{"id":189676,"date":"2021-06-03T05:09:48","date_gmt":"2021-06-03T08:09:48","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/?p=189676"},"modified":"2021-06-03T05:30:58","modified_gmt":"2021-06-03T08:30:58","slug":"corpus-christi-historia-da-devocao-e-os-fundamentos-biblicos-da-sacramentalidade-da-comunidade-que-se-reune","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/corpus-christi-historia-da-devocao-e-os-fundamentos-biblicos-da-sacramentalidade-da-comunidade-que-se-reune\/","title":{"rendered":"Corpus Christi: hist\u00f3ria da devo\u00e7\u00e3o e os fundamentos b\u00edblicos da sacramentalidade da comunidade que se re\u00fane"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_189678\" style=\"width: 850px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-189678\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-189678 size-full\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/corpus_0306.jpg\" alt=\"\" width=\"840\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/corpus_0306.jpg 840w, https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/corpus_0306-450x241.jpg 450w, https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/corpus_0306-768x411.jpg 768w, https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/corpus_0306-150x80.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 840px) 100vw, 840px\" \/><p id=\"caption-attachment-189678\" class=\"wp-caption-text\"><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Imagem ilustrativa (fonte: <a href=\"https:\/\/www.cathopic.com\/\">Catholic Pictures<\/a>)<\/em><\/p><\/div>\n<p><em>Frei Jacir de Freitas Faria, OFM<\/em><a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a><\/p>\n<p>Celebramos a festa do Corpo e Sangue de Cristo, que em latim se diz <em>Corpus Christi<\/em>. Esta celebra\u00e7\u00e3o foi institu\u00edda na igreja pelo decreto do papa Urbano IV, em 1264, no qual se afirma que a data deveria ser numa quinta-feira, sessenta dias ap\u00f3s a P\u00e1scoa crist\u00e3, de modo que fosse feita a mem\u00f3ria da institui\u00e7\u00e3o da Eucaristia por Jesus. Dessa forma, <em>Corpus Christi<\/em> tornou-se uma celebra\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter devocional, uma vez que a verdadeira festa da Eucaristia da igreja \u00e9 aquela que se celebra na noite da quinta-feira santa, quando se celebra a mem\u00f3ria da institui\u00e7\u00e3o da eucaristia.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"CORPUS CHRISTI: A DEVO\u00c7\u00c3O E OS FUNDAMENTOS B\u00cdBLICOS DA SACRAMENTALIDADE DA COMUNIDADE QUE SE RE\u00daNE\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/znJYzcCz3LM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3ria da devo\u00e7\u00e3o ao <em>Corpus Christi<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Na sua origem, a festa de <em>Corpus Christi<\/em> veio da religiosa agostiniana e, mais tarde, pela santa Julian de Mont Cornillon (1193-1258). Conforme se difundiu na Europa, essa religiosa agostiniana teve uma vis\u00e3o divina, na qual se exigia que se inclu\u00edsse no calend\u00e1rio da igreja uma festa anual para comemorar o sacramento da Eucaristia.<\/p>\n<p>Tudo come\u00e7ou em 1230, na par\u00f3quia de Saint Martin, em Li\u00e8ge, B\u00e9lgica, onde se realizou uma prociss\u00e3o eucar\u00edstica no interior da igreja. Dezessete anos mais tarde, ela foi para as ruas e tornou-se festa nacional na B\u00e9lgica. Em 1264, essa celebra\u00e7\u00e3o do \u201ctriunfo eucar\u00edstico\u201d ganhou express\u00e3o mundial, sendo celebrada nas ruas, como desejava o papa.