{"id":186125,"date":"2016-02-16T00:36:34","date_gmt":"2016-02-16T02:36:34","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/?p=186125"},"modified":"2020-06-25T15:47:52","modified_gmt":"2020-06-25T18:47:52","slug":"tres-habitos-estranhos-na-celebracao-eucaristica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/tres-habitos-estranhos-na-celebracao-eucaristica\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas h\u00e1bitos estranhos na celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica"},"content":{"rendered":"<p><strong>\u00a0<img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/habito.jpg\" alt=\"habito\" width=\"820\" height=\"300\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>Frei Alberto Beckh\u00e4user, OFM<\/strong><\/p>\n<p>Estamos verificando alguns h\u00e1bitos ou costumes na Liturgia da Missa que s\u00e3o dif\u00edceis de superar; alguns restaram como cacoetes do passado. \u00c9 dif\u00edcil tirar cacoetes.<\/p>\n<ol>\n<li><strong> O h\u00e1bito: &#8211; <\/strong>O primeiro destes costumes (h\u00e1bitos) \u00e9 o pr\u00f3prio <strong>h\u00e1bito, <\/strong>aqui no sentido de veste, de costume. Explico-me. Para entender o que pretendo \u201cexpor\u201d sem \u201cimpor\u201d \u00e9 importante adentrar na linguagem simb\u00f3lica de toda a Liturgia, em que elementos, gestos, espa\u00e7os, sons (m\u00fasica e canto) como as pr\u00f3prias vestes ajudam a evocar ou fazer mem\u00f3ria dos mist\u00e9rios celebrados. T\u00eam, portanto, car\u00e1ter sacramental. S\u00e3o ritos simb\u00f3licos linguagem dos mist\u00e9rios celebrados. N\u00e3o se trata, pois, de \u201cpode ou n\u00e3o pode\u201d, mas de exercer o que conv\u00e9m, de encontrar o sentido dos s\u00edmbolos e dos ritos simb\u00f3licos, linguagem dos mist\u00e9rios celebrados.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Voltemos ao h\u00e1bito nas celebra\u00e7\u00f5es, sobretudo, da Missa. As vestes lit\u00fargicas hoje em dia s\u00e3o chamadas de vestes sagradas. Assim elas s\u00e3o chamadas pelo Conc\u00edlio Vaticano II: <em>\u201cPor isso a Santa Igreja sempre foi amiga das belas-artes. Procurou continuamente o seu nobre minist\u00e9rio e instruiu os art\u00edfices, principalmente para que os objetos pertencentes ao culto divino fossem dignos, decentes e belos, sinais e s\u00edmbolos das coisas do alto\u201d <\/em>(SC 122b). Dizendo que a Igreja respeita a liberdade art\u00edstica controlada pela sua finalidade, a <em>Sacrosanctum Concilium <\/em>afirma: <em>\u201cCuidem os Ordin\u00e1rios que, promovendo e incentivando a arte verdadeiramente sacra, visem antes a s\u00f3bria beleza que a mera suntuosidade. O que se h\u00e1 de entender tamb\u00e9m das vestes sacras e dos ornamentos\u201d<\/em> (SC 124a).<\/p>\n<p>Depois, temos orienta\u00e7\u00f5es claras e seguras na <em>Instru\u00e7\u00e3o Geral do Missal Romano. <\/em>Ao tratar dos Requisitos para a Celebra\u00e7\u00e3o da Missa a <em>Instru\u00e7\u00e3o Geral do Missa Romano,<\/em> Cap\u00edtulo VI, Par\u00e1grafo IV, fala das <em>Vestes Sagradas: \u201cA alva \u00e9 a veste sagrada comum a todos os ministros ordenados e institu\u00eddos de qualquer grau; ela ser\u00e1 cingida \u00e0 cintura pelo c\u00edngulo, a n\u00e3o ser que o seu feitio o dispense. &#8230; A alva n\u00e3o poder\u00e1 ser substitu\u00edda pela sobrepeliz, nem sobre a veste talar, quando se deve usar casula ou dalm\u00e1tica, ou quando, de acordo com as normas, se usa apenas a estola sem a casula ou dalm\u00e1tica\u201d <\/em>(n. 336). Fala, em seguida, da veste do sacerdote celebrante: <em>\u201cA n\u00e3o ser que se disponha de outro modo, a veste pr\u00f3pria do sacerdote celebrante, tanto na Missa como em outras a\u00e7\u00f5es sagradas em conex\u00e3o direta com ela, \u00e9 a casula ou planeta sobre a alva e a estola\u201d <\/em>(n. 337). Notemos que a CNBB, na XII Assembleia Geral \u2013 1971 aprovou a substitui\u00e7\u00e3o do conjunto alva e casula por t\u00fanica ampla, de cor neutra, com estola da cor do tempo ou da festa. Esta orienta\u00e7\u00e3o recebeu a aprova\u00e7\u00e3o da S\u00e9 Apost\u00f3lica. Existe, por\u00e9m, uma recomenda\u00e7\u00e3o. Que a veste tradicional com alva e casula n\u00e3o sejam abandonada, mas, pelo contr\u00e1rio seja normalmente usada nas Missas da Comunidade nas catedrais e igrejas paroquiais.