{"id":6642,"date":"2011-11-23T16:34:46","date_gmt":"2011-11-23T16:34:46","guid":{"rendered":"http:\/\/new.franciscanos.org.br\/?p=6642"},"modified":"2018-11-12T10:53:24","modified_gmt":"2018-11-12T12:53:24","slug":"chagas-de-sao-francisco-de-assis-homilia-do-ministro-geral","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/chagas-de-sao-francisco-de-assis-homilia-do-ministro-geral\/","title":{"rendered":"Chagas de S\u00e3o Francisco de Assis: Homilia do Ministro Geral"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ga 6, 14-18; Lc 9, 23-26<\/strong><br \/>\n<strong>Fr. Jos\u00e9 Rodr\u00edguez Carballo, ofm \u2013 Ministro geral OFM<\/strong><\/p>\n<p>Monte Alverne, 17 de setembro de 2010<\/p>\n<p>H\u00e1 poucos dias celebramos a festa da exalta\u00e7\u00e3o da santa Cruz. Hoje, em todo o mundo franciscano e particularmente nesta santa montanha do Alverne, santificada pela presen\u00e7a do Senhor em forma de serafim e pela presen\u00e7a de Francisco, o estigmatizado do Alverne, celebramos o mist\u00e9rio da Cruz que se fez vis\u00edvel na carne do Poverello, realizando-se em seu corpo, de forma vis\u00edvel, aquilo que disse o Ap\u00f3stolo: \u201cde agora em diante ningu\u00e9m me moleste, pois carrego em meu corpo as marcas do Senhor Jesus\u201d(Ga 6,17). Paulo carregava em seu corpo as cicatrizes das tribula\u00e7\u00f5es suportadas por Cristo (cf. 2Cor 6,4-5; 11,23ss), Francisco leva em suas m\u00e3os, p\u00e9s e no lado, os estigmas da Paix\u00e3o de Cristo.<\/p>\n<p>As biografias do santo nos narram como aconteceu o prod\u00edgio singular dos Estigmas. Perto da festa da Santa Cruz, dois anos antes de sua morte, o ser\u00e1fico pai subiu a esta montanha, para iniciar a quaresma que costumava praticar em honra do Arcanjo S\u00e3o Miguel. Desejando ardentemente conhecer a vontade de Deus, para configurar-se todo a Cristo, abriu por tr\u00eas vezes o livro dos Evangelhos em nome da santa Trindade, e encontrando sempre a narra\u00e7\u00e3o da Paix\u00e3o do Senhor, orava insistentemente para sentir em seu corpo as dores do Crucificado. Teve, ent\u00e3o, uma vis\u00e3o da qual sentiu muito gozo e uma profunda dor ao mesmo tempo: era o Senhor em forma de serafim crucificado que lhe manifestava que seria transformado totalmente na imagem de Cristo crucificado. Terminada a vis\u00e3o apareceram na carne deste amigo de Cristo os sinais da Paix\u00e3o do Senhor: os cravos que traspassaram suas m\u00e3os e seus p\u00e9s, e uma chaga em seu lado (cf. LM XIII, 1ss).<\/p>\n<p>Nesta mem\u00f3ria lit\u00fargica dos Estigmas de s\u00e3o Francisco, procuremos acentuar alguns aspectos importantes que nos oferecem este evento prodigioso, partindo da narra\u00e7\u00e3o que nos oferece s\u00e3o Boaventura. O Doutor Ser\u00e1fico introduz a narra\u00e7\u00e3o da impress\u00e3o das chagas com estas palavras: \u00abFrancisco havia aprendido a distribuir t\u00e3o prudentemente o tempo a sua disposi\u00e7\u00e3o: parte dele o empregava em fadigas apost\u00f3licas em favor do pr\u00f3ximo, parte o dedicava \u00e0s tranq\u00fcilas eleva\u00e7\u00f5es da contempla\u00e7\u00e3o. E, por isso, depois de haver se empenhado em procurar a salva\u00e7\u00e3o dos demais, segundo o exigiam as circunst\u00e2ncias dos lugares e tempos, abandonando o ru\u00eddo das multid\u00f5es, se dirigia ao mais rec\u00f4ndito da solid\u00e3o\u00bb (LM XIII, 1).