{"id":97126,"date":"2015-10-24T18:49:22","date_gmt":"2015-10-24T20:49:22","guid":{"rendered":"http:\/\/franciscanos.org.br\/?p=97126"},"modified":"2020-06-10T11:09:23","modified_gmt":"2020-06-10T14:09:23","slug":"igreja-deve-proclamar-misericordia-e-nao-aplicar-condenacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/igreja-deve-proclamar-misericordia-e-nao-aplicar-condenacoes.html","title":{"rendered":"Igreja deve proclamar miseric\u00f3rdia e n\u00e3o aplicar condena\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-196322\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/img_818x4552015_10_02_10_45_44_486909.jpg\" alt=\"\" width=\"818\" height=\"455\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/img_818x4552015_10_02_10_45_44_486909.jpg 818w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/img_818x4552015_10_02_10_45_44_486909-450x250.jpg 450w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/img_818x4552015_10_02_10_45_44_486909-768x427.jpg 768w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/img_818x4552015_10_02_10_45_44_486909-150x83.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 818px) 100vw, 818px\" \/><\/p>\n<p><strong>Cidade do Vaticano<\/strong> \u2013 \u201cPara a Igreja, encerrar o S\u00ednodo significa voltar realmente a &#8216;caminhar juntos&#8217; para levar a toda a parte do mundo, a cada diocese, a cada comunidade e a cada situa\u00e7\u00e3o a luz do Evangelho, o abra\u00e7o da Igreja e o apoio da miseric\u00f3rdia Deus!\u201d. Palavras do Papa Francisco ao encerrar neste s\u00e1bado, 24 de outubro, os trabalhos do S\u00ednodo dos Bispos sobre a fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Depois das palavras do Cardeal Raymundo Damasceno Assis, que presidiu a 18\u00aa Congrega\u00e7\u00e3o Geral, do Secret\u00e1rio do S\u00ednodo dos Bispos, Card. Lorenzo Baldisseri, o Pont\u00edfice agradeceu a todos os participantes que \u201ctrabalharam de forma incans\u00e1vel e com total dedica\u00e7\u00e3o \u00e0 Igreja\u201d.<\/p>\n<p>Ao encerrar o S\u00ednodo, disse o Papa, \u201cn\u00e3o significa que esgotamos todos os temas inerentes \u00e0 fam\u00edlia, mas que procuramos ilumin\u00e1-los com a luz do Evangelho\u201d; \u201cn\u00e3o significa que encontramos solu\u00e7\u00f5es exaustivas para todas as dificuldades e d\u00favidas que desafiam e amea\u00e7am a fam\u00edlia, mas que colocamos tais dificuldades e d\u00favidas sob a luz da F\u00e9, abordamo-las sem medo e sem esconder a cabe\u00e7a na areia\u201d. Mas significa &#8220;que demos provas da vitalidade da Igreja Cat\u00f3lica, que n\u00e3o tem medo de abalar as consci\u00eancias anestesiadas ou sujar as m\u00e3os discutindo, animada e francamente, sobre a fam\u00edlia\u201d.<\/p>\n<p>O Pont\u00edfice ressaltou ainda as diferentes opini\u00f5es que se expressaram livremente \u2013 \u201ce \u00e0s vezes, infelizmente, com m\u00e9todos n\u00e3o inteiramente ben\u00e9volos\u201d \u2013 que enriqueceram e animaram o di\u00e1logo, proporcionando a imagem viva de uma Igreja que n\u00e3o usa &#8216;impressos prontos&#8217;, mas que, da fonte inexaur\u00edvel da sua f\u00e9, tira \u00e1gua viva para saciar os cora\u00e7\u00f5es ressequidos.<\/p>\n<p>Para Francisco, a experi\u00eancia do S\u00ednodo fez compreender melhor \u201cque os verdadeiros defensores da doutrina n\u00e3o s\u00e3o os que defendem a letra, mas o esp\u00edrito; n\u00e3o as ideias, mas o homem; n\u00e3o as f\u00f3rmulas, mas a gratuidade do amor de Deus e do seu perd\u00e3o. Isto n\u00e3o significa de forma alguma diminuir a import\u00e2ncia das f\u00f3rmulas, das leis e dos mandamentos divinos, mas exaltar a grandeza do verdadeiro Deus\u201d.