Cultura franciscanaNotícias › 10/08/2018

Lançamentos da semana

CAtequese-e-liturgiaCatequese e Liturgia na Iniciação Cristã
O que é e como fazer

Pe. Thiago Faccini Paro

É indispensável uma iniciação cristã que eduque e conduza para uma experiência mística e pessoal de Jesus Cristo, na qual a sensibilidade simbólico-ritual se torna essencial para revelar e atingir o que a voz não consegue dizer nem alcançar. Com os ritos e símbolos, o homem é tocado por inteiro, pois a experiência simbólico-ritual passa pelos sentidos do corpo e chega à mente e ao “coração”.

Neste sentido, pretendemos a princípio conceituar e esclarecer alguns termos importantes, tais como: iniciação cristã, ritos e símbolos na liturgia cristã. Estas definições de conceitos são importantes, pois nelas, encontram-se uma gama de significados e interpretações para cada um. Por exemplo, para liturgia, o símbolo tem um significado específico, diferente do entendimento da pastoral catequética. Buscar uma compreensão única destes termos para os envolvidos na iniciação cristã é essencial para estabelecer um diálogo e propor pistas de ação. Além disso, faremos um breve resgate histórico da iniciação cristã da Igreja primitiva, na busca dos fundamentos antropológicos, culturais e teológicos para uma “iniciação cristã” eficaz.

Depois tentaremos mostrar a importância dos ritos e símbolos para a vivência da fé e como se dá a comunicação simbólico-ritual na liturgia. E por fim, iremos propor pistas para uma catequese permeada por símbolos e ritos, unindo catequese e liturgia, resgatando e atualizando o método mistagógico utilizado pelos Padres da Igreja, fazendo da catequese um verdadeiro processo de iniciação cristã. Que estas páginas possam ajudar nossas comunidades a refletir sobre suas atuais práticas, abrindo-lhes horizontes e trazendo esperanças de que é possível, com esforço e dedicação, vencer os desafios do século XXI e iniciar na fé, nossas crianças e jovens.

Pe. Thiago Faccini Paro é mestre em Teologia e especialista em Liturgia, Ciência e Cultura pela PUC-SP. Especialista em Espaço Litúrgico e Arte Sacra pela PUC-RS. Pedagogo é autor da coleção de manuais de catequese O Caminho e dos livros As Celebrações do RICA: Conhecer para bem celebrar e Conhecer a FÉ que Professamos.  Colabora com a Igreja do Brasil como assessor do Setor de Espaço Litúrgico da Comissão Episcopal Pastoral para Liturgia da CNBB e é secretário executivo da Associação dos Liturgistas do Brasil – ASLI. Assessora ainda, cursos de formação litúrgica e de Iniciação Cristã em diversas comunidades eclesiais

NÚMERO DE PÁGINAS: 136

 

as-pessoas-da-idade-mediaAs pessoas da Idade Média

Robert Fossier

Ao abordar um assunto, o pesquisador esboça na “introdução” o que se propõe a demonstrar, e termina afirmando que conseguiu realizá-lo. Minha posição é um pouco diferente porque na verdade nada tenho a “demonstrar”. Meu relato procede de duas preocupações às quais muito me apego, e que terão visto surgir aqui ou ali, e de forma muito pessoal, sem dúvida. Primeiro, não creio na superioridade de nossa espécie, venha de onde vier, e não obstante seu comportamento egoísta e dominador; não posso senão me afligir com sua total incapacidade de dominar a Natureza, que trata com um imprudente desprezo, e não posso me conformar com sua perfeita ignorância do mundo animal. Foi, pois, este simples ser vivo a que chamamos “homem” que busquei e acompanhei desde os soluços do recém-nascido até o momento em que morrerá, e sem profundidade espiritual, temo. Segundo, esse ser humano que acompanhei por mil anos é o mesmo que nós? Destaca-se de minha análise que só algumas nuances nos separam deles? Não obstante a convicção exibida por quase todos os historiadores medievalistas, estou convencido de que o homem medieval é como nós. Há várias objeções, naturalmente: a economia não é a mesma, dominada pelo capitalismo e a competição; a sociedade apoia sua hierarquia em critérios que eram secundários nesses tempos distantes (a instrução, o serviço comum, público ou privado); o clima espiritual já não é o mesmo desde o apagamento da visão “cristã”; até a vida cotidiana foi abalada por novas concepções do tempo, do espaço, da velocidade. Tudo isso é indiscutível, mas superficial: uma visão do alto, como o fazem com frequência os historiadores medievalistas.