<\/p>\n<p>Francisco nos ensina que n\u00e3o podemos ser todo para os demais se n\u00e3o se \u00e9 todo para o Senhor. E n\u00e3o se pode ser todo para o Senhor, quem n\u00e3o se encontra constantemente consigo mesmo. O Poverello nos ensina a necessidade de buscar para a nossa exist\u00eancia, um \u201cprojeto de vida ecol\u00f3gico\u201d, como dir\u00edamos hoje, onde o compromisso a favor dos demais seja acompanhado de \u201cvacare Deo\u201d, como diziam os antigos, ou seja, dedicar tempo para Deus, e dedicar tempo para n\u00f3s mesmos. Francisco, verdadeiro \u201cmendicante de sentido\u201d, estava sempre a procura do homem e sempre a procura de Deus e de sua vontade, como observa S\u00e3o Boaventura, buscava incessantemente encontrar-se consigo mesmo e\u00a0 por isso buscava e amava a solid\u00e3o.<\/p>\n<p>O homem \u00e9 certamente um \u201cser social\u201d, criado \u201cpara a rela\u00e7\u00e3o\u201d, por\u00e9m, a experi\u00eancia demonstra, que s\u00f3 quem pode viver sozinho tamb\u00e9m sabe viver plenamente as rela\u00e7\u00f5es. S\u00f3 quem n\u00e3o teme descer na pr\u00f3pria interioridade sabe afrontar o encontro com a alteridade, com Deus e com os demais. Ao inv\u00e9s, a incapacidade de interioriza\u00e7\u00e3o, de habitar a pr\u00f3pria vida interior, se converte tamb\u00e9m em incapacidade de criar e de viver rela\u00e7\u00f5es s\u00f3lidas, profundas e duradouras com Deus e com os demais.\u00a0 Claro que nem toda solid\u00e3o \u00e9 positiva: existem formas de fugas, que s\u00e3o patol\u00f3gicas, como o isolamento e o medo de relacionar-se com os outros. Por\u00e9m entre estas patologias e o ativismo desmedido, a solid\u00e3o \u00e9 equil\u00edbrio e harmonia, for\u00e7a e firmeza. Quem assume a solid\u00e3o como fez Francisco, \u00e9 quem mostra o valor de enfrentar-se consigo mesmo, de reconhecer e aceitar como tarefa pr\u00f3pria o ser \u201cele pr\u00f3prio\u201d. Por outro lado, se algu\u00e9m, como Francisco, tem como objetivo buscar a vontade de Deus (cf. LM XIII, 1), n\u00e3o pode a encontrar refugiando-se no \u201cgrupo\u201d, no anonimato da multid\u00e3o e nem mesmo fechando-se em si mesmo. Oxal\u00e1 n\u00e3o seja a solid\u00e3o um dos maiores sinais do amor: para conosco mesmos, para com Deus e para com os outros.<\/p>\n<p>A solid\u00e3o \u00e9 lugar de unifica\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o e da comunh\u00e3o com Deus e com os demais. Quando a solid\u00e3o nos leva a encontrar-nos conosco mesmos, ent\u00e3o \u00e9 purifica\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es, e, para n\u00f3s, crist\u00e3os, \u00e9 tamb\u00e9m um lugar de comunh\u00e3o com o Senhor.\u00a0 Ao comentar o texto de Jo\u00e3o 5,13, onde se diz que o homem que foi curado n\u00e3o sabia quem o havia curado, j\u00e1 que Jesus havia desaparecido entre a multid\u00e3o, Santo Agostinho escreve: \u201c\u00c9 dif\u00edcil ver a Jesus em meio da multid\u00e3o; necessitamos da solid\u00e3o. Na solid\u00e3o, com efeito, se a alma observa bem, Deus se deixa ver. A multid\u00e3o \u00e9 ruidosa, para ver a Deus necessitamos do sil\u00eancio\u201d. Por outro lado, a solid\u00e3o \u00e9 o crisol do amor: as grandes rela\u00e7\u00f5es humanas e espirituais n\u00e3o podem deixar de cruzar a solid\u00e3o.