{"id":161817,"date":"2025-01-29T13:40:44","date_gmt":"2025-01-29T16:40:44","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/?p=161817"},"modified":"2025-01-29T13:42:05","modified_gmt":"2025-01-29T16:42:05","slug":"carta-do-ministro-geral-aos-ministros-e-custodios-da-formacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/carta-do-ministro-geral-aos-ministros-e-custodios-da-formacao\/","title":{"rendered":"Carta do Ministro geral aos Ministros e Cust\u00f3dios da Forma\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-161819 size-full\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/MATERIA.jpg\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"720\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/MATERIA.jpg 1280w, https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/MATERIA-450x253.jpg 450w, https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/MATERIA-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/MATERIA-768x432.jpg 768w, https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/MATERIA-150x84.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><\/p>\n<p>O Ministro Geral, Frei Massimo Fusarelli, ap\u00f3s mais de tr\u00eas anos de visitas a diversas Entidades da Ordem e depois de ter encontrado muitos frades em forma\u00e7\u00e3o permanente e inicial, bem como numerosos candidatos, e ap\u00f3s consulta ao Definit\u00f3rio Geral e em colabora\u00e7\u00e3o com a Secretaria Geral da Forma\u00e7\u00e3o e dos Estudos, decidiu dirigir-se a todos os Ministros e Guardi\u00e3es de nossa Ordem com uma carta sobre a forma\u00e7\u00e3o. Esta \u00e9 a primeira de uma s\u00e9rie de cartas que ser\u00e3o enviadas aos diversos grupos de frades respons\u00e1veis pela forma\u00e7\u00e3o permanente, pela pastoral vocacional e pela forma\u00e7\u00e3o inicial.<\/p>\n<p><em>Leia abaixo a carta traduzida para a L\u00edngua Portuguesa<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<p>A todos os Ministros e Cust\u00f3dios da Ordem dos Frades Menores<\/p>\n<p>Roma, 25 de janeiro de 2025.<\/p>\n<p><strong>Carta aos Ministros e Cust\u00f3dios sobre a forma\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Estimado Ministro,<\/p>\n<p>Estimado Cust\u00f3dio,<\/p>\n<p><em>O Senhor te d\u00ea a paz!<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em>Gostaria de come\u00e7ar esta carta, no in\u00edcio do Ano do Jubileu 2025, com as palavras do Ap\u00f3stolo S\u00e3o Paulo com que o Santo Padre abre a bula de proclama\u00e7\u00e3o do Jubileu: <em>Spes non confundit<\/em>: \u201cA esperan\u00e7a n\u00e3o engana. Porque o amor de Deus foi derramado em nossos cora\u00e7\u00f5es pelo Esp\u00edrito Santo que nos foi dado\u201d (Rm 5,5). Eu pude experimentar os sinais deste amor de Deus durante as visitas a muitas Entidades da Ordem desde o \u00faltimo Cap\u00edtulo Geral. \u00c9 esse amor que se une \u00e0 vida e \u00e0 miss\u00e3o dos irm\u00e3os. \u00c9 esse amor que deve ser sempre reconhecido, apreciado e correspondido. \u00c9 esse amor que, nas palavras de Paulo, derrama-se em nossos cora\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s do Esp\u00edrito Santo. Este amor \u00e9 a fonte de nossa esperan\u00e7a. Nestes tr\u00eas anos, tamb\u00e9m foi poss\u00edvel ver o lado doloroso deste amor e as trevas que podem afogar a esperan\u00e7a.