Vida Cristã - Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil - OFM

A revelação divina que chega com atraso – Parte 2

20/07/2019

Marcelo Barros

4 – Para ritos litúrgicos amazônicos

A celebração judaico-cristã é memorial das maravilhas de Deus. Ao recordar (trazer ao coração) as ações de Deus em favor do seu povo, acreditamos que, a cada dia, sua ação salvadora se renova conosco e para toda a humanidade. Por isso, na véspera de sua paixão, ao cear com seus discípulos e discípulas, Jesus disse: Fazei isso em memória de mim. E, ao ser o primeiro a escrever sobre essa tradição, Paulo afirma: “Todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste vinho, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha”(1 Cor 11, 26).

Em cada época e para cada povo ou comunidade, a celebração da ceia do Senhor, ao recordar  a Páscoa do Senhor, a atualiza, até que ele manifeste visivelmente sua presença libertadora no meio de nós. Para fazer isso, de modo eficaz e fecundo, precisamos traduzir suas palavras e gestos na linguagem e nas culturas próprias de cada região e de cada época. Por isso, devemos ter dois cuidados que, no fundo, são os dois critérios apontados pelo papa João XXIII para a renovação que o Concílio Vaticano II, em sua época, deveria realizar: a volta às fontes e o que o papa chamou “aggiornamento” (trazer o mistério celebrado e vivido para os dias de hoje).

  1. 1 – Como celebrar o louvor de Deus na realidade amazônica.

Ao lembrar o sofrimento do povo de Deus no exílio da Babilônia, o salmo fazia a pergunta: Como cantar os cânticos do Senhor em uma terra estrangeira? (Sl 137, 4). Nos anos 80, Paulo Suess, atualizava o salmo em um poema que perguntava: “Como celebrar o louvor de Deus às margens dos rios da Amazônia?”. É justo e possível celebrar o louvor de Deus quando os sofrimentos e as opressões sofridas contradizem aquilo que se celebra? Não se trata apenas da dificuldade ou mesmo impossibilidade humana de nos alegrar e louvar, quando temos vontade de chorar. Isso é real e deve pesar, mas há algo mais sério e grave: quem é o nosso Deus? Ou como diziam os teólogos e teólogas em recente encontro para preparar o Sínodo da Amazônia: De que lado Deus está? De que lado, Jesus está? Já nos anos 60, Dom Helder Camara se perguntava: “Como cantar: o Senhor é meu Pastor, nada me falta, se em torno de nós falta tudo?”

É correto falar de ressurreição e vida onde o que impera é morte e destruição? Essa questão teologal (de fé) e teológica (de expressão da fé) muitas vezes, foi colocada a partir do holocausto judeu. Ao celebrar em meio à opressão dos filhos e filhas de Deus, estamos louvando-o, ou o nosso louvor acaba sendo uma ofensa a Deus? Estamos falando bem dele ou estamos ridicularizando sua Palavra e sua promessa de salvação?

Na época do Nazismo em um campo de concentração, esperando a morte, Etty Hillesum, judia holandesa de 28 anos, escreveu em seu caderno de Diário como via Deus a partir da tragédia do Nazismo. No dia 12 de julho de 1942, ela escrevia: “Vou te ajudar, meu Deus a não te apagar de dentro de mim, mas não posso garantir nada. O que vejo com clareza é que não és Tu quem pode nos ajudar e sim nós, (judeus) que podemos ajudar a Ti e, ao fazer isso, podemos ajudar-nos a nós mesmos. Isso é tudo o que, nesse momento, podemos salvar e também a única coisa que conta: um pouco de Ti em nós, meu Deus.  Talvez, possamos também fazer que venha à luz (apareça) a tua presença nos corações devastados dos outros[1].

