{"id":234486,"date":"2021-10-06T08:01:18","date_gmt":"2021-10-06T11:01:18","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/?p=234486"},"modified":"2021-10-06T08:01:18","modified_gmt":"2021-10-06T11:01:18","slug":"o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html","title":{"rendered":"&#8220;O lugar do outro &#8211; Hist\u00f3ria religiosa e m\u00edstica&#8221;, entre os lan\u00e7amentos da Vozes"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/vozes-livros-1280-1.jpg\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"720\" \/><\/p>\n<h3><strong>O lugar do outro &#8211; Hist\u00f3ria religiosa e m\u00edstica<\/strong><\/h3>\n<p>O historiador <strong>Michel de Certea<\/strong>u aborda, nesta obra, um objeto privilegiado: a hist\u00f3ria religiosa nos s\u00e9culos XVI e XVII. O autor questiona a confus\u00e3o, o fervor, os textos e as reformas dos crentes contestadores e inquietos, marcados pela fratura da Cristandade. Ao proceder \u00e0 an\u00e1lise de obras exemplares (Henri Bremond em Histoire litt\u00e9raire du sentiment religieux; e Robert Mandrou sobre os processos de feiti\u00e7aria), ele mostra como o seu ponto de vista \u00e9 diferente dessas abordagens: nele, a elucida\u00e7\u00e3o historiogr\u00e1fica n\u00e3o est\u00e1 separada da pesquisa hist\u00f3rica; da\u00ed, a sua insist\u00eancia sobre a alteridade do passado, sobre a necessidade de uma dist\u00e2ncia cr\u00edtica e sobre um respeito sem cumplicidade. Servindo-se de uma familiaridade incomum com os escritos de teologia e de espiritualidade, o historiador M. de Certeau acaba por diversificar os registros: ora um personagem central ocupa a cena (Ren\u00e9 d\u2019Argenson, intendente do rei, ou Carlos Borromeu, dedicado inteiramente \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o da reforma tridentina da Igreja, entre Roma e Mil\u00e3o); ora trata-se de um momento decisivo para uma institui\u00e7\u00e3o (a Companhia de Jesus, sob o mandato de seu 5\u00ba Superior Geral, Claudio Acquaviva) ou um texto fundador (os Ejercicios espirituales de Santo In\u00e1cio de Loyola). Em alguns ensaios, o historiador faz ressurgir o emaranhamento de c\u00edrculos devotos desejosos de reformar a Igreja, al\u00e9m de uma multiplicidade de redes que coletam cartas e relatos nos quais ressoa o eco apaixonado de debates m\u00edsticos. E, em todos, ele insufla vida e significa\u00e7\u00e3o ao procurar o lugar do outro, na alteridade de Deus, no conflito provocado pelas diferen\u00e7as entre crentes e no encontro com outras sociedades. Da\u00ed, o olhar voltado<\/p>\n<p>para uma antropologia incipiente: com Montaigne que julgava os canibais do Brasil, recebidos na Corte Francesa, compar\u00e1veis aos s\u00faditos do rei; e com Lafitau que iria inscrever os h\u00e1bitos e costumes dos amer\u00edndios na longa hist\u00f3ria da humanidade.<\/p>\n<p>Quando algu\u00e9m questionava Michel de Certeau a respeito de sua identidade profissional \u2013 intrigado com a sua maneira de transpor as fronteiras entre as disciplinas, de questionar os pressupostos e de p\u00f4r em pr\u00e1tica os m\u00e9todos das mesmas sem se deixar confinar nem se instalar a\u00ed permanentemente \u2013, ele respondia que era um historiador, mais precisamente um historiador da espiritualidade.