{"id":193712,"date":"2023-08-10T08:13:52","date_gmt":"2023-08-10T11:13:52","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/?p=193712"},"modified":"2023-08-10T12:16:35","modified_gmt":"2023-08-10T15:16:35","slug":"a-morte-como-invencao-da-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/a-morte-como-invencao-da-vida\/","title":{"rendered":"A morte como inven\u00e7\u00e3o da vida"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_193713\" style=\"width: 850px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-193713\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-193713 size-full\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/artigo_1008.jpg\" alt=\"\" width=\"840\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/artigo_1008.jpg 840w, https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/artigo_1008-450x241.jpg 450w, https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/artigo_1008-768x411.jpg 768w, https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/artigo_1008-150x80.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 840px) 100vw, 840px\" \/><p id=\"caption-attachment-193713\" class=\"wp-caption-text\"><em>Imagem: Acervo Prov\u00edncia<\/em><\/p><\/div>\n<p><strong>Leonardo Boff<\/strong><\/p>\n<p>Na vida damos muitas voltas. Na \u00faltima dela, encontramos a morte. Ela \u00e9 a \u00fanica certeza inarred\u00e1vel. Porque somos, por ess\u00eancia, seres mortais. Vamos morrendo lentamente, cada segundo um pouco, em presta\u00e7\u00f5es, at\u00e9 acabar de morrer.<\/p>\n<p>O sentido que damos \u00e0 morte representa tamb\u00e9m o sentido que damos \u00e0 vida. Cada povo com sua cultura interpreta, a sua maneira, a morte.<\/p>\n<p>Quero referir algumas vis\u00f5es que mereceram minha considera\u00e7\u00e3o. Como crist\u00e3o come\u00e7o comigo mesmo, como entendo a morte.<\/p>\n<p>N\u00e3o considero a morte como o fim da vida. Morrer \u00e9 um acabar de nascer. A vida vai para al\u00e9m da morte. Por isso meu livro sobre o tema n\u00e3o se intitula: \u201cVida depois da morte\u201d, mas \u201cVida para al\u00e9m da morte\u201d. A vida se estrutura dentro de duas linhas:<\/p>\n<p>Numa, a vida come\u00e7a a nascer e vai nascendo ao longo do tempo, aprendendo a caminhar, a falar, a pensar, a se comunicar e a se autoconstruir at\u00e9 acabar de nascer. \u00c9 o momento da morte. Na outra, a vida come\u00e7a a morrer, no momento mesmo em que nasce, pois lentamente o capital vital vai se consumindo ao longo dos anos at\u00e9 acabar de morrer.<\/p>\n<p>No cruzamento das duas linhas \u2013 acabar de nascer e acabar de morrer \u2013 se d\u00e1 a passagem para outro n\u00edvel de vida que os crist\u00e3os chamam de ressurrei\u00e7\u00e3o: \u00e9 a vida que chega, na morte, \u00e0 plena realiza\u00e7\u00e3o de suas potencialidades e irrompe para dentro de Deus. Mas n\u00e3o de qualquer jeito, pois somos imperfeitos e pecadores. Passaremos pela cl\u00ednica de Deus na qual nos purgamos e amadureceremos at\u00e9 chegar \u00e0 nossa plenitude. \u00c9 o ju\u00edzo purificador. Outros chamam de purgat\u00f3rio, antessala do c\u00e9u e n\u00e3o do inferno.<\/p>\n<p>Em todos os casos, n\u00e3o vivemos para morrer, como diziam os existencialistas. Morremos para ressuscitar como dizem os crist\u00e3os.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma frase inspiradora da grande figura cubana, Jos\u00e9 Mart\u00ed, escritor, poeta, fil\u00f3sofo e combatente na liberta\u00e7\u00e3o de seu pa\u00eds, da domina\u00e7\u00e3o de um tirano. Para Mart\u00ed \u201cmorrer \u00e9 fechar os olhos para ver melhor\u201d.<\/p>\n<p>Quando queremos nos concentrar e ir fundo no pensamento, fechamos naturalmente os olhos. Ao morrer, fechamos os olhos para vermos melhor o cora\u00e7\u00e3o do universo, nosso lugar dentro dele e a Suprema Realidade que tudo faz existir e persistir.