Quem vive na América Latina e sabe que a conquista  e a colonização do continente foram realizados em nome dos impérios ibéricos e da fé cristã, não pode deixar de considerar as palavras daquela jovem judia, mártir do Nazismo. Afinal, como mostram Marcelo Grondim e Moema Viezzer, calculam-se em 70 milhões as vítimas do genocídio praticado contra os povos indígenas no continente[2]. Nem as comunidades de Israel no cativeiro, nem as Igrejas em situação de grande sofrimento, nem também nós, no mundo dos pobres, queremos renunciar a celebrar o culto de Deus e o memorial da ceia de Jesus. O que colocamos em questão é o como celebrar.

No continente latino-americano, mas de modo mais forte ainda na realidade da Amazônia, não deixa de conter um cinismo cruel celebrar o louvor de Deus e a ceia de Jesus, como se estivéssemos em Portugal, na França ou em Roma. Queremos ser fieis ao memorial de Jesus. Amamos sua palavra nas Escrituras Sagradas, nos sentimos enriquecidos com as expressões belas e profundas da tradição litúrgica e não queremos ignorá-las ou deixá-las de lado. No entanto, estamos convencidos de que elas não nos bastam. Não é suficiente usar tal qual o rito romano e atualizá-lo para a região amazônica apenas através de cânticos, do uso de tambores indígenas e instrumentos ou das vestes adaptadas dos celebrantes. Precisamos mais do que isso. Não basta mudar o invólucro da celebração. É o próprio coração da fé e da celebração que deve ser tocado. Queremos fazer o memorial de Jesus na ceia, as celebrações de batismo, de matrimônio e o louvor divino nos cultos, novenas e ofícios, de forma que, em cada celebração possamos sentir o que Jesus disse ao reler a Escritura na sinagoga de Nazaré: “Hoje, se realiza essa Palavra que vocês acabam de escutar” (Lc 4, 18).

  1. 2 – O rito e o estilo

O rito é o conjunto dos gestos, palavras e sinais com os quais recordamos e expressamos para hoje a ação divina no meio de nós. O estilo é o modo com o qual recordamos e expressamos. O rito contém o esqueleto e o núcleo mais profundo da Liturgia. O estilo significa não apenas o revestimento cultural e momentâneo do rito. É mais do que isso. Seria como se o rito fosse uma família e o estilo fosse a pessoa aqui e agora que pertence a família, traz no sangue e na pele traços fisionômicos comuns, mas é uma pessoa própria e diferente. Assim, há ritos como o ambrosiano, o galicano e o mozárabe que têm elementos próprios, mas são da mesma família do rito romano. Quando no final dos anos 60, Roma permitiu o chamado “rito zairense” se tratava de uma celebração da mesma missa latina no rito romano mas com vários elementos próprios da cultura e expressão de fé do povo da atual República Democrática do Congo. Queremos mais do que isso.

Rito não se improvisa e, realmente, não há como pensar agora em criar um rito próprio amazonense. Nem seria o caso já que a própria realidade amazonense é múltipla e teríamos de ter um rito para comunidades indígenas, outro para ribeirinhos, outro para cidades, etc. Provavelmente, o que parece mais concreto e urgente é encontrarmos uma forma amazonense – um estilo próprio – para celebrar o rito latino (romano), mas precisamos ter, isso sim, liberdade para buscar, para pesquisar e como o próprio papa tem insistido: coragem para criar.

Pelo momento, imaginamos uma Liturgia comum a todos, a partir da matriz latina, mas com a flexibilidade de incorporar no rito elementos simbólicos e expressões próprias de cada realidade regional ou local. Isso supõe uma cultura teológica suficientemente aberta para compreender que o Espírito de Deus atua nas diversas culturas e nos fala através delas.

Queremos acolher profundamente e integrar em nossa forma de expressar a fé e celebrar o que Deus quer nos revelar e nos dizer através do outro. Foi isso que Paulo se propôs a fazer quando anunciou a fé judaico-cristã às comunidades de cultura greco-romana. Isso lhe dava o direito de afirmar: “Eu me fiz judeu com os judeus e sem lei com os que estavam sem a lei” (1 Cor 9, 20 – 21).