<\/p>\n<p>O Conc\u00edlio de Trento (1545-1563) &#8211; em resposta a Lutero que negava a transubstancia\u00e7\u00e3o como modo de explicar a presen\u00e7a real de Cristo na eucaristia -, de certo modo, incentivou tais manifesta\u00e7\u00f5es para fazer frente \u00e0s ideias de Lutero.<\/p>\n<p>At\u00e9 Trento, muitas discuss\u00f5es e pol\u00eamicas foram travadas em torno da compreens\u00e3o da \u201cpresen\u00e7a real\u201d de Cristo na Eucaristia e o modo como este sacramento era celebrado. No in\u00edcio do cristianismo, uma das dimens\u00f5es mais acentuadas da Eucaristia era a da a\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as da comunidade que se reunia para atender ao preceito do Senhor de celebrar a mem\u00f3ria de sua morte e ressurrei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na baixa Idade M\u00e9dia (sec. XI-XV), o acento recaiu sobre o car\u00e1ter milagroso, quase m\u00e1gico, da \u201cconsagra\u00e7\u00e3o\u201d do p\u00e3o e do vinho, desvinculado do conjunto da prece eucar\u00edstica. A dimens\u00e3o de ceia pascal (comer e beber juntos) cedeu \u00e0 de adora\u00e7\u00e3o. Bastava ver a h\u00f3stia consagrada para ador\u00e1-la!<\/p>\n<p>Nesta \u00e9poca, a grande maioria dos fi\u00e9is n\u00e3o comungava mais durante a missa. Inclusive o termo \u201ccomunh\u00e3o espiritual\u201d adveio dessa compreens\u00e3o reducionista do mist\u00e9rio da Eucaristia. N\u00e3o foram poucos os fi\u00e9is que receberam a comunh\u00e3o eucar\u00edstica apenas como vi\u00e1tico, ou seja, momentos antes da morte. Desta feita, em compensa\u00e7\u00e3o, expandiu-se rapidamente o costume de se promover grandes celebra\u00e7\u00f5es devocionais de adora\u00e7\u00e3o do Sant\u00edssimo Sacramento, incluindo solenes prociss\u00f5es.<\/p>\n<p>A teologia p\u00f3s-Conc\u00edlio Vaticano II, sem renegar a dimens\u00e3o sacrificial da eucaristia, recuperou a dimens\u00e3o de ceia pascal, de memorial da paix\u00e3o e morte de Cristo. Novamente, o acento recaiu sobre a import\u00e2ncia dos fi\u00e9is reunidos que, comungando do corpo e sangue de Cristo em cada celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica, buscassem conformar suas vidas no corpo eclesial de Cristo. N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que na segunda epiclese (invoca\u00e7\u00e3o) da prece eucar\u00edstica se pede que, comungando do corpo e sangue de Cristo todos se tornem um s\u00f3 corpo.<\/p>\n<p>Em outras palavras, a comunidade celebra a eucaristia para, cada vez mais se tornar um aut\u00eantico corpo eclesial. Para que isto aconte\u00e7a \u00e9 indispens\u00e1vel que os participantes da celebra\u00e7\u00e3o comam do mesmo p\u00e3o e bebam do mesmo c\u00e1lice, transubstanciados no corpo e sangue do Senhor e, assim, formem com Ele um s\u00f3 corpo.<\/p>\n<p><strong>Fundamenta\u00e7\u00e3o b\u00edblica <\/strong><\/p>\n<p>A comunidade de Marcos no cap\u00edtulo 14,12-16.22-26, assim como as de Mateus (Mt 26,26-29), Lucas (Lc 22,15-20) Cor\u00edntios (1Cor 11,23-26) relataram o fato de Jesus celebrar a P\u00e1scoa com os seus disc\u00edpulos, da qual se originou a Eucaristia. Outros textos que merecem a nossa aten\u00e7\u00e3o para compreender da Eucaristia s\u00e3o Ex 24,3-8 e Hb 14,12-16.22-26.<\/p>\n<p>No evangelho de Marcos chama a aten\u00e7\u00e3o o fato de Jesus pedir a dois de seus disc\u00edpulos que fossem se encontrar com um homem que levava uma bilha em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 casa de outro homem. O n\u00famero dois representa, na vis\u00e3o judaica, o testemunho. Quem l\u00ea o texto entende que \u00e9 verdadeiro o fato que ser\u00e1 descrito. O homem, dono da casa, n\u00e3o \u00e9 pobre. Sua casa tinha dois andares. Jesus tinha gente de bem entre seus amigos e aliados. Com esse homem, Jesus j\u00e1 tinha acertado tudo antes. A descri\u00e7\u00e3o tem um tom de suspense, visto que estamos em contexto de trai\u00e7\u00e3o de Judas e de iminente paix\u00e3o e morte de Jesus.