{"id":195759,"date":"2025-04-10T09:32:53","date_gmt":"2025-04-10T12:32:53","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/?p=195759"},"modified":"2025-04-10T09:43:02","modified_gmt":"2025-04-10T12:43:02","slug":"o-sentido-da-morte-e-do-luto-a-morte-nao-existe-lc-851-59","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/o-sentido-da-morte-e-do-luto-a-morte-nao-existe-lc-851-59\/","title":{"rendered":"O sentido da morte e do luto! A morte n\u00e3o existe (Jo 8,51-59)"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-195760 size-full\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/MATERIA-LUTO.png\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"720\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/MATERIA-LUTO.png 1280w, https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/MATERIA-LUTO-450x253.png 450w, https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/MATERIA-LUTO-1024x576.png 1024w, https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/MATERIA-LUTO-768x432.png 768w, https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/MATERIA-LUTO-150x84.png 150w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><\/p>\n<p>H\u00e1 uma coisa cujo sentido sempre buscamos, mas o sentido n\u00e3o vem, sen\u00e3o pela f\u00e9. Quando ela chama algu\u00e9m, nos desesperamos e, dependendo do grau de rela\u00e7\u00e3o, sofremos muito. Estou falando da morte e do luto que a sucede. A quaresma e a Sexta-feira da Paix\u00e3o sempre nos fazem refletir sobre o sentido da morte.<\/p>\n<p>Pois bem, para falar dela, o texto que inspira a nossa reflex\u00e3o de hoje \u00e9 Jo 8,51-59. \u00a0Nele encontramos a afirmativa de Jesus, no vers\u00edculo 51: \u201cSe algu\u00e9m guardar a sua palavra, jamais ver\u00e1 a morte.\u201d Na sequ\u00eancia, intrigados, os judeus disseram: \u201cAgora sabemos que tens um dem\u00f4nio. Abra\u00e3o morreu e os profetas tamb\u00e9m, e tu dizes: Se algu\u00e9m guardar a minha palavra jamais ver\u00e1 a morte.\u201d<\/p>\n<p>Essa passagem de Jo 8,51-59 faz parte do epis\u00f3dio da vida de Jesus, quando ele foi participar, no Templo de Jerusal\u00e9m, da festa das Tendas, na qual se celebrava a passagem do povo de Deus pelo deserto, vivendo em tendas, durante 40 anos. Nela, diariamente, o povo levava \u00e1gua da fonte de Silo\u00e9 para o templo. No oitavo dia, havia uma prociss\u00e3o de \u00e1gua e luzes. Abra\u00e3o, Mois\u00e9s e a lei eram os temas refletidos a partir de leituras b\u00edblicas. Jesus chega, observa e faz o discurso de que ele era a luz revelada e a \u00e1gua que mata a sede. Quem guardasse a sua palavra jamais veria a morte. Jesus falava de sua origem divina. A resposta dos seus ouvintes judeus foi l\u00f3gica, se Abra\u00e3o e Mois\u00e9s morreram, como assim, Jesus n\u00e3o iria morrer? Jesus tinha clareza de que se Deus \u00e9 vida, Nele n\u00e3o existe a morte.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/quqZfXuxrDU?si=QRmvMiMRgvWIsr7-\" width=\"100%\" height=\"480\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><span data-mce-type=\"bookmark\" style=\"display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;\" class=\"mce_SELRES_start\">\ufeff<\/span><\/iframe><\/p>\n<p>Partindo dessa afirmativa de Jesus, considerando a nossa condi\u00e7\u00e3o mortal e a certeza de que pela f\u00e9 alcan\u00e7aremos e imortalidade em Deus, proponho refletir sobre a morte e o luto, na esperan\u00e7a de que um dia ressuscitaremos para uma vida eterna, quando encontraremos com os nossos entes queridos que j\u00e1 partiram, fizerem sua P\u00e1scoa antes de n\u00f3s, quando, ent\u00e3o, entraremos na luz eterna de Deus que n\u00e3o se apaga nunca.