  1. 3 – Propostas concretas para um modo de celebrar amazônico

A Revista de Liturgia já dedicou um número ao tema: “Sínodo da Amazônia – novos caminhos” com bons artigos e propostas importantes[3].

Aqui ouso continuar essa reflexão, agora tomando como tema a sugestão e a proposta de um rito litúrgico com elementos amazônicos.

Isso nos faria distinguir ao menos três propostas diversas de celebrações:

1 – Celebrações com pequenos grupos específicos como índios da mesma etnia ou ribeirinhos do mesmo local.

2 – Celebrações com uma assembleia mais identificada com a tradição católica comum mas desejosa de celebrar a fé de forma mais ligada à vida e às culturas concretas nas quais a assembleia litúrgica está inserida (Pensemos por exemplo, em celebrações para comunidades religiosas, grupos católicos e missionários na região amazônica).

3 – Celebrações paroquiais e realizadas em Igrejas grandes e assembleias heterogêneas de fieis. Ainda aí, precisamos possibilitar o protagonismo concreto de toda a assembleia a partir de suas realidades. E ligar a liturgia com a vida pede de nós incorporar elementos litúrgicos próprios da Amazônia.

Além do pão e do vinho, como elementos litúrgicos da ceia, as comunidades cristãs do primeiro e talvez mesmo do segundo século, tinham nas liturgias o peixe e em outros lugares leite e mel como símbolos da esperança messiânica. Assim também, precisamos pensar quais alimentos e símbolos amazônicos precisamos incorporar na celebração como sinais de comunhão e sinais da esperança de tempos novos.

Em algumas comunidades de base do Centro-oeste e da Amazônia, as celebrações sempre terminam com bolos de mandioca e café ou sucos. E não se trata apenas de um lanche oferecido depois do encontro ou da celebração. Aqueles alimentos, embora não substituam o pão e o vinho fazem eles também parte da comunhão, como há séculos, em algumas Igrejas orientais há o costume litúrgico de, depois da comunhão eucarística, se distribuir um pão abençoado. Os fieis recebem este pão e podem até levar para casa para partilhar com pessoas queridas que não puderam vir à celebração.

Como na Amazônia valorizar como sacramento da unção dos doentes os tantos rituais de cura e de energização que nos vêm das diversas tradições de tipo xamânico? Do mesmo modo, é preciso ver se é possível valorizar os homens e mulheres de sabedoria e que nas aldeias e malocas já exercem uma função de conselheiros e sábios. Na linha da descentralização dos ministérios, seria possível lhes confiar o ministério da reconciliação e da confirmação do perdão divino.

Mesmo nas celebrações em grandes assembleias e com grande afluência de povo, é possível dar muito mais realce e importância aos ritos de acolhida.

  1. 1 – acolhida afetuosa.

A acolhida afetuosa é elemento fundamental para que se crie uma verdadeira assembleia litúrgica, primeiro sinal sacramental da comunhão, seja na celebração eucarística, seja nas celebrações do louvor de Deus e de outros sacramentos (principalmente, Batismo e Matrimônio).

caráter afetuoso da celebração não é acidental ou facultativo. Só se cria clima de verdadeira celebração se as palavras de saudação forem acompanhadas de gestos nos quais as pessoas se sintam verdadeiramente acolhidas.  Que em cada celebração se apresentem ao menos as pessoas que vêm de fora da comunidade ou que celebram ali pela primeira vez.

Há comunidades que nesse momento da acolhida usam símbolos como a água ou um pouco de perfume que as pessoas quando entram na Igreja tocam ou se dão umas às outras…

  1. 2 – a escuta da Palavra na Vida e nos acontecimentos.

A memória da vida é um elemento incorporado nas celebrações das comunidades e grupos populares, desde os tempos de redação do ODC. Antes de se escutar a palavra de Deus nas leituras bíblicas, se escuta nos acontecimentos da vida da comunidade, do povo brasileiro ou do mundo.