<\/p>\n<p>Testemunhos relatam que as primeiras comunidades se reuniam aos domingos para uma \u201cceia do Senhor\u201d ou para a \u201cfra\u00e7\u00e3o do p\u00e3o\u201d. Tratava-se de uma ceia especial de mem\u00f3ria da paix\u00e3o, morte e ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus, fazendo uso do p\u00e3o e do vinho, como nos atesta o evangelho de Marcos, mas tamb\u00e9m do peixe. Para os judeus, o peixe expressava a dimens\u00e3o escatol\u00f3gica e messi\u00e2nica. Para os crist\u00e3os, ele relembrava a pessoa de Jesus, visto que do substantivo peixe em grego &#8211; <em>ichthys <\/em>-, se formava o t\u00edtulo dado ao mestre: \u201cJesus Cristo, Filho de Deus, Salvador\u201d.\u00a0 O nome Eucaristia, substituindo ceia do Senhor e fra\u00e7\u00e3o do p\u00e3o, apareceu somente entre os anos 90 e 110 E.C.<\/p>\n<p>Jesus tomou o p\u00e3o e disse: \u201cTomai, isto \u00e9 meu corpo\u201d. Tendo nas m\u00e3os uma das ta\u00e7as de vinho que os judeus tomavam na ceia pascal, no caso, aquela tomada depois da refei\u00e7\u00e3o, Jesus disse: \u201cIsto \u00e9 o meu sangue\u201d. Jesus se oferece como alimento (p\u00e3o) e sangue derramado em favor de muitos. O p\u00e3o \u00e9 o sustento da vida comunit\u00e1ria. O sangue, na vis\u00e3o judaica, representava a vida (Deus). Da\u00ed a intui\u00e7\u00e3o antiga de n\u00e3o doar sangue.<\/p>\n<p>Vale recordar que, como nos atestam os evangelhos, no in\u00edcio de sua trajet\u00f3ria de paix\u00e3o, Jesus, no monte das Oliveiras, rezava, e o seu suor era semelhante a gotas espessas de sangue que ca\u00edam por terra (Lc 22,44). Jesus, ao derramar l\u00e1grimas de sangue, se torna qual um novo Ad\u00e3o, devolvendo ao ser humano o para\u00edso perdido, por causa da transgress\u00e3o de Ad\u00e3o. Agora, no momento de sua \u00faltima refei\u00e7\u00e3o, diante dos seus ap\u00f3stolos e ap\u00f3stolas, Jesus volta a demonstrar que o seu sangue, que dever\u00e1 ser bebido pelos seus seguidores, \u00e9 redentor.<\/p>\n<p>Em Lc, ap\u00f3s esse gesto com o p\u00e3o, Jesus acrescenta: \u201cFazei isso em minha mem\u00f3ria\u201d (Lc 22, 19). A Eucaristia tem, ent\u00e3o, um sentido memorial da alian\u00e7a feita com Deus, no passado, com o seu povo, atualizada na morte redentora e pascal de Jesus e projetada para o futuro, na vida do crist\u00e3o que a celebra<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>. Eucaristia \u00e9 presen\u00e7a sacramental que continua depois da celebra\u00e7\u00e3o lit\u00fargica, que atualiza o sacrif\u00edcio pascal.<\/p>\n<p>Hb 9,11-15 faz uma releitura teol\u00f3gica do sacrif\u00edcio de expia\u00e7\u00e3o dos judeus em Cristo na inspira\u00e7\u00e3o de Lv 16, onde se descrevem as atitudes que deveriam ser tomadas pelo sumo sacerdote, na festa da Expia\u00e7\u00e3o dos pecados do povo: vestes especiais, banhos, tipos de animais, entrada no Santo dos Santos para intermediar pelo povo.<\/p>\n<p>A carta aos Hebreus \u00e9 clara ao afirmar que Cristo ressuscitado \u00e9 o novo sumo sacerdote que atravessou a tenda maior e mais perfeita. Com a sua ascens\u00e3o, ele voltou para a presen\u00e7a de Deus. Ademais, Jesus n\u00e3o precisou oferecer sacrif\u00edcio para si, mas ele mesmo tornou-se um sacrif\u00edcio para todos n\u00f3s. A sua oferenda n\u00e3o \u00e9 o sangue dos animais, mas o seu pr\u00f3prio sangue, o que nos concede a liberta\u00e7\u00e3o definitiva. \u201cCristo, por um Esp\u00edrito eterno, se ofereceu a si mesmo a Deus como v\u00edtima sem mancha. Ele h\u00e1 de purificar a nossa consci\u00eancia das obras mortas para que prestemos um culto ao Deus vivo\u201d (Hb 9,14).