<\/p>\n<p>A morte faz parte de condi\u00e7\u00e3o humana. Por que morremos? Quem j\u00e1 n\u00e3o sofreu com a morte de um amor, de um pai, de uma m\u00e3e, de um parente ou de um amigo? S\u00f3 quem passou por isso sabe o quanto d\u00f3i. Eu vivi intensamente essa dor, com a P\u00e1scoa de meus pais. Infelizmente, h\u00e1 tamb\u00e9m as mortes provocadas pelas guerras que matam incansavelmente, como as da R\u00fassia e Ucr\u00e2nia, bem como a do Hamas (Palestina) e Sionistas (Israel).<\/p>\n<p>No passado, a morte era celebrada com intensidade. Nas casas, o falecido estava rodeado dos parentes. Na \u00faltima agonia, uma vela era colocada nas m\u00e3os do falecido, da\u00ed a express\u00e3o vel\u00f3rio \u00e0 luz de velas. Os familiares expressam o sofrimento por meio roupas pretas ou tarjas pretas na roupa. O caix\u00e3o era produzido pelos familiares. O tempo passou, surgiram as funer\u00e1rias para preparar o corpo no caix\u00e3o. A morte passou a ocorrer nos hospitais, nos Centro de Tratamento Intensivo (CTI). O falecido \u00e9 velado em vel\u00f3rios p\u00fablicos. O enterro \u00e9 r\u00e1pido. Parece que o morto perdeu sua dignidade e deve ser esquecido logo. A morte faz parte da condi\u00e7\u00e3o humana, embora que, em tempos p\u00f3s-modernos, n\u00f3s a ignoremos.<\/p>\n<p>No entanto, quando ela chega, os cora\u00e7\u00f5es dos vivos dilaceram numa dor que parece ser intermin\u00e1vel. Bate no peito, a cada segundo, o desejo incomensur\u00e1vel de ver quem amamos, mesmo sabendo que no espa\u00e7o, no tempo f\u00edsico, na vida terrena, isso nunca mais ser\u00e1 poss\u00edvel.<\/p>\n<p>No jogo da vida, as cartas mudam de posi\u00e7\u00e3o. Os mortos, contemplando a Deus, nos veem de outra forma, em outro tempo, em outro modo de amar<strong>. <\/strong>Para os mortos, o nosso tempo deixa de existir. J\u00e1 o tempo dos vivos se resume em viver a dor do luto. Passar pelo luto para romper o tempo da morte.<\/p>\n<p>O luto \u00e9 uma experi\u00eancia forte para muitos de n\u00f3s! O entardecer de um enlutado \u00e9 uma dor do\u00edda. E como eu senti isso. Quando o dia se fecha nas suas energias vitais, uma dor s\u00fabita chega sempre com um vigor inexplic\u00e1vel. E como d\u00f3i saber que n\u00e3o h\u00e1 o que fazer, a n\u00e3o ser sentir a dor e canaliz\u00e1-la para a mem\u00f3ria do falecido, rezar e seguir a faina do dia que parece declinar como a morte. Quem sabe o dia seguinte ser\u00e1 diferente? N\u00e3o! N\u00e3o ser\u00e1, pelo menos nos primeiros dias, semanas e meses. Quando o outro dia amanhece, a dor \u00e9 a mesma. Tudo gira em torno do tr\u00e1gico da vida, e perguntas sem fim acompanham o dia a dia: Por que isso est\u00e1 acontecendo comigo? Por que eu n\u00e3o agi desse ou daquele modo? Por que eu me descuidei na assist\u00eancia devida? Por que eu n\u00e3o amei mais? Os porqu\u00eas se tornam infinitos. Nada de resposta convincente, mas apenas possibilidades que n\u00e3o s\u00e3o mais pass\u00edveis de realiza\u00e7\u00e3o. Tudo passa, e o que podia ter sido feito n\u00e3o mais poder\u00e1 ser realizado. Eu podia ter amado mais, mas n\u00e3o amei. Eu podia, mas n\u00e3o posso mais. Agora, tudo \u00e9 passado. E como d\u00f3i perguntar sem poder voltar ao t\u00fanel do tempo.