{"id":23871,"date":"2007-02-01T12:54:32","date_gmt":"2007-02-01T14:54:32","guid":{"rendered":"http:\/\/new.franciscanos.org.br\/?p=23871"},"modified":"2020-05-22T11:30:27","modified_gmt":"2020-05-22T14:30:27","slug":"graca-das-origens-e-a-memoria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/graca-das-origens-e-a-memoria\/","title":{"rendered":"&#8216;Gra\u00e7a das Origens&#8217; e a mem\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p><strong><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignright  wp-image-23872\" title=\"3284_120912\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/3284_120912.jpg\" alt=\"\" width=\"616\" height=\"603\" \/>Frei Sinivaldo S. Tavares, OFM<\/strong><\/p>\n<p>As celebra\u00e7\u00f5es em torno dos oitocentos anos do Carisma franciscano constituem uma excelente ocasi\u00e3o para refletirmos acerca da imprescindibilidade da mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>Durante muito tempo, a mem\u00f3ria foi simplesmente considerada como uma das faculdades do esp\u00edrito humano. Com o passar do tempo, fomos percebendo melhor que a mem\u00f3ria \u00e9 constitutiva da cultura uma vez que ela \u00e9 \u00edndice da condi\u00e7\u00e3o humana, intrinsecamente processual e hist\u00f3rica.<\/p>\n<p>Enquanto seres peculiares, n\u00e3o apenas contemplamos os acontecimentos, n\u00f3s os recolhemos e, com eles, tecemos uma aut\u00eantica trama: mediante nossas decis\u00f5es, interferimos mudando o curso dos mesmos e conferimos significa\u00e7\u00f5es distintas a esta imensa e complexa teia \u2013 a teia da vida.<\/p>\n<p>\u00c9 neste horizonte que se insere o permanente resgate do passado, atrav\u00e9s de indaga\u00e7\u00f5es do presente que propiciam um futuro sempre em aberto e, portanto, gr\u00e1vido de possibilidades. Fazer mem\u00f3ria, neste caso, significa reapropriar-se do passado de maneira sempre nova. O passado, na verdade, n\u00e3o constitui um amontoado de fatos ocorridos \u00e0 dist\u00e2ncia dos anos. Ele encerra virtualidades que, adormecidas, aguardam um sopro vital capaz de despert\u00e1-las, acordando tamb\u00e9m em n\u00f3s prospectivas e sonhos inusitados, jamais previstos, nem programados. O passado n\u00e3o \u00e9 um bloco est\u00e1tico e monol\u00edtico; ele \u00e9, ao contr\u00e1rio, extremamente fluido, sempre dispon\u00edvel a ser recriado no aqui e agora de nossa exist\u00eancia. O presente, concebido como o aqui e agora, constitui o ponto fulcral de nossa rela\u00e7\u00e3o para com o passado e para com o futuro. O presente \u00e9, em definitiva, nossa grande possibilidade. \u00c9 o que temos de concreto e o que nos liga de forma visceral \u00e0 vida em todas as suas circunst\u00e2ncias e dimens\u00f5es. Se n\u00e3o assumirmos o aqui e agora como lugar a partir do qual nos relacionamos com o passado e com o futuro, facilmente seremos v\u00edtimas do tentador \u201cescapismo\u201d que pode se manifestar na forma de um saudosismo inveterado ou de um futurismo rom\u00e2ntico e vazio.<\/p>\n<p>O saudosismo, muito presente no seio de nossas institui\u00e7\u00f5es religiosas, consiste no desejo de se refugiar no passado, elegendo-o como uma esp\u00e9cie de \u201co\u00e1sis\u201d seguro e imune a todo confronto com as quest\u00f5es do tempo presente. Trata-se de uma forma refinada e sutil de omiss\u00e3o face \u00e0s indaga\u00e7\u00f5es dos tempos atuais. Repetir f\u00f3rmulas prontas do passado \u00e9 um recurso menos comprometedor que assumir o pesado \u00f4nus de recriar poss\u00edveis respostas \u00e0s indaga\u00e7\u00f5es do presente.<\/p>\n<p>O futurismo, por sua vez, consiste na tenta\u00e7\u00e3o de se alojar de maneira segura em uma ilus\u00f3ria expectativa de futuro. N\u00e3o existe talvez forma mais sutil de se subtrair \u00e0 gravidade das quest\u00f5es do presente que se satisfazer com a repeti\u00e7\u00e3o de princ\u00edpios e de valores totalmente desvinculados da concreta experi\u00eancia de vida. Ambos, saudosismo e futurismo, revelam o medo de se confrontar com as reais quest\u00f5es que nos interpelam no aqui e agora de nossa exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Recentemente, todavia, o conceito de mem\u00f3ria que, antes, estava circunscrito ao \u00e2mbito da cultura e do esp\u00edrito humanos, vem se alargando a ponto de se falar hoje de uma mem\u00f3ria da natureza ou de uma mem\u00f3ria c\u00f3smica. O que contemplamos em noites de c\u00e9u estrelado nada mais \u00e9 do que o passado do universo. Nosso conhecimento do universo se d\u00e1 sempre no modo de sucess\u00e3o, em anos-luz, nunca em tempo real. Por esta raz\u00e3o, estrelas que ainda vemos brilhar diante de nossos olhos maravilhados, podem ter deixado de existir desde h\u00e1 muito. Ademais, percebe-se na natureza um ac\u00famulo significativo de mem\u00f3ria que foi se revelando mediante o descarte de combina\u00e7\u00f5es hostis \u00e0 vida e o incentivo daquelas que lhe s\u00e3o favor\u00e1veis. E isto se torna vis\u00edvel na pr\u00f3pria constru\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria, dos \u00e1tomos, mol\u00e9culas, c\u00e9lulas e organismos e at\u00e9 do c\u00e9rebro humano, este \u00f3rg\u00e3o mais sofisticado da natureza.