<\/p>\n<p>Tenho um amigo de Uganda que trabalha na <em>R\u00e1dio Vaticana<\/em>, Filomeno Lopes, que me descreveu assim a concep\u00e7\u00e3o da morte mais vigente entre os africanos:<\/p>\n<p>\u201cNa \u00c1frica, quando morre um idoso, n\u00e3o se chora, mas celebra-se o triunfo da vida sobre a morte, pois a vida percorreu o seu caminho normal e pudemos recolher a heran\u00e7a antes da morte dos nossos pais. Por isso dizemos que \u201cos nossos mortos nunca partiram\u201d. S\u00f3 deixam de estar conosco na iman\u00eancia do nosso quotidiano, para \u201cser, habitar em n\u00f3s\u201c. Assim estabelece-se entre n\u00f3s e eles aquela profunda comunh\u00e3o, que se revela por vezes mais forte do que quando estavam fisicamente entre n\u00f3s. Isto permite-nos cham\u00e1-los na ora\u00e7\u00e3o e pedir-lhes que intercedam por n\u00f3s nas nossas circunst\u00e2ncias vitais quotidianas, pois somos a \u00fanica raz\u00e3o pela qual ainda est\u00e3o presentes, como vivos, na face da terra. A vida humana, de fato, n\u00e3o nasce contigo, mas renasce sempre contigo. Nesse sentido, a vida \u00e9 ela mesma, \u201cfilosofia\u201d, enquanto nunca come\u00e7a apenas uma vez, mas recome\u00e7a sempre a qualquer momento, em qualquer espa\u00e7o, tempo ou circunst\u00e2ncia hist\u00f3rica\u201d.<\/p>\n<p>Para a maioria de nossos povos origin\u00e1rios, a morte \u00e9 apenas passar para o outro lado da vida. Os que passaram para o outro lado, especialmente os s\u00e1bios e os anci\u00e3os, acompanham os que ainda est\u00e3o do lado de c\u00e1, visitam-nos nos sonhos e aconselham-nos. S\u00e3o apenas invis\u00edveis mas nunca ausentes.<\/p>\n<p>Contou-me o presidente da Bol\u00edvia, Evo Morales Ayma, que \u00e9 ind\u00edgena e vive a cultura de seu povo: quando se sente pressionado pelos problemas pol\u00edticos, de noite ou de madrugada, retira-se num canto e com o rosto em terra consulta os s\u00e1bios e anci\u00e3os de sua etnia. Concentra-se. Entra em profunda comunh\u00e3o com eles. Tempos depois, levanta-se com as inspira\u00e7\u00f5es recebidas. A mente se clareou.<\/p>\n<p>Quero honrar a Sandra Mara Herzer que sendo menina sentia-se menino. Vestia-se como um menino. Assumiu o nome de Anderson Herzer. Sofreu muito na Febem. Tinha extrema sensibilidade querendo ajudar a todos os sofredores que encontrava. Com poucas letras, escreveu um livro comovedor, promovido por Suplicy Matarazzo, <em>A Queda para o Alto<\/em>. Conta toda sua vida e os padecimentos que sua situa\u00e7\u00e3o provocava. No final do livro publicou alguns poemas. Um \u00e9 impressionante com o t\u00edtulo \u201cEncontrei o que queria\u201d. Nesse pequeno poema fala da morte: <em>&#8220;Eu queria que o fogo me cremasse\/ para ser as cinzas de quem hoje nasce. Eu queria morrer agora, nesse instante,\/ sozinho para novamente ser embri\u00e3o, e nascer;\/ eu s\u00f3 queria nascer de novo, para me ensinar a viver\u201d<\/em><\/p>\n<p>Essa beleza e essa generosidade dispensam qualquer coment\u00e1rio.<\/p>\n<p>Por fim, o testemunho daquele que foi um dos maiores seres humanos nascidos no Ocidente e de quem nos podemos orgulhar: Francisco de Assis. Estabeleceu um la\u00e7o afetivo com todos os seres chamando-os com o doce nome de irm\u00e3o e de irm\u00e3. Em seu C\u00e2ntico a todas as Criaturas diz: <em>&#8220;Louvado sejas, meu Senhor, pela nossa irm\u00e3 a morte corporal, da qual nenhum ser humano vivo pode escapar!\u201d<\/em> A morte n\u00e3o \u00e9 uma \u201cbruxa\u201d que nos vem tirar a vida. \u00c9 a irm\u00e3 querida que nos abre a porta da eternidade feliz.<\/p>\n<p>A morte n\u00e3o \u00e9 a \u00faltima barreira. Ela \u00e9 uma ponte que nos faz passar do espa\u00e7o e do tempo passageiros para a eternidade sem fim. A morte \u00e9 uma inven\u00e7\u00e3o da vida para dar um salto e continuar a viver mais e melhor.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Leonardo Boff<\/strong> <em>escreveu &#8220;Vida para al\u00e9m da morte&#8221;, Vozes, muitas edi\u00e7\u00f5es. &#8220;A nossa ressurrei\u00e7\u00e3o na morte&#8221;, Vozes 2005.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Artigo de Leonardo Boff<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":193713,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[59],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.4 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A morte como inven\u00e7\u00e3o da vida - Vida Crist\u00e3 - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/a-morte-como-invencao-da-vida\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A morte como inven\u00e7\u00e3o da vida - 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