<\/p>\n<p>A dimens\u00e3o da Eucaristia no Segundo Testamento tem rela\u00e7\u00e3o com Ex 24,3-8. Mois\u00e9s re\u00fane o povo e lhe diz todas as palavras que Deus lhe revelou, faz um altar, cria condi\u00e7\u00f5es para a comunidade oferecer um sacrif\u00edcio de comunh\u00e3o e, por fim, asperge o altar e o povo com o sangue do sacrif\u00edcio, ap\u00f3s ler o livro da Alian\u00e7a. A esse sangue, Mois\u00e9s chamou de sangue da Alian\u00e7a que Jav\u00e9 tinha feito com o povo. Nesse relato, haveremos de notar tamb\u00e9m os elementos que se relacionam com celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica crist\u00e3, tais como: comunidade reunida, sacrif\u00edcio de comunh\u00e3o e sangue da Alian\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A Eucaristia, al\u00e9m de ser celebra\u00e7\u00e3o do sacrif\u00edcio de Jesus na cruz \u00e9, tamb\u00e9m, mem\u00f3ria do evento salvador. Quem vai \u00e0 missa n\u00e3o o faz por sacrif\u00edcio pessoal, nem por obriga\u00e7\u00e3o, mas em aten\u00e7\u00e3o ao mandato de Cristo de celebrar o seu memorial: \u201cFazei isto em mem\u00f3ria de mim\u201d.<\/p>\n<p>A presen\u00e7a real de Cristo na Eucaristia se d\u00e1, tamb\u00e9m na comunidade reunida, que celebra o sacrif\u00edcio de Cristo, faz sua mem\u00f3ria, o proclama ressuscitado, rende gra\u00e7as a Deus e se associa a Ele. Portanto, jamais podemos separar os sinais sacramentais do corpo e sangue Cristo da sacramentalidade da comunidade que se re\u00fane, pois o que se pede durante a prece eucar\u00edstica \u00e9 que comungando destes dons, ela (a comunidade) se torne um corpo eclesial. A<\/p>\n<p>A adora\u00e7\u00e3o do Sant\u00edssimo Sacramento ganhou forte impulso depois do Conc\u00edlio de Trento, como uma resposta da igreja a Lutero que acreditava na \u201cpresen\u00e7a real\u201d de Cristo somente durante a celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica. Para n\u00f3s cat\u00f3licos, Jesus continua presente na h\u00f3stia consagrada (reserva eucar\u00edstica) e \u00e9 previsto o culto eucar\u00edstico fora da missa. Contudo a pr\u00f3pria Igreja orienta como se deve faz\u00ea-lo, para que n\u00e3o haja desvios e pr\u00e1ticas devocionais equivocadas.<\/p>\n<hr \/>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Doutor em Teologia B\u00edblica pela FAJE-BH. Mestre em Ci\u00eancias B\u00edblicas (Exegese) pelo Pontif\u00edcio Instituto B\u00edblico de Roma. Professor de exegese b\u00edblica. Membro da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Pesquisa B\u00edblica (ABIB). Sacerdote Franciscano. Autor de dez livros e coautor de quatorze. \u00a0No nosso canal no You Tube: Frei Jacir B\u00edblia e Ap\u00f3crifos ou <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/c\/FreiJacirdeFreitasFariaB%C3%ADbliaAp%C3%B3crifos\">https:\/\/www.youtube.com\/c\/FreiJacirdeFreitasFariaB%C3%ADbliaAp%C3%B3crifos<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> BOROBIO, Dion\u00edsio (Org.), <strong>A celebra\u00e7\u00e3o na igreja<\/strong>, v. 2, S\u00e3o Paulo: Loyola, 1993, p.162-163.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Artigo de \u00a0Frei Jacir de Freitas Faria<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":189679,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[43],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.4 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Corpus Christi: hist\u00f3ria da devo\u00e7\u00e3o e os fundamentos b\u00edblicos da sacramentalidade da comunidade que se re\u00fane - 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