{"id":160475,"date":"2018-12-18T10:17:26","date_gmt":"2018-12-18T12:17:26","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/?p=160475"},"modified":"2018-12-18T10:17:26","modified_gmt":"2018-12-18T12:17:26","slug":"mensagem-do-ministro-geral-para-o-natal-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/mensagem-do-ministro-geral-para-o-natal-2018\/","title":{"rendered":"Mensagem do Ministro Geral para o Natal 2018"},"content":{"rendered":"<h2><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-160477\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/geral_181218.jpg\" alt=\"\" width=\"890\" height=\"922\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/geral_181218.jpg 890w, https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/geral_181218-434x450.jpg 434w, https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/geral_181218-768x796.jpg 768w, https:\/\/franciscanos.org.br\/quemsomos\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/geral_181218-150x155.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 890px) 100vw, 890px\" \/><br \/>\nO Natal de um Deus que bate \u00e0 nossa porta<\/h2>\n<p>Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s,<\/p>\n<p>O Senhor que nasceu no meio de n\u00f3s lhes d\u00ea a sua paz!<\/p>\n<p>Por causa do seu amor infinito Deus quis assumir a nossa natureza humana com todas as implica\u00e7\u00f5es desta escolha. Nasceu na maior humildade de uma mulher pobre e num lugar pobre, longe de sua casa, pois seus pais estavam em viagem para cumprir as exig\u00eancias administrativas impostas pelas autoridades civis daquele tempo. Ainda rec\u00e9m-nascido, j\u00e1 precisou enfrentar a condi\u00e7\u00e3o de refugiado no Egito: Mateus \u00e9 o \u00fanico evangelista que narra este acontecimento atrav\u00e9s da Teologia do \u00eaxodo (cf. Mt 2,13-15). O Egito, de fato, representava o lugar de ref\u00fagio para os perseguidos ou para aqueles que se encontravam em dificuldades, v\u00edtimas de carestias ou da fome. Exemplos dessas situa\u00e7\u00f5es s\u00e3o Jerobo\u00e3o (cf. 1Rs 11,40) e Urias (cf. Jr 26,21), como tamb\u00e9m a fam\u00edlia de Jac\u00f3, obrigada a abandonar a terra de Cana\u00e3 que sofria tremenda seca (cf. Gn 46,8ss).<\/p>\n<p>A Teologia do \u00eaxodo permeia a revela\u00e7\u00e3o de Jesus que se apresenta como Deus libertador, \u201caquele que \u00e9\u201d (cf. Jo 8,28). Em particular, o evangelista Jo\u00e3o nos oferece esta possibilidade hermen\u00eautica uma vez que plasma a Teologia do seu Evangelho baseando-se na revela\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio Deus a Mois\u00e9s (cf. Ex 3,14). O Deus que se fez carne no meio do seu povo, \u00e9 Aquele que continua escutando o grito dos seus filhos e filhas cuja vida \u00e9 amea\u00e7ada. Na Teologia do \u00eaxodo encontramos tradi\u00e7\u00f5es diversas que seguramente refletem acontecimentos concretos. Em cada um deles Deus est\u00e1 presente e \u00e9 protagonista da hist\u00f3ria. Ele escuta o grito do seu povo, desce para ver de perto o seu sofrimento e o faz sair do Egito, libertando-o da escravid\u00e3o (cf. Ex 20,2).<\/p>\n<p>Eis porque a experi\u00eancia do \u00eaxodo pode ser considerada como paradigma para as mais variadas situa\u00e7\u00f5es de tantos povos obrigados a fugir da pr\u00f3pria p\u00e1tria para escapar das amea\u00e7as \u00e0 pr\u00f3pria vida, da fome, da viol\u00eancia, das persegui\u00e7\u00f5es, das guerras e conflitos armados, ou ainda por outros motivos graves.<\/p>\n<p>Jesus, apresentado como \u201cnovo Mois\u00e9s\u201d (cf. Hb 3,1-6), \u00e9 l\u00edder do povo de Deus e novo legislador (cf. Mc 12,28-34; Mt 7,12; 22,34-40; Lc 10,25-28). Mateus tamb\u00e9m faz liga\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria do povo de Israel, na qual se revela a a\u00e7\u00e3o concreta de Deus, com a hist\u00f3ria do \u201cnovo povo de Israel\u201d, onde se manifesta a a\u00e7\u00e3o real e concreta de Jesus Cristo ressuscitado na Igreja e no mundo (cf. Mt 19,28; 28,20).