<\/p>\n<p>Todos n\u00f3s devemos encontrar o nosso modo para fechar o luto. Caso contr\u00e1rio, adoecemos e morremos, ainda que permane\u00e7amos vivos. Entramos em depress\u00e3o, pois ficamos o tempo todo buscando a felicidade onde ela n\u00e3o mais existe, no \u201camor\u201d de sua vida que j\u00e1 foi embora. O falecido n\u00e3o mais vai resolver os meus problemas, ele n\u00e3o mais vai completar o dia, as horas de solid\u00e3o, o recarregar as energias. Fechei o luto por minha m\u00e3e com f\u00e9 e escrevendo a minha experi\u00eancia de enlutado, na sugest\u00e3o de uma senhora que foi me visitar, naqueles tenebrosos dias de agosto de 2016. Fui para o computador e escrevi umas p\u00e1ginas com l\u00e1grimas de luto. No fim, senti-me aliviado. Tudo ficou registrado no meu livro, <em>O medo do inferno e a arte de bem morrer<\/em> (Editora Vozes).<\/p>\n<p>Fechar o luto com f\u00e9 na ressurrei\u00e7\u00e3o para se abrir ao amor de quem partiu, de modo que o amor dele permane\u00e7a unido a n\u00f3s como teias de fios que se entrela\u00e7am, invisivelmente, na eternidade do tempo; como uma borboleta que sai do casulo\/corpo, que nos unia fisicamente, para estar em todos os espa\u00e7os e tempo, espalhando o amor. O olhar de quem morre atravessa o tempo e o espa\u00e7o, pois eles pertencem ao tempo de Deus.<\/p>\n<p>Com o tempo, a pr\u00f3pria condi\u00e7\u00e3o humana se encarrega de amenizar a dor, mas libertar-se dela \u00e9 imposs\u00edvel.\u00a0 A dor transforma-se em saudade, em mem\u00f3rias de um bom tempo vivido. O ainda vivente parece conversar com o falecido, estreitar la\u00e7os que nunca foram alinhados. Lembran\u00e7as de um tempo que j\u00e1 passou e n\u00e3o volta mais. Lembran\u00e7as! Somente lembran\u00e7as! E nada mais! Com a morte, o falecido devolve a Deus o dom da vida recebido dele. Para n\u00f3s, resta seguir o caminho das flores que oferecemos aos nossos mortos. Flores de amor eterno que transformam nossas l\u00e1grimas em altares de morte\/vida\/ressurrei\u00e7\u00e3o na eternidade no tempo, no amor e no perd\u00e3o.<\/p>\n<p>No tempo cronol\u00f3gico de uma vida terrena que tem in\u00edcio e fim, viajamos ao lado de pessoas e amores que v\u00e3o e que v\u00eam, destinos comuns e variados, mas todos chegam \u00e0 esta\u00e7\u00e3o final, \u00e0 morte que nos espera do outro lado da ponte da vida. Para quem tem f\u00e9, como ensinou Jesus, essa morte se transforma em vida eterna, em Deus que \u00e9 a luz que nunca se apaga.<\/p>\n<p>A conclus\u00e3o de tudo isso se resume em tr\u00eas pontos. Primeiro, a morte faz parte da finitude de nossa vida. A vida \u00e9 uma arte, um eterno rod\u00edzio do nascer e morrer. Uns v\u00e3o e outros v\u00eam. E a vida continua o seu curso. Segundo, a morte, no entanto, \u00e9 o princ\u00edpio de sabedoria para quem entendeu o seu sentido. Entenda isso, e a dor da morte natural vai ser mais amena, vai passar. Receba a morte, n\u00e3o a das guerras, como irm\u00e3, como ensinou S\u00e3o Francisco de Assis. Ainda que sejamos um Abra\u00e3o e um Mois\u00e9s que j\u00e1 morreram, acredite em Jesus que tamb\u00e9m disse: \u201cantes que Abra\u00e3o existisse, eu sou\u201d (Jo 8,58)\u201d. Terceiro, vivamos a f\u00e9 em Jesus ressuscitado, praticando a justi\u00e7a, a paz e a verdade que vem da palavra Dele at\u00e9 o dia nossa P\u00e1scoa definitiva. Desse modo, n\u00e3o conheceremos tamb\u00e9m a morte, pois viveremos para sempre na vida eterna. Por fim, quem est\u00e1 de luto, feche-o, pois a vida continua. Paz e bem!<\/p>\n<hr \/>\n<p><em>Frei Jacir de Freitas Faria<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Frei Jacir de Freitas Faria<\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":195761,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[43],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.4 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>O sentido da morte e do luto! 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