{"id":4328,"date":"2011-10-25T17:40:10","date_gmt":"2011-10-25T17:40:10","guid":{"rendered":"http:\/\/new.franciscanos.org.br\/?p=4328"},"modified":"2021-09-02T10:44:43","modified_gmt":"2021-09-02T13:44:43","slug":"audiencia-geral-as-ordens-mendicantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/audiencia-geral-as-ordens-mendicantes\/","title":{"rendered":"As Ordens Mendicantes"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_186791\" style=\"width: 850px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-186791\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-186791 size-full\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/medicantes_01.jpg\" alt=\"\" width=\"840\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/medicantes_01.jpg 840w, https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/medicantes_01-450x241.jpg 450w, https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/medicantes_01-768x411.jpg 768w, https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/medicantes_01-150x80.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 840px) 100vw, 840px\" \/><p id=\"caption-attachment-186791\" class=\"wp-caption-text\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<em> \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Imagem: Imagem: Angelo Lion &#8211; S. Domingos e S. Francisco (Wikipedia)\u00a0<\/em><\/p><\/div>\n<p><em>Caros irm\u00e3os e irm\u00e3s<\/em><\/p>\n<p>No in\u00edcio do novo ano olhemos para a hist\u00f3ria do Cristianismo, para ver como se desenvolve uma hist\u00f3ria e como ela pode ser renovada. Nela podemos ver que os santos, guiados pela luz de Deus, s\u00e3o os aut\u00eanticos reformadores da vida da Igreja e da sociedade. Mestres com a palavra e testemunhas com o exemplo, eles sabem promover uma renova\u00e7\u00e3o eclesial est\u00e1vel e profunda, porque eles mesmos s\u00e3o profundamente renovados, est\u00e3o em contacto com a verdadeira novidade: a presen\u00e7a de Deus no mundo. Esta realidade consoladora, ou seja, que em cada gera\u00e7\u00e3o nascem santos e trazem a criatividade da renova\u00e7\u00e3o, acompanha constantemente a hist\u00f3ria da Igreja no meio das tristezas e dos aspectos negativos do seu caminho. Com efeito, s\u00e9culo ap\u00f3s s\u00e9culo vemos nascer tamb\u00e9m as for\u00e7as da reforma e da renova\u00e7\u00e3o, porque a novidade de Deus \u00e9 inexor\u00e1vel e d\u00e1 sempre nova for\u00e7a para ir em frente. Assim aconteceu tamb\u00e9m no s\u00e9culo XIII, com o nascimento e o desenvolvimento extraordin\u00e1rio das Ordens Mendicantes: um modelo de grande renova\u00e7\u00e3o numa nova \u00e9poca hist\u00f3rica. Elas foram chamadas assim, pela sua caracter\u00edstica de &#8220;mendigar&#8221;, ou seja, de recorrer humildemente ao sustento econ\u00f3mico das pessoas para viver o voto da pobreza e desempenhar a sua miss\u00e3o evangelizadora. Das Ordens Mendicantes que surgiram naquele per\u00edodo, as mais famosas e as mais importantes s\u00e3o os Frades Menores e os Padres Pregadores, conhecidos como Franciscanos e Dominicanos.<\/p>\n<p>Eles foram chamados assim pelo nome dos seus Fundadores, respectivamente Francisco de Assis e Domingos de Guzman. Estes dois grandes Santos tiveram a capacidade de ler com intelig\u00eancia &#8220;os sinais dos tempos&#8221;, intuindo os desafios que a Igreja do seu tempo devia enfrentar.