{"id":185329,"date":"2018-08-14T08:24:26","date_gmt":"2018-08-14T11:24:26","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/?p=185329"},"modified":"2020-06-07T08:27:38","modified_gmt":"2020-06-07T11:27:38","slug":"com-a-clericalizacao-perda-da-centralidade-da-comunidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/com-a-clericalizacao-perda-da-centralidade-da-comunidade\/","title":{"rendered":"Com a clericaliza\u00e7\u00e3o, perda da centralidade da comunidade"},"content":{"rendered":"<p><strong><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/francisco-830.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/francisco-830.jpg\" alt=\"francisco-830\" width=\"830\" height=\"508\" \/><\/a><\/strong><\/p>\n<h3>A urg\u00eancia da consolida\u00e7\u00e3o do bin\u00f4mio comunidade-carismas\/minist\u00e9rios para a emerg\u00eancia de sujeitos eclesiais<\/h3>\n<p><strong>Frei Jo\u00e3o Reinert, ofm<\/strong><\/p>\n<p>A Igreja nascente estava estruturada, sociol\u00f3gica e teologicamente a partir daquilo que Yves Congar, seguido por Bruno Forte, ir\u00e1 mais tarde classificar com o bin\u00f4mio comunidade-carismas\/minist\u00e9rios. Ainda nos primeiros s\u00e9culos do cristianismo essa estrutura eclesiol\u00f3gica deu lugar, progressivamente, a outra, distanciando-se, assim, do esp\u00edrito que animava as comunidades primitivas. Trata-se do bin\u00f4mio, tamb\u00e9m elaborado por Congar, clero-leigo.<\/p>\n<p>O Conc\u00edlio Vaticano II se coloca no caminho da volta \u00e0s fontes da vida crist\u00e3. Nesta perspectiva, muito significativo \u00e9 o esquema da constitui\u00e7\u00e3o dogm\u00e1tica <em>Lumen Gentium<\/em>, em que o cap\u00edtulo sobre o Povo de Deus antecede o dos leigos e o da hierarquia, evidenciando, dessa forma, que antes de quaisquer voca\u00e7\u00f5es, minist\u00e9rios, servi\u00e7os, consagra\u00e7\u00f5es, todos somos Povo de Deus, sujeitos e protagonistas eclesiais. N\u00e3o obstante tamanha inova\u00e7\u00e3o do \u00faltimo Conc\u00edlio, consolidar o paradigma comunidades-carismas\/minist\u00e9rios \u00e9 miss\u00e3o ainda n\u00e3o conclu\u00edda, que requer um longo caminho de convers\u00e3o eclesiol\u00f3gica, estrutural e, sobretudo, mental.<\/p>\n<p>A primeira observa\u00e7\u00e3o a ser feita em rela\u00e7\u00e3o aos dois paradigmas em quest\u00e3o \u00e9 que n\u00e3o est\u00e1 em discuss\u00e3o o uso ou n\u00e3o uso dessas terminologias, embora a linguagem nunca seja neutra. N\u00e3o se trata de abolir os termos clero e leigo, o que seria combater as consequ\u00eancias e n\u00e3o as causas das desigualdades eclesiais. O problema \u00e9, antes, de pressuposto e n\u00e3o de vocabul\u00e1rio, de mentalidade e n\u00e3o de linguagem. Os dois paradigmas apontam para duas eclesiologias distintas, com perspectivas opostas, com olhares diferentes, em muitos aspectos inconcili\u00e1veis entre si. Os enfoques s\u00e3o distintos, o lugar a partir de onde se v\u00ea a Igreja, de onde se v\u00ea o padre, o religioso, o leigo e onde esses se veem, tamb\u00e9m s\u00e3o distintos nesses dois paradigmas.<\/p>\n<p>O Conc\u00edlio Vaticano II foi feliz ao pensar os fi\u00e9is n\u00e3o a partir da oposi\u00e7\u00e3o ou daquilo que distingue, mas a partir do que \u00e9 comum \u00e0 totalidade do povo de Deus, ou seja, o batismo, o sacerd\u00f3cio comum, situa\u00e7\u00e3o bastante diferente daquela desenhada a partir do s\u00e9culo III em que as duas classes, clero e leigo, at\u00e9 ent\u00e3o inexistentes, foram entendidas a partir da nega\u00e7\u00e3o e subordina\u00e7\u00e3o, ou seja, o leigo \u00e9 o n\u00e3o clero. Enquanto que o bin\u00f4mio clero-leigo, s\u00edntese da eclesiologia de toda a cristandade, parte do que distingue o bin\u00f4mio comunidade-carismas\/minist\u00e9rios tem como ponto de partida o que \u00e9 comum a todos, portanto, a igual dignidade de cada fiel, de onde emerge a valoriza\u00e7\u00e3o das diferen\u00e7as.