Há comunidades que fazem isso espontaneamente. Há outras que encarregam irmãos e irmãs de servirem de antenas e terem essa função de recordar alguns acontecimentos, sejam do país e do mundo, sejam da própria comunidade local. Não se trata tanto de comentar, ou de fazer intenções de preces nesse momento e sim de tentar escutar a Palavra de Deus através dos fatos do dia a dia. Há comunidades que concluem esse momento ou mesmo entre as diversas intervenções dos irmãos, cantam um mantra ou refrão de algum cântico que tenha a ver com o que se está falando.

  1. 3 – a respeito das leituras

As realidades são muito diversas. O lecionário atual, em geral, bem pensado e bem organizado, supõe frequência da missa dominical (no caso do Lecionário dominical) ou diário (no caso do lecionário semanal).

Para a nossa realidade valeria a pena um lecionário mais simplificado que atendesse a realidade das comunidades do interior que não conseguem se reunir todo domingo ou que celebram uma vez única na semana (por exemplo, na quarta-feira à noite). Nesses casos, seria mais proveitoso que a comunidade escolhesse entre os domingos do mês a leitura que mais está ligada com a vida da comunidade e a mesma coisa para quem celebra uma vez durante a semana. Ter a liberdade de escolher.

Outra questão é se já houve uma escuta da Palavra na vida, há comunidades que preferem mesmo no domingo ficar só com duas leituras e não três e aí escolher com liberdade entre a primeira e a segunda, a que melhor se presta a aquela comunidade.

  1. 4 – a veracidade dos sinais sacramentais

Não adianta o esforço de tornar mais verdadeira e mais inserida a celebração se este esforço toca apenas no que se chama “a liturgia da Palavra”. É um escândalo contra a fé e a espiritualidade o que ainda ocorre em algumas assembleias de romarias da terra e celebrações da caminhada nas quais os bispos permitem criatividade e participação comunitária na primeira parte da missa até chegar o momento de preparação das oferendas. A partir dali, nada se pode mexer e o que se tem é o rito clerical e romano de sempre e em um estilo fechado. A ceia de Jesus é o ato no qual ele se entregou a nós do modo que o quarto evangelho expressa: “amou até o fim” (até onde o amor pode ir). É triste ver a ceia do Senhor ser celebrada em meio à arrogância clerical de bispos e padres que nesse momento excluem pastores e pastoras de outras Igrejas e recitam um rito distante e em franca contradição com a festa que se viveu até que se comece o ato propriamente eucarístico.

Como sobre isso, as normas litúrgicas continuam muito rígidas e fechadas, as comunidades têm preferido que, nesses momentos da caminhada se faça um ágape ecumênico e de caráter eucarístico no sentido de ação de graças e comunhão, mas sem a rigidez romana de uma Missa.

Atualmente no Brasil, muitas comunidades no domingo celebram assim. Não se trata somente de uma Liturgia da Palavra, nem do que em alguns ambientes, se costumou chamar de “celebração na ausência do presbítero”. É a celebração dominical da comunidade e com todo o caráter de uma Igreja local que renova a aliança de Deus e celebra o memorial do Senhor. Para essas celebrações, vários formulários de cânticos próprios (louvações) e orações recitadas têm sido propostos. Muitos deles, excelentes, estão à disposição na série de livros publicados por Marcelo Guimarães e Penha Carpanedo: O Dia do Senhor[4].

Esse resgate do costume das primeiras comunidades cristãs que celebravam a memória de Jesus e de sua ceia em um ágape fraterno com mais estilo de confraternização e de comunhão é bom. Mas, não substitui a responsabilidade da hierarquia da Igreja de reaproximar a atual forma de celebrar a missa de um rito mais simples, mais fraterno e mais ligado à sacramentalidade de uma refeição. Como dizem os primeiros textos do Novo Testamento: a refeição do Senhor.

Já o Concílio Vaticano II pedia que se cuidasse mais da veracidade dos sinais litúrgicos: que o pão seja pão e pão repartido e o vinho seja considerado elemento essencial da eucaristia partilhado a todos e não somente para mostrar ao povo e o padre ou o clero presente comungar.

