{"id":185998,"date":"2015-01-14T00:53:41","date_gmt":"2015-01-14T02:53:41","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/?p=185998"},"modified":"2020-06-24T12:01:22","modified_gmt":"2020-06-24T15:01:22","slug":"a-tragedia-de-paris-sob-um-olhar-franciscano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/a-tragedia-de-paris-sob-um-olhar-franciscano\/","title":{"rendered":"A trag\u00e9dia de Paris sob um olhar franciscano"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-185999\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/banner_francisco.jpg\" alt=\"\" width=\"867\" height=\"293\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/banner_francisco.jpg 820w, https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/banner_francisco-450x152.jpg 450w, https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/banner_francisco-768x259.jpg 768w, https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/banner_francisco-150x51.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 867px) 100vw, 867px\" \/><\/p>\n<blockquote><p><em>Ainda sob o forte impacto do atentado e sua repercuss\u00e3o mundial, o texto de <strong>Frei Vit\u00f3rio Mazzuco<\/strong> contribui para a reflex\u00e3o em torno do tema. Diante de dilemas que trazem \u00e0 tona a contradi\u00e7\u00e3o humana e tudo de mais perverso que dela pode originar, olhar para Francisco de Assis \u00e9 sempre um refrig\u00e9rio para o cora\u00e7\u00e3o, a possibilidade de seguir por uma caminho novo de integra\u00e7\u00e3o, di\u00e1logo e respeito.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>LEIA O TEXTO:<\/p>\n<p>Francisco de Assis \u00e9 lembrado hoje, em tempos de Estado Isl\u00e2mico, como algu\u00e9m que esteve l\u00e1 entre os mu\u00e7ulmanos.\u00a0 No seu tempo, Francisco viu a expans\u00e3o mu\u00e7ulmana como uma grande desforra contra as conquistas do Imp\u00e9rio Romano tendo Alexandre Magno como grande protagonista. A cristandade medieval foi cercada pelo mundo do Isl\u00e3 e viu nela uma for\u00e7a pol\u00edtica, militar e amea\u00e7adora da f\u00e9. Ambos os lados usaram a for\u00e7a das armas para dizer que cada lado tinha o seu lado diab\u00f3lico e infiel. Assegurar a paz e restituir terras virou guerra santa cujo \u00fanico resultado foi um \u00f3dio secular. Nas prega\u00e7\u00f5es crist\u00e3s, os Cruzados n\u00e3o eram tratados como homicidas por matarem mu\u00e7ulmanos, mas sim malicidas, matavam o mal que era o \u201cinfiel\u201d. Soldado morto em combate nas cruzadas tinha a gl\u00f3ria no c\u00e9u. Do lado isl\u00e2mico a ideia era a mesma, pois os \u201ccrist\u00e3os hereges\u201d queriam terras e destrui\u00e7\u00e3o da religi\u00e3o do Profeta. A bem da verdade nenhum dos lados conseguiu enfraquecer o outro. Os dois lados sa\u00edram fortalecidos do \u00f3dio e da guerra. Como isto aconteceu? Aproxima\u00e7\u00e3o de l\u00ednguas, cultura, ritos, unifica\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, ortodoxia forte, Jerusal\u00e9m, Damasco, Cairo passam a ser centros referenciais importantes. Tanto crist\u00e3os como mu\u00e7ulmanos se apegam \u00e0 Cidade Santa, na Terra Santa. Conquistar lugares \u00e9 purifica-los, cada um impondo ali a sua f\u00e9. Entre vit\u00f3rias e derrotas, as Cruzadas e o Isl\u00e3 fazem propaganda de vit\u00f3rias e castigos divinos; ira divina contra povo pecador. Sempre Deus e povo levam a culpa gerada por alguns senhores da guerra. Somente uma nova vida moral, muita penit\u00eancia e armas na m\u00e3o podem mudar destinos dos povos. Saladino, Baldu\u00edno, Greg\u00f3rio VIII, Clemente III, Celestino III, Inoc\u00eancio III, sult\u00f5es