{"id":234592,"date":"2021-10-05T08:04:31","date_gmt":"2021-10-05T11:04:31","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/?p=234592"},"modified":"2021-10-05T08:04:31","modified_gmt":"2021-10-05T11:04:31","slug":"frei-joao-mannes-abre-a-semana-franciscana-e-indica-a-aurora-de-uma-nova-civilizacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/frei-joao-mannes-abre-a-semana-franciscana-e-indica-a-aurora-de-uma-nova-civilizacao.html","title":{"rendered":"Frei Jo\u00e3o Mannes abre a Semana Franciscana e indica &#8220;a Aurora de uma nova civiliza\u00e7\u00e3o&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-234593 size-full\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/mannes_051021.jpg\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"720\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/mannes_051021.jpg 1280w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/mannes_051021-450x253.jpg 450w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/mannes_051021-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/mannes_051021-768x432.jpg 768w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/mannes_051021-150x84.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><\/p>\n<p>O t\u00edtulo do novo livro do presidente do Grupo Educacional Bom Jesus e professor de Filosofia na FAE Frei Jo\u00e3o Mannes &#8211; &#8220;Experi\u00eancia e Pensamento Franciscano: Aurora de uma nova civiliza\u00e7\u00e3o&#8221; &#8211; abriu a 2\u00aa Semana Franciscana que vai at\u00e9 o pr\u00f3ximo s\u00e1bado (09\/10), numa a\u00e7\u00e3o conjunta da Prov\u00edncia Franciscana da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o, da Confer\u00eancia da Fam\u00edlia Franciscana do Brasil, do Instituto Teol\u00f3gico Franciscano e da Editora Vozes, atrav\u00e9s de suas redes sociais.<\/p>\n<p>O Coral Canarinhos de Petr\u00f3polis deu in\u00edcio a esta noite, que foi acolhida por Frei Gustavo Medella, Vig\u00e1rio Provincial e secret\u00e1rio de Evangeliza\u00e7\u00e3o e Miss\u00e3o da Prov\u00edncia. Ele escolheu o cap\u00edtulo 7 das Admoesta\u00e7\u00f5es de S\u00e3o Francisco, como inspira\u00e7\u00e3o para esta semana de forma\u00e7\u00e3o e informa\u00e7\u00e3o. Frei Medella tomou o texto &#8220;que a intelig\u00eancia deve seguir a boa a\u00e7\u00e3o&#8221;. Segundo o Ser\u00e1fico Pai, &#8220;s\u00e3o mortos pela letra os que t\u00e3o-somente querem saber as palavras, a fim de parecer mais s\u00e1bios que os outros e poder adquirir grandes riquezas e d\u00e1-las aos parentes e amigos; s\u00e3o ainda mortos pela letra aqueles religiosos que n\u00e3o querem seguir o esp\u00edrito das Sagradas Escrituras, mas s\u00f3 se esfor\u00e7am por saber as palavras e interpret\u00e1-las aos outros&#8221;, mas s\u00e3o vivificados pelo esp\u00edrito das Sagradas Escrituras aqueles que tratam de penetrar mais a fundo em cada letra que conhecem, nem atribuem o seu saber ao pr\u00f3prio eu, mas pela palavra e pelo exemplo o restituem a Deus, seu supremo Senhor, ao qual todo bem pertence.<\/p>\n<p>Nat\u00e1lia Fran\u00e7a, gerente de Marketing da Editora Vozes, conduziu a palestra e apresentou Frei Jo\u00e3o Mannes, que \u00e9 frade da Prov\u00edncia Franciscana da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o, e possui licenciatura em Filosofia pela Universidade S\u00e3o Francisco, S\u00e3o Paulo, gradua\u00e7\u00e3o em Teologia pelo Instituto Teol\u00f3gico Franciscano, Petr\u00f3polis, RJ, mestrado e doutorado em Filosofia, com especializa\u00e7\u00e3o em Pensamento Franciscano, pela Pontif\u00edcia Universidade Antoniana, em Roma, com os diplomas convalidados no Brasil pela PUCRS. Tamb\u00e9m possui especializa\u00e7\u00e3o em Gest\u00e3o das Organiza\u00e7\u00f5es Educacionais, pela FAE Centro Universit\u00e1rio, Curitiba, PR, curso avan\u00e7ado de Lideran\u00e7a Integral (Integral Leadership Program), pela FAE Business School, Curitiba, PR, e curso de Teoria da Educa\u00e7\u00e3o, pela PUCPR.