<\/p>\n<p>\u201cO primeiro dever da Igreja n\u00e3o \u00e9 aplicar condena\u00e7\u00f5es ou an\u00e1temas, mas proclamar a miseric\u00f3rdia de Deus, chamar \u00e0 convers\u00e3o e conduzir todos os homens \u00e0 salva\u00e7\u00e3o do Senhor\u201d, acrescentou o Pont\u00edfice.<\/p>\n<h3>\u00cdNTEGRA DA MENSAGEM DO PAPA:<\/h3>\n<p>Amadas Beatitudes, Emin\u00eancias, Excel\u00eancias, Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s!<\/p>\n<p>Quero, antes de mais, agradecer ao Senhor por ter guiado o nosso caminho sinodal nestes anos atrav\u00e9s do Esp\u00edrito Santo, que nunca deixa faltar \u00e0 Igreja o seu apoio.<br \/>\nAgrade\u00e7o de todo o cora\u00e7\u00e3o ao Cardeal Lorenzo Baldisseri, Secret\u00e1rio-Geral do S\u00ednodo, a D. Fabio Fabene, Subsecret\u00e1rio e, juntamente com eles, agrade\u00e7o ao Relator, o Cardeal Peter Erd\u00f6, e ao Secret\u00e1rio Especial, D. Bruno Forte, aos presidentes delegados, aos secret\u00e1rios, consultores, tradutores e todos aqueles que trabalharam de forma incans\u00e1vel e com total dedica\u00e7\u00e3o \u00e0 Igreja: um cordial obrigado! Agrade\u00e7o a todos v\u00f3s, amados padres sinodais, delegados fraternos, auditores, auditoras e conselheiros, p\u00e1rocos e fam\u00edlias pela vossa ativa e frutuosa participa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Agrade\u00e7o ainda a todas as pessoas que se empenharam, de forma an\u00f3nima e em sil\u00eancio, prestando a sua generosa contribui\u00e7\u00e3o para os trabalhos deste S\u00ednodo. Estai certos de que a todos recordo na minha ora\u00e7\u00e3o ao Senhor para que vos recompense com a abund\u00e2ncia dos seus dons e gra\u00e7as!<\/p>\n<p>Enquanto acompanhava os trabalhos do S\u00ednodo, pus-me esta pergunta: Que h\u00e1-de significar, para a Igreja, encerrar este S\u00ednodo dedicado \u00e0 fam\u00edlia?<\/p>\n<p>Certamente n\u00e3o significa que esgotamos todos os temas inerentes \u00e0 fam\u00edlia, mas que procuramos ilumin\u00e1-los com a luz do Evangelho, da tradi\u00e7\u00e3o e da hist\u00f3ria bimilen\u00e1ria da Igreja, infundindo neles a alegria da esperan\u00e7a, sem cair na f\u00e1cil repeti\u00e7\u00e3o do que \u00e9 indiscut\u00edvel ou j\u00e1 se disse.<\/p>\n<p>Seguramente n\u00e3o significa que encontramos solu\u00e7\u00f5es exaustivas para todas as dificuldades e d\u00favidas que desafiam e amea\u00e7am a fam\u00edlia, mas que colocamos tais dificuldades e d\u00favidas sob a luz da F\u00e9, examinamo-las cuidadosamente, abordamo-las sem medo e sem esconder a cabe\u00e7a na areia.<\/p>\n<p>Significa que solicitamos todos a compreender a import\u00e2ncia da institui\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia e do Matrim\u00f4nio entre homem e mulher, fundado sobre a unidade e a indissolubilidade e a apreci\u00e1-la como base fundamental da sociedade e da vida humana.<\/p>\n<p>Significa que escutamos e fizemos escutar as vozes das fam\u00edlias e dos pastores da Igreja que vieram a Roma carregando sobre os ombros os fardos e as esperan\u00e7as, as riquezas e os desafios das fam\u00edlias do mundo inteiro.<\/p>\n<p>Significa que demos provas da vitalidade da Igreja Cat\u00f3lica, que n\u00e3o tem medo de abalar as consci\u00eancias anestesiadas ou sujar as m\u00e3os discutindo, animada e francamente, sobre a fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Significa que procuramos olhar e ler a realidade, melhor dito as realidades, de hoje com os olhos de Deus, para acender e iluminar, com a chama da f\u00e9, os cora\u00e7\u00f5es dos homens, num per\u00edodo hist\u00f3rico de des\u00e2nimo e de crise social, econ\u00f4mica, moral e de prevalecente negatividade.