<\/p>\n<p>N\u00e3o ter\u00edamos tanto a aprender desta sabedoria acalentada com cuidado e enternecimento ao longo de bilh\u00f5es de anos e entranhada nos sutis meandros da Cria\u00e7\u00e3o? Se, por um lado, o presente se nos afigura como o ponto fulcral de nossa exist\u00eancia hist\u00f3rica, por outro, o futuro se nos descortina como perspectiva privilegiada a partir da qual assumir nossas decis\u00f5es e atitudes no presente.<\/p>\n<p>Sobretudo a partir dos estudos recentes da F\u00edsica Qu\u00e2ntica e da Neuroci\u00eancia, aprendemos que se faz necess\u00e1rio recuperar: a prioridade do futuro sobre o passado, na concep\u00e7\u00e3o do tempo; e a prioridade da potencialidade sobre o real, no conceito de realidade. Pois, na verdade, \u00e9 o futuro que acorda as potencialidades adormecidas do passado e n\u00e3o o contr\u00e1rio. Da mesma forma, o que chamamos de real se revela apenas como uma entre tantas poss\u00edveis realiza\u00e7\u00f5es, embora essa concretiza\u00e7\u00e3o seja consistente.<\/p>\n<p>Por esta raz\u00e3o, n\u00e3o se abra\u00e7a o presente unicamente em fun\u00e7\u00e3o de um her\u00f3ico e asc\u00e9tico amor facti. Assume-se o presente enquanto possibilidade \u00fanica de transcend\u00ea-lo na dire\u00e7\u00e3o de um futuro alternativo. Mas esta supera\u00e7\u00e3o se d\u00e1 a partir de dentro. Isto significa potenciar ao m\u00e1ximo suas reais e intr\u00ednsecas virtualidades visando um futuro de possibilidades inauditas.<\/p>\n<p>N\u00e3o queremos minimizar o valor do presente e do passado, muito menos enfraquecer a consist\u00eancia de ambos. Queremos salientar, no entanto, que n\u00e3o existe maneira melhor de se recuperar o passado e o presente que reconsider\u00e1-los a partir de suas potencialidades adormecidas e, portanto, forjando as condi\u00e7\u00f5es para que elas possam ser recriadas, com vistas a um futuro inusitado. A consist\u00eancia do real revela-se na consci\u00eancia da imprescindibilidade de se abra\u00e7ar o aqui e agora como possibilidade \u00fanica de, resgatando o passado, propiciar a emerg\u00eancia do futuro.<\/p>\n<p>Fomos demasiadamente habituados a conceber Deus como o fundamento est\u00e1tico de todas as coisas, circunscrevendo-o quase que exclusivamente ao passado. Consequentemente, o passado passou a ser considerado como determinante do presente e do futuro. N\u00f3s modernos, particularmente, constru\u00edmos grandes sistemas no interior dos quais, o presente se revelou condicionado pelo passado, e o futuro visto como algo programado, previsto. Deste modo, o futuro se revelou destitu\u00eddo de toda e qualquer ulterioridade.<\/p>\n<p>Neste novo horizonte de compreens\u00e3o, Deus se revela como a fonte de onde promana todas as possibilidades e, ao mesmo tempo, como a origem de todo o tempo a partir da dinamicidade pr\u00f3pria do futuro. Ao inv\u00e9s, portanto, de insistirmos em interpretar o Deus b\u00edblico como a determina\u00e7\u00e3o de todo o real, talvez fosse o caso de conceb\u00ea-lo como a \u201cpossibiliza\u00e7\u00e3o m\u00e1xima do poss\u00edvel\u201d. Um Deus paciente que respeita e acompanha o ritmo natural do inteiro cosmos e de cada criatura, o tempo da humanidade e de cada pessoa humana.<\/p>\n<p>Sua paci\u00eancia n\u00e3o \u00e9 sintoma de indiferen\u00e7a ou de passividade. Ele \u00e9 o primeiro a se engajar no processo lento, por\u00e9m eficaz, de transforma\u00e7\u00e3o e, portanto, de plenifica\u00e7\u00e3o de cada criatura e da inteira cria\u00e7\u00e3o. E esta atitude \u00e9 express\u00e3o da peculiar condescend\u00eancia oriunda da solidariedade e gratuidade singulares do nosso Deus que, em Jesus Cristo, se nos revelou como Mist\u00e9rio de comunh\u00e3o entre os divinos tr\u00eas: Pai e Filho e Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p>S\u00f3 assim poderemos compreender, de fato, o devir como o princ\u00edpio estruturador da inteira realidade, que faz dela uma complexa teia, vale dizer, um cont\u00ednuo processo incompleto porque em vias de completamento.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Artigo de Frei Sinivaldo S. 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