<\/p>\n<p>Importante \u00e9 perceber as consequ\u00eancias eclesiol\u00f3gicas e pastorais desses dois paradigmas que acompanham a organiza\u00e7\u00e3o eclesial, o ser e o fazer da Igreja ao longo de sua hist\u00f3ria. Discutir esses dois modelos de ser Igreja \u00e9 premente. Apontar os obst\u00e1culos de um e as potencialidade de outro \u00e9 fundamental para uma Igreja toda ela edificada por sujeitos\/protagonistas eclesiais. S\u00e3o duas eclesiologias, dois modos de ser Igreja, presentes nas op\u00e7\u00f5es pastorais, nos relacionamentos eclesiais, no exerc\u00edcio da autoridade, no administrar, no coordenar, na compreens\u00e3o de obedi\u00eancia eclesial, no jeito de ser frade, no modo de viver a voca\u00e7\u00e3o crist\u00e3 e franciscana. Enfim, est\u00e3o presentes, ou um ou outro paradigma, no pensar e no agir da evangeliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O paradigma clero-leigo concebe as rela\u00e7\u00f5es eclesiais a partir da distin\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o da igualdade, conforme anteriormente j\u00e1 mencionado, e nessa distin\u00e7\u00e3o sobressai o sujeito-clero. Em \u00faltima inst\u00e2ncia, \u00e9 ele que age \u2018in persona Christi\u2019, \u00e9 visto como \u2018alter Christus\u2019, tem o poder sacramental. Ordenado pela imposi\u00e7\u00e3o das m\u00e3os para o servi\u00e7o, n\u00e3o poucos se servem dessa prerrogativa para sustentar o poder, e o que \u00e9 pior, o poder arbitr\u00e1rio, fortalecendo um perfil de Igreja imperial.<\/p>\n<p>Trata-se, portanto, de um paradigma, de um jeito de conceber a Igreja, que refor\u00e7a a passividade do leigo, que n\u00e3o raro se entende como mero receptor da a\u00e7\u00e3o sacramental do clero. Esse modo de compreender o leigo e o padre, e de se autocompreenderem, influenciou a qualidade das comunidades crist\u00e3s desde tempos remotos, gerando rela\u00e7\u00f5es de desiguais. Nessa estrutura mental, os leigos s\u00e3o incapazes de ensinar, de gerir, de discernir, de conduzir os assuntos eclesiais.<br \/>\nO paradigma pr\u00e9-conciliar \u00e9 dualista, pois \u00e0 medida que distingue por demais clero-leigo, dificultando uma vis\u00e3o comunit\u00e1ria org\u00e2nica, se d\u00e1 margem ao dualismo sagrado-profano, c\u00e9u-terra, temporal-espiritual. Clero s\u00e3o os ministros sagrados, vida religiosa \u00e9 o estado de perfei\u00e7\u00e3o evang\u00e9lica. E os leigos, qual seria sua real identidade teologal? N\u00e3o seriam crist\u00e3os de segunda categoria, nessa supervaloriza\u00e7\u00e3o da vida monacal, religiosa e sacerdotal?<\/p>\n<p>Conceber o laicato a partir da eclesiologia clero-leigo significa entrar pelos caminhos da delega\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o da co-responsabilidade, da permiss\u00e3o, n\u00e3o da complementaridade, da supl\u00eancia, n\u00e3o de parceria, da delibera\u00e7\u00e3o, n\u00e3o da colegialidade.<\/p>\n<p>Oprocesso de constru\u00e7\u00e3o de sujeitos\/protagonistas eclesiais tem passagem obrigat\u00f3ria no avan\u00e7o das inst\u00e2ncias de planejamento, participa\u00e7\u00e3o, comunh\u00e3o e decis\u00e3o da vida e miss\u00e3o da Igreja. Antes de ser uma estrat\u00e9gia em vista da efic\u00e1cia pastoral ou administrativa, as inst\u00e2ncias participativas s\u00e3o express\u00f5es de uma igreja sinodal, que caminha junto, evangeliza junto, reflete junto e, por que n\u00e3o, que decide junto? Tornam-se cada vez mais insustent\u00e1veis diante da atual cultura sedenta de democracia e participa\u00e7\u00e3o, as decis\u00f5es da par\u00f3quia ou da diocese dependerem de uma s\u00f3 ou de poucas pessoas, que pretensiosamente julgam possuir todas as habilidades ou informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para tomar as decis\u00f5es. N\u00e3o se pode subestimar o fato de outras pessoas verem com mais clareza certos desafios e \u2018solu\u00e7\u00f5es\u2019 por estarem mais pr\u00f3ximas dos problemas reais.