<\/p>\n<p>Um primeiro desafio era representado pela expans\u00e3o de v\u00e1rios grupos e movimentos de fi\u00e9is que, embora inspirados por um desejo leg\u00edtimo de vida crist\u00e3 aut\u00eantica, se punham com frequ\u00eancia fora da comunh\u00e3o eclesial. Estavam em profunda oposi\u00e7\u00e3o com a Igreja rica e bonita que se tinha desenvolvido precisamente com o florescimento do monaquismo. Nas recentes Catequeses reflecti sobre a comunidade mon\u00e1stica de Cluny, que atra\u00eda cada vez mais jovens e portanto for\u00e7as vitais, assim como bens e riquezas. Logicamente, num primeiro momento desenvolveu-se assim uma Igreja rica de propriedades e inclusive de im\u00f3veis. A esta Igreja op\u00f4s-se a ideia de que Cristo veio \u00e0 terra pobre e que a verdadeira Igreja deveria ser precisamente a Igreja dos pobres; assim, o desejo de uma verdadeira autenticidade crist\u00e3 op\u00f4s-se \u00e0 realidade da Igreja emp\u00edrica. Trata-se dos chamados movimentos pauperistas da Idade M\u00e9dia. Eles contestavam asperamente o modo de viver dos sacerdotes e dos monges dessa \u00e9poca, acusados de ter tra\u00eddo o Evangelho e de n\u00e3o praticar a pobreza como os primeiros crist\u00e3os, e estes movimentos opuseram ao minist\u00e9rio dos Bispos uma sua &#8220;hierarquia paralela&#8221;. Al\u00e9m disso, para justificar as pr\u00f3prias escolhas, difundiram doutrinas incompat\u00edveis com a f\u00e9 cat\u00f3lica. Por exemplo, o movimento dos C\u00e1taros ou Albigenses voltou a propor antigas heresias, como a desvaloriza\u00e7\u00e3o e o desprezo do mundo material \u2013 a oposi\u00e7\u00e3o contra a riqueza torna-se rapidamente oposi\u00e7\u00e3o contra a realidade material enquanto tal \u2013 a nega\u00e7\u00e3o da vontade livre, e depois o dualismo, a exist\u00eancia de um segundo princ\u00edpio do mal equiparado com Deus. Estes movimentos tiveram sucesso, especialmente na Fran\u00e7a e na It\u00e1lia, n\u00e3o s\u00f3 pela sua organiza\u00e7\u00e3o s\u00f3lida, mas tamb\u00e9m porque denunciavam uma desordem real na Igreja, causada pelo comportamento pouco exemplar de v\u00e1rios representantes do clero.<\/p>\n<p>Na esteira dos seus Fundadores, os Franciscanos e os Dominicanos mostraram, ao contr\u00e1rio, a verdade do Evangelho como tal, sem se separar da Igreja; mostraram que a Igreja permanece o verdadeiro e aut\u00eantico lugar do Evangelho e da Escritura. Ali\u00e1s, Domingos e Francisco hauriram a for\u00e7a do seu testemunho precisamente da sua comunh\u00e3o com a Igreja e com o papado. Com uma escolha totalmente original na hist\u00f3ria da vida consagrada, os Membros destas Ordens n\u00e3o s\u00f3 renunciavam \u00e0 posse de bens pessoais, como faziam os mongens desde a antiguidade, mas nem sequer queriam que terrenos e bens im\u00f3veis passassem para o nome da comunidade. Assim tencionavam dar testemunho de uma vida extremamente s\u00f3bria, para ser solid\u00e1rios com os pobres e confiar apenas na Provid\u00eancia, viver todos os dias da Provid\u00eancia, da confian\u00e7a de se colocar nas m\u00e3os de Deus. Este estilo pessoal e comunit\u00e1rio das Ordens Mendicantes, unido \u00e0 ades\u00e3o total ao ensinamento da Igreja e \u00e0 sua autoridade, foi muito apreciado pelos Pont\u00edfices dessa \u00e9poca, como Inoc\u00eancio III e Hon\u00f3rio III, que ofereceram o seu pleno apoio a estas novas experi\u00eancias eclesiais, reconhecendo nelas a voz do Esp\u00edrito. E os frutos n\u00e3o faltaram: os grupos pauperistas que se tinham separado da Igreja voltaram a entrar na comunh\u00e3o eclesial ou, lentamente, redimensionaram-se at\u00e9 desaparecer. Tamb\u00e9m hoje, embora vivamos numa sociedade em que muitas vezes prevalece o &#8220;ter&#8221; sobre o &#8220;ser&#8221;, somos muito sens\u00edveis aos exemplos de pobreza e de solidariedade, que os crentes oferecem com op\u00e7\u00f5es intr\u00e9pidas. Tamb\u00e9m hoje n\u00e3o faltam iniciativas semelhantes: os movimentos, que come\u00e7am realmente a partir da novidade do Evangelho e vivem-no com radicalidade no hoje, colocando-se nas m\u00e3os de Deus, para servir o pr\u00f3ximo. O mundo, como recordava Paulo VI na Evangelii nuntiandi, ouve de bom grado os mestres, quando eles s\u00e3o tamb\u00e9m testemunhas. Trata-se de uma li\u00e7\u00e3o que nunca pode ser esquecida na obra de difus\u00e3o do Evangelho: viver primeiro aquilo que se anuncia, ser espelho da caridade divina.