Preocupado em me ater ao essencial, quis chacoalhar a massa dos clichês e dos a priori onde se comprazem os enaltecedores dos tempos medievais e todos os que os leem ou ouvem: não! A Universidade, os cistercienses, a Hansa teutônica, os estatutos da Arte dellalana, ou a Suma de Tomás de Aquino ou a catedral de Amiens não são a “Idade Média”. Estou cansado de só ouvir falar de cavaleiros, de feudalismo, de reforma gregoriana, de senhoria banal, a pretexto de que nada se sabe dos outros – mas esses “outros” são os nove décimos da humanidade desses tempos: talvez pudéssemos tentar percebê-los? Foi ao que me dediquei. Ao menos isso explicará que tudo o que é indiscutivelmente móvel – o político, o econômico ou a escala social – tenha sido sistematicamente descartado como simples peripécias na história dos homens.

Robert Fossier é historiador francês, especialista em Idade Média. Diplomou-se arquivista paleográfico e em seguida obteve sua agrégation de História. Iniciou sua carreira como conservador da Biblioteca histórica de Paris (1949 a 1953) e passou os anos seguintes pesquisando e lecionando História em diversas universidades. Possui diversas publicações, além da presente, também a História da Idade Média, em quatro tomos, e O trabalho na Idade Média.

Nº DE PÁGINAS: 320

 

o-trabalho-na-idade-mediaO trabalho na Idade Média

Robert Fossier

Todo indivíduo, gozando de uma resistência física suficiente, está apto a trabalhar. Ele para isto possui os meios corporais e mentais. Se ele não o faz, é antes resultado das circunstâncias econômicas e sociais do que vontade de evitá-lo. Intelectual ou manual, o trabalho realizado – e sob todas as roupagens que ele pode carregar – tem como objeto produzir um bem material ou obter um resultado moral. O lucro que daí resulta será pessoal ou coletivo; por conseguinte, o esforço empreendido será de natureza privada ou pública. Essas evidências fazem parte de nossa visão de mundo; não está claro, porém, que a equação homem=trabalho tenha sido sempre assim ou que não aceita alguma nuance. Para além disso, quando os nossos porta-vozes dizem “trabalhadores” ou “o mundo do trabalho”, eles não englobam toda a sociedade; referem-se, claramente, aos “trabalhadores braçais”, aqueles que um economista classificaria nos setores da produção e da indústria de transformação.

Se dividimos os mil anos da Idade Média ocidental em períodos nos quais se segue o rastro de determinada figura de trabalhador, nos expomos à repetição ou, ao contrário, às lacunas, pois estamos na presença de fontes heterogêneas e capciosas. Eu poderia também escolher tratar, um após outro, os “setores” de produção e aquisição, de transformação e articulação, de gestão e de trocas. Neste caso, o risco seria descrever um tipo de quadro da economia medieval bastante atemporal e certamente muito amplo para o tema. Eu tentei um outro caminho: circunscrever as noções e as palavras, revelar as semelhanças e as contingências. O leitor encontrará neste ensaio contribuição para um estudo da “vida cotidiana” da Idade Média.

Robert Fossier é historiador francês, especialista em Idade Média. Diplomou-se arquivista paleográfico e em seguida obteve sua agrégation de História. Iniciou sua carreira como conservador da Biblioteca histórica de Paris (1949 a 1953) e passou os anos seguintes pesquisando e lecionando História em diversas universidades. Possui diversas publicações, além da presente, também a História da Idade Média, em quatro tomos, e Gente Idade Média.

Nº DE PÁGINAS: 264

 

cartas-1Cartas

C.G. Jung

Com projeto gráfico e capa reformulados, os três volumes das cartas de C.G. Jung contêm aproximadamente 1.000 cartas de cunho, sobretudo científico. Cada um dos volumes é provido de um aparato científico bastante completo: muitas notas explicativas de caráter objetivo e pessoal, remissões às obras de Jung e citação de trechos de cartas por ele recebidas ajudam a compreender as demais obras de Jung.