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-234594 size-full\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/mannes_051021_2.jpg\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"660\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/mannes_051021_2.jpg 1280w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/mannes_051021_2-450x232.jpg 450w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/mannes_051021_2-1024x528.jpg 1024w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/mannes_051021_2-768x396.jpg 768w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/mannes_051021_2-150x77.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><\/p>\n<p>&#8220;Primeiramente, gostaria de agradecer \u00e0 Editora Vozes pela publica\u00e7\u00e3o deste livro. Tamb\u00e9m agrade\u00e7o a oportunidade de, nesta noite, ainda em clima de festa de S\u00e3o Francisco, partilhar com voc\u00eas algumas ideias dessa obra&#8221;, disse Frei Jo\u00e3o, contextualizando a relev\u00e2ncia desse texto na atualidade ao destacar o horizonte cultural do mundo em que vivemos, marcado pelas cont\u00ednuas inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas, pelo progresso cient\u00edfico, pelo fen\u00f4meno da globaliza\u00e7\u00e3o nas esferas econ\u00f4mica e cultural e pelo vertiginoso desenvolvimento das tecnologias da comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;De fato, vivemos um momento hist\u00f3rico de r\u00e1pidas e profundas mudan\u00e7as e de mudan\u00e7a de \u00e9poca, mudan\u00e7as agora aceleradas pela Covid-19&#8221;, explicou Frei Jo\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo ele, vivemos numa sociedade marcada por paradoxos: de um lado salta aos olhos o individualismo exacerbado, a arbitrariedade subjetiva, enquanto de outro, existe pluralidade cultural, \u00e9tnica, pol\u00edtica, econ\u00f4mica e religiosa. &#8220;Trata-se de um paradoxo porque n\u00e3o temos de um lado o individualismo e de outro a diversidade, mas na pluralidade temos uma diversidade de individualismos, ou uma confedera\u00e7\u00e3o de autonomias. Vivemos numa sociedade marcada por incertezas, ambiguidades, cat\u00e1strofes sociais e ambientais, indiferen\u00e7a globalizada, xenofobia, intoler\u00e2ncia religiosa e polariza\u00e7\u00f5es ideol\u00f3gicas. Por isso, na atualidade s\u00e3o imensos os desafios para estabelecer uma conviv\u00eancia harmoniosa entre todos&#8221;, acrescentou o frade.<\/p>\n<p>Para Frei Jo\u00e3o, a crise provocada pela Covid-19 acelerou e potencializou esses desafios e precisamos, urgentemente, &#8220;de um Sol que nos aponte o caminho para superar os desafios que decorrem de uma exacerbada autorreferencialidade, rumo a uma nova civiliza\u00e7\u00e3o de conviv\u00eancia harmoniosa e de fraternidade universal&#8221;.<\/p>\n<p>Esse Sol, segundo o frade, \u00e9 Francisco de Assis, que, no discipulado de Jesus Cristo pobre, humilde e crucificado, inaugurou uma maneira peculiar de ser, pensar, viver, conviver e agir. &#8220;Esse Sol que nasce na aurora de uma nova civiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 a experi\u00eancia dos primeiros companheiros de Francisco de Assis no seguimento de Jesus Cristo. Enfim, esperan\u00e7a e aurora de uma nova civiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 a experi\u00eancia vivida e considerada pelos pensadores da Escola Franciscana Medieval&#8221;, anotou.<\/p>\n<p>Para Frei Jo\u00e3o Mannes, \u00c9loi Leclerc, em sua magn\u00edfica obra &#8216;O sol nasce em Assis&#8217;, refere-se a S\u00e3o Francisco como um daqueles homens que, apesar de toda a desumanidade existente no mundo, n\u00e3o nos deixa desacreditar do ser humano. No per\u00edodo em que esteve preso no campo de concentra\u00e7\u00e3o, encontrou no esp\u00edrito de Francisco de Assis uma luz da qual precisamos atrozmente. &#8220;Francisco revelou-lhe o segredo de uma verdadeira fraternidade&#8221;, destacou.<\/p>\n<p>&#8220;Parafraseando El\u00f3i Leclerc, se um dia desejarmos reencontrar o caminho que nos leva \u00e0 maturidade humana e espiritual e \u00e0 concretiza\u00e7\u00e3o do sonho de uma nova civiliza\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 no caminho do Pobre de Assis. J\u00e1 o escritor e poeta Dante Alighieri, em &#8216;A divina com\u00e9dia&#8217; (Para\u00edso, Canto XI), considerou a pessoa de Francisco de Assis um dos luminares de que a humanidade, ent\u00e3o, precisava para reencontrar a via da verdadeira humaniza\u00e7\u00e3o. Por isso, referindo-se ao natal\u00edcio de Francisco de Assis, Dante escreveu: &#8216;Nasceu para o mundo um sol'&#8221;, refor\u00e7ou o frade nas suas considera\u00e7\u00f5es introdut\u00f3rias.