04/04/2013

Patrocínio de São José

LAGES – SC
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Diocese de Lages

A FRATERNIDADE
Frei José Lino Lückmann, guardião, vigário paroquial, a serviço Educação, animador do SAV local e ecônomo
Frei Tarcísio Geraldo Theiss, vigário casa e vigário paroquial
Frei Clauzemir Makximovitz, vigário paroquial e atendente conventual
Frei Ervino Girardi, vigário paroquial
Frei Evaldo Ludwig, a serviço evangelização
Frei Vilmar Alves da Silva, pároco

PADROEIRO

São José do Patrocínio

Expediente conventual
Diariamente, das 9h00 às 11h30 e das 14h00 às 17h00

Missas
De segunda a sábado, 17h30
Domingos: 9h30

Atendimento
Ordem Franciscana Secular
Hospital N. Sra. dos Prazeres
Colégio Diocesano
Clarissas
Paróquia Nossa Senhora Aparecida (colaboração)
Equipes de Nossa Senhora

Conheça o atual convento
Os franciscanos, vindos da Alemanha, iniciaram a construção do atual Convento em 1915. Trata-se de uma edificação construída em tijolo a vista e pedras de arenito, sendo a mais importante dentro destas características no planalto catarinense. Suas linhas construtivas têm influência neogótica e os cantos e acabamentos, assim como as aberturas, são requadrados em pedras de arenito, material existente em grande quantidade no solo onde se encontra a cidade de Lages. A porta principal da Capela de São José é de madeira, possui quatro metros de altura e formato ogival. As esquadrias do convento são também de madeira entalhada e de arco abatido.

A torre da Capela tem a cobertura em forma de agulha e possui um acabamento diferenciado do restante do conjunto, dando a impressão de ter sido executada em data posterior.

HISTÓRIA

Os franciscanos em Lages
Em 2 de outubro de 1891 falece o Pe. Antônio Luiz Esteves de Carvalho, pertencente ao bispado do Rio de Janeiro e há 38 anos trabalhando em Lages. Em virtude disso, o bispo do Rio de Janeiro confia a paróquia aos cuidados dos franciscanos.

Em 23 de dezembro de 1891, Frei Armando Bahlmann, vindo de Teresópolis, chega a Lages. Praticamente isolada no Planalto Serrano, Lages contava então com cerca de mil habitantes.

Em janeiro de 1892 chegam três outros frades: Frei Herculano Limpinsel, Frei Mariano e Frei Maurício. E se instalam numa “casa simples, ao lado da Capela Nossa Senhora do Rosário”.

Em 22 de fevereiro de 1892 chega a Lages Frei Rogério Neuhaus (ao lado o Mausoléu de Fr. Rogério) para integrar a Fraternidade recém-instalada.

Em 1893, os frades se mudam para uma chácara do falecido Pe. Antônio, a título de aluguel, ali permanecendo até 1899.
Em 17 de fevereiro de 1899 acontece a inauguração da Escola Paroquial São José no prédio construído por Frei Rogério (onde hoje funciona o hospital). Os frades se mudam para o local onde hoje está o “Conventinho Frei Rogério”.

Em 13 de maio de 1902, circula o primeiro número do jornal “Cruzeiro do Sul”, sob a coordenação de Frei Pedro Sinzig. Em 10 de fevereiro do ano seguinte, a tipografia passa a funcionar nas dependências do Convento.

Em dezembro de 1912, os frades começam a construção da antiga Matriz (atual Catedral). Em 20 de janeiro do ano seguinte, acontece a bênção da pedra fundamental da mesma.

Catedral Nossa Senhora dos Prazeres
Construída em pedra pelos padres franciscanos. Foi concluída em 1922, após 10 anos de construção. Possui vitrais importados da Alemanha. A luz que passa através deles são de uma beleza comovente, produzem sensação de plenitude, eternidade e de paz. Ainda no interior da catedral destaca-se o altar-mor, em estilo gótico e as imagens do Senhor dos Passos e da Nossa Senhora das Dores, esculpidas por um renomado imagineiro, também vinda da Alemanha, impressionam pela delicadeza das expressões e o movimento do drapeado do manto dos Santos.