<\/p>\n<p>Franciscanos e Dominicanos foram testemunhas, mas inclusive mestres. Com efeito, outra exig\u00eancia difundida na sua \u00e9poca era a da educa\u00e7\u00e3o religiosa. N\u00e3o poucos fi\u00e9is leigos, que habitavam nas cidades em vias de grande expans\u00e3o, desejavam praticar uma vida crist\u00e3 espiritualmente intensa. Portanto, procuravam aprofundar o conhecimento da f\u00e9 e ser orientados no \u00e1rduo mas entusiasmante caminho da santidade. Felizmente, as Ordens Mendicantes souberam ir ao encontro tamb\u00e9m desta necessidade: o an\u00fancio do Evangelho na simplicidade e na sua profundidade e grandeza erra uma finalidade, talvez a finalidade principal deste movimento. Efectivamente, dedicaram-se \u00e0 prega\u00e7\u00e3o com grande zelo. Os fi\u00e9is eram muito numerosos, com frequ\u00eancia verdadeiras multid\u00f5es, que se congregavam para ouvir os pregadores nas igrejas e nos lugares ao ar livre, pensemos por exemplo em Santo Agostinho. Tratavam-se temas pr\u00f3ximos da vida das pessoas, sobretudo a pr\u00e1tica das virtudes teologais e morais, com exemplos concretos, facilmente compreens\u00edveis. Al\u00e9m disso, ensinavam-se formas para alimentar a vida de ora\u00e7\u00e3o e de piedade. Por exemplo, os Franciscanos difundiram muito a devo\u00e7\u00e3o \u00e0 humanidade de Cristo, com o compromisso de imitar o Senhor. Ent\u00e3o, n\u00e3o surpreende o facto de que os fi\u00e9is eram numerosos, homens e mulheres que escolhiam fazer-se acompanhar no caminho crist\u00e3o por frades Franciscanos e Dominicanos, directores espirituais e confessores procurados e estimados. Assim nasceram associa\u00e7\u00f5es de fi\u00e9is leigos que se inspiravam na espiritualidade de S\u00e3o Francisco e de S\u00e3o Domingos, adaptada \u00e0 sua condi\u00e7\u00e3o de vida. Trata-se da Terceira Ordem, tanto franciscana como dominicana. Por outros termos, a proposta de uma &#8220;santidade laica&#8221; conquistou muitas pessoas. Como recordou o Conc\u00edlio Ecum\u00e9nico Vaticano II, o chamamento \u00e0 santidade n\u00e3o est\u00e1 reservado a alguns, mas \u00e9 universal (cf. Lumen gentium, 40). Em todas as condi\u00e7\u00f5es de vida, segundo as exig\u00eancias de cada uma delas, encontra-se a possibilidade de viver o Evangelho. Tamb\u00e9m hoje cada crist\u00e3o deve tender para a &#8220;medida alta da vida crist\u00e3&#8221;, seja qual for a condi\u00e7\u00e3o de vida a que pertence!<\/p>\n<p>A import\u00e2ncia das Ordens Mendicantes aumentou tanto na Idade M\u00e9dia, que Institui\u00e7\u00f5es laicas, com as organiza\u00e7\u00f5es do trabalho, as antigas corpora\u00e7\u00f5es e as pr\u00f3prias autoridades civis recorriam com frequ\u00eancia aos conselhos espirituais dos Membros de tais Ordens para a redac\u00e7\u00e3o dos seus regulamentos e, \u00e0s vezes, para a solu\u00e7\u00e3o de contrastes internos ou externos. Os Franciscanos e os Dominicanos tornaram-se os animadores espirituais da cidade medieval. Com grande intui\u00e7\u00e3o, eles puseram em ac\u00e7\u00e3o uma estrat\u00e9gia pastoral adequada \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es da sociedade. Dado que muitas pessoas se transferiam dos campos para as cidades, eles constru\u00edram os seus conventos j\u00e1 n\u00e3o em \u00e1reas rurais, mas urbanas. Al\u00e9m disso, para desempenhar a sua actividade em benef\u00edcio das almas, era necess\u00e1rio deslocar-se em conformidade com as exig\u00eancias pastorais. Com outra escolha totalmente inovativa, as Ordens Mendicantes abandonaram o princ\u00edpio de estabilidade, cl\u00e1ssico do monaquismo antigo, para escolher outro modo. Menores e Pregadores viajavam de um lugar para outro, com fervor mission\u00e1rio. Por conseguinte, organizaram-se de modo diverso em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 maior parte das Ordens mon\u00e1sticas. No lugar da autonomia tradicional de que gozava cada mosteiro, eles deram mais import\u00e2ncia \u00e0 Ordem enquanto tal e ao Superior-Geral, bem como \u00e0 estrutura das prov\u00edncias. Assim os Mendicantes estavam mais dispostos \u00e0s exig\u00eancias da Igreja Universal. Esta flexibilidade tornou poss\u00edvel o envio dos frades mais preparados para o cumprimento de miss\u00f5es espec\u00edficas e as Ordens Mendicantes chegaram \u00e0 \u00c1frica setentrional, ao M\u00e9dio Oriente e ao Norte da Europa. Com esta flexibilidade, o dinamismo mission\u00e1rio foi renovado.