\u00a0 Certamente, o crist\u00e3o, como Jesus, deve preencher a solid\u00e3o com a ora\u00e7\u00e3o, com a luta espiritual, com o discernimento da vontade de Deus, com a busca de seu rosto. Francisco em tudo isto se nos apresenta como um verdadeiro mestre, tendo sido um verdadeiro disc\u00edpulo de Cristo.<\/p>\n<p>Na verdade, o Cristo, em quem dizemos que cremos e que dizemos amar, o encontramos constantemente em lugares afastados para orar, buscando a solid\u00e3o para viver a intimidade com o Abba e para discernir sua vontade. Aquele que viveu na cruz a plenitude da intimidade com Deus, conhecendo o abandono de Deus, recorda ao crist\u00e3o que a solid\u00e3o \u00e9 mist\u00e9rio de comunh\u00e3o e nos ensina que a m\u00e1xima solid\u00e3o manifestada na cruz \u00e9 mist\u00e9rio de amor, a maior manifesta\u00e7\u00e3o do amor do Pai para conosco. \u201cTanto Deus amou o mundo que deu o seu Filho \u00fanico\u201d (Jo 3,16); a maior manifesta\u00e7\u00e3o de amor de Jesus pela humanidade: \u201cnos amou e se entregou por n\u00f3s\u201d (Ef 5,2).<\/p>\n<p>\u00abSe algu\u00e9m quiser vir ap\u00f3s mim, negue-se a si mesmo, tome sua cruz cada dia, e siga-me\u201d (Lc 9,23), escutamos no Evangelho de hoje. Encontramos nestas palavras um comp\u00eandio da vida crist\u00e3, o espelho da Palavra com que o disc\u00edpulo deve conformar o seu pr\u00f3prio rosto. Como crist\u00e3os, nossa vida deve levar impressas as caracter\u00edsticas de Jesus, o Filho crucificado por amor. Olhando \u00abao que traspassaram\u00bb (Jn 19,37), a cruz se converteu num selo de perten\u00e7a a Deus em Jesus (cf. Ap 7,2ss; Ez 9,4). Levar a cruz cada dia \u00e9 assumir nossos males, \u00e9 morrer cotidianamente por Cristo, vivendo para ele, at\u00e9 poder dizer: \u00abEstou crucificado com Cristo: vivo, e n\u00e3o sou mais eu que vivo, \u00e9 Cristo que vive em mim\u201d (Ga 2,20). Tomar a cruz significa sentir-se crucificado com Cristo, ser part\u00edcipes da Paix\u00e3o do Senhor Jesus, sentir que somos dele e que j\u00e1 n\u00e3o nos pertencemos mais a n\u00f3s mesmos. Disse Bento XVI: Para levar a pleno comprimento a obra da salva\u00e7\u00e3o, o Redentor continua a associar a si e \u00e0 sua miss\u00e3o homens e mulheres dispostos a tomar a cruz e segui-Lo. Como para Cristo, assim tamb\u00e9m para os crist\u00e3os levar a cruz n\u00e3o \u00e9 opcional, mas \u00e9 uma miss\u00e3o que deve abra\u00e7ar com amor. Em nosso mundo atual, onde parecem dominar as for\u00e7as que dividem e destroem, Cristo continua oferecendo a todos, seu claro convite: \u201cquem quiser ser meu disc\u00edpulo, renegue ao pr\u00f3prio ego\u00edsmo e carregue comigo a cruz\u201d. Pe\u00e7amos a intercess\u00e3o do Estigmatizado do Alverne, para que o Senhor nos conceda seguir com decis\u00e3o atr\u00e1s dEle, conformar-nos \u00e0 Paix\u00e3o de Cristo e ser part\u00edcipes de sua Ressurrei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Documentos da Ordem<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":160384,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[39],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v21.0 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Chagas de S\u00e3o Francisco de Assis: Homilia do Ministro Geral - Quem Somos - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/chagas-de-sao-francisco-de-assis-homilia-do-ministro-geral\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Chagas de S\u00e3o Francisco de Assis: Homilia do Ministro Geral - 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