<\/p>\n<p>Significa que testemunhamos a todos que o Evangelho continua a ser, para a Igreja, a fonte viva de novidade eterna, contra aqueles que querem \u00abendoutrin\u00e1-lo\u00bb como pedras mortas para as jogar contra os outros.<\/p>\n<p>Significa tamb\u00e9m que espoliamos os cora\u00e7\u00f5es fechados que, frequentemente, se escondem mesmo por detr\u00e1s dos ensinamentos da Igreja ou das boas inten\u00e7\u00f5es para se sentar na c\u00e1tedra de Mois\u00e9s e julgar, \u00e0s vezes com superioridade e superficialidade, os casos dif\u00edceis e as fam\u00edlias feridas.<\/p>\n<p>Significa que afirmamos que a Igreja \u00e9 Igreja dos pobres em esp\u00edrito e dos pecadores \u00e0 procura do perd\u00e3o e n\u00e3o apenas dos justos e dos santos, ou melhor dos justos e dos santos quando se sentem pobres e pecadores.<\/p>\n<p>Significa que procuramos abrir os horizontes para superar toda a hermen\u00eautica conspiradora ou perspectiva fechada, para defender e difundir a liberdade dos filhos de Deus, para transmitir a beleza da Novidade crist\u00e3, por vezes coberta pela ferrugem duma linguagem arcaica ou simplesmente incompreens\u00edvel.<\/p>\n<p>No caminho deste S\u00ednodo, as diferentes opini\u00f5es que se expressaram livremente \u2013 e \u00e0s vezes, infelizmente, com m\u00e9todos n\u00e3o inteiramente ben\u00e9volos \u2013 enriqueceram e animaram certamente o di\u00e1logo, proporcionando a imagem viva duma Igreja que n\u00e3o usa \u00abimpressos prontos\u00bb, mas que, da fonte inexaur\u00edvel da sua f\u00e9, tira \u00e1gua viva para saciar os cora\u00e7\u00f5es ressequidos(1)<\/p>\n<p>E vimos tamb\u00e9m \u2013 sem entrar nas quest\u00f5es dogm\u00e1ticas, bem definidas pelo Magist\u00e9rio da Igreja \u2013 que aquilo que parece normal para um bispo de um continente, pode resultar estranho, quase um esc\u00e2ndalo, para o bispo doutro continente; aquilo que se considera viola\u00e7\u00e3o de um direito numa sociedade, pode ser preceito \u00f3bvio e intoc\u00e1vel noutra; aquilo que para alguns \u00e9 liberdade de consci\u00eancia, para outros pode ser s\u00f3 confus\u00e3o. Na realidade, as culturas s\u00e3o muito diferentes entre si e cada princ\u00edpio geral, se quiser ser observado e aplicado, precisa de ser inculturado(2).<\/p>\n<p>O S\u00ednodo de 1985, que comemorava o vig\u00e9simo anivers\u00e1rio do encerramento do Conc\u00edlio Vaticano II, falou da incultura\u00e7\u00e3o como da \u00ab\u00edntima transforma\u00e7\u00e3o dos aut\u00eanticos valores culturais mediante a integra\u00e7\u00e3o no cristianismo e a encarna\u00e7\u00e3o do cristianismo nas v\u00e1rias culturas humanas\u00bb (3).<\/p>\n<p>A incultura\u00e7\u00e3o n\u00e3o debilita os valores verdadeiros, mas demonstra a sua verdadeira for\u00e7a e a sua autenticidade, j\u00e1 que eles adaptam-se sem se alterar, antes transformam pac\u00edfica e gradualmente as v\u00e1rias culturas (4).<\/p>\n<p>Vimos, inclusive atrav\u00e9s da riqueza da nossa diversidade, que o desafio que temos pela frente \u00e9 sempre o mesmo: anunciar o Evangelho ao homem de hoje, defendendo a fam\u00edlia de todos os ataques ideol\u00f3gicos e individualistas.<\/p>\n<p>E, sem nunca cair no perigo do relativismo ou de demonizar os outros, procuramos abra\u00e7ar plena e corajosamente a bondade e a miseric\u00f3rdia de Deus, que ultrapassa os nossos c\u00e1lculos humanos e nada mais quer sen\u00e3o que \u00abtodos os homens sejam salvos\u00bb (1 Tim 2, 4), para integrar e viver este S\u00ednodo no contexto do Ano Extraordin\u00e1rio da Miseric\u00f3rdia que a Igreja est\u00e1 chamada a viver.