{"id":143306,"date":"2017-10-04T00:34:59","date_gmt":"2017-10-04T03:34:59","guid":{"rendered":"http:\/\/franciscanos.org.br\/?p=143306"},"modified":"2020-05-28T12:45:05","modified_gmt":"2020-05-28T15:45:05","slug":"quando-a-morte-fala-da-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/quando-a-morte-fala-da-vida\/","title":{"rendered":"Quando a morte fala da vida"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/transito_051017.jpg\" alt=\"transito_051017\" width=\"830\" height=\"362\" \/><\/p>\n<p><strong>Homilia do Tr\u00e2nsito de S\u00e3o Francisco, no\u00a0<\/strong><strong>Convento S\u00e3o Francisco, S\u00e3o Paulo \u2013 SP, 4\/10\/2017<\/strong><\/p>\n<p>Nessa noite santa em que recordamos aquele dia 3 de outubro de 1226, temos duas possibilidades de celebra\u00e7\u00e3o: a primeira delas \u00e9 fazermos a mem\u00f3ria dos \u00faltimos momentos da vida de S\u00e3o Francisco como uma recorda\u00e7\u00e3o tranquilizante, como um mero acontecimento do passado, deixando-o quase que como em um asilo de paz, de certa forma protegido por um filtro de inofensividade. Trata-se apenas da recorda\u00e7\u00e3o de um fato acontecido h\u00e1 mais de oito s\u00e9culos, que em nada toca a nossa vida concreta, servindo apenas para uma r\u00e1pida e passageira emo\u00e7\u00e3o e, de certa forma, como um tranquilizante de nossas consci\u00eancias.<\/p>\n<p>No entanto, h\u00e1 uma outra forma de mem\u00f3ria, que \u00e9 uma recorda\u00e7\u00e3o mais desafiadora e at\u00e9 mesmo desconfortante. Trata-se da recorda\u00e7\u00e3o do passado da qual surgem novas e desafiadoras perspectivas para o presente e para o futuro. Essa segunda maneira de fazermos mem\u00f3ria desse tr\u00e2nsito de S\u00e3o Francisco, em que procuramos tirar li\u00e7\u00f5es para a nossa atualidade, talvez esteja mais pr\u00f3xima daquilo que ele mesmo nos pediu e advertiu, quando na sua sexta admoesta\u00e7\u00e3o lembrava que seria \u201cuma grande vergonha para n\u00f3s, servos de Deus, terem os santos praticado obras dignas de serem exaltadas e n\u00f3s querermos receber honra e gl\u00f3ria somente por contar e pregar o que eles fizeram\u201d. (Adm 6).<\/p>\n<p>Assim, creio que celebrar esse tr\u00e2nsito de S\u00e3o Francisco no mais genu\u00edno esp\u00edrito de nosso carisma \u00e9 mais que simplesmente lembrar e destacar os seus \u00faltimos momentos e a sua passagem para a vida eterna, mas \u00e9 comprometer-se em tentar descobrir e vivenciar a mesma proposta que ele abra\u00e7ou com tanta radicalidade e a maneira como ele foi construindo a sua vida at\u00e9 chegar ao encontro da sua morte.<\/p>\n<p>Pois bem, diante disso, penso que celebrarmos hoje a morte de S\u00e3o Francisco, a quem ele acolheu como sendo irm\u00e3, \u00e9 celebrar e entender, antes de tudo, a sua pr\u00f3pria vida. A maneira como ele viveu determinou a maneira como ele morreu.<\/p>\n<p>Conforme nos narram as Fontes Franciscanas, n\u00e3o vemos em Francisco um desespero, uma ang\u00fastia ou medo apavorante diante do crep\u00fasculo da sua vida. Sua serenidade, a maneira como celebra e abra\u00e7a a morte, fazendo daquele momento uma solene e alegre liturgia, \u00e9 fruto de uma vida de busca de conformidade com o Senhor. A maneira como ele viveu, procurando identificar a sua vida \u00e0quele a quem Ele tanto amou, lhe conferiu a capacidade de partir alegre e calmamente aos bra\u00e7os do Pai. Desse modo, Francisco nos ensina que a nossa morte \u00e9 preparada tamb\u00e9m pela maneira como vivemos. Nossa morte vai ser fruto da maneira como nos relacionamos com Deus, com as coisas, com o nosso corpo, com as pessoas e com toda a cria\u00e7\u00e3o, pois vida e morte s\u00e3o faces da mesma realidade.<\/p>\n<p>Assim, a celebra\u00e7\u00e3o o tr\u00e2nsito de S\u00e3o Francisco torna-se tamb\u00e9m um apelo prof\u00e9tico para a nossa sociedade excludente e geradora de uma morte, que nada tem de irm\u00e3 e nem tampouco \u00e9 querida e desejada por Deus. Trata-se daquela morte gerada pela nega\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de dignidade para os mais pobres.