{"id":18686,"date":"2012-06-04T09:23:36","date_gmt":"2012-06-04T12:23:36","guid":{"rendered":"http:\/\/new.franciscanos.org.br\/?p=18686"},"modified":"2012-06-04T09:23:36","modified_gmt":"2012-06-04T12:23:36","slug":"o-papa-e-o-monte-alverne","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/o-papa-e-o-monte-alverne\/","title":{"rendered":"O Papa e o Monte Alverne"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/2447_040612.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-18688\" title=\"2447_040612\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/2447_040612.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"222\" \/><\/a>O mau tempo que atingiu, no domingo dia\u00a013, a regi\u00e3o da Toscana obrigou o Papa Bento XVI a cancelar a visita programada ao Santu\u00e1rio franciscano de La Verna. No entanto, o discurso que teria proferido aos Frades Menores, \u00e0s Irm\u00e3s\u00a0Clarissas da Toscana e \u00e0s religiosas residentes em \u201cChiusi della Verna\u201d foi publicado e autorizado a ser difundido pela Sala de Imprensa da Santa S\u00e9.<\/p>\n<p align=\"center\"><em>Queridos Frades Menores<\/em><em><br \/>\n<em>Estimadas filhas da Santa Madre Clara<\/em><br \/>\n<em>Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s<\/em><br \/>\n<em>O Senhor vos conceda a paz!<\/em><\/em><\/p>\n<p><em>Contemplar a Cruz de Cristo<\/em>! Subimos como peregrinos ao Sasso Spicco de La Verna onde \u00abdois anos antes da sua morte\u00bb (Celano,\u00a0<em>Primeira Vida,<\/em>\u00a0III, 94: FF, 484) S\u00e3o Francisco teve impressas no seu corpo as chagas da paix\u00e3o gloriosa de Cristo. O seu caminho de disc\u00edpulo levou-o a uma uni\u00e3o t\u00e3o profunda com o Senhor que partilhou tamb\u00e9m os sinais exteriores do supremo ato de amor da Cruz. Um caminho iniciado em S\u00e3o Dami\u00e3o diante do Crucifixo contemplado com a mente e o cora\u00e7\u00e3o. A medita\u00e7\u00e3o cont\u00ednua da Cruz, neste lugar sagrado, foi caminho de santifica\u00e7\u00e3o para tantos crist\u00e3os que, ao longo de oito s\u00e9culos, aqui se ajoelharam para rezar no sil\u00eancio e no recolhimento.<\/p>\n<p>A Cruz gloriosa resume os sofrimentos do mundo, mas \u00e9 sobretudo sinal tang\u00edvel do amor, medida da bondade de Deus em rela\u00e7\u00e3o ao homem. Neste lugar tamb\u00e9m n\u00f3s somos chamados a recuperar a dimens\u00e3o sobrenatural da vida, a dirigir o olhar para al\u00e9m do que \u00e9 contingente, para voltar a confiar-nos completamente ao Senhor, com o cora\u00e7\u00e3o livre e em j\u00fabilo perfeito, contemplando o Crucificado para que nos atinja com o seu amor.<\/p>\n<p>Alt\u00edssimo, onipotente, bom Senhor, vossos s\u00e3o o louvor, a gl\u00f3ria e a honra\u00a0<em>et omne benedictione\u00bb<\/em>(<em>C\u00e2ntico do Irm\u00e3o Sol<\/em>: FF 263). S\u00f3 deixando-se iluminar pela luz do amor de Deus, o homem e a natureza inteira podem ser resgatados, a beleza pode finalmente reflectir o esplendor do rosto de Cristo, como a lua reflecte o sol. Jorrando da Cruz gloriosa, o Sangue do Crucificado volta a vivificar os ossos \u00e1ridos do Ad\u00e3o que est\u00e1 em n\u00f3s, para que cada um encontre a alegria de se encaminhar rumo \u00e0 santidade, de subir ao alto, rumo a Deus. Deste lugar aben\u00e7oado, uno-me \u00e0 ora\u00e7\u00e3o de todos os franciscanos e franciscanas da terra: \u00abN\u00f3s vos adoramos \u00f3 Cristo e vos bendizemos aqui e em todas as igrejas que est\u00e3o no mundo, porque com a vossa santa cruz remistes o mundo\u00bb.