06/03/2013

Fraternidade Franciscana Sagrado Coração de Jesus

PETRÓPOLIS – RJ

Rua Montecaseros, 95
CEP. 25685-000
Caixa Postal 90023 – Cep. 25689-900
Tel. (24)  2242-6915/Fax (24) 2242-6628

E-mail: parsagrado@uol.com.br

Facebook: http://bit.ly/sagpetr

Diocese de Petrópolis

A FRATERNIDADE DO SAGRADO
Frei Jorge Paulo Schiavini, guardião, vice-mestre e vigário paroquial
Frei Luiz Flavio Adami Loureiro, vigário casa, vigário paroquial e ecônomo
Frei Almir Ribeiro Guimarães, vigário paroquial e assist. OFS
Frei Abílio Amaral Antunes, vigário paroquial
Frei Edrian Josué Pasini, a serviço da Comunicação – Vozes
Frei Francisco Morás, a serviço da Comunicação – Vozes e vigário paroquial
Frei Gentil Avelino Titton, a serviço da Comunicação – Vozes
Frei James Luiz Girardi, pároco e animador JPIC provincial
Frei José Ariovaldo da Silva, professor e vigário paroquial
Frei José Clemente Schfaschek, vigário paroquial
Lauro Both, organeiro
Frei Marcos A. de Andrade, mestre e professor
Frei Volney J. Berkenbrock, professor, a serviço da Comunicação – Vozes, vigário paroquial e coordenador do departamento de patrimônio
Frei Alan Leal de Mattos, estudante
Frei Alfredo Epalanga Prego, estudante (FIMDA)
Frei André L. do N. Souza, estudante (7 Alegrias N. Sra)
Frei Canga Manuel Mazoa, estudante (FIMDA)
Frei Cristiano P. A. Morais, estudante (7 Alegrias N. Sra) (Sagrado)
Frei Erisclei da Silva, estudante (S. benedito da Amazônia)
Frei Gabriel Dellandrea, estudante e animador do SAV local e regional
Frei Hugo Câmara dos Santos, estudante
Frei Jefferson D. S. Ferreira, estudante (7 Alegrias N. Sra)
Frei Jorge H. L. Camargo, estudante (7 Alegrias N. Sra) (Sagrado)
Frei Josemberg Cardozo Aranha, estudante
Frei Junior Mendes, estudante
Frei Marcos Schwengber, estudante
Frei Mário Sampaio Pelu, estudante (FIMDA)
Frei Pedro R. P. da Silva, estudante (7 Alegrias N. Sra) (Sagrado)
Frei Raoul A. Bentes, estudante (S. Benedito da Amazônia)
Frei Roger Strapazzon, estudante

PADROEIRO

Sagrado Coração de Jesus

EXPEDIENTE PAROQUIAL
De segunda a sábado, das 8h00 às 18h00

MISSAS
Segunda, quarta, quinta e sexta-feira – 7h00 e 18h00

Na última segunda do mês também 19h30
Na primeira sexta-feira do mês, às 15h00.
Na última quinta, às 15 horas (com distribuição das pílulas de Frei Galvão)

Terça-feira – 7h00, 8h00, 15h00 e 18h00 ( missas da bênção dos pães, trazido pelos fiéis em agradecimento à bênção dos pedidos a Santo Antônio. Esses pães são distribuídos pela Pastoral de Santo Antônio)
Sábados – 7h00 e 16h15
Domingos: 7h00, 8h30, 10h00, 18h00 e 19h30
Missas fixas em Capelanias: sábados – 18h00 e 19h00 / Domingos – 11h00 / Segunda e Sexta-feira – 7h00 e 18h00

Confissões - De segunda à sábado de 8h00 às 11h00 e das 14h00 às 17h00 e meia hora antes de cada missa
Curso de Preparação para o Batismo - Quintas-feira que antecede ao terceiro domingo
Celebração do Batismo - Domingo às 11h00, no terceiro domingo

Curso para os Sacramentos da Iniciação Cristã - Sábados do segundo semestre as 18 horas

Atendimento aos enfermos - Hospital Santa Teresa, Casa Providência, São Lucas e Beneficiência Portuguesa

HISTÓRIA

Mais de 130 anos de história em Petrópolis
No centenário, em 1974, um livreto comemorativo, escrito por Frei Clarêncio Neotti, ofm, encontra-se o seguinte: No dia 8 de setembro de 1974, a Igreja do Sagrado Coração de Jesus completou cem anos de existência. Citou os Alemães em Petrópolis, a inauguração, o tempo intermediário, os franciscanos, o relógio da torre, as outras reformas da igreja, a Igreja Paroquial e uma conclusão, ao final do trabalho, cuja impressão foi encomendada à Editora Vozes, tradicional empresa petropolitana, ligada à comunidade franciscana.