<\/p>\n<p>Pela narra\u00e7\u00e3o de Lucas, Jesus nasce em Bel\u00e9m, em um momento hist\u00f3rico muito concreto, isto \u00e9, quando C\u00e9sar Augusto era imperador de Roma e Quirino governador da S\u00edria. Lucas diz que o Menino rec\u00e9m-nascido \u00e9 colocado \u201cnuma manjedoura, pois n\u00e3o havia lugar para eles na hospedaria\u201d (Lc 2,7). Os pastores que est\u00e3o por perto (cf. Lc 2,8-17) veem uma estrela que os leva at\u00e9 a Luz do mundo: uma estrela de esperan\u00e7a para os pobres, para os \u00faltimos, para os simples trabalhadores e para todos aqueles que est\u00e3o nas trevas.<\/p>\n<p>S\u00e3o Francisco tamb\u00e9m quis reviver a concretude do Natal recriando o ambiente frio, despojado de ber\u00e7o, de cadeiras e de portas, mas aquecido pela presen\u00e7a de um boi e de um asno perto da manjedoura. O Santo de Assis queria ver, tocar e contemplar o Deus que decidiu vir morar no meio dos seus filhos e filhas para oferecer a eles vida plena. E de Greccio ecoa o feliz e vibrante an\u00fancio: toda a humanidade pode viver de verdade, pode alegrar-se e festejar com os seus queridos e com toda a cria\u00e7\u00e3o. O nascimento de Jesus \u00e9 mist\u00e9rio de amor, de gra\u00e7a e de liberta\u00e7\u00e3o, que revelam toda for\u00e7a do agir de Deus no mundo.<\/p>\n<p>O Beato Jo\u00e3o Duns Scoto ensina atrav\u00e9s de sua reflex\u00e3o teol\u00f3gica que a raz\u00e3o da encarna\u00e7\u00e3o do Filho de Deus n\u00e3o pode ser simplesmente o pecado da humanidade. Pensar assim correria o risco de limitar a vontade do Criador, que consiste no desejo de amar os seus filhos e filhas e de entrar em comunh\u00e3o com eles (cf. <em>Reportata Parisiensia<\/em>, in III Sent.). Eis porque Jesus vem apresentado como \u201c<em>Summum Opus Dei<\/em>\u201d, a plena manifesta\u00e7\u00e3o do amor trinit\u00e1rio para com o ser humano. A a\u00e7\u00e3o de Jesus, de fato, revelou um amor divino incondicionado e aberto a todos, sinal da vontade salvadora universal de Deus.<\/p>\n<p>Apesar de tudo isso, o Salvador do mundo chegou no meio do seu povo, mas n\u00e3o foi acolhido, a n\u00e3o ser por Maria, Jos\u00e9, os pastores e os animais. O fato de ser obrigado a deixar a sua p\u00e1tria \u00e9 um primeiro ind\u00edcio de todas as adversidades que deveria enfrentar em seguida. A narra\u00e7\u00e3o de Mateus (cf. Mt 2,13-15) identifica os representantes do poder pol\u00edtico como os promotores das amea\u00e7as contra Jesus. Todos n\u00f3s sabemos, por\u00e9m, que o pol\u00edtico da vez \u00e9 apoiado por grupos de poder quando n\u00e3o por toda a sociedade. Tais amea\u00e7as a Jesus nos falam de indiferen\u00e7a, de medos infundados e de muitas formas de ego\u00edsmo que se traduzem numa necessidade de gerar inimigos a serem combatidos.<\/p>\n<p>Em nosso tempo, tantas crian\u00e7as s\u00e3o obrigadas a fugir de seus pa\u00edses onde s\u00e3o desrespeitados os seus sacrossantos direitos a una vida sadia, a uma fam\u00edlia reunida, a uma educa\u00e7\u00e3o de qualidade, a crescer em uma sociedade capaz de acolher, de oferecer e de exigir respeito, al\u00e9m de criar oportunidades para todos. Todas as crian\u00e7as deveriam nascer e crescer em sociedades capazes de viver o amor, a solidariedade, a corresponsabilidade, a justi\u00e7a e a paz. Para que isto seja poss\u00edvel \u00e9 necess\u00e1rio um olhar profundo cheio de humanidade. Todos n\u00f3s somos chamados a ver as pessoas como realmente s\u00e3o: \u201cimagem e semelhan\u00e7a\u201d de Deus que nos criou \u201cpor seu verdadeiro e santo amor\u201d (cf. RnB 23,1-3).