<\/p>\n<p>Baseados nestas raz\u00f5es, o Definit\u00f3rio geral e a Secretaria para a Forma\u00e7\u00e3o e os Estudos amadureceram a inten\u00e7\u00e3o de dirigir algumas breves linhas a todos os frades de nossa Ordem envolvidos na forma\u00e7\u00e3o. Com esta finalidade, nos anos 2025 e 2026, os dois \u00faltimos do grande centen\u00e1rio de S\u00e3o Francisco, enviaremos sete cartas aos respons\u00e1veis pela forma\u00e7\u00e3o. Esta primeira carta \u00e9 dirigida a voc\u00ea, estimado irm\u00e3o, assim como ao seu definit\u00f3rio ou conselho, como primeiro respons\u00e1vel pela forma\u00e7\u00e3o em sua Entidade (cf. CCGG art. 138).<\/p>\n<p><strong>\u00cdcone b\u00edblico<\/strong><\/p>\n<p><em>\u201cNo dia seguinte, Jo\u00e3o estava de novo com dois de seus disc\u00edpulos e, vendo Jesus passar, disse: \u2018Eis o Cordeiro de Deus!\u2019. Ouvindo essas palavras, os dois disc\u00edpulos seguiram Jesus. Voltando-se para eles e vendo que o estavam seguindo, Jesus perguntou: \u2018O que estais procurando?\u2019. Eles disseram: \u2018Rabi (que quer dizer: Mestre), onde moras?\u2019. Jesus respondeu: \u2018Vinde ver\u2019. Foram, pois, ver onde ele morava e, nesse dia, permaneceram com ele. Era por volta das quatro da tarde\u201d<\/em> (Jo 1,35-39).<\/p>\n<p>Nesta passagem do Evangelho de Jo\u00e3o encontramos alguns detalhes muito importantes. Em primeiro lugar, Jo\u00e3o Batista dirige seu olhar para Jesus. O olhar fixo no Mestre e Senhor \u00e9 requisito pr\u00e9vio para poder mostr\u00e1-Lo aos demais e lhes mostrar o caminho a seguir.<\/p>\n<p>Em primeiro lugar, cada um de n\u00f3s, como Ministro ou Cust\u00f3dio, \u00e9 chamado a manter sempre os olhos fixos no Senhor. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel responder bem a todas as exig\u00eancias da forma\u00e7\u00e3o permanente e inicial na pr\u00f3pria Entidade sem este olhar fixo. S\u00e3o Francisco nos mostra que podemos fixar nosso olhar em Deus Alt\u00edssimo se o pousarmos sobre os pequenos, sobre as pessoas em dificuldade, nas periferias, como o leproso, ou se o pousarmos sobre as criaturas que nos rodeiam. Deste modo, ao baixarmos o olhar, n\u00f3s o elevamos ao Senhor. Al\u00e9m disso, S\u00e3o Francisco nos mostra que podemos fixar nosso olhar no Senhor escutando sua palavra, experimentando sua proximidade e sensibilidade na Eucaristia.<\/p>\n<p>Como Ministro ou Cust\u00f3dio, voc\u00ea pode se ver em uma dupla posi\u00e7\u00e3o: encarnando Jo\u00e3o Batista, aquele que mostra o caminho para o Senhor e, ao mesmo tempo, os disc\u00edpulos que se colocam no caminho indicado. Para ser formador, cada pessoa \u00e9 chamada a se deixar formar. Voc\u00ea tamb\u00e9m \u00e9 convidado a permanecer na <em>sequela Christi<\/em> como os disc\u00edpulos. Se Ele lhe perguntar: \u201cO que deseja?\u201d, que sua resposta surja do desejo de estar onde o Senhor est\u00e1, de permanecer com Ele. N\u00e3o se esque\u00e7a do desejo de S\u00e3o Francisco de permanecer na solid\u00e3o e no sil\u00eancio, diante do Senhor. \u00c9 verdade que o Senhor lhe forma nos eventos da vida cotidiana, assim como Ele lhe forma por meio da medita\u00e7\u00e3o, da leitura orante de sua Palavra e da contempla\u00e7\u00e3o. As duas vertentes da forma\u00e7\u00e3o pessoal s\u00e3o insepar\u00e1veis.