<\/p>\n<p>A pr\u00f3pria natureza de seu objeto de estudo e a maneira como ele tinha se apegado \u00e0 sua hist\u00f3ria haviam inspirado suas viagens: \u201cSou apenas um viajante. N\u00e3o s\u00f3 porque viajei, durante muito tempo, atrav\u00e9s da literatura m\u00edstica (e este tipo de viagem exige ser modesto), mas tamb\u00e9m porque \u2013 tendo feito, no tocante \u00e0 hist\u00f3ria ou a pesquisas antropol\u00f3gicas, algumas peregrina\u00e7\u00f5es ao redor do mundo \u2013 aprendi, no meio de um t\u00e3o grande n\u00famero de opini\u00f5es, que eu n\u00e3o passava de um particular entre muitos outros, limitando-me a relatar alguns dos itiner\u00e1rios tra\u00e7ados \u2013 na diversidade de numerosos pa\u00edses, passados e presentes \u2013 pela experi\u00eancia espiritual\u201d.<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>Na alegria: o modo de vida do crist\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>Ser crist\u00e3o \u00e9 ter alegria no cora\u00e7\u00e3o, porque mesmo na dor, nos sofrimentos, ele precisa encontrar a paz. N\u00e3o ter medo que somente o mal aconte\u00e7a, mas tentar reencontrar a quietude que o mundo pode oferecer. Segundo o Papa Francisco, ter alegria \u00e9 pedir o dom do Esp\u00edrito Santo, buscar a paz que o Senhor nos d\u00e1. Apenas com a for\u00e7a de Deus, com a for\u00e7a do Esp\u00edrito Santo, podemos viver a alegria crist\u00e3, sabendo admir\u00e1-la, e nos salvar de viver apegados a outras coisas, at\u00e9 mesmo \u00e0s coisas mundanas.<\/p>\n<p>Por isso, devemos pedir ao Senhor que nos d\u00ea a afei\u00e7\u00e3o diante dele e das in\u00fameras riquezas espirituais que sempre nos concedeu. Aprender a lidar com as dificuldades com paz no cora\u00e7\u00e3o, n\u00e3o buscar uma alegria que, muitas vezes, pode nos entristecer, por ser tempor\u00e1ria, que promete algo bom, e, no fim das contas, nada tem a nos oferecer.<\/p>\n<p>Os temas tratados neste livro podem levar o leitor a buscar algo poss\u00edvel, a reencontrar o que, de fato, realmente importa.<\/p>\n<p>\u201cUm crist\u00e3o vive na alegria. Mas onde est\u00e1 essa alegria nos momentos mais tristes, nos momentos do sofrimento? Pensemos em Jesus na Cruz: estava alegre? \u00c9 claro que n\u00e3o! Mas certamente estava em paz! De fato, no momento da dor e da prova\u00e7\u00e3o, a alegria se transforma em paz. Ao contr\u00e1rio, no momento da dor, uma divers\u00e3o se transforma em escurid\u00e3o, em trevas.<\/p>\n<p>Eis por que o crist\u00e3o sem alegria n\u00e3o \u00e9 crist\u00e3o; o crist\u00e3o que vive sempre na tristeza n\u00e3o \u00e9 crist\u00e3o. Os crist\u00e3os que, no momento das prova\u00e7\u00f5es, das doen\u00e7as, de tantas dificuldades, perdem a paz carecem de alguma coisa.<\/p>\n<p>N\u00e3o devemos ter medo, mas alegria: n\u00e3o ter medo \u00e9 pedir a gra\u00e7a da coragem, a coragem do Esp\u00edrito Santo; e ter alegria \u00e9 pedir o dom do Esp\u00edrito Santo, mesmo nos momentos mais dif\u00edceis, com aquela paz que o Senhor nos d\u00e1\u201d.<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>O novo rosto do clero<\/strong><\/h3>\n<p>Este livro \u00e9 o resultado de uma pesquisa de campo, que buscou identificar o perfil dos \u201cpadres novos\u201d no Brasil, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua vis\u00e3o do mundo de hoje, da Igreja e do exerc\u00edcio do pr\u00f3prio minist\u00e9rio. Os dados levantados s\u00e3o oriundos de uma consulta a presb\u00edteros, leigos(as), jovens, seminaristas e religiosas de tr\u00eas dioceses, em cada uma das cinco regi\u00f5es do pa\u00eds. A an\u00e1lise preliminar dos resultados, que hora se apresenta, foi feita por te\u00f3logos-pastoralistas e cientistas sociais de renomadas universidades do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Entre outros, a pesquisa mostra os \u201cpadres novos\u201d em meio a pr\u00e1ticas pastorais e comportamentos pessoais, por um lado ligados aos valores da \u201cp\u00f3s-modernidade\u201d