<\/p>\n<p>Amados irm\u00e3os!<br \/>\nA experi\u00eancia do S\u00ednodo fez-nos compreender melhor tamb\u00e9m que os verdadeiros defensores da doutrina n\u00e3o s\u00e3o os que defendem a letra, mas o esp\u00edrito; n\u00e3o as ideias, mas o homem; n\u00e3o as f\u00f3rmulas, mas a gratuidade do amor de Deus e do seu perd\u00e3o. Isto n\u00e3o significa de forma alguma diminuir a import\u00e2ncia das f\u00f3rmulas, das leis e dos mandamentos divinos, mas exaltar a grandeza do verdadeiro Deus, que n\u00e3o nos trata segundo os nossos m\u00e9ritos nem segundo as nossas obras, mas unicamente segundo a generosidade sem limites da sua Miseric\u00f3rdia (cf. Rm 3, 21-30; Sal 129\/130; Lc 11, 37-54). Significa vencer as tenta\u00e7\u00f5es constantes do irm\u00e3o mais velho (cf. Lc 15, 25-32) e dos trabalhadores invejosos (cf. Mt 20, 1-16). Antes, significa valorizar ainda mais as leis e os mandamentos, criados para o homem e n\u00e3o vice-versa (cf. Mc 2, 27).<\/p>\n<p>Neste sentido, o necess\u00e1rio arrependimento, as obras e os esfor\u00e7os humanos ganham um sentido mais profundo, n\u00e3o como pre\u00e7o da Salva\u00e7\u00e3o \u2013 que n\u00e3o se pode adquirir \u2013 realizada por Cristo gratuitamente na Cruz, mas como resposta \u00c0quele que nos amou primeiro e salvou com o pre\u00e7o do seu sangue inocente, quando ainda \u00e9ramos pecadores (cf. Rm 5, 6).<\/p>\n<p>O primeiro dever da Igreja n\u00e3o \u00e9 aplicar condena\u00e7\u00f5es ou an\u00e1temas, mas proclamar a miseric\u00f3rdia de Deus, chamar \u00e0 convers\u00e3o e conduzir todos os homens \u00e0 salva\u00e7\u00e3o do Senhor (cf. Jo 12, 44-50).<\/p>\n<p>Do Beato Paulo VI temos estas palavras estupendas: \u00abPor conseguinte podemos pensar que cada um dos nossos pecados ou fugas de Deus acende n\u2019Ele uma chama de amor mais intenso, um desejo de nos reaver e inserir de novo no seu plano de salva\u00e7\u00e3o (&#8230;). Deus, em Cristo, revela-Se infinitamente bom (&#8230;). Deus \u00e9 bom. E n\u00e3o apenas em Si mesmo; Deus \u2013 dizemo-lo chorando \u2013 \u00e9 bom para n\u00f3s. Ele nos ama, procura, pensa, conhece, inspira e espera\u2026 Ele \u2013 se tal se pode dizer \u2013 ser\u00e1 feliz no dia em que regressarmos e Lhe dissermos: Senhor, na vossa bondade, perdoai-me. Vemos, assim, o nosso arrependimento tornar-se a alegria de Deus\u00bb (5).<\/p>\n<p>Por sua vez S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II afirmava que \u00aba Igreja vive uma vida aut\u00eantica, quando professa e proclama a miseric\u00f3rdia, (&#8230;) e quando aproxima os homens das fontes da miseric\u00f3rdia do Salvador das quais ela \u00e9 deposit\u00e1ria e dispensadora\u00bb (6).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m o Papa Bento XVI disse: \u00abNa realidade, a miseric\u00f3rdia \u00e9 o n\u00facleo da mensagem evang\u00e9lica, \u00e9 o pr\u00f3prio nome de Deus (&#8230;). Tudo o que a Igreja diz e realiza, manifesta a miseric\u00f3rdia que Deus sente pelo homem, portanto, por n\u00f3s. Quando a Igreja deve reafirmar uma verdade menosprezada, ou um bem tra\u00eddo, f\u00e1-lo sempre estimulada pelo amor misericordioso, para que os homens tenham vida e a tenham em abund\u00e2ncia (cf. Jo 10, 10)\u00bb (7).<\/p>\n<p>Sob esta luz e gra\u00e7a, neste tempo de gra\u00e7a que a Igreja viveu dialogando e discutindo sobre a fam\u00edlia, sentimo-nos enriquecidos mutuamente; e muitos de n\u00f3s experimentaram a a\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo, que \u00e9 o verdadeiro protagonista e art\u00edfice do S\u00ednodo. Para todos n\u00f3s, a palavra \u00abfam\u00edlia\u00bb j\u00e1 n\u00e3o soa como antes, a ponto de encontrarmos nela o resumo da sua voca\u00e7\u00e3o e o significado de todo o caminho sinodal (8).