<\/p>\n<p>Por fim, dois disc\u00edpulos seguiram Jesus: dois e n\u00e3o um. Voc\u00ea sem d\u00favida se lembrar\u00e1 da alegria que S\u00e3o Francisco encontrou em seus irm\u00e3os, mesmo quando a vida fraterna era dif\u00edcil. Tenho certeza de que voc\u00ea tamb\u00e9m se lembra que Francisco sempre quis ter um Guardi\u00e3o para si. A forma\u00e7\u00e3o, no sentido franciscano, sempre acontece em fraternidade.<\/p>\n<p><strong>Responsabilidade pelos irm\u00e3os<\/strong><\/p>\n<p>A forma\u00e7\u00e3o permanente \u00e9 um caminho cont\u00ednuo, sobretudo para Ministros e Cust\u00f3dios. Al\u00e9m disso, \u201co Ministro Provincial\/Cust\u00f3dio \u00e9 o primeiro chamado a viver o itiner\u00e1rio formativo, conservando uma rela\u00e7\u00e3o constante e atenciosa com cada irm\u00e3o da Fraternidade provincial\/custodial, sobretudo visitando periodicamente as Fraternidades\u201d (cf. Chamados \u00e0 liberdade, n. 50). Portanto, \u00e9 justamente no exerc\u00edcio cotidiano do servi\u00e7o que o caminho formativo dos irm\u00e3os respons\u00e1veis \u200b\u200bpelos outros \u00e9 alimentado e animado. Por isso, voc\u00eas s\u00e3o chamados a n\u00e3o descuidar daquilo que pode lhes nutrir e motivar cada vez melhor diante dos desafios e das prova\u00e7\u00f5es do minist\u00e9rio, que se concentra sobretudo nas rela\u00e7\u00f5es com os irm\u00e3os e com os outros e no trabalho administrativo.<\/p>\n<p>Voc\u00eas sabem que s\u00e3o chamados a permanecer atentos aos sintomas de cansa\u00e7o, desmotiva\u00e7\u00e3o ou o constante abandono da ora\u00e7\u00e3o pessoal, bem como aos sinais de poss\u00edveis desconfortos emocionais e afetivos, dos quais ningu\u00e9m est\u00e1 isento por seu of\u00edcio.<\/p>\n<p>Uma prova para os Ministros e Cust\u00f3dios \u00e9 estar em contato, sobretudo, com problemas e desafios que exigem respostas imediatas, somado ao contato pessoal com as experi\u00eancias mais dif\u00edceis de n\u00e3o poucos irm\u00e3os. Tudo isso pode desgastar seriamente, talvez sem nos darmos conta, minando a energia para desempenhar com serenidade e compromisso o servi\u00e7o que nos foi confiado.<\/p>\n<p>Mesmo essas crises podem se tornar oportunidades para fazer uma pausa para reflex\u00e3o e retomar o caminho, sem medo e com o apoio de uma media\u00e7\u00e3o adequada, como acompanhamento pessoal, pausas para descanso, ora\u00e7\u00e3o e estudo, contato com outras pessoas, amigos, etc. Resumindo, reserve um tempo para &#8220;ficar com o Senhor Jesus&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Fraternidade formativa<\/strong><\/p>\n<p><strong>A forma\u00e7\u00e3o permanente<\/strong> abrange toda a vida dos irm\u00e3os e n\u00e3o se limita apenas a encontros peri\u00f3dicos, como cap\u00edtulos locais, encontros peri\u00f3dicos de forma\u00e7\u00e3o permanente ou forma\u00e7\u00e3o para diferentes grupos de irm\u00e3os. Cada circunst\u00e2ncia da nossa vida, segundo a nossa voca\u00e7\u00e3o de Frades Menores, \u00e9 uma oportunidade de forma\u00e7\u00e3o permanente, e isso desde j\u00e1 deve estar claro para os candidatos e irm\u00e3os em forma\u00e7\u00e3o inicial.<\/p>\n<p>Neste sentido, a fraternidade formativa tem uma import\u00e2ncia indispens\u00e1vel. \u201cA forma\u00e7\u00e3o deve desenvolver-se numa fraternidade concreta, cujo princ\u00edpio unificador \u00e9 o amor (cf. RB 6,8), e deve preparar os irm\u00e3os e os candidatos para enfrentar adequadamente os problemas concretos da vida fraterna\u201d (<em>RFF<\/em> 70, \u00a7 2).