e reis cat\u00f3licos querem conquistas e respostas precisas. Para reformar \u00e9 preciso libertar. H\u00e1 uma certa diplomacia de cartas, negociadores, atividade pol\u00edtica misturando soberanos, Papas, cardeais, pr\u00edncipes e soldados. Toda a quest\u00e3o \u00e9 devolver a Terra Santa. Lugar de f\u00e9 torna-se elemento diab\u00f3lico de guerra. Se n\u00e3o existe di\u00e1logo no esp\u00edrito aparece a for\u00e7a das armas. Como os crist\u00e3os poder\u00e3o ser chamados crist\u00e3os se n\u00e3o reivindicarem seus direitos libertando a Terra Santa das m\u00e3os dos inimigos? O outro lado pensava o mesmo.<\/p>\n<p>Em meio a este turbilh\u00e3o aparece Francisco de Assis. S\u00f3 tem as armas da f\u00e9 para combater o bom combate. N\u00e3o \u00e9 tarefa de mero combatente, mas tarefa prof\u00e9tica. Todo profeta surge quando n\u00e3o se v\u00ea mais sa\u00edda, e tem a coragem de mostrar o reverso da hist\u00f3ria. N\u00e3o pode haver viol\u00eancia conduzida pelo nome de Deus. Ele prefere ir na paz do Evangelho, dom de Deus, vit\u00f3ria de Cristo com o sangue da Paix\u00e3o. Quem tem o Evangelho n\u00e3o precisa de espada, lan\u00e7a ou escudo. Cruzada armada n\u00e3o \u00e9 nenhum rem\u00e9dio. As pessoas se curam, se convertem e se encontram no bem. N\u00e3o existe, para Francisco inimigo que n\u00e3o possa ser amado. Isto est\u00e1 no Evangelho. \u201cAmai vossos inimigos; fazei o bem aos que vos odeiam\u201d (Lc 6,27). Sabedoria divina \u00e9 miss\u00e3o salv\u00edfica. Mais do que pregar ele vai amar. N\u00e3o se vai ao campo contr\u00e1rio levando sofrimento e morte; o inimigo n\u00e3o tem como acreditar que possa existir uma sa\u00edda. N\u00e3o h\u00e1 nada a defender de material, mas sim conquistar uma for\u00e7a espiritual. Para ele tudo e todos s\u00e3o Irm\u00e3os, os mu\u00e7ulmanos tamb\u00e9m s\u00e3o irm\u00e3os. Voc\u00ea pode ser irm\u00e3o e irm\u00e3 quando dialoga, quando escuta e fala do conhecimento dos mist\u00e9rios de Deus. Voc\u00ea pode ser irm\u00e3o e irm\u00e3 pelo exemplo e palavra, pelo Amor, pela caridade, pela doa\u00e7\u00e3o, at\u00e9 pelo mart\u00edrio se for preciso. Isso Francisco fez. Ele n\u00e3o quis espiritualizar as Cruzadas, porque sabia que n\u00e3o se espiritualiza uma viol\u00eancia, ele quis evangelizar, isto \u00e9: mostrar que \u00e9 poss\u00edvel uma Boa Nova de justi\u00e7a e paz. \u00c9 por a\u00ed que temos que dialogar.<\/p>\n<p>A partir de 1211, Francisco de Assis estava disposto a ir para a S\u00edria e Marrocos, n\u00e3o para guerrear, mas para testemunhar. Como a dizer: \u201cEu creio, voc\u00eas creem, vamos conversar na maior riqueza que temos: a f\u00e9! Ter f\u00e9 \u00e9 transformar sentimentos!\u201d N\u00e3o foi desta vez. O IV Conc\u00edlio de Latr\u00e3o preparava mais uma Cruzada entre 1215 e 1216. Francisco preparava prega\u00e7\u00e3o de paz. Inoc\u00eancio III, que iria comandar esta Cruzada, morre em 16 de Julho de 1216, e com ele morre o que seria o estigma de um Papa \u00e0 frente de um ex\u00e9rcito fortemente armado. Francisco estava no funeral do Papa e queria pedir ao sucessor Hon\u00f3rio III a suspens\u00e3o de mais esta batalha contra os mu\u00e7ulmanos. N\u00e3o consegue a suspens\u00e3o, por\u00e9m em 1218, consegue autoriza\u00e7\u00e3o do Papa para ir at\u00e9 o acampamento dos cruzados, em Damieta, e convencer os seus chefes, o cardeal Pelagio e o Rei Jo\u00e3o de Brienne para que dialoguem com Melek-el-Kamel, o sult\u00e3o, que tinha uma proposta: os crist\u00e3os se retirariam do Egito e ele devolveria Jerusal\u00e9m. A bem da verdade esta Cruzada n\u00e3o era para conquistar Jerusal\u00e9m novamente, mas para destruir o poderio militar do Isl\u00e3.