<\/p>\n<p>Como fica na Concelebra\u00e7\u00e3o? <em>\u201cOs concelebrantes vestem, na secretaria ou noutro lugar adequado, os paramentos que usam normalmente ao celebrarem a Missa. Se houver motivo justo, como, por exemplo, grande n\u00famero de concelebrantes e escassez de paramentos, podem os concelebrantes, exceto sempre o celebrante principal, dispensar a casula ou planeta, e usar apenas a estola sobre a alva!\u201d <\/em>(n. 209).<\/p>\n<p>O documento da Congrega\u00e7\u00e3o do Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos <em>Redemptionis Sacramentum sobre alguns aspectos que se devem observar e evitar acerca da Sant\u00edssima Eucaristia <\/em>\u00e9 bastante incisivo ao tratar das vestes sagradas ou lit\u00fargicas. Recordando o que diz a <em>Instru\u00e7\u00e3o Geral do Missa Romano<\/em>, retoma o que nela se diz:<\/p>\n<p><em>\u201cAs diferentes cores das vestes lit\u00fargicas visam manifestar, inclusive externamente, o car\u00e1ter dos mist\u00e9rios da f\u00e9 que s\u00e3o celebrados e tamb\u00e9m a consci\u00eancia de uma vida crist\u00e3 que progride com o desenrolar do ano lit\u00fargico\u201d. Na realidade, a diversidade \u201cdas tarefas na celebra\u00e7\u00e3o da sagrada liturgia se manifesta exteriormente pela diferen\u00e7a das vestes sagradas. Conv\u00e9m que as vestes sagradas contribuam para a beleza da a\u00e7\u00e3o sagrada\u201d <\/em>(n. 121).<\/p>\n<p>No n\u00famero 126 insiste-se sobre o uso das vestes sagradas: <em>\u201c\u00c9 reprov\u00e1vel o abuso segundo o qual os ministros sagrados \u2013 inclusive quando participa um s\u00f3 ministro \u2013 celebram a santa Missa, contrariando as prescri\u00e7\u00f5es dos livros lit\u00fargicos, sem as vestes sagradas ou somente com a estola sobre a cogula mon\u00e1stica ou o h\u00e1bito religioso ou uma roupa comum. Os Ordin\u00e1rios providenciem para que tais abusos sejam corrigidos quanto antes e para que em todas as igrejas e orat\u00f3rios sob sua jurisdi\u00e7\u00e3o haja um suficiente n\u00famero de vestes lit\u00fargicas confeccionadas segundo as normas\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Voltemos ao simbolismo das vestes. Na B\u00edblia elas invocam e indicam o sagrado. Pensemos nas vestes de Jesus na montanha da transfigura\u00e7\u00e3o (cf, Mt 17,2), a exig\u00eancia das vestes para participar do banquete nupcial messi\u00e2nico, (cf. Mt 22,11-13), o revestir-se de Cristo segundo S\u00e3o Paulo, onde a veste simboliza o pr\u00f3prio Cristo (Cf. Rm 13,14; Gl 3,27; Cl 3,9-11).<\/p>\n<p>Ora, a veste branca \u00e9, por excel\u00eancia, a veste sacerdote. Os m\u00e1rtires alvejaram suas vestes no sangue do Cordeiro (cf. Ap 7,9;7,14;3,5). A veste branca do Batismo, a cor branca da Primeira Comunh\u00e3o, mesmo o vestido de noiva com a grinalda. Por tr\u00e1s desta linguagem da veste branca est\u00e1 a dignidade sacerdotal do crist\u00e3o. Nesta linha se prev\u00ea que o altar seja revestido ao menos por uma toalha de cor branca. Por que? Porque o altar \u00e9 Cristo, Cristo \u00e9 o sacerdote.<\/p>\n<p>O sacerdote celebrante exerce a fun\u00e7\u00e3o de Cristo sacerdote. Da\u00ed, sua veste pr\u00f3pria \u00e9 a alva, t\u00fanica de cor branca. Quanto \u00e0 t\u00fanica ampla tamb\u00e9m se prev\u00ea que seja de cor neutra, onde o branco domine. O sacerdote celebrante apresenta-se revestido de Cristo.<\/p>\n<p>Considero que aquilo que o santu\u00e1rio, a igreja-edif\u00edcio significa para a assembleia reunida, como que a veste que a envolve, a assembleia envolta em Deus, os paramentos, sobretudo, a alva significam para o sacerdote celebrante. Ele se reveste de Cristo, age \u201cin persona Christi\u201d.