo bom, alegre, positivo, uma conquista, e coroá-lo de êxito. Abrir o coração para tudo que é belo, bom, nobre e justo; quem acolhe o que é bom, comunica bondade.
Frei Anselmo Fracasso – A arte de viver feliz
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Viver o presente
O otimista reconhece a existência do mal, mas procura vencê-lo pela prática constante do bem; o pessimista vê apenas o mal e por ele se deixa influenciar e derrotar. Viver bem o momento presente é a melhor maneira de assegurar um futuro risonho e feliz.
Frei Anselmo Fracasso – A arte de viver feliz
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Evitar pessimismo
Evitar os pensamentos negativos que produzem pessimismo; o pessimista planta e colhe espinhos e com eles tece uma coroa para ferir o próprio coração. Não permitir que as nuvens do pessimismo toldem o claro e límpido céu de nossa vida. O otimista alegra o caminho da vida, apreciando a beleza das flores e aspirando, satisfeito, o suave aroma que delas se desprende.
Frei Anselmo Fracasso – A arte de viver feliz
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Bons pensamentos
O hábito de acolher e alimentar bons pensamentos enriquece a mente e cria condições para que o bem possa tornar-se uma realidade permanente. Manter a mente lúcida e repleta de bons pensamentos; o mau pensamento é um terrível veneno que contamina a fonte de alegria, assim como os ácidos poluem as fontes da água.
Frei Anselmo Fracasso – A arte de viver feliz
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Positividade
Pensar sempre positivamente é a melhor maneira de afastar os maus pensamentos. Um bom pensamento é uma lâmpada que ilumina; os mais pensamentos são sempre donos das trevas. Não posso deter a força do vento, mas posso defender-me contra ele. Não posso impedir que os maus pensamentos batam à minha porta, mas posso impedir que se instalem dentro de mim.
Frei Anselmo Fracasso – A arte de viver feliz
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Perdão que alivia
Ninguém sente remorso por ter sido bom, indulgente é compreensivo; mas, muitas vezes, se arrepende por ter sido severo, incompreensível, incompreensível, agressivo e implacável. O perdão alivia e liberta; o desejo de vingança oprime e escraviza. Os rancorosos e vingativos vivem sempre deprimidos e infelizes. Quem erra deve ser sincero, reconhecer o erro e desculpar-se, sempre com humildade.
Frei Anselmo Fracasso – A arte de viver feliz
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Respeitando as criaturas
Ao mesmo tempo que podemos fazer um uso responsável das coisas, somos chamados a reconhecer que os outros seres vivos têm um valor próprio diante de Deus e, «pelo simples fato de existirem, eles O bendizem e Lhe dão glória», porque «o Senhor Se alegra em suas obras» (Sl 104/103, 31). Precisamente pela sua dignidade única e por ser dotado de inteligência, o ser humano é chamado a respeitar a criação com as suas leis internas, já que «o Senhor fundou a terra com sabedoria» (Pr 3, 19).(…) As diferentes criaturas, queridas pelo seu próprio ser, refletem, cada qual a seu modo, uma centelha da sabedoria e da bondade infinitas de Deus. É por isso que o homem deve respeitar a bondade própria de cada criatura, para evitar o uso desordenado das coisas».
Papa Francisco – Encíclica Laudato Si’
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Criadores e criaturas
Não podemos defender uma espiritualidade que esqueça Deus todo-poderoso e criador. Neste caso, acabaríamos por adorar outros poderes do mundo, ou colocar-nos-íamos no lugar do Senhor chegando à pretensão de espezinhar sem limites a realidade criada por Ele. A melhor maneira de colocar o ser humano no seu lugar e acabar com a sua pretensão de ser dominador absoluto da terra, é voltar a propor a figura de um Pai criador e único dono do mundo; caso contrário, o ser humano tenderá sempre a querer impor à realidade as suas próprias leis e interesses.