e \u00e0s novas tecnologias e, por outro, a devocionismos e tradicionalismos nost\u00e1lgicos de um passado sem retorno. Com isso, se constituem em um sujeito amb\u00edguo e inc\u00f4modo, entre o distanciamento da renova\u00e7\u00e3o do Vaticano II e da tradi\u00e7\u00e3o eclesial libertadora e inova\u00e7\u00f5es por eles veiculadas a serem levadas em considera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nas \u00faltimas d\u00e9cadas tem irrompido no seio do catolicismo brasileiro e para al\u00e9m dele um novo perfil de presb\u00edteros, denominados \u201cpadres novos\u201d, que por suas pr\u00e1ticas pastorais e comportamentos pessoais t\u00eam promovido na esfera da experi\u00eancia religiosa o deslocamento do prof\u00e9tico para o terap\u00eautico e do \u00e9tico para o est\u00e9tico. Isso tem provocado tens\u00f5es e entraves nos processos pastorais em curso, tanto entre os presb\u00edteros nas dioceses como em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s religiosas e aos leigos e leigas nas par\u00f3quias onde atuam. Entretanto, o novo perfil de presb\u00edteros na Igreja Cat\u00f3lica n\u00e3o \u00e9 um fen\u00f4meno a ser desqualificado ou desprezado. Ao contr\u00e1rio, ainda que em muito se vincule a posturas pr\u00e9-conciliares e \u00e0 denominada \u201cp\u00f3s-modernidade l\u00edquida\u201d, seu modo de ser e de agir questiona pr\u00e1ticas eclesiais correntes, p\u00f5e em xeque comportamentos costumeiros, desafiando um estudo para al\u00e9m de leituras ligeiras ou pragm\u00e1ticas do fen\u00f4meno. Este livro apresenta parte dos dados levantados por uma pesquisa de campo levada a cabo em todo o territ\u00f3rio nacional, seguida de uma an\u00e1lise dos resultados, ainda que de modo preliminar, por parte de renomados te\u00f3logos-pastoralistas e cientistas sociais.<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>A vida l\u00f3gica da alma<\/strong><\/h3>\n<p>\u201cO surgimento da tradu\u00e7\u00e3o portuguesa deste livro \u00e9 uma \u00f3tima oportunidade para abordar dois t\u00f3picos que s\u00e3o essenciais para o entendimento da sua tese e prop\u00f3sito. Um dos t\u00f3picos se refere \u00e0 ideia da \u2018vida l\u00f3gica da alma\u2019, na qual a palavra \u2018l\u00f3gica\u2019 tem frequentemente sido um obst\u00e1culo para um acesso genu\u00edno a esta obra. O outro t\u00f3pico \u00e9 a quest\u00e3o acerca de qual foi a motiva\u00e7\u00e3o fundamental para a escrita deste livro ou, para dizer de outro modo, qual \u00e9 a quest\u00e3o que est\u00e1 em jogo nele.<\/p>\n<p>Quando as pessoas escutam a frase \u2018a vida l\u00f3gica da alma\u2019, a primeira ideia que frequentemente parecem ter \u00e9 que \u2018l\u00f3gica\u2019 se refere \u00e0 l\u00f3gica formal, at\u00e9 mesmo \u00e0 l\u00f3gica matem\u00e1tica, e portanto a frase sugere uma abordagem abstrata, estritamente racionalista da vida ps\u00edquica, talvez at\u00e9 mesmo a tese de que a vida da alma segue as regras do racioc\u00ednio correto. Se fosse esse de fato o significado, a psicologia dificilmente seria poss\u00edvel. Como tal abordagem poderia fazer justi\u00e7a \u00e0 qualidade irracional dos rituais assim como da neurose e de outros sintomas ps\u00edquicos, \u00e0 esfera inteira dos afetos humanos, dos desejos, dos sonhos, \u00e0 profundidade po\u00e9tica e numinosa das imagens m\u00edticas e em geral ao car\u00e1ter misterioso da vida da alma? Grandes \u00e1reas da realidade an\u00edmica seriam marginalizadas.