<\/p>\n<p>Daquela morte que \u00e9 fruto do desvio de verbas p\u00fablicas e do enriquecimento il\u00edcito de tantos. Trata-se daquela morte prematura dos jovens negros e perif\u00e9ricos de nossas grandes cidades. Trata-se daquela morte incitada pelo preconceito, pela exclus\u00e3o e pelo \u00f3dio \u00e0quilo que \u00e9 diferente. Uma morte gerada pela n\u00e3o aceita\u00e7\u00e3o das nossas diversidades de credo, g\u00eanero, sexo, ra\u00e7a, cor e condi\u00e7\u00e3o social. Trata-se daquela morte gerada pela viol\u00eancia dom\u00e9stica. Daquela morte gerada pelo nosso modo de vida consumista e acumulativo. Daquela morte gerada pela ind\u00fastria b\u00e9lica, pelo tr\u00e1fico de drogas, pela explora\u00e7\u00e3o sexual e pelo trabalho escravo. Trata-se daquela morte gerada pelo desemprego, que assola mais de 13 milh\u00f5es de brasileiros. Trata-se, infelizmente, daquela morte incitada e justificada, inclusive, em nome da f\u00e9 e de Deus. Daquela morte incitada por pessoas que trazendo a b\u00edblia debaixo do bra\u00e7o fazem da palavra de Deus uma arma para julgar, condenar e desqualificar quem pensa, sente, ama, se relaciona e reza diferente.<\/p>\n<p>Diante dessas tantas mortes, queremos, como Franciscanos, dizer que a morte \u00e9 bem-vinda e \u00e9 irm\u00e3 somente quando ela \u00e9 constru\u00edda por uma vida de justi\u00e7a e dignidade. Diante dessas tantas culturas e situa\u00e7\u00f5es de morte, temos o dever de apresentar ao mundo a figura de Francisco de Assis, que celebrou a sua morte porque foi um grande promotor da vida. Ao olharmos a maneira como ele relacionou-se com as pessoas, com a natureza, com os mais pobres, com as minorias, com os indefesos e fr\u00e1geis, iremos entender exatamente porque ele p\u00f4de acolher a morte de maneira t\u00e3o leve e feliz.<\/p>\n<p>Francisco nos ensina que s\u00f3 pode morrer bem quem vive bem. S\u00f3 pode morrer tranquilo e pacificamente quem soube fazer da sua vida tamb\u00e9m uma promo\u00e7\u00e3o da paz. S\u00f3 pode acolher a morte como irm\u00e3 quem se fez irm\u00e3o de toda a criatura. Em um mundo marcado por preconceitos, xenofobia, \u00f3dios e divis\u00f5es, Francisco nos ensina que para acolher a morte como irm\u00e3 \u00e9 necess\u00e1rio, antes de tudo, ser irm\u00e3o de toda a criatura.<\/p>\n<p>Portanto, celebrar a morte alegre e feliz de Francisco significa fazer mem\u00f3ria de uma vida de penit\u00eancia e convers\u00e3o. De uma vida que n\u00e3o cedeu aos apelos da apropria\u00e7\u00e3o, do poder, do dom\u00ednio, do ac\u00famulo, da corrup\u00e7\u00e3o, da mentira, da exclus\u00e3o, do legalismo, da falsa moralidade e da sedu\u00e7\u00e3o das coisas mundanas.<\/p>\n<p>Que nessa noite fa\u00e7amos da celebra\u00e7\u00e3o da morte desse grandioso sol de Assis tamb\u00e9m um apelo \u00e0 nossa pr\u00f3pria convers\u00e3o e uma releitura cr\u00edtica da nossa pr\u00f3pria vida. Que aprendamos com S\u00e3o Francisco que a vida e a morte s\u00e3o uma op\u00e7\u00e3o, uma escolha de um caminho. Que assim como ele optou em viver a sua vida dentro do caminho das bem-aventuran\u00e7as e, consequentemente, encontrou-se com a morte com alegria e desprendimento, que n\u00f3s tamb\u00e9m possamos viver a nossa vida de acordo com a proposta de Jesus, fazendo op\u00e7\u00f5es realmente evang\u00e9licas e em favor dos \u00faltimos, de modo que ao chegarmos ao termo de nossa exist\u00eancia tamb\u00e9m possamos acolher a morte n\u00e3o como inimiga, mas como irm\u00e3 e como porta de acesso \u00e0 vida.<\/p>\n<p>Que como S\u00e3o Francisco, possamos um dia dizer: louvado sejas meus Senhor pela nossa irm\u00e3, a morte corporal. Paz e bem!<\/p>\n<p><strong>\u00a0<em>Frei Diego Atalino de Melo<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Artigo de Frei Diego Melo<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":184820,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[187],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.4 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Quando a morte fala da vida - Vida Crist\u00e3 - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/quando-a-morte-fala-da-vida\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Quando a morte fala da vida - Vida Crist\u00e3 - Franciscanos\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Artigo de Frei Diego Melo\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/vidacrista\/quando-a-morte-fala-da-vida\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Vida Crist\u00e3 - 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