<\/p>\n<p>De tudo isso decorre que \u201co h\u00e1bito n\u00e3o \u00e9 veste lit\u00fargica\u201d. Ele \u00e9 \u201chabito\u201d, veste ordin\u00e1ria, \u00e9 \u201ccostume\u201d, veste a ser usada costumeiramente. A mensagem do h\u00e1bito \u00e9 diferente da mensagem da alva do sacerdote celebrante. O h\u00e1bito expressa o carisma, a espiritualidade do Fundador da Ordem ao passo que a alva faz mem\u00f3ria do Cristo sacerdote. Colocar uma casula verde, por exemplo, sobre o h\u00e1bito parece algo um tanto grotesco, para n\u00e3o dizer carnavalesco! As coisas n\u00e3o combinam.<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><strong> Concelebra\u00e7\u00e3o<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Com a reforma do rito da Missa ap\u00f3s o Conc\u00edlio Vaticano II j\u00e1 n\u00e3o existe mais a categoria de Missa solene, Missa cantada e Missa rezada. Existe sim uma Missa mais ou menos festiva. E, entre as v\u00e1rias formas de Missa conforme a <em>Instru\u00e7\u00e3o Geral do Missal Roma <\/em>encontra-se a \u201cMissa concelebrada\u201d.<\/p>\n<p>A Missa concelebrada exige um espa\u00e7o adequado para a celebra\u00e7\u00e3o. Quanto \u00e0 cadeira da presid\u00eancia devemos observar um pormenor: A presid\u00eancia \u00e9 uma s\u00f3, mesmo nas Missas concelebradas. Por isso, haver\u00e1 uma s\u00f3 cadeira da presid\u00eancia no presbit\u00e9rio. A pr\u00e1tica de se colocarem tr\u00eas cadeiras na presid\u00eancia parece um resqu\u00edcio da Missa solene antiga: o sacerdote celebrante, o di\u00e1cono e o subdi\u00e1cono. N\u00e3o existem mais os assistentes do celebrante principal. Se h\u00e1 assistentes s\u00e3o os di\u00e1conos, sobretudo, na celebra\u00e7\u00e3o presidida pelo bispo. Um ou dois di\u00e1conos. Suas cadeiras podem ser colocadas em n\u00edvel inferior junto \u00e0 cadeira da presid\u00eancia. Mas, os sacerdotes ou bispos concelebrantes n\u00e3o s\u00e3o assistentes do presidente da assembleia. Eles ter\u00e3o cadeiras devidamente colocadas, possivelmente, no presbit\u00e9rio conforme o espa\u00e7o dispon\u00edvel. Aqueles que concelebram dever\u00e3o estar revestidos das devidas vestes sagradas. \u00c9 estranho o costume de se designarem tr\u00eas sacerdotes na presid\u00eancia, em geral, revestidos de casula, enquanto os demais sacerdotes n\u00e3o se distinguem como celebrantes atrav\u00e9s das vestes respectivas, do lugar que ocupam e dos gestos e palavras que s\u00e3o convidados a realizarem.<\/p>\n<p>Se o \u00fanico presidente \u2013 n\u00e3o existe presid\u00eancia colegiada \u2013 estiver ladeado de di\u00e1cono \u00e9 este quem eleva o c\u00e1lice na doxologia final da Ora\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica. Se n\u00e3o houver di\u00e1cono, \u00e9 o pr\u00f3prio celebrante principal que o faz e n\u00e3o algum concelebrante. Deve ficar claro quem realmente est\u00e1 concelebrando. S\u00e3o os que est\u00e3o devidamente revestidos das vestes sagradas e n\u00e3o simplesmente de h\u00e1bito ou cogula e estola.<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><strong> Segurar o microfone<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>O bra\u00e7o do sacerdote celebrante n\u00e3o \u00e9 suporte de microfone. S\u00f3i acontecer que ele segura o microfone com uma das m\u00e3os e eleva a outra em posi\u00e7\u00e3o de ora\u00e7\u00e3o presidencial. Pior ainda na apresenta\u00e7\u00e3o das sagradas esp\u00e9cies na hora da consagra\u00e7\u00e3o, na doxologia final da Ora\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica e na apresenta\u00e7\u00e3o da h\u00f3stia e do c\u00e1lice na hora da Comunh\u00e3o. Coisa horrorosa! Quebra toda a est\u00e9tica, toda a arte, toda a beleza do rito como tamb\u00e9m a devo\u00e7\u00e3o. Os gestos e os ritos como tais constituem formas de comunica\u00e7\u00e3o com Deus, s\u00e3o express\u00f5es orantes.