\u00a0 E l\u00e1 vai S\u00e3o Francisco! Passa do acampamento crist\u00e3o para o mu\u00e7ulmano e vai dialogar com Melek-el-Kamel. Quando o sult\u00e3o v\u00ea aquele homem fr\u00e1gil, maltrapilho e desarmado at\u00e9 se assusta, mas percebe que ele n\u00e3o oferece perigo. O que ele oferece \u00e9 que a viol\u00eancia seja substitu\u00edda pela mansid\u00e3o, que o \u00f3dio seja trocado pelo respeito, que o inimigo seja irm\u00e3o, que morrer por amor e caridade \u00e9 muito melhor que guerrear por nada.<\/p>\n<p>Escreve Tom\u00e1s de Celano: \u201cNo tempo em que o ex\u00e9rcito dos crist\u00e3os sitiava Damieta, o santo de Deus estava presente com seus companheiros(&#8230;) Ent\u00e3o, ao prepararem-se os nossos para o dia da batalha, tendo ouvido isto, o santo queixou-se profundamente da guerra. E disse a seu companheiro: \u201cSe em tal dia acontecer o embate, o Senhor me mostrou, os crist\u00e3os n\u00e3o se sair\u00e3o bem. Mas se eu disser isto, serei julgado como louco; se eu me calar, n\u00e3o escapo da consci\u00eancia. Portanto o que te parece?\u201d O companheiro respondeu-lhe, dizendo: \u201cPai, n\u00e3o te importe que sejas julgado pelos homens, porque n\u00e3o \u00e9 agora que come\u00e7as a ser julgado como louco. Descarrega tua consci\u00eancia e teme mais a Deus do que aos homens. Ent\u00e3o, o santo sai e dirige aos crist\u00e3os com admoesta\u00e7\u00f5es salutares, desaconselha a guerra, anuncia a derrota. A verdade torna-se f\u00e1bula, eles endureceram o cora\u00e7\u00e3o e n\u00e3o quiseram ser advertidos. Vai-se, combate-se, guerreia-se e os nossos s\u00e3o acuados pelos inimigos&#8221;. Ali, em Damieta, no Egito, Francisco viu o in\u00fatil mecanismo de morte, gerado por aqueles que n\u00e3o quiseram reconhecer em suas palavras, uma exorta\u00e7\u00e3o vinda de Deus. Mas foi ap\u00f3s a derrota, que no dia 31 de Agosto de 1219, que permitiram que ele fosse at\u00e9 o sult\u00e3o. Ent\u00e3o ele vai com coragem e f\u00e9. At\u00e9 prevendo se fosse preciso o mart\u00edrio, mas que fosse pelo bem de crist\u00e3os e mu\u00e7ulmanos. Francisco quer dialogar com o sult\u00e3o. Se existe a boa vontade sempre h\u00e1 aproxima\u00e7\u00e3o, presen\u00e7a e conversa. Mesmo assim a f\u00e9 tem que ser provada. H\u00e1 em Francisco de Assis e em Frei Iluminado de Rieti, os dois que chegaram ali na tenda do sult\u00e3o, uma do\u00e7ura, simplicidade e transpar\u00eancia que encanta a todos. Eles se apresentam em nome de Deus. Isto \u00e9 causa de admira\u00e7\u00e3o, venera\u00e7\u00e3o e estima. Em meio \u00e0 guerra algu\u00e9m vem apresentar-se na paz do Senhor! H\u00e1 em Francisco e em seu companheiro uma atitude de humildade e bondade que n\u00e3o existia nos violentos cruzados. Melek-el-Kamel, aceita o testemunho do santo, porque sabe que ele vem como portador de uma Palavra Sagrada. O sult\u00e3o \u00e9 l\u00edder dos Islam e tem muita consci\u00eancia religiosa para perceber que pobre frade traz o fervor do Esp\u00edrito, e \u00e9 neste esp\u00edrito que v\u00e3o dialogar. N\u00e3o h\u00e1 entre os dois nenhuma palavra de agressividade e desprezo. N\u00e3o \u00e9 momento de falar contra Jesus ou Maom\u00e9, ou contra a B\u00edblia ou contra o Cor\u00e3o. N\u00e3o est\u00e1 ali, um crist\u00e3o latino, que jamais seria capaz de insultar o profeta ou quem quer que seja. Francisco tem o maior respeito pelo sult\u00e3o e seus comandados a partir do esp\u00edrito do Evangelho. Como era tradi\u00e7\u00e3o, aceitou o desafio do Ord\u00e1lio de Fogo.