<\/p>\n<p>Outro grande desafio era representado pelas transforma\u00e7\u00f5es culturais em curso naquele per\u00edodo. Novas quest\u00f5es estimularam o debate nas universidades, que nasceram no final do s\u00e9culo XII. Menores e Pregadores n\u00e3o hesitaram em assumir tamb\u00e9m este compromisso e, como estudantes e professores, entraram nas universidades mais famosas dessa \u00e9poca, erigiram centros de estudos, produziram textos de grande valor, deram vida a verdadeiras escolas de pensamento, foram protagonistas da teologia escol\u00e1stica no seu per\u00edodo melhor e incidiram significativamente no desenvolvimento do pensamento. Os maiores pensadores, S. Tom\u00e1s de Aquino e S\u00e3o Boaventura, eram mendicantes e trabalharam precisamente com este dinamismo na nova evangeliza\u00e7\u00e3o, que renovou tamb\u00e9m a coragem do pensamento, do di\u00e1logo entre raz\u00e3o e f\u00e9. Tamb\u00e9m hoje existe uma &#8220;caridade da e na verdade&#8221;, uma &#8220;caridade intelectual&#8221; a exercer, para iluminar as intelig\u00eancias e conjugar a f\u00e9 com a cultura. Caros fi\u00e9is, o compromisso assumido pelos Franciscanos e pelos Dominicanos nas universidades medievais \u00e9 um convite a tornar-se presente nos lugares de elabora\u00e7\u00e3o do saber, para propor, com respeito e convic\u00e7\u00e3o, a luz do Evangelho sobre as quest\u00f5es fundamentais que se referem ao homem, \u00e0 sua dignidade e ao seu destino eterno. Pensando no papel dos Franciscanos e Dominicanos na Idade M\u00e9dia, na renova\u00e7\u00e3o espiritual que suscitaram, no sopro de vida nova que comunicaram no mundo, um monge disse: &#8220;Naquela \u00e9poca o mundo envelhecia. Surgiram duas Ordens na Igreja, cuja juventude renovaram, como a de uma \u00e1guia&#8221; (Burchard d&#8217;Ursperg, Chronicon).<\/p>\n<p>Estimados irm\u00e3os e irm\u00e3s, invoquemos precisamente no in\u00edcio deste ano o Esp\u00edrito Santo, eterna juventude da Igreja: ele fa\u00e7a com que todos sintam a urg\u00eancia de oferecer um testemunho coerente e corajoso do Evangelho, a fim de que nunca faltem santos, que fa\u00e7am resplandecer a Igreja como esposa sempre pura e bela, sem manchas nem rugas, capaz de atrair irresistivelmente o mundo para Cristo, para a sua salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Sauda\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nQueridos peregrinos de l\u00edngua portuguesa, possa o Esp\u00edrito Santo suscitar no cora\u00e7\u00e3o de cada um a urg\u00eancia de oferecer ao mundo um testemunho coerente e corajoso do Evangelho. Que Deus aben\u00e7oe cada um de v\u00f3s e vossas fam\u00edlias. Ide em Paz!<\/p>\n<p><em>Vaticano, 13 de Janeiro de 2010<\/em><\/p>\n<p>Papa Bento XVI<\/p>\n<hr \/>\n<p>Imagem: <em>Angelo Lion &#8211; St Dominic and St Francis\u00a0<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Catequese do Papa durante a Audi\u00eancia Geral<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":186792,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[22],"tags":[320],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.4 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>As Ordens Mendicantes - Vida Crist\u00e3 - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/audiencia-geral-as-ordens-mendicantes\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"As Ordens Mendicantes - 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