<\/p>\n<p>Na verdade, para a Igreja, encerrar o S\u00ednodo significa voltar realmente a \u00abcaminhar juntos\u00bb para levar a toda a parte do mundo, a cada diocese, a cada comunidade e a cada situa\u00e7\u00e3o a luz do Evangelho, o abra\u00e7o da Igreja e o apoio da miseric\u00f3rdia Deus!<\/p>\n<p>Obrigado!<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"padding-left: 30px;\">1 Cf. PAPA FRANCISCO, Carta ao Magno Chanceler da &#8220;Pontificia Universidad Cat\u00f3lica Argentina&#8221;, no centen\u00e1rio da Faculdade de Teologia, 3 de Mar\u00e7o de 2015.<br \/>\n2 Cf. PONTIF\u00cdCIA COMISS\u00c3O B\u00cdBLICA, F\u00e9 e cultura \u00e0 luz da B\u00edblia. Actas da Sess\u00e3o Plen\u00e1ria de 1979 da Pontif\u00edcia Comiss\u00e3o B\u00edblica, LDC, Leumann 1981; CONC. ECUM. VAT. II, Gaudium et spes, 44.<br \/>\n3 Rela\u00e7\u00e3o final (7 de Dezembro de 1985), II\/D.4: L\u2019Osservatore Romano (ed. portuguesa de 22\/XII\/1985), 652.<br \/>\n4 \u00abEm virtude da sua miss\u00e3o pastoral, a Igreja deve manter-se sempre atenta \u00e0s mudan\u00e7as hist\u00f3ricas e \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o das mentalidades. Certamente n\u00e3o para se submeter a elas, mas para superar os obst\u00e1culos que possam opor-se \u00e0 recep\u00e7\u00e3o das suas recomenda\u00e7\u00f5es e das suas directrizes\u00bb (Entrevista ao Cardeal Georges Cottier, La Civilt\u00e0 Cattolica, 3963-3964, 8 de Agosto de 2015, p. 272).<br \/>\n5 Homilia, 23 de Junho de 1968: Insegnamenti 6, 1968, 1177-1178.<br \/>\n6 Carta. enc. Dives in misericordia, 30 de Novembro de 1980, 13. Disse tamb\u00e9m: \u00abNo mist\u00e9rio pascal, (\u2026) Deus mostra-Se-nos por aquilo que \u00e9: um Pai de cora\u00e7\u00e3o terno, que n\u00e3o se rende diante da ingratid\u00e3o dos seus filhos, e est\u00e1<br \/>\nsempre disposto ao perd\u00e3o\u00bb (JO\u00c3O PAULO II, Alocu\u00e7\u00e3o do \u00abRegina Caeli\u00bb, 23 de Abril de 1995: Insegnamenti 18\/1, 1995, 1035). E descrevia a resist\u00eancia \u00e0 miseric\u00f3rdia com estas palavras: \u00abA mentalidade contempor\u00e2nea, talvez mais do que a do homem do passado, parece opor-se ao Deus de miseric\u00f3rdia e, al\u00e9m disso, tende a separar da vida e a tirar do cora\u00e7\u00e3o humano a pr\u00f3pria ideia da miseric\u00f3rdia. A palavra e o conceito de miseric\u00f3rdia parecem causar mal-estar ao homem\u00bb (Carta enc. Dives in misericordia, 2).<br \/>\n7 Alocu\u00e7\u00e3o do \u00abRegina Caeli\u00bb, 30 de Mar\u00e7o de 2008: Insegnamenti 4\/1, 2008, 489-490. E, referindo-se ao poder da miseric\u00f3rdia, afirma: \u00ab\u00c9 a miseric\u00f3rdia que p\u00f5e um limite ao mal. Nela expressa-se a natureza muito peculiar de Deus &#8211; a sua santidade, o poder da verdade e do amor\u00bb (Homilia no Domingo da Divina Miseric\u00f3rdia, 15 de Abril de 2017: Insegnamenti 3\/1, 2007, 667).