<\/p>\n<p>Contudo, quando falamos de fraternidade formativa, n\u00e3o podemos pensar apenas nas Fraternidades onde acontece a forma\u00e7\u00e3o inicial. Toda Fraternidade \u00e9 formativa. A fraternidade de uma Entidade \u00e9 formativa. Tenho certeza de que, como Ministro ou Cust\u00f3dio, voc\u00ea est\u00e1 plenamente ciente disso, tanto na teoria quanto pela experi\u00eancia.<\/p>\n<p>Aqui emerge mais uma vez a import\u00e2ncia da figura e do servi\u00e7o do Guardi\u00e3o. Pe\u00e7o que dediquem especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0 forma\u00e7\u00e3o dos Guardi\u00e3es, como primeiros agentes da forma\u00e7\u00e3o permanente. A este respeito, recordo o Manual dos Guardi\u00e3es de 2019, que menciona, entre outras coisas, a dimens\u00e3o fraterna (n. 5) e a dimens\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o ou anima\u00e7\u00e3o (n. 6). Os Guardi\u00e3es s\u00e3o vistos como seus primeiros colaboradores na \u00e1rea de forma\u00e7\u00e3o. De fato, as <em>Constitui\u00e7\u00f5es Gerais<\/em> enfatizam que: \u201cOs Ministros e os Guardi\u00e3es, em estreita uni\u00e3o com os irm\u00e3os a eles confiados, esfor\u00e7am-se por construir a fraternidade \u201ccomo fam\u00edlia em Cristo\u201d, na qual acima de tudo se busque e se ame a Deus. Sirvam de exemplo no exerc\u00edcio das virtudes e na observ\u00e2ncia das leis e tradi\u00e7\u00f5es da Ordem\u201d (CCGG art. 45, \u00a7 1). Seria bom propor novamente este texto a todos os Guardi\u00e3es e, especialmente, aos novos.<\/p>\n<p>No Manual dos Guardi\u00e3es lemos: \u201cFica claramente estabelecido que \u00e9 obriga\u00e7\u00e3o do Guardi\u00e3o \u2018fazer que a vida ordin\u00e1ria da fraternidade promova a a\u00e7\u00e3o formativa\u2019\u201d (CCGG art. 137, \u00a7 2): isto significa que a forma\u00e7\u00e3o permanente \u00e9 realizada na vida cotidiana e n\u00e3o por meio de iniciativas extraordin\u00e1rias. \u201cCuidar da qualidade da vida ordin\u00e1ria \u00e9 o verdadeiro trabalho da forma\u00e7\u00e3o permanente\u201d (Manual dos Guardi\u00e3es, n. 6.4). \u00c9 evidente que a qualidade da vida ordin\u00e1ria depende em grande parte dos compromissos ordin\u00e1rios confiados a cada fraternidade e a cada irm\u00e3o. E \u00e9 precisamente aqui que surge a responsabilidade do Ministro com seu Definit\u00f3rio ou do Cust\u00f3dio com seu Conselho. A realidade da Entidade deve favorecer a qualidade de vida e n\u00e3o obscurec\u00ea-la com demasiados compromissos. N\u00e3o podemos avan\u00e7ar movidos somente por urg\u00eancias imediatas. Por isso \u00e9 importante ter claro o projeto de vida e miss\u00e3o da Entidade.<\/p>\n<p>No que se refere <strong>\u00e0 Forma\u00e7\u00e3o Inicial<\/strong>, \u201ctodos os irm\u00e3os desta fraternidade formativa est\u00e3o voltados a acolher os formandos e a ajud\u00e1-los a crescer na sua voca\u00e7\u00e3o franciscana, embora nem todos sejam expressamente designados como formadores ou membros do <em>coetus formatorum<\/em>\u201d (<em>RFF<\/em> 125). Al\u00e9m disso, \u201ca fraternidade formativa \u00e9 uma s\u00f3, composta pelos formandos, pelos irm\u00e3os expressamente designados como formadores e por outros irm\u00e3os professos solenes que vivem juntos, fazendo da fraternidade o lugar privilegiado de convers\u00e3o cont\u00ednua, partilhando a vida comum e a m\u00fatua responsabilidade\u201d (<em>RFF<\/em> 128). Nos encontros sobre o desenvolvimento da forma\u00e7\u00e3o inicial que temos organizado nos \u00faltimos anos nas Confer\u00eancias ou na C\u00faria Geral, surgiu a impress\u00e3o de que a forma\u00e7\u00e3o inicial, em vez de ajudar no crescimento, por vezes corre o risco de \u201cinfantilizar\u201d os candidatos em certo sentido. Devemos sempre insistir na corresponsabilidade, como tamb\u00e9m defende a <em>Ratio Formationis Franciscanae<\/em>. Al\u00e9m disso, sempre sob sua responsabilidade e a de seu Definit\u00f3rio ou Conselho, a composi\u00e7\u00e3o das fraternidades de forma\u00e7\u00e3o inicial deve ser tal que favore\u00e7a um clima de colabora\u00e7\u00e3o fraterna e de corresponsabilidade. Voc\u00eas n\u00e3o podem escolher somente os formadores, sem prestar aten\u00e7\u00e3o em toda a fraternidade, para que esta seja capaz de caminhar unida e a servi\u00e7o da forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Se \u00e9 verdade que toda a Prov\u00edncia ou Cust\u00f3dia \u00e9 uma fraternidade formativa, tamb\u00e9m \u00e9 verdade que cada fraternidade \u00e9 composta por irm\u00e3os com responsabilidades diferentes: entre elas, e n\u00e3o menos importantes, est\u00e3o aquelas mais diretamente relacionadas com o processo formativo. Devemos, portanto, pensar sobretudo no Secret\u00e1rio para a Forma\u00e7\u00e3o e os Estudos, no Moderador para a Forma\u00e7\u00e3o Permanente, no Animador da Pastoral Vocacional, nos Mestres para as diversas etapas da forma\u00e7\u00e3o inicial, juntamente com o <em>coetus formarum<\/em>. Estes of\u00edcios ser\u00e3o um aux\u00edlio para voc\u00ea, que \u00e9 o primeiro formador da Entidade, mas \u00e9 evidente que se deve confiar plenamente nos irm\u00e3os chamados a exercer estes of\u00edcios. \u00c9 dever do Ministro ou Cust\u00f3dio promover a colabora\u00e7\u00e3o fraterna entre os formadores, por meio de reuni\u00f5es e discuss\u00f5es peri\u00f3dicas sobre o projeto e o programa formativo e sua implementa\u00e7\u00e3o. Isso tamb\u00e9m facilitar\u00e1 a necess\u00e1ria continuidade entre as etapas da forma\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, voc\u00ea \u00e9 respons\u00e1vel por promover a colabora\u00e7\u00e3o dos formadores com os respons\u00e1veis \u200b\u200bpela Miss\u00e3o e Evangeliza\u00e7\u00e3o e pela Justi\u00e7a, Paz e Integridade da Cria\u00e7\u00e3o. Os encontros entre os diversos Secret\u00e1rios e Animadores das Entidades que tivemos com as Confer\u00eancias nos \u00faltimos anos nos mostraram diferentes caminhos para uma colabora\u00e7\u00e3o poss\u00edvel e at\u00e9 necess\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>Vis\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Como bem sabem, os Estatutos Gerais preveem que as Confer\u00eancias e Entidades elaborem \u201ca sua pr\u00f3pria <em>Ratio Formationis<\/em>\u201d (EEGG art. 81, \u00a7 3). Sem eliminar esta obriga\u00e7\u00e3o, mais do que ter um texto escrito, \u00e9 importante discutir a n\u00edvel de Entidade a vis\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o cont\u00ednua e inicial. Para isso pode-se recorrer aos Cap\u00edtulos locais, ao Conselho plen\u00e1rio, ao Definit\u00f3rio ou ao Cap\u00edtulo da Entidade. Tamb\u00e9m podem ser formados diferentes comiss\u00f5es para refletir sobre a situa\u00e7\u00e3o atual e sobre uma nova vis\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o na Entidade.