{"id":242273,"date":"2023-02-24T07:59:35","date_gmt":"2023-02-24T10:59:35","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/?p=242273"},"modified":"2023-02-24T08:00:19","modified_gmt":"2023-02-24T11:00:19","slug":"um-ano-de-guerra-na-ucrania-a-dor-de-francisco-os-apelos-as-oracoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/um-ano-de-guerra-na-ucrania-a-dor-de-francisco-os-apelos-as-oracoes.html","title":{"rendered":"Um ano de guerra na Ucr\u00e2nia. A dor de Francisco, os apelos, as ora\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_242275\" style=\"width: 1210px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-242275\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-242275 size-full\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/papa_24.jpg\" alt=\"\" width=\"1200\" height=\"675\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/papa_24.jpg 1200w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/papa_24-450x253.jpg 450w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/papa_24-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/papa_24-768x432.jpg 768w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/papa_24-150x84.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><p id=\"caption-attachment-242275\" class=\"wp-caption-text\"><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Fonte: Vatican Media<\/em><\/p><\/div>\n<p>\u00c9 o dia 24 de fevereiro de 2022: quando o mundo come\u00e7a a sair da tempestade da pandemia, a ofensiva militar das For\u00e7as Armadas da Federa\u00e7\u00e3o Russa \u00e9 lan\u00e7ada contra a Ucr\u00e2nia. No dia anterior, na Audi\u00eancia Geral, o Papa Francisco fez um apelo com &#8220;grande tristeza em seu cora\u00e7\u00e3o pelo agravamento da situa\u00e7\u00e3o&#8221;: &#8220;gostaria de apelar aos que t\u00eam responsabilidade pol\u00edtica, para que fa\u00e7am um s\u00e9rio exame de consci\u00eancia diante de Deus, que \u00e9 o Deus da paz e n\u00e3o da guerra&#8221;. Mas prevalece a l\u00f3gica oposta, a das armas. Ao amanhecer de 24 de fevereiro, as tropas russas recebem a ordem de invadir a Ucr\u00e2nia. A decis\u00e3o veio logo ap\u00f3s o reconhecimento das rep\u00fablicas separatistas de Donbass, localizadas em territ\u00f3rio ucraniano, Donetsk e Lugansk. Durante estes doze meses abalados pela guerra, o cardeal Secret\u00e1rio de Estado Pietro Parolin reiterou repetidamente a disponibilidade da Santa S\u00e9 a mediar e fazer todo o poss\u00edvel para promover um caminho de di\u00e1logo e coopera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Abrir fronteiras, cora\u00e7\u00f5es e portas para os ucranianos em fuga<\/strong><br \/>\nAp\u00f3s a eclos\u00e3o do conflito, os apelos do Papa se tornaram s\u00faplicas incessantes: &#8220;rezamos v\u00e1rias vezes&#8221;, disse Francisco no Angelus de 27 de fevereiro, &#8220;para que este caminho n\u00e3o fosse tomado. E n\u00e3o deixemos de rezar, pelo contr\u00e1rio, supliquemos a Deus com mais intensidade&#8221;. Dia 2 de mar\u00e7o \u00e9 o dia de ora\u00e7\u00e3o e jejum, promovido por Francisco, pela paz na Ucr\u00e2nia. \u00c0 for\u00e7a da ora\u00e7\u00e3o se une desde os primeiros dias do conflito a outra face animadora: a da solidariedade. Na audi\u00eancia general de 2 de mar\u00e7o, o Pont\u00edfice, saudando os poloneses, lembrou que os cidad\u00e3os da Pol\u00f4nia foram os primeiros a apoiar a Ucr\u00e2nia, abrindo suas fronteiras, seus cora\u00e7\u00f5es e as portas de suas casas &#8220;aos ucranianos que fogem da guerra&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Rios