Essa veracidade dos sinais litúrgicos já faz uma grande diferença para a inserção da liturgia na realidade da vida dos nossos povos.

5  – Algumas conclusões pobres e provisórias

Talvez alguém se pergunte porque dar tanto destaque à questão celebrativa. De fato, todos sabem o quanto na realidade cultural de nossas comunidades, o culto e os ritos são importantes. Precisamos acreditar que a espiritualidade original e suas expressões podem ser instrumentos de reafirmação da identidade cultural das comunidades e elementos de transformação social e mesmo política. Em um mundo no qual se celebram fóruns sociais, caminhadas e manifestações de multidões nas praças, os ritos de Igreja precisam voltar a ser expressivos e proféticos.

Na década de 90 em São Félix do Araguaia, um grupo de teatro fazia uma peça cujo título era muito sugestivo: Segure o taxo que o fogo vem de baixo. É preciso ter claro isso: não será um Sínodo em Roma que poderá transformar a realidade da Amazônia.

Esperamos profundamente que o Sínodo para a Amazônia aceite a proposta de descentralizar as estruturas de nossa Igreja e não continue a pensar a Igreja a partir do esquema clássico de dioceses, paróquias e capelas do interior. É preciso acreditar em uma Igreja comunhão e eliminar a divisão entre clero e leigo. É claro que isso pede uma transformação profunda de espírito e de compreensão da missão, mas seja como for, podemos propor. Trata-se de um processo.

Agradecemos a Deus termos um papa, pastores e agentes de pastoral que “seguram o taxo”, isso é, dão força e apoiam a caminhada das bases, mas o decisivo será sempre a realidade local e a inserção das Igrejas locais. Ora, algumas dessas estão ainda muito reticentes e distantes de tudo isso. É preciso retomarmos a mística da eclesialidade das pequenas comunidades com sua liberdade e seu direito de viver a fé no reino e o seu caminho próprio.

Isso que aqui está sendo proposto é um primeiro passo de um processo que se realizará à medida que ocorrer o diálogo e a inserção com as culturas e a alma dos povos amazônicos. Esse é um processo lento e dialético no qual, assim como Deus, assim como cada um/uma de nós, também as nossas celebrações se revelam inseridas e mostram com clareza de que lado estão. Aí sim se realizará de novo entre nós o que canta o salmo: “Da boca dos pequeninos e mesmo dos recém-nascidos, tu procuras um louvor capaz de reduzir ao silêncio os teus adversários e inimigos” (Salmo 8, 2).

VEJA A PARTE I

[1] – ETTY HILLESUM, Diario, (1941- 1942), Milano, Adelphos, 1998, p. 110.Cf. P.LEBAU, Etty Hillesum, un itinerario espiritual, Sal Terrae, Santander, 2000, p. 110.[2] – MARCELO GRONDIN e MOEMA VIEZZER, O maior genocídio da história da humanidade: mais de 70 milhões de vítimas entre os povos originários das Américas, Toledo, PR, GFM Gráfica e Editora, 2018.
[3] – Cf. PENHA CARPANEDO (organizadora), Vários autores, Sínodo da Amazônia, novos caminhos, Revista de Liturgia, vol. 269, setembro-outubro 2018.
[4] – Cf. MARCELO GUIMARÃES e PENHA CARPANEDO, Dia do Senhor, Guia para as celebrações das comunidades, Ciclo do Natal ABC, vol I; Ciclo Pascal ABC vol II; Tempo Comum, vol III – ano A, vol IV – ano B, vol V – ano C, São Paulo, Ed. Paulinas e Apostolado Litúrgico, 2002 e 2003.

Marcelo Barros é monge beneditino e escritor. Nascido em 1944, é pernambucano do grande Recife e assessora o MST, outros movimentos populares e comunidades eclesiais de base. Por formação é biblista, e desde jovem se consagra à espiritualidade ecumênica e ao diálogo entre as religiões. É membro da Associação Ecumênica de Teólogos/as do Terceiro Mundo (ASETT). Marcelo escreveu 37 livros.

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