<\/p>\n<p>Infelizmente, muitas sociedades no mundo de hoje n\u00e3o s\u00e3o capazes de ver assim. Ao contr\u00e1rio, aumenta sempre a indiferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o ao outro (cf. EG 54), disfar\u00e7ada de discursos vazios e totalmente privados de empenho real. A pr\u00f3pria<br \/>\nhumanidade que anseia pelo progresso acaba esquecendo-se do ser humano, ou na melhor hip\u00f3tese, coloca-o em segundo plano. A defesa absoluta e exclusiva dos pr\u00f3prios interesses e vantagens, seja por parte de grupos sociais, seja por parte de indiv\u00edduos, faz aumentar e crescer os conflitos e faz convergir a uma s\u00f3 conclus\u00e3o que podemos explicitar assim: \u201cEu sou do bem e o outro \u00e9 do mal; eu sou amigo e o outro \u00e9 inimigo; eu vivo o amor e o outro vive o \u00f3dio\u201d.<\/p>\n<p>De fato, muitos povos e na\u00e7\u00f5es se fecham em si mesmas e enclausuram-se nos pr\u00f3prios muros para protegerem-se de qualquer suposto inimigo. Esta atitude, praticada por causa de um senso de prote\u00e7\u00e3o, conduz ao isolamento e impede a promo\u00e7\u00e3o do desenvolvimento de cada membro, n\u00e3o proporcionando a todos possibilidades de usufruir das oportunidades de desenvolvimento e obstrui o caminho para assumir as pr\u00f3prias responsabilidades em rela\u00e7\u00e3o ao respeito m\u00fatuo (cf. EG 186-192). Por outro lado, poucos governantes e sociedades se recordam do que aconteceu no passado com os seus pr\u00f3prios conterr\u00e2neos, obrigados a migrar para fugir de situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia, fome, guerras e conflitos internos. A maioria, ao contr\u00e1rio, tende a fechar as fronteiras para n\u00e3o deixar passar as pessoas que est\u00e3o fugindo e migrando na esperan\u00e7a de encontrar uma nova possibilidade de viver, de matar a fome e assim poder recome\u00e7ar a viver com a necess\u00e1ria e devida dignidade.<\/p>\n<p>Infelizmente, com muita dor temos que escutar de nossos governantes, ou de seus representantes, discursos nos quais os migrantes e refugiados s\u00e3o considerados fonte de amea\u00e7as, ladr\u00f5es, marginais, inimigos ou terroristas; \u00e0s vezes, s\u00e3o at\u00e9 vergonhosamente comparados a animais. Est\u00e1 claro que isto pode fomentar o medo do outro e do diferente, e acender a p\u00f3lvora da raiva que depois se transforma em \u00f3dio, pois o outro vem incomodar-nos em nossa \u201czona de conforto\u201d. Na realidade, tudo isso \u00e9 sinal claro de que nos encontramos diante de uma sociedade \u201cem crise\u201d, como muitos pensadores contempor\u00e2neos defendem. O que me assusta, al\u00e9m da desumanidade destes comportamentos, \u00e9 o fato de que a maioria das pessoas fica em sil\u00eancio diante de tudo isso, tornando-se c\u00famplice; ou pior ainda, \u00e0s vezes alguns chegam a aplaudir os pr\u00f3prios governantes e a votar em tais representantes; e estes governantes tornam-se fontes de inspira\u00e7\u00e3o e exemplos para outros. Muitas vezes os meios de comunica\u00e7\u00e3o enfatizam tudo isso e quase sempre a verdade acaba sendo escondida, exatamente como muitos pol\u00edticos querem.<\/p>\n<p>Entre as graves incoer\u00eancias dos pa\u00edses tidos como desenvolvidos, que fecham as suas fronteiras aos migrantes e refugiados, est\u00e1 o sil\u00eancio ou a cumplicidade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ind\u00fastria armamentista. Mesmo sabendo que milh\u00f5es de pessoas, entre as quais numerosas crian\u00e7as, devem fugir por causa dos conflitos armados, continuam permitindo ou at\u00e9 favorecendo a produ\u00e7\u00e3o e a exporta\u00e7\u00e3o de armas.<\/p>\n<p>Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s, \u00e9 tempo de dar uma resposta humana, crist\u00e3 e franciscana \u00e0 situa\u00e7\u00e3o dos migrantes e refugiados de hoje. Talvez precisamos perguntarmo-nos se de fato sabemos o que significa viver anos e anos sem esperan\u00e7a em um campo de refugiados (como acontece no Qu\u00eania, no Sud\u00e3o do Sul e outros lugares) e o que significa esbarrar em um muro que impede o caminho, ou em uma cerca de arame eletrizada que denuncia a crueldade e a impiedade da exclus\u00e3o, da indiferen\u00e7a e da autorreferencialidade.