O primeiro volume começa com as cartas do tempo em que Jung ainda não se separara da escola psicanalítica, com cartas a Karl Abraham, Sandor Ferenczi, Sigmund Freud e outros membros do círculo freudiano daquela época. Há cartas de Jung à sua filha Marianne, quando ela tinha apenas oito anos, a Hermann Hesse, ao Conde Keyserling (com algumas interpretações muito interessantes de sonhos), a Rudolf Pannwitz, James Joyce e Alfred Kubin. Cartas a teólogos e pastores esclarecem o ponto de vista psicológico de Jung quanto à questão da fé. Em outras cartas estão as impressões e conhecimentos que Jung obteve em suas viagens à Índia, África e América. Merecem ser lembradas as cartas ao indólogo Heinrich Zimmen, ao sinólogo Richard Wilhelm e ao pesquisador dos mitos Karl Kerényi, bem como ao seu amigo Albert Oeri. Uma carta, extraída da vasta correspondência com o físico Wolfgang Pauli, trata do problema, suscitado por Pascual Jordan, da clarividência; e uma carta ao próprio Pascual Jordan fala da relação entre física e psicologia e da sincronicidade. A correspondência com o parapsicólogo J.B. Rhine é de importância fundamental. Enfim, há muitas cartas a destinatários que não quiseram ser identificados.

No segundo volume encontram-se, além de explanações sobre matrimônio, pedagogia, psicoterapia, sintomas psicossomáticos e limitação da natalidade, respostas a perguntas sobre a morte e o suicídio, sobre Cristo e a fé, entre outras considerações sobre a relação entre física e psicologia, sobre a necessidade de um limite epistemológico da ciência, sobre astrologia e alquimia. Outras cartas tratam dos conceitos da psicologia profunda, de suas próprias obras, e há um informe sobre o encontro de Jung com Albert Einstein. A correspondência com Rhine e Victor White continua. A correspondência com seus alunos mostra a participação humana intensa de Jung. Estimulado pelas perguntas dos seus correspondentes, Jung formula com maior clareza os seus pontos de vista e sua linha de pensamento. O volume retrata apenas um período relativamente curto da atividade de Jung. A grande maioria das cartas atribui-se ao interesse sempre maior de Jung de dialogar por escrito com as pessoas de seu tempo.

O terceiro e último volume das cartas abrange tão só o período do 81º ao 85º ano de vida de Jung. Isto mostra que as cartas haviam assumido um lugar importante em sua vida. Cada vez mais foram tomando o lugar do trabalho científico e tornaram-se o repositório de suas ideias criativas. Constituíram ao mesmo tempo, para o pesquisador que se havia retraído, uma ponte com o mundo e um lugar de esclarecer suas concepções. Jung escrevia raras vezes por iniciativa própria, mas atendendo ao seu senso de responsabilidade, respondeu nesses últimos anos a quase todas as cartas que recebeu. Também neste volume são abordados temas de grande complexidade. São questões de parapsicologia, discos voadores, problemas religiosos, éticos e psicoterapêuticos. De importância capital é a discussão com o Dr. E.A. Bennet, Londres, sobre o caráter científico do conceito de arquétipo. São dignas de destaque as cartas em que lança um olhar retrospectivo ao seu relacionamento com Freud, em que faz uma análise psicológica do problema do barulho, em que expõe sua posição diante da arte moderna e em que manifesta sua preocupação pelo futuro da humanidade. As manifestações em seus últimos anos denotam uma confluência de larga intuição e de grande precisão crítica e dão provas de uma cultura geral ímpar e de autêntico senso humanitário.

Nº DE PÁGINAS – VOL. I: 440 / VOL. II: 496 / VOL. III: 352

 

cultura-pensamentoCultura, pensamento e ação social
Uma perspectiva Antropológica

Stanley Jeyaraja Tambiah

Este livro contém uma seleção de ensaios escritos pelo autor entre 1967 e 1984. Ele escolheu estes ensaios, em particular, porque eles delineiam uma discussão contínua, que se desenvolveu ao longo do tempo, sobre um conjunto de temas e questões inter-relacionadas.

Os ensaios dedicados à interpretação do ritual estão unidos, ao abordarem esses temas de modo reiterado e diverso. Muitos textos antropológicos têm se preocupado em elaborar o esquema tripartite clássico apresentado por Van Gannep (nos termos das fases de separação, de liminaridade e reagregação).

Os próprios interesses do autor o levaram a elaborar as implicações dos rituais como amálgamas ou totalidades constituídas tanto de palavras quanto de ações, da fala entrelaçada à manipulação de objetos, do uso simultâneo e sequencial de múltiplos meios de comunicação (auditivo, tátil, visual e olfativo) e modos de apresentação (canção, dança, música, recitações, entre outros).