<br \/>\n8 Uma an\u00e1lise, em acr\u00f3stico, da palavra \u00abfam\u00edlia\u00bb ajuda-nos a resumir a miss\u00e3o da Igreja na sua tarefa de: Formar as novas gera\u00e7\u00f5es para viverem seriamente o amor, n\u00e3o como pretens\u00e3o individualista baseada apenas no prazer e no \u00abusa e joga fora\u00bb, mas para acreditarem novamente no amor aut\u00eantico, fecundo e perp\u00e9tuo, como o \u00fanico caminho para sair de si mesmo, para se abrir ao outro, para sair da solid\u00e3o, para viver a vontade de Deus, para se realizar plenamente, para compreender que o matrim\u00f3nio \u00e9 o \u00abespa\u00e7o onde se manifesta o amor divino, para defender a sacralidade da vida, de toda a vida, para defender a unidade e a indissolubilidade do v\u00ednculo conjugal como sinal da gra\u00e7a de Deus e da capacidade que o homem tem de amar seriamente\u00bb (Homilia na Missa de Abertura do S\u00ednodo, 4 de Outubro de 2015) e para valorizar os cursos pr\u00e9-matrimoniais como oportunidade de aprofundar o sentido crist\u00e3o do sacramento do Matrim\u00f3nio; Aviar-se ao encontro dos outros, porque uma Igreja fechada em si mesma \u00e9 uma Igreja morta; uma Igreja que n\u00e3o sai do seu aprisco para procurar, acolher e conduzir todos a Cristo \u00e9 uma Igreja que atrai\u00e7oa a sua miss\u00e3o e voca\u00e7\u00e3o; Manifestar e estender a miseric\u00f3rdia de Deus \u00e0s fam\u00edlias necessitadas, \u00e0s pessoas abandonadas, aos idosos negligenciados, aos filhos feridos pela separa\u00e7\u00e3o dos pais, \u00e0s fam\u00edlias pobres que lutam para sobreviver, aos pecadores que batem \u00e0s nossas portas e \u00e0queles que se mant\u00eam longe, aos deficientes e a todos aqueles que se sentem feridos na alma e no corpo e aos casais dilacerados pela dor, a doen\u00e7a, a morte ou a persegui\u00e7\u00e3o; Iluminar as consci\u00eancias, frequentemente rodeadas por din\u00e2micas nocivas e subtis que procuram at\u00e9 p\u00f4r-se no lugar de Deus criador: tais din\u00e2micas devem ser desmascaradas e combatidas no pleno respeito pela dignidade de cada pessoa; ganhar e reconstruir com humildade a confian\u00e7a na Igreja, seriamente diminu\u00edda por causa da conduta e dos pecados dos seus pr\u00f3prios filhos; infelizmente, o contratestemunho e os esc\u00e2ndalos cometidos dentro da Igreja por alguns cl\u00e9rigos afectaram a sua credibilidade e obscureceram o fulgor da sua mensagem salv\u00edfica; Labutar intensamente por apoiar e incentivar as fam\u00edlias s\u00e3s, as fam\u00edlias fi\u00e9is, as fam\u00edlias numerosas que continuam, n\u00e3o obstante as suas fadigas di\u00e1rias, a dar um grande testemunho de fidelidade aos ensinamentos da Igreja e aos mandamentos do Senhor; Idear uma pastoral familiar renovada, que esteja baseada no Evangelho e respeite as diferen\u00e7as culturais; uma pastoral capaz de transmitir a Boa Nova com linguagem atraente e jubilosa e tirar do cora\u00e7\u00e3o dos jovens o medo de assumir compromissos definitivos; uma pastoral que preste uma aten\u00e7\u00e3o particular aos filhos que s\u00e3o as verdadeiras v\u00edtimas das lacera\u00e7\u00f5es familiares; uma pastoral inovadora que implemente uma prepara\u00e7\u00e3o adequada para o sacramento do Matrim\u00f3nio e ponha termo a costumes vigentes que muitas vezes se preocupam mais com a apar\u00eancia duma formalidade do que com a educa\u00e7\u00e3o para um compromisso que dure a vida inteira; Amar incondicionalmente todas as fam\u00edlias e, de modo particular, aquelas que atravessam um per\u00edodo de dificuldade: nenhuma fam\u00edlia deve sentir-se sozinha ou exclu\u00edda do amor e do abra\u00e7o da Igreja; o verdadeiro esc\u00e2ndalo \u00e9 o medo de amar e de manifestar concretamente este amor.<\/p>\n<hr \/>\n<p><em>Fonte: R\u00e1dio Vaticano<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Papa ao final do S\u00ednodo dos Bispos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":219127,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1428],"tags":[472],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - 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