<\/p>\n<p>Falando do altar, diz a <em>Instru\u00e7\u00e3o Geral:<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cAl\u00e9m disso, se disponham de modo discreto os aparelhos que possam ajudar a amplificar a voz do sacerdote\u201d <\/em>(n. 306).<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o se encontraram boas solu\u00e7\u00f5es para o uso do microfone, sobretudo, para o sacerdote celebrante. A melhor solu\u00e7\u00e3o at\u00e9 agora parece ser a do microfone de lapela, melhor, sem fio. Aquele com bra\u00e7o ou pedestal \u00e0 cadeira do sacerdote presidente parece tamb\u00e9m boa solu\u00e7\u00e3o. Assim tamb\u00e9m o do amb\u00e3o, para as leituras. Mas o microfone sobre o altar continua o grande desafio. Na It\u00e1lia, na Alemanha e na Su\u00e9cia encontrei um microfone chatinho, tipo <em>mouse<\/em> de computador, que, colocado discretamente sobre o altar, funciona muito bem. Isso sem fio! Por ora, entre n\u00f3s, parece que devamos lan\u00e7ar m\u00e3o de um minist\u00e9rio do microfone. Um ac\u00f3lito que segure, oportunamente, o microfone. O que n\u00e3o pode, por constituir ru\u00eddo demais na autenticidade e beleza do rito, \u00e9 o pr\u00f3prio celebrante segurar com uma m\u00e3o o microfone; isso acontece at\u00e9 na Ora\u00e7\u00e3o Eucar\u00edstica, distorcendo os diversos gestos e a\u00e7\u00f5es, \u00e0s palavras da narra\u00e7\u00e3o da Institui\u00e7\u00e3o da Eucaristia ou da Consagra\u00e7\u00e3o. Estraga tudo! \u00c9 ru\u00eddo demais! Destr\u00f3i-se o clima orante.<\/p>\n<p>Na Exorta\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica p\u00f3s-sinodal <em>Sacramentum Caritatis <\/em>o papa Bento XVI fala da arte da celebra\u00e7\u00e3o (n. 28), bem como da <em>beleza e Liturgia<\/em> (n. 35). Importa cultivar a arte de bem celebrar. \u201cA verdadeira beleza \u00e9 o amor de Deus que nos foi definitivamente revelado no mist\u00e9rio pascal. A beleza da liturgia pertence a esse mist\u00e9rio; \u00e9 express\u00e3o excelsa da gl\u00f3ria de Deus e, de certa forma constitui o c\u00e9u que desce \u00e0 terra. O memorial do sacrif\u00edcio redentor traz em si mesmo os tra\u00e7os daquela beleza de Jesus testemunhada por Pedro, Tiago e Jo\u00e3o, quando o Mestre, a caminho de Jerusal\u00e9m, quis transfigurar-se diante deles (cf. Mc 9,2). Concluindo, a beleza n\u00e3o \u00e9 um fator decorativo da a\u00e7\u00e3o lit\u00fargica, mas seu elemento constitutivo, enquanto atributo do pr\u00f3prio Deus e da sua revela\u00e7\u00e3o. Tudo isso nos h\u00e1 de tornar conscientes da aten\u00e7\u00e3o que se deve prestar \u00e0 a\u00e7\u00e3o lit\u00fargica para que brilhe segundo a sua pr\u00f3pria natureza\u201d (n. 35).<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Frei Alberto Beckh\u00e4user, OFM<\/strong>, <em>\u00e9 natural de Forquilhinha (SC). Doutorado em Teologia com especializa\u00e7\u00e3o em Liturgia, desde 1967 acompanha de perto a grande caminhada p\u00f3s-conciliar da reforma e \u00a0da renova\u00e7\u00e3o lit\u00fargica no Brasil, da qual se tornou um dos protagonistas. Frei Alberto continua a escrever, a dar cursos e palestras e a lecionar Liturgia em v\u00e1rias Escolas Teol\u00f3gicas, particularmente no Instituto Teol\u00f3gico Franciscano, em Petr\u00f3polis (RJ).<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Liturgia<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[73],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.4 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Tr\u00eas h\u00e1bitos estranhos na celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica - Vida Crist\u00e3 - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/tres-habitos-estranhos-na-celebracao-eucaristica\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Tr\u00eas h\u00e1bitos estranhos na celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica - 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