<\/p>\n<p>Acompanhe, na sequ\u00eancia, um resumo dos sete cap\u00edtulos que fazem parte do livro \u201cExperi\u00eancia e pensamento franciscano \u2013 Aurora de uma nova civiliza\u00e7\u00e3o\u201d:<\/p>\n<p><strong>Cap\u00edtulo 1<\/strong><\/p>\n<p>No primeiro cap\u00edtulo, destacamos a experi\u00eancia origin\u00e1ria do pensamento franciscano. Ou seja, demonstramos que o pensamento franciscano \u00e9, originariamente, experi\u00eancia de encontro de Francisco de Assis e de seus primeiros seguidores com a pessoa de Jesus Cristo pobre, humilde e crucificado (transbordante de amor).<\/p>\n<p>A seiva origin\u00e1ria e o cora\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia e do pensamento franciscano s\u00e3o a escuta obediencial do Evangelho de Jesus Cristo.<\/p>\n<p>E todos os renomados pensadores da Escola Franciscana medieval procuraram traduzir essa experi\u00eancia por meio de conceitos. De modo que, aos conceitos subjaz uma experi\u00eancia, que \u00e9 tamb\u00e9m a condi\u00e7\u00e3o de inteligibilidade dos textos franciscanos, particularmente, dos textos chamados \u201cFontes Franciscanas\u201d.<\/p>\n<p>Ao descrever o perfil humano e espiritual de S\u00e3o Francisco, destacamos sua pobreza, humildade, sabedoria, a perfeita alegria e sua rela\u00e7\u00e3o afetuosa com todas as criaturas expressas no C\u00e2ntico das Criaturas.\u00a0No entanto, aqui fa\u00e7o apenas algumas considera\u00e7\u00f5es sobre a pobreza.<\/p>\n<p>A pobreza de Francisco, mais do que privar-se de bens materiais, \u00e9 liberdade exterior e interior, \u00e9 desapego total das coisas exteriores e de si mesmo, \u00e9 esvaziamento de si mesmo para entrar na din\u00e2mica da <em>kenosis<\/em> (desprendimento) de Jesus Cristo, e contemplar o universo das criaturas livremente, ou seja, na \u00f3tica divina, e, portanto, com entranhas de amor, compaix\u00e3o e cuidado.<\/p>\n<p>S\u00e3o Boaventura revela que Francisco via o universo com a sua intelig\u00eancia em conformidade com a mente divina, como se tivesse voltado para um \u201cestado de inoc\u00eancia original\u201d.<\/p>\n<p>Nesse estado de \u201cinoc\u00eancia original\u201d, \u00e0 luz de Deus, a cria\u00e7\u00e3o toda \u00e9 comunica\u00e7\u00e3o, resson\u00e2ncia e vibra\u00e7\u00e3o da Palavra de Deus. O universo das criaturas \u00e9 um livro espl\u00eandido no qual Deus nos fala de Seu amor, de sua bondade, beleza e sabedoria.<\/p>\n<p>Portanto, Francisco de Assis tinha uma experi\u00eancia teoc\u00eantrica do universo. Ele tinha consci\u00eancia de que Deus \u00e9 a \u00fanica fonte origin\u00e1ria de todos os seres e, por isso, a fraternidade humana e c\u00f3smica \u00e9 o princ\u00edpio fundamental da forma de vida franciscana.<\/p>\n<p><strong>Cap\u00edtulo 2<\/strong><\/p>\n<p>No <strong>segundo cap\u00edtulo<\/strong>, destacamos \u201ca contempla\u00e7\u00e3o de Deus no <em>Itinerarium mentis in Deum<\/em>, de S\u00e3o Boaventura\u201d. Portanto, abordamos a experi\u00eancia m\u00edstica de um dos maiores expoentes da Escola Franciscana. Dentre as obras de Boaventura, privilegiamos o <em>Itiner\u00e1rio da mente para Deus<\/em> (<em>Itinerarium mentis in Deum<\/em>).<\/p>\n<p>Essa obra prima de Boaventura \u00e9 mais do que uma produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria. O <em>Itinerarium<\/em> \u00e9 uma experi\u00eancia de interioriza\u00e7\u00e3o para o \u00edntimo mais \u00edntimo de n\u00f3s mesmos; \u00e9 caminho e caminhada de liberta\u00e7\u00e3o at\u00e9 o total desprendimento de tudo para, no sil\u00eancio, na solid\u00e3o do deserto, na interioridade mais \u00edntima de si mesmo, contemplar a presen\u00e7a e o retraimento de Deus nas criaturas em geral e atrav\u00e9s delas (os vest\u00edgios de Deus), e tamb\u00e9m na sua alma e atrav\u00e9s de sua alma (a imagem de Deus) e, acima de todos os entes, como Ser e Sumo Bem.