de sangue e l\u00e1grimas<\/strong><br \/>\nO Papa pede a abertura de corredores humanit\u00e1rios, para &#8220;garantir e facilitar o acesso da ajuda \u00e0s \u00e1reas sitiadas&#8221;. No Angelus de 6 de mar\u00e7o, Francisco retratou o conflito, em sua dura realidade, com estas palavras: &#8220;rios de sangue e l\u00e1grimas fluem na Ucr\u00e2nia&#8221;. N\u00e3o \u00e9 apenas uma opera\u00e7\u00e3o militar, mas uma guerra, que semeia morte, destrui\u00e7\u00e3o e mis\u00e9ria. As v\u00edtimas s\u00e3o cada vez mais numerosas, assim como as pessoas que fogem, especialmente as m\u00e3es e as crian\u00e7as&#8221;. Ainda no Angelus de 6 de mar\u00e7o, o Pont\u00edfice tamb\u00e9m lembrou que dois cardeais foram ao pa\u00eds devastado pela guerra &#8220;para servir o povo, para ajudar&#8221;. S\u00e3o os cardeais Konrad Krajewski e Michael Czerny.<\/p>\n<p><strong>Miss\u00e3o em nome do Papa<\/strong><br \/>\nOs dois cardeais s\u00e3o enviados diretamente pelo Papa como seus representantes para levar solidariedade e proximidade aos refugiados e v\u00edtimas da guerra. A presen\u00e7a deles, diz o Pont\u00edfice no Angelus de 6 de mar\u00e7o, \u00e9 a presen\u00e7a &#8220;n\u00e3o s\u00f3 do Papa, mas de todo o povo crist\u00e3o que quer se aproximar e dizer: a guerra \u00e9 uma loucura! Parem, por favor! Olhem para esta crueldade&#8221;. O cardeal Czerny encontra refugiados em fuga em centros de acolhida na Hungria e atravessa a fronteira para a aldeia ucraniana de Beregove.<\/p>\n<p>Durante este ano de guerra, as miss\u00f5es do cardeal Krajewski s\u00e3o v\u00e1rias. Em uma delas, em setembro, o esmoleiro pontif\u00edcio esteve envolvido em um tiroteio. Mas a miss\u00e3o n\u00e3o para e o cardeal continua a levar ajuda, comida, ter\u00e7os e a b\u00ean\u00e7\u00e3o de Francisco para que ningu\u00e9m se sinta s\u00f3. Ele reza diante dos muitos corpos enterrados em valas comuns em Izyum. Na Ucr\u00e2nia, Krajewski leva geradores e camisetas t\u00e9rmicas e entrega duas ambul\u00e2ncias doadas pelo Papa. Em maio, o secret\u00e1rio para as Rela\u00e7\u00f5es com os Estados e Organiza\u00e7\u00f5es Internacionais, dom Paul Richard Gallagher, tamb\u00e9m foi \u00e0 Ucr\u00e2nia. Ele visitou as cidades m\u00e1rtires de Vorzel, Irpin e Bucha, onde rezou em frente \u00e0 vala comum perto da igreja ortodoxa de Santo Andr\u00e9.<\/p>\n<p><strong>Em nome de Deus, pare o massacre<\/strong><br \/>\nP\u00f4r fim \u00e0 guerra. Este \u00e9 o pedido incessante que tem acompanhado as palavras do Papa desde o in\u00edcio do conflito. No Angelus de 13 de mar\u00e7o, o Papa Francisco pediu deter, em nome de Deus, o massacre neste pa\u00eds martirizado. E ele lembra que a cidade de &#8220;Mariupol se tornou uma cidade m\u00e1rtir da guerra dilacerante&#8221;. Em 14 de mar\u00e7o, Francisco, dirigindo-se a uma Associa\u00e7\u00e3o com um prop\u00f3sito de promo\u00e7\u00e3o \u00e9tica e social, convida as pessoas a refletirem sobre como o homem pode ignorar os ensinamentos da hist\u00f3ria: &#8220;v\u00e1rias guerras regionais e especialmente a guerra atual na Ucr\u00e2nia, mostram que aqueles que governam os destinos dos povos ainda n\u00e3o entenderam a li\u00e7\u00e3o das trag\u00e9dias do s\u00e9culo 20&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Videochamada com Kirill<\/strong><br \/>\nDia 16 de mar\u00e7o foi o dia da videochamada entre o Papa e o Patriarca de Moscou Kirill. O diretor da Sala de Imprensa vaticana, Matteo Bruni, relata que a conversa se centrou &#8220;na guerra na Ucr\u00e2nia e no papel dos crist\u00e3os e seus pastores em fazer tudo para garantir que a paz prevale\u00e7a&#8221;. Francisco concordou com o Patriarca que &#8220;a Igreja n\u00e3o deve usar a linguagem da pol\u00edtica, mas a linguagem de Jesus&#8221;. &#8220;Quem paga a conta da guerra&#8221;, acrescentou o Papa, &#8220;\u00e9 o povo, os soldados russos e \u00e9 o povo que \u00e9 bombardeado e morre&#8221;. As guerras&#8221;, concluiu, &#8220;s\u00e3o sempre injustas&#8221;. Porque quem paga \u00e9 o povo de Deus&#8221;.