\u201d<\/p>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o do livro A vida l\u00f3gica da alma de Wolfgang Giegerich permite ao leitor brasileiro ter acesso \u00e0 obra que redefiniu os rumos dos estudos junguianos contempor\u00e2neos. Com a proposta de uma perspectiva de leitura solidamente cr\u00edtica sobre os fundamentos te\u00f3ricos dos textos de C.G. Jung e James Hillman, Giegerich conduz o exerc\u00edcio do pensamento junguiano para um outro patamar te\u00f3rico e cl\u00ednico e inaugura o que foi denominado por David Miller como \u201ca terceira onda do movimento junguiano\u201d.<\/p>\n<p>Com esta obra, rigorosa nos argumentos e s\u00f3lida na sua constru\u00e7\u00e3o, Giegerich nos convida a considerar que a alma possui sua l\u00f3gica pr\u00f3pria e esta deve ser, por excel\u00eancia, o fator que deve orientar toda e qualquer investiga\u00e7\u00e3o de qualquer fen\u00f4meno ps\u00edquico por aquele que se orienta pelas proposi\u00e7\u00f5es junguianas.<\/p>\n<p>Giegerich nos ensina que a tarefa \u00e9tica dentro do campo dos estudos junguianos \u00e9 coagular am\u00e1xima que sustenta sua obra: \u201ccom Jung e para al\u00e9m de Jung\u201d.<\/p>\n<p>Marcus Quintaes<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>Os Vikings &#8211;\u00a0<\/strong><strong>\u201cIdade M\u00e9dia, idade da viol\u00eancia\u201d<\/strong><\/h3>\n<p>De antiga, a imagem se tornou corriqueira. Ela surge como a mais espont\u00e2nea das opini\u00f5es. Empresta forma a julgamentos t\u00e3o diversos quanto recorrentes: sobre um passado remoto, mas igualmente sobre o presente que respiramos. Funciona como c\u00f3digo comum para rotular atitudes, comportamentos e ideias de ontem e de hoje. Na busca por figuras que permitam definir as trag\u00e9dias e mis\u00e9rias cotidianas, reduzimos o medieval \u00e0 etiqueta de \u201cviolento\u201d. O fazemos de diversas maneiras, lan\u00e7ando m\u00e3o de numerosos temas. Poucos t\u00e3o eloquentes quanto Os vikings. Grande parte da for\u00e7a embutida no nome adv\u00e9m da certeza de que ele designa um relacionamento singular com a capacidade de provocar e administrar dor, sofrimento, morte. Durante o s\u00e9culo IX, em raz\u00e3o dos vikings, uma viol\u00eancia visceral, assim\u00e9trica e imprevis\u00edvel supostamente desembarcou nos litorais e rios da Cristandade latina \u2013 o tipo de viol\u00eancia que mais de um mil\u00eanio depois ainda assombraria a modernidade capitalista. Contudo, ser\u00e1 que, com vistas \u00e0 essa dist\u00e2ncia temporal, as coisas s\u00e3o t\u00e3o claras?<\/p>\n<p>Ser\u00e1 simples enxergar as caracter\u00edsticas e os significados da viol\u00eancia atribu\u00edda \u00e0s \u201cgentes do norte\u201d? Uma vez que a compreens\u00e3o sobre \u201cos vikings\u201d situa e configura os modos de pensar a Idade M\u00e9dia, a d\u00favida vai al\u00e9m: conhecemos a viol\u00eancia medieval? Sabemos perceb\u00ea-la? Este livro apresenta uma vis\u00e3o inquieta, uma leitura agitada pela constata\u00e7\u00e3o de que nas respostas dedicadas a um tempo long\u00ednquo enfrentam os dilemas radicalmente atuais.<\/p>\n<p>OS VIKINGS: NARRATIVAS DA VIOL\u00caNCIA NA IDADE M\u00c9DIA \u00e9 um livro sobre hist\u00f3ria da viol\u00eancia. Percorrendo as narrativas latinas a respeito do contato com os vikings ao longo do s\u00e9culo IX, estas p\u00e1ginas miram quest\u00f5es historicamente abrangentes: por que a viol\u00eancia, sobre a qual paira a suspeita de ser err\u00e1tica e ocorrer como for\u00e7a cega, surge e ressurge como resultado de uma l\u00f3gica espec\u00edfica? Concretamente, o que era essa l\u00f3gica? Resultava de que rela\u00e7\u00f5es, decorria de que causas, acarretava que consequ\u00eancias? Como derramamento de sangue, torturas, conflitos e guerras envolvendo vikings eram inscritos no conjunto das experi\u00eancias cotidianas? Em termos ainda mais concisos: o que foi a viol\u00eancia viking no Ocidente medieval?