<\/p>\n<p>Na esteira agostiniana, Boaventura exalta a bondade e a beleza das criaturas em geral como transcendentais do Ser. Essas s\u00e3o propriedades transcendentais do Ser porque todos os entes criados s\u00e3o belos e bons enquanto participam do Ser Belo e Bom, que lhes comunica o ser, a bondade e a beleza. De modo que, tudo que \u00e9, \u00e9 bom; tudo que \u00e9, \u00e9 belo.<\/p>\n<p>Quem j\u00e1 n\u00e3o ficou extasiado com o nascer e o p\u00f4r do sol? Quem j\u00e1 n\u00e3o admirou o desabrochar de uma flor? Quem j\u00e1 n\u00e3o se encantou com a beleza de uma pessoa? Quem n\u00e3o admira a generosidade da m\u00e3e Terra, que nos d\u00e1 o sustento? Contudo, reitera Boaventura, que a beleza e a bondade das criaturas n\u00e3o se compara \u00e0s perfei\u00e7\u00f5es do Criador.<\/p>\n<p>Nesse cap\u00edtulo, tamb\u00e9m fazemos uma reflex\u00e3o sobre o subt\u00edtulo do <em>Itinerarium Mentis in Deum<\/em>: <em>Speculatio pauperis in deserto<\/em> (Especula\u00e7\u00e3o do pobre no deserto). Trata-se da vis\u00e3o que o ser humano tem do mundo, de si mesmo e de Deus no estado de inoc\u00eancia original ao qual se referiu S\u00e3o Boaventura.<\/p>\n<p><strong>Cap\u00edtulo 3<\/strong><\/p>\n<p>No <strong>terceiro cap\u00edtulo<\/strong>, ilustramos alguns aspectos fundamentais a respeito da cria\u00e7\u00e3o do universo, ou mais especificamente, sobre a origem e a finalidade da cria\u00e7\u00e3o na vis\u00e3o de Boaventura e de Jo\u00e3o Duns Escoto.<\/p>\n<p>\u00c0 pergunta, por que Deus criou o universo?, o Doutor Ser\u00e1fico responde que a causa primeira das coisas \u00e9 a vontade boa e livre do Criador. A incondicionalidade da a\u00e7\u00e3o divina de criar \u00e9 expressa no princ\u00edpio (no axioma) neoplat\u00f4nico de Dion\u00edsio Areopagita <em>bonum diffusivum sui<\/em> (bondade que se difunde). Ent\u00e3o, Deus, transbordando de bondade, cria o universo.<\/p>\n<p>Por isso, a cria\u00e7\u00e3o n\u00e3o tem uma raz\u00e3o, um fundamento, um porqu\u00ea. Deus cria o universo com a finalidade de manifestar-se plenamente <em>ad extra<\/em>, para fora de Si mesmo, simplesmente por amor, nas criaturas e atrav\u00e9s delas. Por isso, salientamos que, na vis\u00e3o franciscana, o amor \u00e9 o princ\u00edpio de todas as coisas e todas as coisas s\u00e3o diferentes manifesta\u00e7\u00f5es do amor de Deus.<\/p>\n<p>Deus cria especialmente o ser humano por superabund\u00e2ncia de amor, capaz de amar \u00e0 semelhan\u00e7a Dele. Portanto, existimos no mundo com a voca\u00e7\u00e3o e o prop\u00f3sito de manifestar esse amor.<\/p>\n<p>uNo entanto, para Duns Escoto, a suprema comunica\u00e7\u00e3o <em>ad extra<\/em> de Deus n\u00e3o se d\u00e1 na cria\u00e7\u00e3o, mas na encarna\u00e7\u00e3o do Seu pr\u00f3prio Filho. Na perspectiva de Duns Escoto, podemos ent\u00e3o pensar que Deus criou o cosmo, especialmente o ser humano com a capacidade de amar como Ele, para viabilizar a Sua encarna\u00e7\u00e3o em Jesus de Nazar\u00e9. Aqui, temos uma bela discuss\u00e3o sobre o motivo da encarna\u00e7\u00e3o de Deus em Jesus Cristo.<\/p>\n<p>Lemos no pr\u00f3logo de S\u00e3o Jo\u00e3o que o Princ\u00edpio, o Primog\u00eanito de toda criatura, \u00e9 o Filho de Deus, porquanto \u201ctodas as coisas foram feitas por ele [Verbo] e sem ele nada se fez de tudo que foi feito\u201d (Jo 1, 1-3).<\/p>\n<p>Podemos destacar, na perspectiva escotista, que Deus quis, antes de tudo, a pessoa do Verbo, Jesus Cristo encarnado e ressuscitado e, atrav\u00e9s Dele, alfa e \u00f4mega, conduzir e reconduzir a cria\u00e7\u00e3o toda \u00e0 sua plenitude, j\u00e1 alcan\u00e7ada por Cristo ressuscitado.<\/p>\n<p><strong>Cap\u00edtulo 4<\/strong><\/p>\n<p>No <strong>quarto cap\u00edtulo<\/strong>, abordamos a antropologia franciscana, com especial \u00eanfase \u00e0 dimens\u00e3o relacional do ser humano na perspectiva de Boaventura, Duns Escoto e Guilherme de Ockham.<\/p>\n<p>Na vis\u00e3o de Boaventura, Deus (essencialmente rela\u00e7\u00e3o) cria o homem \u00e0 Sua imagem e semelhan\u00e7a. Por isso, a rela\u00e7\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m um constitutivo essencial da pessoa humana.