<\/p>\n<p><strong>A guerra \u00e9 desumana e sacr\u00edlega<\/strong><br \/>\nOs dias passam e &#8220;a agress\u00e3o violenta contra a Ucr\u00e2nia n\u00e3o para, infelizmente&#8221;. &#8220;Um massacre sem sentido onde todos os dias se repetem massacres e atrocidades&#8221;, lembra o Papa novamente no Angelus de 20 de mar\u00e7o. &#8220;Tantos av\u00f3s, doentes e pobres, separados de suas fam\u00edlias, tantas crian\u00e7as e pessoas fr\u00e1geis permanecem para morrer sob as bombas, sem poder receber ajuda&#8221;. &#8220;Tudo isso \u00e9 desumano! De fato, tamb\u00e9m \u00e9 sacr\u00edlego, porque vai contra a sacralidade da vida humana, especialmente contra a vida humana indefesa, que deve ser respeitada e protegida, n\u00e3o eliminada, e que vem antes de qualquer estrat\u00e9gia! N\u00e3o esque\u00e7amos: \u00e9 uma crueldade, desumana e sacr\u00edlega&#8221;.<\/p>\n<p><strong>O conflito amea\u00e7a o mundo inteiro<\/strong><br \/>\n\u00c9 insuport\u00e1vel &#8220;ver o que ocorreu e est\u00e1 ocorrendo na Ucr\u00e2nia&#8221;. Dirigindo-se aos participantes de um encontro promovido pelo Centro Italiano da Mulher em 24 de mar\u00e7o, o Pont\u00edfice explicou que a trag\u00e9dia no pa\u00eds do Leste Europeu \u00e9 &#8220;fruto da velha l\u00f3gica de poder que ainda domina a chamada geopol\u00edtica&#8221;. &#8220;A hist\u00f3ria dos \u00faltimos setenta anos demonstra isto: nunca faltaram guerras regionais; por isso eu disse que est\u00e1vamos na terceira guerra mundial em peda\u00e7os, um pouco por toda parte; at\u00e9 esta, que tem uma dimens\u00e3o maior e amea\u00e7a o mundo inteiro&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Ato de Consagra\u00e7\u00e3o ao Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria<\/strong><br \/>\nEm 25 de mar\u00e7o Francisco presidiu a celebra\u00e7\u00e3o penitencial na Bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro e ao final recitou a ora\u00e7\u00e3o da Consagra\u00e7\u00e3o ao Cora\u00e7\u00e3o Imaculado de Maria da humanidade e em particular dos povos da R\u00fassia e da Ucr\u00e2nia. &#8220;Liberte-nos da guerra, preserve o mundo da amea\u00e7a nuclear&#8230;. Acabe com a guerra, d\u00ea paz ao mundo&#8221;. Em uni\u00e3o com os bispos e fi\u00e9is do mundo, o Papa traz ao Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria tudo o que a humanidade est\u00e1 experimentando: &#8220;N\u00e3o \u00e9 uma f\u00f3rmula m\u00e1gica, n\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 isso; mas \u00e9 um ato espiritual&#8221;. \u00c9 o gesto &#8211; explicou o Papa em sua homilia durante a celebra\u00e7\u00e3o da Penit\u00eancia &#8211; da plena confian\u00e7a das crian\u00e7as que, na tribula\u00e7\u00e3o desta guerra cruel e desta guerra sem sentido que amea\u00e7a o mundo, recorrem \u00e0 M\u00e3e&#8221;.