Endereço: Rua Frei Gabriel, 145 – Fone (49) 3222-2392
Funcionamento de terça à sexta: 8h às 12h; 14h às 20h; sábados e domingos: 8h às 12h; 17h às 20h.

O novo Convento e o Colégio Diocesano
Em novembro de 1915, começa a construção do novo Convento (atual Convento). Em 21 de dezembro do mesmo ano acontece a bênção da pedra fundamental do novo convento.

Em 9 de abril de 1915 se dá a transferência da Escola Paroquial São José para um outro prédio (no local onde hoje funciona o shopping Gemini, ao lado dos Correios). No antigo prédio do Colégio passa a funcionar o Hospital Nossa Senhora dos Prazeres.
Em setembro de 1916, começa a construção da Capela do Convento. Em 4 de outubro do mesmo ano, acontece a bênção da pedra fundamental da mesma, sendo utilizada pelos frades desde esta data.

Em agosto de 1929 é criada a Diocese de Lages. Dom Frei Daniel Hostin, natural de Gaspar, toma posse no dia 15 de outubro do mesmo ano como primeiro bispo de Lages.

Em março de 1990, Dom Daniel funda o Ginásio Diocesano, que funciona, a princípio, nas dependências da Escola Paroquial São José, sob a direção de Pe. Luiz Gonzaga Adams.

Em 1931, Dom Daniel inicia a construção do prédio do Ginásio Diocesano na rua Coronel Córdova. Em 28 de fevereiro de 1938, a direção do ginásio Diocesano é entregue aos franciscanos. Frei Apolônio Weil permanece como diretor até 1947, quando assumiu Frei Odorico Durieux.

Em 1958 teve início a construção do edifício da Rua Coronel Córdova e área coberta.

A cidade de Lages
Data do início do século XVIII a chegada dos primeiros europeus que se fixaram no município. O povoamento dos “Campos de Lajens” decorreu da necessidade de abrir caminhos para atingir as Campinas do Rio Grande do Sul, ricas em gado, o que despertava nos paulistas e mineiros a ambição de estabelecer intenso comércio com os estancieiros gaúchos.

Os documentos primitivos mencionam a paragem chamada “Lajens”, um pouso de tropeiros que viajavam para São Paulo ou Sorocaba (fundada em 1661), levando mulas, cavalos e bovinos. Correia Pinto, fundador do povoado, era tropeiro, e conduzia tropas de bois de Lajes para São Paulo. Os tropeiros primitivos, mesmo os residentes no povoado, não eram lageanos, mas na sua maioria, portugueses e açorianos. Somente mais tarde foi que tropeiros, já nascidos em Lajes, exerceram esta tradicional profissão.

A 22 de novembro de 1766, é elevada à categoria de vila. Em 1820, a vila é desanexada da província de São Paulo para fazer parte de Santa Catarina. Em 25 de maio de 1860 é elevada à categoria de cidade. Em 1960, ficou estabelecida o topônimo de Lages com “G”. (Aliás, impróprio segundo o nosso léxico).

Economicamente Lages ficou conhecida inicialmente pelas suas tradições na pecuária.

Seus primeiros ciclos econômicos, no princípio do século, foram os do couro, da carne e da erva-mate. Hoje ainda o município tem o maior rebanho bovino do Estado, com cerca de 76.000 cabeças.

O ciclo econômico que se seguiu foi o da madeira, cujo auge ocorreu entre 1950 e 1960.

Os imigrantes
A colonização e conseqüente povoação deu-se por intermédio da miscigenação de raças, culturas e costumes, representado pelo homem branco, de origem portuguesa, vindos da Província de São Paulo, mestiços das missões guaraníticas, vindos da Província de São Pedro (RS) , negros, índios e nômades.

Desde o início de sua povoação a cidade por estar localizada em uma região rica em pastagem, mantém como uma das bases de sua economia a atividade da exploração pastoril. Mais tarde sofreu grande influência dos italianos, que tinham uma visão voltada para a extração da madeira, e dos alemães nas atividades de beneficiamento da madeira, indústria moveleira e construção civil.

O autor da obra foi o escultor lageano José Cristóvão Batista, sendo inaugurado em 24 de Maio de 2002 na Av. Dom Pedro II, entrocamento com Av. Iº de Maio. Bairro Coral.