Outra implicação dessa abordagem foi a abertura e a busca por padrões e regras de combinação, seqüenciamento, recursividade e redundância, que constituem a totalidade e que não podem ser descobertos por uma dependência tão previsível do esquema tripartite (que pode ser esclarecedor em alguns casos, mas não em todos).

A proposta apresentada neste livro se afasta de qualquer tentativa de formular um esquema universalista e determinista da evolução da cultura e da sociedade. O autor procura compor as configurações e as totalidades históricas como cristalizações sempre inacabadas ao longo do tempo.

Stanley Jeyaraja Tambiah nasceu no antigo Ceilão, atual Sri Lanka. Graduou-se na Universidade do Ceilão (hoje, Peradeniya) e obteve seu doutorado em sociologia na Universidade de Cornell, em 1954. Trabalhou como assessor da UNESCO na Tailândia entre 1960 e 1963, quando ingressou como lecturer no King’sCollege da Universidade de Cambridge. Em 1973, tornou-se professor da Universidade de Chicago e, em 1976, da Universidade de Harvard, onde se encontra até hoje. Foimembro da National Academy of Sciences e do National Research Council’s Committee for International Conflict Resolution. Em 1991, recebeu, da Universidade de Chicago, o título de doutor honoris causa.

NÚMERO DE PÁGINAS: 424

 

problemas-centraisde-teoriaProblemas centrais em teoria social
Ação, estrutura e contradição na análise sociológica

Anthony Giddens

A teoria da estruturação elaborada neste livro pode ser lida como um manifesto antifuncionalista. Argumento que a importância das teorias funcionalistas, incluindo as várias formas de funcionalismo marxista, é que sempre se concentraram na relevância das consequências não intencionais da ação. Tal ênfase é muito importante quando contrastada às filosofias da ação, que em sua maioria simplesmente ignoram as consequências não intencionais. A fuga da história humana às intenções humanas e o retorno das consequências dessa fuga como influências causais da ação humana é um aspecto crônico da vida social. Mas o funcionalismo traduz esse retorno como “razões da sociedade” para a existência de reproduções sociais. Pela teoria da estruturação, os sistemas sociais não têm propósitos, razões ou necessidades quaisquer; só os indivíduos os têm. Qualquer explicação da reprodução social que impute teleologia a sistemas sociais deve ser declarada inválida. Mas muitos que declaram oposição ao funcionalismo em princípio são propensos a usar argumentos funcionalistas na prática. Uma coisa é rejeitar as visões funcionalistas, quer em termos lógicos ou ideológicos. Outra bem diversa é fazê-lo, mas ao mesmo tempo reconhecendo a importância cardeal das consequências não intencionais na reprodução dos sistemas sociais: para mostrar o que uma ciência social não funcionalista efetivamente envolve.

O autor não pretende desenvolver neste livro mais do que um esboço sumário de como conceber a crítica ideológica nem de como devem ser entendidas no mundo contemporâneo as tarefas da ciência social como teoria crítica; estas ele reserva para um volume a seguir. Ele desenvolve com certo detalhamento um conceito de contradição social e indica o alcance de sua aplicação em potencial, como prefácio teórico a um estudo mais exaustivo das contradições do capitalismo e do socialismo de Estado. Esse estudo deve constituir o substancial de uma teoria crítica da sociedade contemporânea, uma teoria crítica que tem que confrontar o fato óbvio de que o próprio marxismo pode ser e é usado como instrumento ideológico de dominação.

Anthony Giddens é um sociólogo, conferencista e professor britânico, reconhecido por sua Teoria da Estruturação e por sua visão holística das sociedades modernas. Foi um dos pioneiros do conceito de Terceira Via. Nasceu em Edmonton, em Londres, Inglaterra. Graduou-se na Universidade de Hull, na Inglaterra. Em 1961 começou a lecionar Psicologia Social na Universidade de Leicester. Nessa época, começou a desenvolver suas próprias teorias e foi considerado um dos precursores da sociologia britânica.

NÚMERO DE PÁGINAS: 264

 

resilienciaResiliência
O segredo da força psíquica

Christina Berndt

O que faz com que algumas pessoas sejam incrivelmente fortes para lidar com dificuldades e situações extremamente exigentes, enquanto outras rapidamente sucumbem e se entregam em circunstâncias semelhantes? De onde vem essa capacidade especial de resistir a situações de conflito, pressão, dramas pessoais, sofrimento e infortúnio de diversos tipos? Qual é a força misteriosa que nos permite sair de uma situação deprimente e voltar a ter uma vida plena?