<\/p>\n<p>Boaventura explicita o seu conceito de pessoa em <em>Quest\u00f5es disputadas sobre o mist\u00e9rio da Trindade<\/em>, onde afirma que \u201ca pessoa define-se pela rela\u00e7\u00e3o; a pessoa e a rela\u00e7\u00e3o s\u00e3o conceitos id\u00eanticos\u201d.<\/p>\n<p>No <em>Primeiro coment\u00e1rio aos quatro livros de Senten\u00e7as de Pedro Lombardo<\/em>, Boaventura afirma que \u201ca rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 na pessoa um acidente, mas uma caracter\u00edstica essencial\u201d. Portanto, a pessoa \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Igualmente, na concep\u00e7\u00e3o antropol\u00f3gica de Jo\u00e3o Duns Escoto, cada pessoa \u00e9, essencialmente, uma singularidade, \u00e9 \u00fanica, incomunic\u00e1vel, e um ser em comunidade.<\/p>\n<p>Cada indiv\u00edduo constr\u00f3i o seu projeto de vida livremente, de acordo com a sua natureza. Para Duns Escoto, a ess\u00eancia da liberdade humana n\u00e3o repousa no poder de escolha, mas na capacidade de autodetermina\u00e7\u00e3o da vontade.<\/p>\n<p>Isso quer dizer que, em qualquer circunstancialidade, podemos ser livres, ou seja, sempre podemos escolher como reagimos em cada situa\u00e7\u00e3o, mesmo naquelas que n\u00e3o escolhemos.<\/p>\n<p>Uma express\u00e3o que ocorre frequentemente na obra de Jo\u00e3o Duns Escoto \u00e9 que a pessoa \u00e9 \u201csolid\u00e3o \u00faltima\u201d (<em>ultima solitudo<\/em>).<\/p>\n<p>A solid\u00e3o \u00faltima \u00e9 aquele \u201cespa\u00e7o interior\u201d no qual a pessoa, livre de todos os condicionamentos externos, encontra-se s\u00f3 consigo mesma e tem a intransfer\u00edvel tarefa de decidir sobre o seu pr\u00f3prio ser e o sentido de sua exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m Guilherme de Ockham exclui a possibilidade de qualquer vest\u00edgio de universalidade nas coisas, por ele concebidas como estruturalmente singulares.<\/p>\n<p>Cada pessoa distingue-se essencialmente da outra, pois a ess\u00eancia de um indiv\u00edduo n\u00e3o \u00e9 comum \u00e0 de outros. Nesse caso, negar\u00edamos a singularidade de cada indiv\u00edduo. O que cada pessoa \u00e9, essencialmente, sem inger\u00eancias externas, nenhum outro \u00e9, e nem pode ser.<\/p>\n<p><strong>Cap\u00edtulo 5 <\/strong><\/p>\n<p>A antropologia relacional franciscana tem tamb\u00e9m suas implica\u00e7\u00f5es na concep\u00e7\u00e3o franciscana de educa\u00e7\u00e3o, que apresentamos no <strong>quinto cap\u00edtulo<\/strong>.<\/p>\n<p>De acordo com a proposta franciscana, a educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 apenas um m\u00e9todo de transmiss\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es, mas uma plataforma fundamental e privilegiada para formar pessoas \u00edntegras e integrais.<\/p>\n<p>O processo educativo franciscano tem base nos valores que marcaram a vida de Francisco e no mais amplo conceito de ser humano, para al\u00e9m de qualquer forma de egocentrismo. Francisco inspira uma pr\u00e1tica pedag\u00f3gica que se responsabiliza pelo desenvolvimento integral da pessoa: seu car\u00e1ter, sua cogni\u00e7\u00e3o, sua rela\u00e7\u00e3o consigo mesma, com as outras pessoas, com a natureza e com o Transcendente.<\/p>\n<p>Enfim, a proposta franciscana de educa\u00e7\u00e3o baseia-se na compreens\u00e3o franciscana do ser humano como uma individualidade em rela\u00e7\u00e3o amorosa com todos os seres do Universo e com o Criador, e visa construir uma nova civiliza\u00e7\u00e3o de amor, fraternidade e paz.<\/p>\n<p><strong>Cap\u00edtulo 6<\/strong><\/p>\n<p>No <strong>sexto cap\u00edtulo<\/strong>, abordamos um dos grandes desafios da atualidade, que \u00e9 o exerc\u00edcio da lideran\u00e7a. De maneira geral, a lideran\u00e7a \u00e9 equivocadamente compreendida como poder de domina\u00e7\u00e3o. Em contraposi\u00e7\u00e3o a esse modo egoc\u00eantrico de liderar, apresentamos o modelo franciscano de liderar, isto \u00e9, de ser l\u00edder-servidor.<\/p>\n<p>Para o gestor norte-americano, Robert Greenleaf, o l\u00edder-servidor, antes de mais nada, \u00e9 servidor. Ou seja, a sua motiva\u00e7\u00e3o e inspira\u00e7\u00e3o para liderar adv\u00e9m do sentimento natural de que ele quer servir, e servir acima de tudo. Ent\u00e3o, essa escolha consciente o leva a aspirar \u00e0 lideran\u00e7a.