Papa Francisco – Encíclica Laudato Si’
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Indiferenças
É trágico o aumento de emigrantes em fuga da miséria agravada pela degradação ambiental, que, não sendo reconhecidos como refugiados nas convenções internacionais, carregam o peso da sua vida abandonada sem qualquer tutela normativa. Infelizmente, verifica-se uma indiferença geral perante estas tragédias, que estão acontecendo agora mesmo em diferentes partes do mundo. A falta de reações diante destes dramas dos nossos irmãos e irmãs é um sinal da perda do sentido de responsabilidade pelos nossos semelhantes, sobre o qual se funda toda a sociedade civil.
Papa Francisco – Carta Encíclica Laudato Si’
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Amanhã será outro dia
Da noite da tristeza nasce o brilho de uma nova alegria, assim como das entranhas escuras da noite nasce o resplendor de uma nova aurora. Por entre flocos de nuvens sempre existe uma nesga de céu, através da qual podemos contemplar o brilho do sol; por entre as nuvens de tristeza sempre surge o brilho de uma nova alegria.
Frei Anselmo Fracasso – A arte de viver feliz
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Verdadeira sabedoria
A verdadeira sabedoria, fruto da reflexão, do diálogo e do encontro generoso entre as pessoas, não se adquire com uma mera acumulação de dados, que, numa espécie de poluição mental, acabam por saturar e confundir. Ao mesmo tempo tendem a substituir as relações reais com os outros, com todos os desafios que implicam, por um tipo de comunicação mediada pela internet. Isto permite selecionar ou eliminar a nosso arbítrio as relações e, deste modo, frequentemente gera-se um novo tipo de emoções artificiais, que têm a ver mais com dispositivos e monitores do que com as pessoas e a natureza. Os meios atuais permitem-nos comunicar e partilhar conhecimentos e afetos. Mas, às vezes, também nos impedem de tomar contato direto com a angústia, a trepidação, a alegria do outro e com a complexidade da sua experiência pessoal. Por isso, não deveria surpreender-nos o fato de, a par da oferta sufocante destes produtos, ir crescendo uma profunda e melancólica insatisfação nas relações interpessoais ou um nocivo isolamento.
Papa Francisco – Carta Encíclica Laudato Si’
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Agressões aos mais pobres
O ambiente humano e o ambiente natural degradam-se em conjunto; e não podemos enfrentar adequadamente a degradação ambiental, se não prestarmos atenção às causas que têm a ver com a degradação humana e social. De fato, a deterioração do meio ambiente e a da sociedade afetam de modo especial os mais frágeis do planeta: «Tanto a experiência comum da vida cotidiana como a investigação científica demonstram que os efeitos mais graves de todas as agressões ambientais recaem sobre as pessoas mais pobres».
Papa Francisco – Carta Encíclica Laudato Si’
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Sentido do amar
Amar alguém é querer o seu bem e trabalhar eficazmente pelo mesmo. Ao lado do bem individual, existe um bem ligado à vida social das pessoas: o bem comum. É o bem daquele « nós-todos », formado por indivíduos, famílias e grupos intermédios que se unem em comunidade social[4]. Não é um bem procurado por si mesmo, mas para as pessoas que fazem parte da comunidade social e que, só nela, podem realmente e com maior eficácia obter o próprio bem. Querer o bem comum e trabalhar por ele é exigência de justiça e de caridade.
Papa Bento XVI – Carta Encíclica in Veritate
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Redes de caridade
A caridade é amor recebido e dado; é « graça » . A sua nascente é o amor fontal do Pai pelo Filho no Espírito Santo. É amor que, pelo Filho, desce sobre nós. É amor criador, pelo qual existimos; amor redentor, pelo qual somos recriados. Amor revelado e vivido por Cristo (cf. Jo 13, 1), é « derramado em nossos corações pelo Espírito Santo » (Rm 5, 5). Destinatários do amor de Deus, os homens são constituídos sujeitos de caridade, chamados a fazerem-se eles mesmos instrumentos da graça, para difundir a caridade de Deus e tecer redes de caridade.