Segundo Frei Clarêncio Neotti, “a igreja do Sagrado Coração de Jesus, núcleo central do que hoje o povo costuma chamar de “O Sagrado”, foi construída em menos de um ano e meio e não teve a solidez das igrejas de pedras que costumam atravessar incólumes os séculos. As muitas reformas porque passou não significaram caprichos pessoais ou moda, mas necessidade de conservação. Hoje, a Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em seu interior, é bem diferente de há 50 anos, de há 100 e de a 130 anos. Da igreja original sobram as duas paredes laterais e, ainda assim, com remanejamentos das janelas e dos próprios vãos das janelas. Prestar-lhe uma homenagem pelo centenário é mais recordar, sem saudosismos, a intrepidez dos que fizeram, os altos ideais que sempre guiaram seus vigários e a espetacu-lar, ininterrupta e rara folha de serviços que esta igreja prestou à comunidade alemã, à co-munidade petropolitana e, pelas ligações com o convento franciscano, à comunidade brasileira”.

Frei Augusto Koenig, ofm, diz no ano de 1989, por ocasião dos seus 115 anos: “A igreja do Sagrado Coração de Jesus tem sua origem intimamente ligada à própria história da cidade de Petrópolis, quando em 1837 aqui chegaram os primeiros imigrantes alemães, seguidos depois por outras levas de colonos a partir de 1845. Estavam lançados os fundamentos da nossa cidade e o Major Koeler, oficial alemão a serviço do Governo Imperial desde 1833, nomeado Diretor da nascente colônia, iniciou a construção do Palácio Imperial, em torno do qual se agrupavam as construções coloniais; Petrópolis era então chamada Fazenda do Córrego Seco, propriedade da família imperial. Até 1846, a Colônia era dependente de São José do Rio Preto no atendimento religioso. Nessa data, a colônia foi elevada a Paróquia, sob a invocação de São Pedro de Alcântara.

Quanto aos colonos evangélicos, que constituíam um terço da Colônia, providenciara o governo que não lhes faltasse pastor de língua alemã; os católicos ficaram sob a jurisdição do Vigário da Paróquia de São Pedro de Alcântara. Embora considerados brasileiros, todos falavam o alemão, de modo que se tornava difícil fazerem-se compreender por um sacerdote que não lhes soubesse falar em sua língua materna. Esta situação perdurou por uns 20 anos, quando, a convite, aqui chegou Pe. Theodoro Esch. Fundou logo uma escola para as crianças, filhas dos colonos, e uma sociedade de canto. Surgia cada vez mais forte a idéia da construção de uma igreja própria, para a comunidade alemã. Depois de muitas negociações e da interferência do Imperador, decidiu-se à municipalidade a conceder para a edificação da igreja o terreno ocupado pelo cemitério municipal. O projeto foi elaborado pelo Sr. Schimitz e encarregado das obras o construtor Sr. Carlos Kling. A Colônia toda fez donativos para a construção. Em menos de dois anos estava edificada a Capela da Comunidade católica alemã, dedicada ao Sagrado Coração de Jesus.

Quanto ao estilo, aproximava-se em suas linhas gerais do gótico. Foi inaugurada na data de 8 de setembro de 1874. Posteriormente veio a sofrer diversas reformas e ampliações. Em 1888, o Pe. Esch voltava para a Alemanha. Mons. João Batista Guidi dava então assistência à Capela, nos finais de semana. Com a chegada dos religiosos franciscanos ao Brasil, vindos da Alemanha para a “Restauração” das Províncias Frasnciscanos, Mons. Guidi vislumbrou a possibilidade de esses religiosos assumirem os cuidados pastorais da Capela do Sagrado Coração de Jesus. Os Franciscanos aceitaram em 1896. A partir desse tempo foi construído o convento, fundada uma escola – hoje Escola gratuita São José – para os meninos pobres e uma tipografia – Editora Vozes. Tornou-se sede paroquial somente em 1946.

Em comemoração aos 115 anos da bênção da primeira Capela, o atual Pároco Frei Augusto Koenig lança uma campanha entre os paroquianos e a população, a fim de angariar fundos para a restauração e pintura do prédio, já em andamento. A igreja do Sagrado tem cumprido ao longo da história a missão de centro evangelizador. Foi à sua sombra que a Editora Vozes cresceu. É no seu recinto que se abriga o coral dos Meninos Cantores de Petrópolis, os Canarinhos. É ao seu redor que hoje se reúnem 23 comunidades eclesiais, formando a Igreja viva nos desafios dos tempos modernos”.

O conjunto arquitetônico do Sagrado Coração de Jesus é um patrimônio tombado em nível municipal e estadual, sendo assim de grande relevância. Sua conservação e manutenção requerem grande esforço e responsabilidade por parte desta instituição.