<\/p>\n<p>O prop\u00f3sito do l\u00edder servidor \u00e9 de servir aos seus liderados da melhor maneira poss\u00edvel. Ele foca o crescimento e o desenvolvimento das potencialidades de cada pessoa, o bem comum, o que \u00e9 melhor para toda a comunidade.<\/p>\n<p>Esse conceito de lideran\u00e7a servidora aplica-se perfeitamente a Jesus Cristo. Sem d\u00favida, o maior l\u00edder que j\u00e1 houve na hist\u00f3ria humana foi Ele. O poder de Jesus, \u201cmanso e humilde de cora\u00e7\u00e3o\u201d (Mt 11, 29), \u00e9 um poder sem poder. \u00c9 um poder n\u00e3o para se servir, mas para servir, \u00e9 poder-servi\u00e7o. Ele mesmo disse que \u201co Filho do homem n\u00e3o veio para ser servido, mas para servir e dar a vida pela reden\u00e7\u00e3o de muitos\u201d (Mc 10, 45).<\/p>\n<p>O l\u00edder Jesus Cristo deixou um legado de seguidores, entre eles, Francisco de Assis. Sem d\u00favida, Francisco, inspirando-se no Bom Pastor, tornou-se um dos maiores l\u00edderes da humanidade.<\/p>\n<p>Com a autoridade de servidor, o Homem de Assis recomendou aos irm\u00e3os da Ordem, que haviam recebido o of\u00edcio de liderar uma fraternidade, que n\u00e3o deveriam se \u201cvangloriar dessa superioridade mais do que se estivessem encarregados de lavar os p\u00e9s dos irm\u00e3os\u201d (Ad 4).<\/p>\n<p>Na experi\u00eancia de Francisco de Assis, a autoridade \u00e9 exercida com cora\u00e7\u00e3o de m\u00e3e. Assim, a atitude da m\u00e3e que \u201cama e nutre\u201d \u00e9 modelo de amor e cuidado que os encarregados do servi\u00e7o da autoridade s\u00e3o chamados a desenvolver.<\/p>\n<p>O amor \u00e9, portanto, um elemento essencial da lideran\u00e7a, que faz com que, a exemplo de Francisco, o l\u00edder n\u00e3o seja um comandante superior aos demais, mas um servidor da fraternidade.<\/p>\n<p>O l\u00edder-servidor influencia, sobretudo, pelo seu exemplo de vida virtuosa, e provoca os seus liderados a obedecer n\u00e3o tanto por dever, mas por amor.<\/p>\n<p>A sociedade, hoje, est\u00e1 demasiadamente dividida por muros de ressentimento, \u00f3dio e polariza\u00e7\u00f5es ideol\u00f3gicas, pol\u00edticas, raciais e religiosas. Nesse contexto, precisamos de l\u00edderes, que, como Francisco de Assis, constroem pontes, em vez de muros.<\/p>\n<p><strong>Cap\u00edtulo 7<\/strong><\/p>\n<p>No <strong>s\u00e9timo cap\u00edtulo<\/strong>, apresentamos a situa\u00e7\u00e3o generalizada de crise de fundamentos e de rumos que vive a humanidade hoje. As crises \u00e9tica, social e ecol\u00f3gica decorrentes da perda da conex\u00e3o ontol\u00f3gica do humano com o seu Eu mais origin\u00e1rio, e tamb\u00e9m pelo individualismo exacerbado (eu desconectado de sua ess\u00eancia), causam um mal-estar (crise) na Modernidade e a sensa\u00e7\u00e3o de que precisamos mudar de estilo de vida.<\/p>\n<p>pA crise \u00e9tica se expressa na falta de princ\u00edpios e valores fundamentais que orientam a vida pessoal e social, substitu\u00eddos por um \u201csalve-se quem puder\u201d. A relativiza\u00e7\u00e3o dos valores e de outros princ\u00edpios em nossas m\u00faltiplas rela\u00e7\u00f5es resulta na exacerba\u00e7\u00e3o do individualismo e da competi\u00e7\u00e3o entre as pessoas, na coisifica\u00e7\u00e3o das pessoas e da natureza, na corrup\u00e7\u00e3o, no uso dos bens p\u00fablicos para beneficiar interesses privados, na mercantiliza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es humanas, sociais, culturais, sexuais e religiosas.<\/p>\n<p>Em correla\u00e7\u00e3o \u00e0 crise \u00e9tica, temos tamb\u00e9m a crise ecol\u00f3gica, pois ambas t\u00eam sua origem numa equivocada compreens\u00e3o egoc\u00eantrica, autoreferencial e narcisista do humano.<\/p>\n<p>Como disse, as crises provocam um mal-estar e denunciam que precisamos de um novo modelo de civiliza\u00e7\u00e3o, ou seja, precisamos de uma nova antropologia e de uma nova \u00e9tica.