<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>O Caminho do Sil\u00eancio<\/strong><\/h3>\n<p>Nosso cora\u00e7\u00e3o \u00e9 um receptor altamente sens\u00edvel, apto a escutar atrav\u00e9s de todos os nossos sentidos. N\u00e3o s\u00f3 aquilo que ouvimos, e sim tudo o que vemos, saboreamos, tocamos ou cheiramos, vibra, no \u00e2mago do nosso ser, com o c\u00e2ntico de Deus. Estar em sintonia com esta can\u00e7\u00e3o, impregnado de gratid\u00e3o, \u00e9 o que chamo de cantar de volta. Tal atitude de ora\u00e7\u00e3o tem proporcionado uma alegria imensa a todos os meus sentidos e ao meu cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Um mundo interior de ora\u00e7\u00e3o inteiramente diferente, no qual tamb\u00e9m me sinto em casa, \u00e9 aquele para o qual o sil\u00eancio abre a porta \u2013 um sil\u00eancio n\u00e3o somente notado pelos ouvidos, mas tamb\u00e9m uma serenidade do cora\u00e7\u00e3o, uma quietude l\u00facida e \u00edntima, semelhante \u00e0 calmaria de um dia sem vento em pleno inverno. Este sil\u00eancio resplandece como um raio de sol sobre a neve intocada, como em alguns dias de minha inf\u00e2ncia de que me recordo, nos Alpes austr\u00edacos.<\/p>\n<p>Ou como o breve sil\u00eancio entre o clar\u00e3o do rel\u00e2mpago e o estrondo do trov\u00e3o, os segundos em que prendemos a respira\u00e7\u00e3o. Nem sempre encontro a chave, o espa\u00e7o interior l\u00edmpido do sil\u00eancio. Por\u00e9m, quando isto acontece, simplesmente entro. O entrar ali j\u00e1 \u00e9 uma ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na espiritualidade crist\u00e3, t\u00e3o forte \u00e9 a \u00eanfase na Palavra que at\u00e9 alguns fi\u00e9is crist\u00e3os mal t\u00eam consci\u00eancia de que h\u00e1, na sua pr\u00f3pria tradi\u00e7\u00e3o, outros mundos de ora\u00e7\u00e3o a explorar. Um deles \u00e9 conhecido como \u201cOra\u00e7\u00e3o do Sil\u00eancio\u201d.<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>A atualidade do manifesto comunista<\/strong><\/h3>\n<p>A quest\u00e3o de uma relev\u00e2ncia cont\u00ednua da cr\u00edtica da economia pol\u00edtica de Marx em nossa era do capitalismo global deve ser respondida de uma maneira propriamente dial\u00e9tica: ainda \u00e9, completamente, n\u00e3o apenas a cr\u00edtica da economia pol\u00edtica de Marx, seu rascunho da din\u00e2mica capitalista; mas \u00e9 preciso at\u00e9 mesmo dar um passo al\u00e9m e reivindicar que \u00e9 apenas hoje, com o capitalismo global que, para dizer em hegel\u00eas, a realidade alcan\u00e7ou sua no\u00e7\u00e3o. Quando a realidade alcan\u00e7a plenamente sua no\u00e7\u00e3o, esta no\u00e7\u00e3o em si precisa ser transformada. Nesse lugar reside o paradoxo propriamente dial\u00e9tico: Marx n\u00e3o estava simplesmente errado, ele estava frequentemente certo, mas muito mais literalmente do que ele mesmo esperava.<\/p>\n<p>Assim, o que temos como resultado? Devemos colocar por escrito que O Manifesto Comunista \u00e9 um documento interessante do passado e nada mais? Em um paradoxo propriamente dial\u00e9tico, o pr\u00f3prio impasse e as falhas do comunismo do s\u00e9culo XX, impasses que estavam claramente demarcados nas limita\u00e7\u00f5es do pr\u00f3prio O Manifesto Comunista, portavam naquela \u00e9poca o testemunho de sua atualidade: a solu\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica marxista falhou, mas o problema permanece.