<\/p>\n<p>Ord\u00e1lio (Mubah\u00e2la), era uma fogueira feita em p\u00fablico para que por entre chamas, fogo e brasas, numa prova de coragem e f\u00e9, as pessoas a atravessassem inc\u00f3lumes. O sult\u00e3o prop\u00f5e o desafio, chama seus doutores para que o fa\u00e7am junto com Francisco. \u00c9 um testemunho p\u00fablico de uma f\u00e9 levada ao fogo da experi\u00eancia. J\u00e1 havia acontecido esta cena em Medina, onde Maom\u00e9, frente a uma delega\u00e7\u00e3o de crist\u00e3os e seu bispo, tinham que se submeter \u00e0 autoridade civil do profeta. Em Medina, discutiram sobre o significado da Paix\u00e3o de Jesus Cristo e tiveram que provar a verdade da Encarna\u00e7\u00e3o, a Divindade de Jesus Cristo, diante do ord\u00e1lio de fogo. Maom\u00e9 queria que os crist\u00e3os pedissem o regresso imediato de Cristo e reconhecessem a sua miss\u00e3o prof\u00e9tica. Os crist\u00e3os n\u00e3o aceitaram o desafio, queriam apenas negociar as ideias teol\u00f3gicas. Perderam a chance de fazer com que a doutrina crist\u00e3 da Divindade, Paix\u00e3o e Encarna\u00e7\u00e3o fosse mais conhecida por parte dos mu\u00e7ulmanos. Mas em Damieta, novamente vem a prova de fogo. H\u00e1 uma nova atitude; o santo de Assis \u00e9 um profeta de Deus diante do Isl\u00e3. De repente, os dois lados percebem, um pelo Cor\u00e3o outro pelo Evangelho, que est\u00e3o na mesma busca: ser capaz de testemunhar a f\u00e9 pela vida e pela morte; a repara\u00e7\u00e3o de um sofrimento causado por tantas lutas, batalhas, saques e massacres; manifestar uma caridade que vem de um amor sagrado; as boas obras mu\u00e7ulmanas e a caridade crist\u00e3; n\u00e3o julgar, mas dialogar; reconhecer os dons do Alt\u00edssimo e fazer-se Irm\u00e3os. Fazer ou n\u00e3o fazer o ord\u00e1lio n\u00e3o \u00e9 fundamental, o importante \u00e9 saber que tanto crist\u00e3os e mu\u00e7ulmanos n\u00e3o podem desafiar o ju\u00edzo de Deus, nem duvidar da f\u00e9 do diferente, mas ter a postura do sult\u00e3o que diz para Francisco: \u201cCreio que vossa f\u00e9 \u00e9 boa e verdadeira\u201d.<\/p>\n<p>Melek-el-Kamel viu em Francisco um dom de amor, na coragem de expor sua vida ao mart\u00edrio se fosse preciso, para dialogar na for\u00e7a da f\u00e9. Francisco, em primeiro lugar ama os mu\u00e7ulmanos e a partir da\u00ed pode falar de seu Deus. Uma experi\u00eancia t\u00e3o forte que se transforma em Regra de vida, onde \u00e9 compilado um cap\u00edtulo todo a falar para os frades que quiserem partir para junto dos sarracenos (Rnb 16). Testemunhar o Evangelho na viv\u00eancia de virtudes crist\u00e3s. Viv\u00eancia e n\u00e3o viol\u00eancia,\u00a0 N\u00e3o provocar lit\u00edgios nem contendas, mas ser submissos a toda criatura humana por amor do Senhor. Ir para junto de um modo humilde, pobre, com muita do\u00e7ura e mansid\u00e3o e por fim pregar a verdade crist\u00e3! O di\u00e1logo religioso para os Franciscanos n\u00e3o \u00e9 mais um simples dado hist\u00f3rico, cultural e eclesial, mas \u00e9 definitivamente Forma de Vida!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Artigo de Frei Vit\u00f3rio Mazzuco<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":186000,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[203],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.4 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A trag\u00e9dia de Paris sob um olhar franciscano - Vida Crist\u00e3 - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/a-tragedia-de-paris-sob-um-olhar-franciscano\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A trag\u00e9dia de Paris sob um olhar franciscano - 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