Papa Bento XVI – Carta Encíclica in Veritate
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Cuidar de nós
Cuidar do mundo que nos rodeia e sustenta significa cuidar de nós mesmos. Mas precisamos de nos constituirmos como um «nós» que habita a casa comum. Um tal cuidado não interessa aos poderes econômicos que necessitam dum ganho rápido. Frequentemente as vozes que se levantam em defesa do ambiente são silenciadas ou ridicularizadas, disfarçando de racionalidade o que não passa de interesses particulares. Nesta cultura que estamos desenvolvendo, vazia, fixada no imediato e sem um projeto comum, «é previsível que, perante o esgotamento de alguns recursos, se vá criando um cenário favorável para novas guerras, disfarçadas sob nobres reivindicações».
Papa Francisco – Encíclica Fratelli Tutti
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Valorizando a própria identidade
Alguns países economicamente bem-sucedidos são apresentados como modelos culturais para os países pouco desenvolvidos, em vez de procurar que cada um cresça com o seu estilo peculiar, desenvolvendo as suas capacidades de inovar a partir dos valores da sua própria cultura. Esta nostalgia superficial e triste, que induz a copiar e comprar em vez de criar, gera uma baixa autoestima nacional. Nos setores acomodados de muitos países pobres e às vezes naqueles que conseguiram sair da pobreza, nota-se a incapacidade de aceitar caraterísticas e processos próprios, caindo num desprezo da própria identidade cultural como se fosse a causa de todos os seus males.
Papa Francisco – Encíclica Fratelli Tutti
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Virtudes em prática
As pessoas podem desenvolver algumas atitudes que apresentam como valores morais: fortaleza, sobriedade, laboriosidade e outras virtudes. Mas, para orientar adequadamente os atos das várias virtudes morais, é necessário considerar também a medida em que eles realizam um dinamismo de abertura e união para com outras pessoas. Esse dinamismo é a caridade infundida por Deus. Caso contrário, talvez tenhamos só uma aparência de virtudes, que serão incapazes de construir a vida em comum.
Papa Francisco – Encíclica Fratelli Tutti
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Sentido da fraternidade
A fraternidade não é resultado apenas de condições nas quais se respeitam as liberdades individuais, tampouco da prática de certa equidade. Embora sejam condições que a tornem possível, não bastam para que surja, como resultado necessário, a fraternidade. Ela tem algo de positivo a oferecer à liberdade e à igualdade. O que acontece quando não há a fraternidade conscientemente cultivada, quando não há uma vontade política de fraternidade, traduzida em uma educação para a fraternidade, o diálogo, a descoberta da reciprocidade e o enriquecimento mútuo como valores? Sucede que a liberdade se restringe, predominando, assim, uma condição de solidão, de pura autonomia para pertencer a alguém ou a alguma coisa, ou apenas para possuir e desfrutar. Isso não esgota, de maneira alguma, a riqueza da liberdade, que se orienta sobretudo para o amor.
Papa Francisco – Encíclica Fratelli Tutti
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Cuidados com o individualismo
O individualismo não nos torna mais livres, mais iguais, mais irmãos. A mera soma dos interesses individuais não é capaz de gerar um mundo melhor para toda a humanidade. Nem pode preservar-nos dos tantos males que se tornam cada vez mais globais. Mas o individualismo radical é o vírus mais difícil de vencer. Ilude. Faz-nos crer que tudo se reduz a deixar a rédea solta às próprias ambições, como se, acumulando ambições e seguranças individuais, pudéssemos construir o bem comum.
Papa Francisco – Encíclica Fratelli Tutti
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Amor universal
Para se caminhar rumo à amizade social e à fraternidade universal, há que fazer um reconhecimento basilar e essencial: dar-se conta de quanto vale um ser humano, de quanto vale uma pessoa, sempre e em qualquer circunstância. Se cada um vale tanto assim, temos de dizer clara e firmemente que “o simples fato de ter nascido em um lugar com menores recursos ou menor desenvolvimento não justifica que algumas pessoas vivam menos dignamente”. Trata-se de um princípio elementar da vida social que é, habitualmente e de várias maneiras, ignorado por aqueles que sentem que não convém à sua visão do mundo ou não aos seus objetivos. (Papa Francisco- Encíclica Fratelli Tutti)
Papa Francisco – Encíclica Fratelli Tutti