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos encontros da nossa Ordem a n\u00edvel internacional, pudemos perceber o desejo de repensar a atual <em>Ratio Formationis Franciscanae<\/em>. Um processo de reflex\u00e3o e discuss\u00e3o sobre a forma\u00e7\u00e3o a n\u00edvel de fraternidades e entidades locais poderia ajudar a repensar futuramente este documento fundamental para a forma\u00e7\u00e3o na nossa Ordem.<\/p>\n<p>No clima de colabora\u00e7\u00e3o entre as Entidades da Ordem e, particularmente em algumas regi\u00f5es, tendo em vista a diminui\u00e7\u00e3o do n\u00famero de voca\u00e7\u00f5es, est\u00e3o surgindo cada vez mais casas de forma\u00e7\u00e3o interprovinciais. \u00c9 bom que a forma\u00e7\u00e3o nessas fraternidades seja bem organizada e regida por um Estatuto particular, aprovado pelo Definit\u00f3rio geral, e por um programa de forma\u00e7\u00e3o acordado pelas Entidades interessadas, a fim de promover a continuidade entre as etapas formativas. Para isso, nesses casos, seria bom organizar encontros entre os formadores das Entidades individuais e os formadores das casas interprovinciais, onde pudessem compartilhar experi\u00eancias e aprender mais sobre o processo de forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Caro irm\u00e3o, sei que os compromissos e responsabilidades dos Ministros e Cust\u00f3dios s\u00e3o muitos e complexos, mas a forma\u00e7\u00e3o deve sempre ocupar o seu devido lugar. Com esta carta, e com aquelas que dirigiremos aos formadores nos pr\u00f3ximos dois anos, n\u00e3o quero acrescentar mais peso, mas desejo oferecer uma vis\u00e3o da realidade e das necessidades da forma\u00e7\u00e3o, para que n\u00e3o interrompamos o desenvolvimento cont\u00ednuo e respons\u00e1vel desta dimens\u00e3o.<\/p>\n<p>Juntamente com os irm\u00e3os do Definit\u00f3rio e do Secretariado geral para a Forma\u00e7\u00e3o e os Estudos, desejo-lhes o cont\u00ednuo aux\u00edlio de Nosso Senhor Jesus Cristo, de cujas pegadas voc\u00eas escolheram seguir. Que a intercess\u00e3o da Bem-Aventurada Virgem Maria, Esposa do Esp\u00edrito Santo e M\u00e3e e Rainha da nossa Ordem, e a b\u00ean\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Francisco os acompanhem.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/banca\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/I_Lettera_MG_Sulla_Formazione_ES.pdf\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Acesse o documento oficial em Espanhol<\/strong><\/span><\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>Fraternalmente,<\/p>\n<p>Ir. Massimo Fusarelli \u2013 Ministro geral<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ministro geral<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":161818,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[39],"tags":[78],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v21.0 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Carta do Ministro geral aos Ministros e Cust\u00f3dios da Forma\u00e7\u00e3o - Quem Somos - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/carta-do-ministro-geral-aos-ministros-e-custodios-da-formacao\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Carta do Ministro geral aos Ministros e Cust\u00f3dios da Forma\u00e7\u00e3o - 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