<\/p>\n<p>Nesse cen\u00e1rio de urg\u00eancia de mudan\u00e7as, desponta no horizonte a \u00e9tica franciscana do amor e da fraternidade universal como uma chance de vida nova, de renascimento e ressignifica\u00e7\u00e3o de toda a nossa exist\u00eancia e oportunidade de uma nova civiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O amor \u00e9 o <em>ethos<\/em>, a ess\u00eancia, a morada origin\u00e1ria do ser humano, e como morada origin\u00e1ria do humano, o amor \u00e9 um elemento constitutivo do cuidado do outro.<\/p>\n<p>Amar ao pr\u00f3ximo significa querer, com todas as fibras do cora\u00e7\u00e3o, o m\u00e1ximo bem do outro, \u00e9 desejar que ele desenvolva plenamente todas as suas potencialidades.<\/p>\n<p>A pessoa foi criada para amar e, diz o Papa Francisco, na <em>Enc\u00edclica Fratelli Tutti, <\/em>\u201co amor cria v\u00ednculos e amplia a exist\u00eancia quando arranca a pessoa de si mesma para o outro\u201d.<\/p>\n<p>Ao longo das p\u00e1ginas deste livro, destacamos que para Francisco de Assis, Boaventura e Duns Escoto, o amor pressup\u00f5e liberdade. Liberdade \u00e9 mais do que ser livre disso e daquilo. Deus quis o ser humano livre para que pudesse amar.<\/p>\n<p>Na Escola Franciscana, prevalece o conceito de liberdade como desprendimento de todas as coisas e de si mesmo, e tamb\u00e9m como autodom\u00ednio e autodetermina\u00e7\u00e3o da vontade.<\/p>\n<p>Somente livres, desapegados, soltos e despreocupados podemos acolher a alteridade tal como ela \u00e9. Sem a liberdade, n\u00e3o s\u00e3o poss\u00edveis a escuta atenta, a empatia e a compreens\u00e3o m\u00fatua.<\/p>\n<p>Boaventura, no <em>Itinerarium mentis in Deum<\/em>, interpela o ser humano a entrar em sua morada origin\u00e1ria, ou em sua interioridade abissal: \u201cEntra, pois, \u00f3 homem, em ti mesmo\u201d (Itin 3, 1), pois, s\u00f3 \u00e0 medida que o ser humano entra no espa\u00e7o sagrado da interioridade, l\u00e1 onde habita a verdade (cuja ess\u00eancia \u00e9 a liberdade), ele descobre que a estrutura ontol\u00f3gica do ser humano \u00e9, essencialmente, relacional.<\/p>\n<p>A responsabilidade socioambiental s\u00f3 ocorre quando temos consci\u00eancia de que o outro \u00e9 porque eu sou, e vice-versa. Tudo e todos est\u00e3o interligados; cada ser vivo \u00e9 parte de uma totalidade org\u00e2nica. Por conseguinte, cuidar de uma criatura \u00e9 cuidar de todas.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Por fim, nas <strong>considera\u00e7\u00f5es conclusivas<\/strong> reiteramos que a pessoa de Francisco de Assis continua sendo inspira\u00e7\u00e3o para todos os tempos, porque encontrou a verdade que habita no mais \u00edntimo do seu cora\u00e7\u00e3o. Verdade esta, cuja ess\u00eancia \u00e9 a liberdade, o desapego das coisas e do pr\u00f3prio ego, o desprendimento total e a disponibilidade plena para acolher, amar e respeitar a alteridade do outro (analfabetos e letrados; sadios e doentes; ricos e pobres; plebeus e nobres; leigos e cl\u00e9rigos; jovens e velhos; cidad\u00e3os e estrangeiros).<\/p>\n<p>Francisco de Assis \u00e9 o pobre que no deserto no sil\u00eancio, na solid\u00e3o, reconectou-se com o Esp\u00edrito divino, que paira sobre todas as coisas e que foi, de maneira muito especial, insuflado por Deus no mais \u00edntimo dos nossos cora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Francisco de Assis continua sendo inspira\u00e7\u00e3o para n\u00f3s ainda hoje, porque descobriu que na origem de todas as criaturas encontra-se a vontade livre e amorosa do Criador. Isso significa que todas as criaturas est\u00e3o relacionadas e entrela\u00e7adas pelo amor de Deus.<\/p>\n<p>Todos os seres do universo s\u00e3o diferentes doa\u00e7\u00f5es do Amor divino e, assim, formam um corpo org\u00e2nico, no qual cada ser, sem perder a sua individualidade, alimenta e realimenta-se do todo em que est\u00e1 inserido.<\/p>\n<p>\u00c9 ineg\u00e1vel que hoje sentimos um mal-estar f\u00edsico, mental e psicol\u00f3gico provocado pelas crises contempor\u00e2neas (\u00e9tica, ecol\u00f3gica e antropol\u00f3gica) e que suscita a constru\u00e7\u00e3o de uma nova civiliza\u00e7\u00e3o. Esta implica reconex\u00e3o com o Esp\u00edrito do amor de Deus, intimamente presente no cora\u00e7\u00e3o do mundo.<\/p>\n<p>Somente \u00e0 medida que o ser humano retorna ao seu <em>ethos<\/em> origin\u00e1rio e reconecta-se com a centelha do divino que habita em seu interior, aumenta a sua consci\u00eancia de que formamos, com todos os seres do universo, uma maravilhosa fraternidade universal.