Há pessoas que têm todas essas capacidades. Elas resistem à pressão do ambiente à sua volta, têm otimismo para olhar para frente e prosseguem com confiança sem deixar-se abater pela crítica e pelas circunstâncias, concentrando-se fortemente naquilo que é construtivo. Os psicólogos chamam esse poder misterioso de “resiliência”.

Christina Berndt retrata como essa imensa força surge em algumas pessoas, e descreve o que neurobiólogos, geneticistas e psicólogos descobriram sobre a origem dessa resistência.

Para todos aqueles que utilizam essa força, perder, por vezes, também é uma possibilidade de crescimento. Embora os fundamentos da resiliência sejam normalmente estabelecidos durante a primeira infância, este livro mostra que, com as estratégias adequadas, é possível desenvolver essas capacidades mesmo em adultos.

A Dr. Christina Berndt é responsável pelo setor de Medicina e Ciências da Vida na SüddeutscheZeitung. Em 1988, ela iniciou seus estudos em bioquímica determinada a se tornar jornalista científica. Estudou em Hanover e na Universidade de Witten/Herdecke. Após se formar, dedicou-se à ciência durante seu doutorado em Heidelberg. Sua tese de doutorado lhe rendeu o prêmio de incentivo da Deutsche GesellschaftfürImmunologie. Ainda durante sua promoção, passou a escrever sobre medicina e pesquisa para a Rhein-Neckar-Zeitung. Foi eleita uma das três melhores jornalistas científicas do ano 2013. Em 2014, foi finalista do Georg-von-Holtzbrinck-Preis na categoria “Jornalismo Científico”. Seu campeão de vendas Resiliência – o segredo da força de resistência psíquica foi traduzido em oito línguas. Em 2014, o livro foi eleito um dos melhores livros de conhecimento pela Bild der Wissenschaft.

Nº DE PÁGINAS: 280

 

como-ler-mentesComo ler mentes
O poder de persuadir e desvendar pessoas

Lior Suchard
O mentalista favorito das celebridades

Considerado um dos maiores mentalistas do planeta, Lior Suchard já se apresentou em mais de 50 países e recebeu convites de programas como o The Tonight Show e Good Morning America.

O autor também já veio ao Brasil em 2017 para uma série de palestras e participou dos programas Mais Você, onde foi desafiado por Ana Maria Braga a adivinhar a cor de sua peça íntima – o que fez com muita precisão -, e do Encontro com Fátima Bernardes, onde deixou a apresentadora extremamente surpresa ao adivinhar o nome da primeira professora de dança dela quando a mesma tinha apenas 07 anos.

Este ano estamos trazendo para o Brasil o seu livro, já lançado em diversos países, “Como ler mentes”.

Você acredita que alguém possa ler a sua mente? Lior Suchard pode. Ele pode ler seus mais íntimos pensamentos, e sabe o que você vai dizer antes que você diga – antes mesmo que você saiba que vai dizer! Aos seis anos, em Israel, Lior percebeu que tinha um poder mental extraordinário. Atualmente ele é conhecido em várias partes do mundo como um artista desconcertante e um mentalista sem igual, que surpreende a audiência por onde passa com seu talento singular para a leitura da mente, influência do pensamento e telecinese. Em Como ler mentes, Lior nos leva por sua incrível jornada através das maravilhas da mente humana, compartilhando tanto os segredos de suas performances e de sua própria história de vida, como estudos psicológicos. Suas técnicas e lições, ilustradas com elementos interativos, convidam o leitor a abraçar seu mentalista interior, aproveitar seus poderes mentais inexplorados e criar mudanças positivas em sua vida cotidiana. Repleto de ilusionismo, enigmas, quebra-cabeças e dicas práticas, este livro ajudará você a desbloquear os poderes ocultos de sua mente.

Lior Suchard nasceu em Haifa, Israel. Seu sucesso começou como o primeiro vencedor do programa de TV The Successor, apresentado pelo célebre Uri Geller. Surpreendendo audiências com o poder de sua mente, Suchard faz apresentações no mundo todo, o que lhe trouxe uma lista de fãs que se estendem desde celebridades de Hollywood a chefes de estado e notórios empresários. A lista de celebridades que já se renderam ao talento dele inclui Barbra Streisand, Drake, Jennifer Lopez, Leonardo DiCaprio, Kim Kardashian, Claudia Leitte, Leandro Karnal, Ana Maria Braga e Fátima Bernardes.

Nº DE PÁGINAS: 216