<\/p>\n<p>Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens<\/p>\n<p>\u201cEu teria buscado um pa\u00eds onde o direito de legisla\u00e7\u00e3o fosse comum a todos os cidad\u00e3os; pois quem pode saber melhor do que eles sob quais condi\u00e7\u00f5es lhes conv\u00e9m viverem juntos em uma mesma sociedade? Mas n\u00e3o aprovaria plebiscitos semelhantes aos dos romanos, nos quais os chefes de Estado e os mais interessados na sua conserva\u00e7\u00e3o eram exclu\u00eddos das delibera\u00e7\u00f5es das quais frequentemente dependia sua salva\u00e7\u00e3o, e nos quais, por uma absurda inconsequ\u00eancia, os magistrados eram privados dos direitos usufru\u00eddos pelos cidad\u00e3os comuns\u201d.<\/p>\n<p>O comunismo hoje n\u00e3o \u00e9 o nome de uma solu\u00e7\u00e3o, mas o nome de um problema, o problema dos bens comuns em todas as suas dimens\u00f5es \u2013 os bens comuns da natureza como a subst\u00e2ncia de nossa vida, o problema de nossos bens comuns biogen\u00e9ticos, o problema de nossos bens comuns culturais (\u201cpropriedade intelectual\u201d) e, por \u00faltimo, mas n\u00e3o menos importante, os bens comuns como o espa\u00e7o universal da humanidade a partir do qual ningu\u00e9m deve ser exclu\u00eddo. Seja qual for a solu\u00e7\u00e3o, ela ter\u00e1 que lidar com esses problemas.<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens<\/strong><\/h3>\n<p>\u201cEu teria buscado um pa\u00eds onde o direito de legisla\u00e7\u00e3o fosse comum a todos os cidad\u00e3os; pois quem pode saber melhor do que eles sob quais condi\u00e7\u00f5es lhes conv\u00e9m viverem juntos em uma mesma sociedade? Mas n\u00e3o aprovaria plebiscitos semelhantes aos dos romanos, nos quais os chefes de Estado e os mais interessados na sua conserva\u00e7\u00e3o eram exclu\u00eddos das delibera\u00e7\u00f5es das quais frequentemente dependia sua salva\u00e7\u00e3o, e nos quais, por uma absurda inconsequ\u00eancia, os magistrados eram privados dos direitos usufru\u00eddos pelos cidad\u00e3os comuns\u201d.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">Todos esses produtos podem ser adquiridos pelos sites\u00a0<a href=\"http:\/\/www.livrariavozes.com.br\/\">www.livrariavozes.com.br<\/a>\u00a0ou \u00a0site:\u00a0<a href=\"http:\/\/vozes.com.br\/\">http:\/\/vozes.com.br<\/a><\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>E-mail<\/strong>:\u00a0<a href=\"mailto:contato@vozes.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">contato@vozes.com.br<\/a><\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Tel.<\/strong> 11 3101 8451<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Editora Vozes<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":234492,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[238],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>&quot;O lugar do outro - Hist\u00f3ria religiosa e m\u00edstica&quot;, entre os lan\u00e7amentos da Vozes - Not\u00edcias - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"&quot;O lugar do outro - Hist\u00f3ria religiosa e m\u00edstica&quot;, entre os lan\u00e7amentos da Vozes - Not\u00edcias - Franciscanos\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Editora Vozes\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Not\u00edcias - Franciscanos\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2021-10-06T11:01:18+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/vozes-livros-800-1.