<\/p>\n<p><em>Arrebatados pelo amor de Cristo<\/em>! N\u00e3o se vem a La Verna sem se deixar guiar pela ora\u00e7\u00e3o de s\u00e3o Francisco do\u00a0<em>absorbeat<\/em>, que reza: \u00abN\u00f3s vos imploramos, \u00f3 Senhor, a fervorosa e doce for\u00e7a do teu amor arrebate a minha mente de todas as coisas que est\u00e3o debaixo do c\u00e9u, para que eu morra por amor do meu amor\u00bb (<em>Ora\u00e7\u00e3o \u00ababsorbeat\u00bb<\/em>, 1: FF 277). A contempla\u00e7\u00e3o do Crucificado \u00e9 obra da mente, mas n\u00e3o consegue libertar-se para o alto sem o apoio, sem a for\u00e7a do amor. Neste mesmo lugar, Frei Boaventura de Bagnoregio, insigne filho de S\u00e3o Francisco, projetou o seu\u00a0<em>Itinerarium mentis in Deum<\/em>\u00a0indicando-nos o caminho a ser percorrido para a meta na qual encontrar Deus. Este grande Doutor da Igreja comunica-nos a sua experi\u00eancia, convidando-nos \u00e0 ora\u00e7\u00e3o. Antes de tudo, a mente deve estar orientada para a Paix\u00e3o do Senhor, porque \u00e9 o sacrif\u00edcio da Cruz que elimina os nossos pecados, uma falta que s\u00f3 pode ser preenchida com o amor de Deus: \u00abExorto o leitor \u2014 escreve \u2014 antes de tudo ao gemido da ora\u00e7\u00e3o por Cristo crucificado, cujo sangue lava as manchas das nossas culpas\u00bb (<em>Itinerarium mentis in Deum,<\/em>\u00a0Pref. 4). Mas para que seja eficaz, a nossa ora\u00e7\u00e3o precisa de l\u00e1grimas, ou seja, do envolvimento interior, do nosso amor que responda ao amor de Deus. E depois \u00e9 necess\u00e1ria aquela\u00a0<em>admiratio<\/em>, que s\u00e3o Boaventura v\u00ea nos humildes do Evangelho, capazes de admira\u00e7\u00e3o diante da obra salv\u00edfica de Cristo. E precisamente a humildade \u00e9 a porta de qualquer virtude. De fato, n\u00e3o \u00e9 com o orgulho intelectual da busca fechada em si mesma que \u00e9 poss\u00edvel alcan\u00e7ar Deus, mas com a humildade, segundo uma c\u00e9lebre express\u00e3o de S\u00e3o Boaventura: \u00abN\u00e3o pense [o homem] que \u00e9 suficiente a leitura sem a un\u00e7\u00e3o, a especula\u00e7\u00e3o sem a devo\u00e7\u00e3o, a busca sem a admira\u00e7\u00e3o, a considera\u00e7\u00e3o sem a exulta\u00e7\u00e3o, a obra sem a piedade, a ci\u00eancia sem a caridade, a intelig\u00eancia sem a humildade, o estudo sem a gra\u00e7a divina, o espelho sem a sabedoria divinamente inspirada\u00bb (<em>Ibidem<\/em>).<\/p>\n<p>A contempla\u00e7\u00e3o do Crucificado tem uma efic\u00e1cia extraordin\u00e1ria, porque nos faz passar da ordem das coisas pensadas, \u00e0 experi\u00eancia vivida; da salva\u00e7\u00e3o esperada, \u00e0 pr\u00e1tica bem-aventurada. S\u00e3o Boaventura afirma: \u00abAquele que olha atentamente [para o Crucificado]&#8230; realiza com ele a p\u00e1scoa, ou seja, a passagem\u00bb (<em>Ibid.,<\/em>\u00a0VII, 2). \u00c9 este o centro da experi\u00eancia de La Verna, da experi\u00eancia que aqui fez o Pobrezinho de Assis. Neste Monte Sagrado, S\u00e3o Francisco vive em si mesmo a unidade profunda entre\u00a0<em>sequela, imitatio e conformatio Christi.<\/em>\u00a0E assim diz tamb\u00e9m a n\u00f3s que n\u00e3o \u00e9 suficiente declarar-nos crist\u00e3os para sermos crist\u00e3os, nem sequer procurarmos fazer obras boas. \u00c9 necess\u00e1rio conformar-se com Jesus, com um lento, progressivo compromisso de transforma\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio ser, \u00e0 imagem do Senhor, para que, por gra\u00e7a divina, cada membro do Corpo d\u2019Ele, que \u00e9 a Igreja, mostre a semelhan\u00e7a necess\u00e1ria com a Cabe\u00e7a, Cristo Senhor. E tamb\u00e9m neste caminho se come\u00e7a \u2014 como nos ensinam os mestres medievais no seguimento do grande Agostinho \u2014 a partir do conhecimento de si mesmos, da humildade de olhar com sinceridade para o pr\u00f3prio \u00edntimo.