<\/p>\n<p>N\u00e3o nos esque\u00e7amos do que o Papa Francisco disse durante a sua visita a Lampedusa: \u201cA globaliza\u00e7\u00e3o da indiferen\u00e7a torna-nos a todos \u00abinominados\u00bb, respons\u00e1veis sem nome nem rosto. \u00abAd\u00e3o, onde est\u00e1s?\u00bb e \u00abonde est\u00e1 o teu irm\u00e3o?\u00bb s\u00e3o as duas perguntas que Deus coloca no in\u00edcio da hist\u00f3ria da humanidade e dirige tamb\u00e9m a todos os homens do nosso tempo, incluindo n\u00f3s pr\u00f3prios. [&#8230;] Herodes semeou morte (cf. Mt 2,16) para defender o seu bem-estar, a sua pr\u00f3pria bola de sab\u00e3o. E isto continua a repetir-se&#8230; Pe\u00e7amos ao Senhor que apague tamb\u00e9m o que resta de Herodes no nosso cora\u00e7\u00e3o; pe\u00e7amos ao Senhor a gra\u00e7a de chorar pela nossa indiferen\u00e7a, de chorar pela crueldade que h\u00e1 no mundo, em n\u00f3s, incluindo aqueles que, no anonimato, tomam decis\u00f5es socioecon\u00f4micas que abrem a estrada aos dramas como este&#8230;\u201d<\/p>\n<p>Por fim, quero recordar o que foi refor\u00e7ado pelo Conselho Plen\u00e1rio da Ordem 2018: \u201cComo seres humanos e como franciscanos somos profundamente tocados e envolvidos pelas esperan\u00e7as, pelas \u00e2nsias e pelos sofrimentos de tantos migrantes e refugiados. Segundo o exemplo de Cristo e no esp\u00edrito de S\u00e3o Francisco, que nos convida a estarmos alegres quando vivemos \u00abentre pessoas de pouca conta e desprezadas, entre os pobres e fracos, entre enfermos e leprosos e entre os que mendigam ao longo das estradas\u00bb (RnB 9, 2), sabemos que devemos acolh\u00ea-los e receb\u00ea-los com gentileza e generosidade\u201d (CPO 2018, 119).<\/p>\n<p>Jesus, nascido em Bel\u00e9m, foi obrigado a fugir e migrar. Hoje Ele est\u00e1 presente em cada migrante e em cada refugiado: \u00e9 Ele que ainda bate com insist\u00eancia \u00e0 porta de nossas sociedades tidas como crist\u00e3s, ou pelo menos de cultura crist\u00e3. O Menino Jesus nos mostra o caminho que pode levar a um futuro de paz, isto \u00e9, de acolhida, de di\u00e1logo e de abertura rec\u00edproca que podem nos enriquecer mutuamente.<\/p>\n<p>O Deus, que acompanhou o seu povo no \u00eaxodo, acompanha agora os migrantes e os refugiados na busca de prote\u00e7\u00e3o e liberdade. A mensagem do Natal nos convida \u00e0 abertura de nossos cora\u00e7\u00f5es e de nossas casas para os nossos irm\u00e3os e irm\u00e3s que se encontram longe de seus pa\u00edses, oferecendo a eles proximidade e solidariedade. A mensagem de Natal nos convida a refutar a atitude de recha\u00e7ar algu\u00e9m por medo ou \u00f3dio.<\/p>\n<p>O Salvador, que se fez um de n\u00f3s, ilumine a estrada daqueles que s\u00e3o obrigados a migrar e nos torne felizes em contemplar o seu rosto nos irm\u00e3os e nas irm\u00e3s que sofrem, choram e desejam uma vida mais humana!<\/p>\n<h2>Feliz Natal!<\/h2>\n<p>Roma, 12 de dezembro de 2018<br \/>\nFesta de Nossa Senhora de Guadalupe<\/p>\n<p><strong>Frei Michael A. Perry, OFM<\/strong><br \/>\n<strong>Ministro geral e Servo<\/strong><\/p>\n<p><em>Imagem: Fuga para o Egito, quadro presente na Casa de Forma\u00e7\u00e3o Santo Ant\u00f4nio, Langata, Qu\u00eania.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Natal de um Deus que bate \u00e0 nossa porta Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s, O Senhor que nasceu no meio de n\u00f3s lhes d\u00ea a sua paz! Por causa do seu amor infinito Deus quis assumir a nossa natureza humana com todas as implica\u00e7\u00f5es desta escolha. 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