<\/p>\n<p>Somente \u00e0 medida que cultivamos a atitude de amor por meio de a\u00e7\u00f5es concretas de cuidado \u00e0 vida, de respeito, di\u00e1logo, humildade e empatia, geramos uma nova civiliza\u00e7\u00e3o: a fraternidade humana e c\u00f3smica.<\/p>\n<p>Parafraseando Mahatma Gandhi, devemos ser as mudan\u00e7as que queremos ver no mundo, recolocando a alteridade no centro e zelando pelas melhores condi\u00e7\u00f5es de vida integral no presente e no futuro.<\/p>\n<p>Em suma, para realizar o sonho de uma nova civiliza\u00e7\u00e3o, \u00e9 preciso que habitemos a casa da liberdade, do amor, da solidariedade e da responsabilidade socioambiental, e atuemos corajosamente para humanizar o ser humano, para humanizar a educa\u00e7\u00e3o, humanizar a lideran\u00e7a e as estruturas que alienam o ser humano e atentam contra a dignidade da vida. Assim, efetivamente, o Sol de Assis \u00e9 aurora de uma nova civiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por fim, reitero que a experi\u00eancia e o pensamento (experi\u00eancia-pensamento) s\u00e3o sempre atuais e prof\u00e9ticos, porque quanto mais a pessoa humana sai de si mesma, sob o Sol de Assis, para viver em comunh\u00e3o amorosa com a alteridade do outro e do grande Outro, mais realiza o seu prop\u00f3sito de existir no mundo.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Adquira o livro do palestrante:<\/strong><\/p>\n<p>Use o cupom SEMANAFRANCISCANA e adquira 30% de desconto. V\u00e1lido at\u00e9 o dia 15 de outubro de 2021.<\/p>\n<p>Acesse: <a href=\"http:\/\/www.livrariavozes.com.br\/-prevenda-experienciaepensamentofranciscano6557133969\/p\">www.livrariavozes.com.br\/-prevenda-experienciaepensamentofranciscano6557133969\/p<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Confira a programa\u00e7\u00e3o completa:<\/strong><\/p>\n<p>Data: 04 a 09 de outubro, \u00e0s 20 horas.<br \/>\nTransmiss\u00e3o ao vivo pelos canais da TV Franciscanos, CFFB, ITF e Editora Vozes no YouTube e pelas p\u00e1ginas da Prov\u00edncia Franciscana, CFFB e ITF no Facebook.<\/p>\n<p><strong>05 de outubro \u2013 Ter\u00e7a-feira<\/strong><br \/>\n<em>Francisco, Clara e a Ecologia Integral: as respostas franciscanas para a Pandemia<\/em><br \/>\nApresenta\u00e7\u00e3o: Frei Gustavo Medella<br \/>\nParticipa\u00e7\u00e3o:<br \/>\nIrm\u00e3 Maria Karolyne de Jesus Crucificado \u2013 Mosteiro Santa Clara, de Belo Horizonte, MG<br \/>\nHugo Leonardo Pereira Borba \u2013 Ministro da Fraternidade Santo Ant\u00f4nio dos Pobres, da OFS, Volta Redonda, RJ<\/p>\n<p><strong>06 de outubro \u2013 Quarta-feira<\/strong><br \/>\n<em>Francisco e a juventude \u2013 50 anos da JUFRA no Brasil<\/em><br \/>\nParticipa\u00e7\u00e3o:<br \/>\nGabriela Consolaro Nabozny \u2013 Secret\u00e1ria Nacional de Forma\u00e7\u00e3o da JUFRA do Brasil<br \/>\nJeferson Machado, OFS \u2013 Representando o Minist\u00e9rio Nacional<\/p>\n<p><strong>07 de outubro \u2013 Quinta-feira<\/strong><br \/>\n<em>Os 800 anos \u00a0da Regra escrita por S\u00e3o Francisco para a OFS\/ Memorialis Propositum.<\/em><br \/>\nApresenta\u00e7\u00e3o: Ir. Cleusa Neves<br \/>\nParticipa\u00e7\u00e3o:<br \/>\nFrei Almir Ribeiro Guimar\u00e3es, OFM<\/p>\n<p><strong>08 de outubro \u2013 Sexta-feira<\/strong><br \/>\n<em>O caminho para construir a fraternidade: uma conversa sobre a Fratelli Tutti<\/em><br \/>\nApresenta\u00e7\u00e3o: Frei Gustavo Medella<br \/>\nParticipa\u00e7\u00e3o:<br \/>\nFrei James Girardi, OFM<\/p>\n<p><strong>09 de outubro \u2013 S\u00e1bado<\/strong><br \/>\n<em>Momento celebrativo<\/em><br \/>\nParticipa\u00e7\u00e3o: Santu\u00e1rio Frei Galv\u00e3o, Guaratinguet\u00e1 (SP)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Semana Franciscana<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":234595,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[1907],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Frei Jo\u00e3o Mannes abre a Semana Franciscana e indica &quot;a Aurora de uma nova civiliza\u00e7\u00e3o&quot; - 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