<\/p>\n<p>Enquanto a eclesiologia clero-leigo gera comunidade de desiguais, comunidade hierarcol\u00f3gica, isto \u00e9, valoriza\u00e7\u00e3o incisiva na hierarquia (Congar), o paradigma comunidade-carismas\/minist\u00e9rios \u00e9 o espa\u00e7o teologal que cria as condi\u00e7\u00f5es para o protagonismo de todos, para o surgimento de novos carismas, novos minist\u00e9rios, novas espiritualidades, novos atores e sujeitos. Subjaz, portanto, no paradigma das origens da f\u00e9 crist\u00e3 outra compreens\u00e3o de ministros e minist\u00e9rios, sejam ordenados ou n\u00e3o. Do minist\u00e9rio ordenado emerge uma vis\u00e3o mais comunional, chamado a ser \u2018minist\u00e9rio de s\u00edntese e n\u00e3o s\u00edntese dos minist\u00e9rios\u2019. O centro n\u00e3o \u00e9 a hierarquia ou os ministros, mas a comunidade toda ministerial.<\/p>\n<p>Comunidade \u00e9 o sujeito eclesial coletivo; \u00e9 comunidade de dons, carismas, minist\u00e9rios e servi\u00e7os.<\/p>\n<p>Quando se consegue pensar o sacerd\u00f3cio ministerial a partir da pluriministerialidade n\u00e3o haver\u00e1 maiores dificuldades para o laicato sentir-se igualmente protagonista da miss\u00e3o. Por outro lado, enquanto se pensarem os minist\u00e9rios laicais a partir do clero, n\u00e3o se superar\u00e1 a submiss\u00e3o eclesial ainda reinante. Como exemplo dessa problem\u00e1tica, citemos os assim chamados minist\u00e9rios de supl\u00eancia (extraordin\u00e1rios): n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que eles s\u00e3o estruturados a partir da estrutura paradigm\u00e1tica clero-leigo. Trata-se de uma rela\u00e7\u00e3o eclesiol\u00f3gica mais de substitui\u00e7\u00e3o do que de co-responsabilidade. Na cabe\u00e7a de muitos crist\u00e3os, os diversos servi\u00e7os da Igreja situam-se no horizonte da ajuda ao padre que humanamente \u00e9 incapaz de fazer tudo. A fundamenta\u00e7\u00e3o da ministerialidade n\u00e3o pode ser a aus\u00eancia\/escassez do clero, mas o Esp\u00edrito Santo que suscita pessoas e dons a servi\u00e7o do Reino. Outro perigo de conceber os minist\u00e9rios, dons, carismas e servi\u00e7os a partir da express\u00e3o sacerdotal-sacramentalista \u00e9 a clericaliza\u00e7\u00e3o desses mesmos minist\u00e9rios e carismas.<\/p>\n<p>Somente a consolida\u00e7\u00e3o do paradigma comunidade-minist\u00e9rios-carismas ser\u00e1 capaz de acolher e promover novas concretiza\u00e7\u00f5es ministeriais, de acordo com a realidade cultural e como resposta \u00e0s necessidades locais e contempor\u00e2neas. Esse paradigma remete \u00e0 coragem de pensar em novas formas de atua\u00e7\u00e3o dos batizados, sem medo de distinguir o que \u00e9 cultural e o que \u00e9 teol\u00f3gico, como, por exemplo, a quest\u00e3o do celibato, a presen\u00e7a da mulher nas decis\u00f5es da igreja, o diaconato feminino. Esses exemplos mostram que a Igreja do primeiro mil\u00eanio n\u00e3o teve dificuldades de se organizar de acordo com as necessidades do tempo, quando ainda n\u00e3o estava presa ao paradigma clero-leigo.