<\/p>\n<p><strong>O futuro est\u00e1 sendo destru\u00eddo<\/strong><br \/>\nPouco mais de um m\u00eas ap\u00f3s o in\u00edcio da guerra, que o Papa chama de &#8220;cruel e sem sentido&#8221;, uma crian\u00e7a entre duas foi deslocada da Ucr\u00e2nia. &#8220;Isto significa destruir o futuro&#8221;, salientou Francisco no Angelus de 27 de mar\u00e7o. Na audi\u00eancia geral de 6 de abril, recordando a viagem apost\u00f3lica a Malta, o Papa enfatizou que &#8220;ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial foi feita uma tentativa de lan\u00e7ar as bases de uma nova hist\u00f3ria de paz, mas infelizmente &#8211; n\u00e3o aprendemos &#8211; a velha hist\u00f3ria de grandes pot\u00eancias concorrentes continuou&#8221;. E no cen\u00e1rio atual na Ucr\u00e2nia vemos &#8220;a impot\u00eancia da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas&#8221;. As not\u00edcias sobre a guerra, &#8220;em vez de trazer al\u00edvio e esperan\u00e7a, ao inv\u00e9s disso, testemunham novas atrocidades, como o massacre de Bucha&#8221;, recordou o Pont\u00edfice, referindo-se \u00e0s &#8220;crueldades cada vez mais horrendas&#8221; realizadas at\u00e9 mesmo contra &#8220;civis, mulheres e crian\u00e7as indefesas&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Uma bandeira que vem da guerra<\/strong><br \/>\nNo final da audi\u00eancia geral de 6 de abril, o Papa mostra uma bandeira que veio da cidade martirizada de Bucha e d\u00e1 as boas-vindas a um grupo de crian\u00e7as da Ucr\u00e2nia no palco da Sala Paulo VI. As cores azul e amarela t\u00e3o desbotadas parecem verdes. Acima dela \u00e9 desenhada uma cruz e ao redor a escrita em ucraniano lembrando a resist\u00eancia durante a revolu\u00e7\u00e3o Maidan em 2014: &#8216;Precisamente de Bucha&#8217;, diz o Papa, &#8216;eles me trouxeram esta bandeira&#8217;. Esta bandeira vem da guerra&#8221;. &#8220;Estas crian\u00e7as&#8221;, acrescenta, &#8220;tiveram que fugir e chegar a uma terra estrangeira: este \u00e9 um dos frutos da guerra&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Paz para a martirizada Ucr\u00e2nia<\/strong><br \/>\nEm sua Messaggio Urbi et Orbi para a P\u00e1scoa do ano passado, Francisco exortou a deixar &#8220;a paz de Cristo entrar em nossas vidas, nossas casas, nossos pa\u00edses&#8221;. &#8220;Que haja paz para a Ucr\u00e2nia martirizada, t\u00e3o duramente provada pela viol\u00eancia e destrui\u00e7\u00e3o da guerra&#8221;. O Pont\u00edfice pede um compromisso de clamar pela paz: &#8220;Por favor, por favor: n\u00e3o nos acostumemos \u00e0 guerra&#8221;. E ele recorda o terr\u00edvel sofrimento sofrido pelo povo ucraniano: &#8220;Trago no cora\u00e7\u00e3o todas as muitas v\u00edtimas, os milh\u00f5es de refugiados e deslocados internos, as fam\u00edlias despeda\u00e7adas, os idosos deixados sozinhos, as vidas destro\u00e7adas e as cidades arrasadas&#8221;.<\/p>\n<p><strong>A Maria as l\u00e1grimas do povo ucraniano<\/strong><br \/>\nEm 8 de maio, muitos fi\u00e9is se reuniram em torno da venerada imagem de Maria no Santu\u00e1rio de Pomp\u00e9ia para dirigir a ela a Suplica. &#8220;Ajoelhado espiritualmente diante da Sant\u00edssima Virgem&#8221;, disse o Papa ap\u00f3s o Regina Caeli, &#8220;confio a ela o ardente desejo de paz de tantos povos que em v\u00e1rias partes do mundo sofrem a insensata desgra\u00e7a da guerra&#8221;. \u00c0 Sant\u00edssima Virgem eu apresento em particular os sofrimentos e as l\u00e1grimas do povo ucraniano&#8221;. Francisco, ent\u00e3o, exortou novamente as pessoas a se confiarem \u00e0 ora\u00e7\u00e3o: &#8220;diante da loucura da guerra, continuemos, por favor, a rezar o ter\u00e7o pela paz todos os dias&#8221;. Em 13 de maio, reunido com os diretores e funcion\u00e1rios da autoridade nacional de avia\u00e7\u00e3o civil, Francisco expressou uma esperan\u00e7a: &#8220;Que os c\u00e9us sejam sempre e somente c\u00e9us de paz, que possamos voar em paz para estabelecer e consolidar rela\u00e7\u00f5es de amizade e paz&#8221;.