Fontes Franciscanas

Legenda Perusina

Introdução
1. Penitência e discrição
2. Duro consigo mesmo, terno com os frades
3. Elogio da mendicidade
4. Não vos preocupeis com o dia de amanhã
5. Delicadeza para com um doente
6. Intimidade inviolável
7. O irmão tentado
8. Obtém a igreja da Porciúncula
9. A Porciúncula, modelo da Ordem
10. Pois quero que sempre esteja sob o poder do ministro geral e por isso ele tenha maior
11. Uma casa construída pela Comuna
12. A casa mandada construir pelo ministro
13. Não existe uma cela “minha”!
14. Instruções para as moradas dos frades
Últimas vontades
18. Limpeza das casas
19. João, o simples
20. Uma falsa vocação
21. Tentação e serenidade
22. À mesa com o leproso
23. Visão de Frei Pacífico
24. A cítara evangélica
25. A vinha do padre de Riete
26. O almoço oferecido ao médico
27. A conversão de um marido
28. Um postulante imaturo
29. Um peixe saboroso
30. A murmuração de Fei Leonardo
31. Sai da cela para abençoar um irmão
32. Almoço de Natal de Grécio
33. Visita do Cardeal Hugolino à Porciúncula
34. Virtuds e Vícios em Grécio
35. Prediz aos perusinos uma guera civil
36. Eficácia da sua oração
37. Doenças do Santo. Amor a Cristo sofredor
38. O livro da Cruz
39. Vinde ver um guloso!
40. Contra a Hipocrisia
41. Um deslize de vaidade
42. O Cardeal Hugolino manda que se cure
43. Nasce o Cântico das Criaturas
44. A estrofe do perdão
45. Um cântico para as Clarissas
46. Sua repugnância por se deixar tratar
47. “O Senhor vos reconpensará
48. Cauterização indolor
49. Extraordinário respeito pelo fogo
50. A cela em chamas
51. Outros sinais de amor pelas criaturas
52. Generosidade de Francisco
53. Dá a túnica a dois frades franceses
54. Outros exemplos de generosidade
55. A capa de Frei Egídio
56. Dá o Novo Testamento
57. Cura dos bois de Santo Elias
58. O cônego Gedeão
59. Os cavaleiros convidados a mendigar
60. Elogio da mendicidade
61. À mesa com o cardeal Hugolino
62. Frei Mosca, o parasita
63. Beija o ombro do frade que pediu esmolas
64. Alegria do Santo perto da morte
65. Coragem diante da realidade
66. Qual foi a intenção de Francisco
67. A denominação Frades Menores
68. Resistência de alguns irmãos
69. Os livros do frade ministro
70. O saltério do noviço
71. É a oração que salva
72. A ciência incha, a caridade edifica
73. A cilada da ciência
74. Cada um faz tanto quanto sabe
75. Abusos e desvios
76. Porque Francisco não intervém
77. Oposição de alguns ao Santo
78. Contra a conversa ociosa
79. Francisco quer ir à França
80. Veneração pela Eucaristia
81. Arezzo libertada dos demônios
82. Hugolino impede a viagem à França
83. Serenidade do verdadeiro frade menor
84. Irmã cigarra
85. Modelo e exemplo
86. “Eu te escolhi porque não tens nada”
87. Exemplo e estímulo para os irmãos
88. Encontro com um mais pobre
89. O irmão que desprezou um pobre
90. Os ladrões convertidos
91. O santo fingido
92. Perseguição diabólica
93. Quaresma no Alverne
94. O travesseiro de penas
95. Seu fervor quando rezava o ofício
96. Irmão corpo
97. A alegria espiritual
98. Prediz a sua glória
99. Bênção para a cidade de Assis
100. Irmã morte
101. Última visita de Frei Jacoba
102. Os ideais de humildade e pobreza
103. O bispo de Terni
104. Ainda sobre a humildade de Francisco
105. Demissão de Francisco
106. Obediência do Santo
107. Bênção de Frei Bernardo
108. Predição de Frei Bernardo
109. A última saudação de Clara
110. As irmãs cotovias
111. Não sou um ladrão
112. Nenhuma propriedade nem em comum
113. Cristo aprova a Regra
114. Não me faleis de outras Regras!
115. Como comportar-se com o Clero
116. Queixas de Cristo
117. A última ceia de Francisco