<\/p>\n<p><em>Levar o amor de Cristo<\/em>! Quantos peregrinos subiram e sobem a este Monte Sagrado para contemplar o Amor de Deus crucificado e para se deixar arrebatar por Ele. Quantos peregrinos subiram em busca de Deus, que \u00e9 a verdadeira raz\u00e3o pela qual a Igreja existe: servir de ponte entre Deus e o homem. E aqui encontramos tamb\u00e9m a v\u00f3s, filhos e filhas de S\u00e3o Francisco. Recorda-vos sempre de que a vida consagrada tem a tarefa espec\u00edfica de testemunhar, com a palavra e com o exemplo de uma vida segundo os conselhos evang\u00e9licos, a hist\u00f3ria fascinante de amor entre Deus e a humanidade, que atravessa a hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>A Idade M\u00e9dia franciscana deixou uma marca indel\u00e9vel nesta vossa Igreja de Arezzo. As repetidas travessias do Pobrezinho de Assis e o seu prolongar-se no vosso territ\u00f3rio s\u00e3o um tesouro precioso. A vicissitude de La Verna foi \u00fanica e fundamental, devido \u00e0 singularidade dos estigmas impressos no corpo do ser\u00e1fico Pai Francisco, mas tamb\u00e9m \u00e0 hist\u00f3ria coletiva dos seus frades e do vosso povo, que ainda redescobre, junto do Sasso Spicco, a centralidade de Cristo na vida do crente. Montauto de Anghiari, Le Celle de Cortona e as Ermidas de Montecasale e de Cerbaiolo, mas tamb\u00e9m outros lugares menores do franciscanismo na Toscana, continuam a marcar a identidade das Comunidades de Arezzo, Cortona e Sansepolcro. Tantas luzes iluminaram estas terras, como santa Margarida de Cortona, figura pouco conhecida de penitente franciscana, capaz de reviver em si mesma com extraordin\u00e1ria vivacidade o carisma do Pobrezinho de Assis, unindo a contempla\u00e7\u00e3o do Crucificado com a caridade pelos \u00faltimos. O amor a Deus e ao pr\u00f3ximo continua a animar a obra preciosa dos franciscanos na vossa Comunidade eclesial. A profiss\u00e3o dos conselhos evang\u00e9licos \u00e9 uma via-mestra para viver a caridade de Cristo. Neste lugar aben\u00e7oado, pe\u00e7o ao Senhor que continue a enviar oper\u00e1rios para a sua vinha e, sobretudo aos jovens, dirijo o urgente convite, para que todo aquele que \u00e9 chamado por Deus responda com generosidade e tenha a coragem de se entregar \u00e0 vida consagrada e ao sacerd\u00f3cio ministerial.<\/p>\n<p>Fiz-me peregrino a La Verna, como Sucessor de Pedro, e gostaria que cada um de n\u00f3s voltasse a ouvir a pergunta de Jesus a Pedro: \u00abSim\u00e3o, filho de Jo\u00e3o, tu amas-Me mais do que estes?&#8230; Apascenta os Meus cordeiros\u00bb (<em>Jo\u00a0<\/em>21, 15). \u00c9 o amor a Cristo que est\u00e1 na base da vida do Pastor, assim como da do consagrado; um amor que n\u00e3o receia o compromisso nem a fadiga. Levai este amor ao homem do nosso tempo, muitas vezes fechado no seu individualismo; sede sinal da miseric\u00f3rdia imensa de Deus. A piedade sacerdotal ensina aos sacerdotes a viver aquilo que se celebra, repartir a pr\u00f3pria vida com quem encontramos: na partilha do sofrimento, na aten\u00e7\u00e3o aos problemas, no acompanhamento do caminho de f\u00e9.<\/p>\n<p>Agrade\u00e7o ao Ministro-Geral Jos\u00e9 Carballo as suas gentis palavras, a toda a Fam\u00edlia Franciscana e a todos v\u00f3s. Perseverai, como o vosso Santo Padre, na imita\u00e7\u00e3o de Cristo, para que todos os que se encontrarem convosco encontrem S\u00e3o Francisco e encontrando S\u00e3o Francisco, encontrem o Senhor.<\/p>\n<p>Papa Bento XVI<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\"><strong>MONTE ALVERNE<\/strong><strong><br \/>\n<strong>Domingo, 13 de maio de 2012<\/strong><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Documentos Franciscanos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":18687,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[39],"tags":[51],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v21.0 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>O Papa e o Monte Alverne - Quem Somos - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/o-papa-e-o-monte-alverne\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O Papa e o Monte Alverne - 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