<\/p>\n<p><strong>N\u00e3o usar o trigo como arma<\/strong><br \/>\nEm junho de 2022, a primeira audi\u00eancia geral \u00e9 marcada por um apelo: &#8220;traz grande preocupa\u00e7\u00e3o o bloqueio das exporta\u00e7\u00f5es de trigo da Ucr\u00e2nia, das quais depende a vida de milh\u00f5es de pessoas, especialmente nos pa\u00edses mais pobres. Fa\u00e7o um apelo sincero para que sejam feitos todos os esfor\u00e7os para resolver esta quest\u00e3o e para garantir o direito humano universal \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o&#8221;. Por favor, n\u00e3o usem o trigo, um alimento b\u00e1sico, como arma de guerra&#8221;.<\/p>\n<p><strong>O desejo de ir \u00e0 Ucr\u00e2nia<\/strong><br \/>\nDurante estes 12 meses dilacerados pelo conflito, o Papa Francisco expressa repetidamente seu desejo de viajar \u00e0 Ucr\u00e2nia. Em 4 de junho, ele encontra os participantes do \u201cTrem das crian\u00e7as\u201d do P\u00e1tio dos Gentios. A uma delas, uma crian\u00e7a ucraniana, ele dirige estas palavras: &#8220;Eu gostaria de ir \u00e0 Ucr\u00e2nia; s\u00f3 que, tenho que esperar o momento para faz\u00ea-lo, sabe? Porque n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil tomar uma decis\u00e3o que pode fazer mais mal ao mundo inteiro do que bem&#8221;. Tenho que procurar o momento certo para faz\u00ea-lo&#8221;. Em 5 de junho, na solenidade de Pentecostes e &#8220;cem dias ap\u00f3s o in\u00edcio da agress\u00e3o armada contra a Ucr\u00e2nia&#8221;, o Papa no Regina Caeli sublinhou que a guerra &#8220;\u00e9 a nega\u00e7\u00e3o do sonho de Deus: povos em confronto, povos que se matam uns aos outros, povos que, em vez de se aproximarem, s\u00e3o expulsos de suas casas&#8221;. E ele renova seu apelo aos l\u00edderes das na\u00e7\u00f5es para que n\u00e3o levem &#8220;a humanidade \u00e0 ru\u00edna&#8221;.<\/p>\n<p><strong>A voz da humanidade que clama pela paz \u00e9 sufocada<\/strong><br \/>\nUma semana depois, em 12 de junho, o pensamento de Francisco, ainda no Angelus, voltou-se para &#8220;o povo da Ucr\u00e2nia, afligido pela guerra&#8221;. &#8220;O tempo que passa n\u00e3o esfriou nossa dor e nossa preocupa\u00e7\u00e3o com esse povo martirizado&#8221;. Por favor, n\u00e3o nos acostumemos a esta tr\u00e1gica realidade! Tenhamo-lo sempre em nossos cora\u00e7\u00f5es&#8221;. Rezemos e lutemos pela paz&#8221;. Em sua mensagem para o VI Dia mundial dos pobres, que leva a data de 13 de junho, o Pont\u00edfice enfatiza que &#8220;a guerra na Ucr\u00e2nia veio para se juntar \u00e0s guerras regionais que nos \u00faltimos anos est\u00e1 causando morte e destrui\u00e7\u00e3o. Mas aqui o quadro \u00e9 mais complexo devido \u00e0 interven\u00e7\u00e3o direta de uma &#8220;superpot\u00eancia&#8221; que pretende impor sua vontade contra o princ\u00edpio da autodetermina\u00e7\u00e3o dos povos. Cenas de tr\u00e1gica mem\u00f3ria est\u00e3o se repetindo, e mais uma vez a chantagem m\u00fatua de alguns poucos poderosos est\u00e1 cobrindo a voz da humanidade que clama pela paz&#8221;.<\/p>\n<hr \/>\n<p><em>Fonte: Vatican News (texto de Amedeo Lomonaco)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Guerra na Ucr\u00e2nia<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":242275,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1428],"tags":[55],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Um ano de guerra na Ucr\u00e2nia. 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