<\/p>\n<p>O clericalismo, portanto, se converte em pecado eclesial estrutural \u00e0 medida que, n\u00e3o somente centraliza a a\u00e7\u00e3o eclesial nas m\u00e3os de uma casta, sobretudo porque impede as manifesta\u00e7\u00f5es do Esp\u00edrito que sopra onde e como quer. Enquanto que na eclesiologia clero-leigo sobressai a hierarquia, gerando no grande corpo eclesial passividade e expectadores, na eclesiologia comunidade-carismas\/minist\u00e9rios sobressai aquilo que de melhor cada um tem a servi\u00e7o da comunidade e do Reino. A hist\u00f3ria do cristianismo testemunha o preju\u00edzo comunit\u00e1rio diante da clericaliza\u00e7\u00e3o em que a Igreja entrou, sobretudo a partir do segundo mil\u00eanio. Com a clericaliza\u00e7\u00e3o veio a perda da centralidade da comunidade. Importa perceber que esse bin\u00f4mio n\u00e3o est\u00e1 introjetado apenas na mente de um consider\u00e1vel grupo de padres e bispos. Faz-se presente na vida religiosa, nas novas comunidades, nos vocacionados, nos leigos. S\u00e3o muitas e fortes as express\u00f5es do neoclericalismo.<\/p>\n<p>Na vida religiosa, a qualidade da vida fraterna est\u00e1 em estreita rela\u00e7\u00e3o com desclericaliza\u00e7\u00e3o. A\u00ed est\u00e1 tamb\u00e9m a fidelidade ao carisma franciscano. N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil perceber que a eclesiologia e a vida franciscana fundamentam-se no paradigma comunidade-carismas\/minist\u00e9rios, ou ent\u00e3o fraternidade-irm\u00e3os\/menores. Fraternidade \u00e9, para Francisco, uma das marcas essenciais dos irm\u00e3os. Que os irm\u00e3os vivam em fraternidade \u00e9 seu desejo. A palavra irm\u00e3o aparece 242 vezes em seus escritos. Ele n\u00e3o quis fundar uma Ordem, mas uma fraternidade de irm\u00e3os menores. O paradigma comunidade-carisma\/minist\u00e9rios da igreja primitiva, e resgatada pelo Vaticano II, e o paradigma de Francisco fraternidade-irmaos\/menores s\u00e3o dois lados de uma mesma eclesiologia, de uma mesma forma de vida crist\u00e3, o que significa que os franciscanos de todos os tempos e lugares t\u00eam muito a oferecer para a supera\u00e7\u00e3o da eclesiologia clero-leigo.<\/p>\n<p>Enfim, repensar o paradigma clero-leigo n\u00e3o significa mudar a nomeclatura, mas superar alguns obst\u00e1culos para a constru\u00e7\u00e3o de novos canais de relacionamentos eclesiais, centrados na pluriministerialidade e na colegialidade, sem as quais n\u00e3o haver\u00e1 uma Igreja de sujeitos\/protagonistas. A partir desse processo de ressignifica\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es, dos enfoques e dos pressupostos eclesiol\u00f3gicos os termos leigo e clero ter\u00e3o outra entona\u00e7\u00e3o e renovada identidade. O leigo n\u00e3o ser\u00e1 o n\u00e3o padre, mas homens e mulheres de f\u00e9, cientes de sua miss\u00e3o e de seu protagonismo na Igreja e na sociedade.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><strong>Frei Jo\u00e3o Reinert <\/strong>\u00e9<em>\u00a0mestre e doutor em Teologia pela PUC-Rio. Natural de Gaspar (SC), \u00e9 p\u00e1roco na par\u00f3quia Santa Clara de Assis, em Duque de Caxias (RJ); faz parte do corpo docente do Instituto Teol\u00f3gico Franciscano (Petr\u00f3polis) e \u00e9 autor de \u201cPode hoje a par\u00f3quia ser uma comunidade eclesial? Repensando a par\u00f3quia em di\u00e1logo com a religiosidade p\u00f3s-moderna\u201d (Vozes) e \u201cPar\u00f3quia e inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3\u201d e \u201cInspira\u00e7\u00e3o catecumenal e convers\u00e3o pastoral\u201d (Paulus).<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Artigo de Frei Jo\u00e3o Reinert, OFM<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":185330,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[284],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.4 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Com a clericaliza\u00e7\u00e3o, perda da centralidade da comunidade - Vida Crist\u00e3 - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/com-a-clericalizacao-perda-da-centralidade-da-comunidade\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Com a clericaliza\u00e7\u00e3o, perda da centralidade da comunidade - 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