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"800\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"551\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"jovenal\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"jovenal\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"15 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/#website\",\"url\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/\",\"name\":\"Not\u00edcias - Franciscanos\",\"description\":\"Prov\u00edncia Franciscana da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o do Brasil - Ordem dos Frades Menores - OFM\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":\"required name=search_term_string\"}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/vozes-livros-800-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/vozes-livros-800-1.jpg\",\"width\":800,\"height\":551},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html#webpage\",\"url\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html\",\"name\":\"\\\"O lugar do outro - Hist\u00f3ria religiosa e m\u00edstica\\\", entre os lan\u00e7amentos da Vozes - Not\u00edcias - Franciscanos\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html#primaryimage\"},\"datePublished\":\"2021-10-06T11:01:18+00:00\",\"dateModified\":\"2021-10-06T11:01:18+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/#\/schema\/person\/c3a26b08313dd1772495ce300ab257cc\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"&#8220;O lugar do outro &#8211; Hist\u00f3ria religiosa e m\u00edstica&#8221;, entre os lan\u00e7amentos da Vozes\"}]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/#\/schema\/person\/c3a26b08313dd1772495ce300ab257cc\",\"name\":\"jovenal\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/e94509f531086e2eaf97e72f29ea00f9?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/e94509f531086e2eaf97e72f29ea00f9?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"jovenal\"},\"url\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/author\/jovenal\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"\"O lugar do outro - Hist\u00f3ria religiosa e m\u00edstica\", entre os lan\u00e7amentos da Vozes - Not\u00edcias - Franciscanos","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"\"O lugar do outro - Hist\u00f3ria religiosa e m\u00edstica\", entre os lan\u00e7amentos da Vozes - Not\u00edcias - Franciscanos","og_description":"Editora Vozes","og_url":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html","og_site_name":"Not\u00edcias - Franciscanos","article_published_time":"2021-10-06T11:01:18+00:00","og_image":[{"width":800,"height":551,"url":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/vozes-livros-800-1.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"jovenal","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"jovenal","Est. tempo de leitura":"15 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/#website","url":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/","name":"Not\u00edcias - Franciscanos","description":"Prov\u00edncia Franciscana da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o do Brasil - Ordem dos Frades Menores - OFM","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/?s={search_term_string}"},"query-input":"required name=search_term_string"}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html#primaryimage","url":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/vozes-livros-800-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/vozes-livros-800-1.jpg","width":800,"height":551},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html#webpage","url":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html","name":"\"O lugar do outro - Hist\u00f3ria religiosa e m\u00edstica\", entre os lan\u00e7amentos da Vozes - Not\u00edcias - Franciscanos","isPartOf":{"@id":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html#primaryimage"},"datePublished":"2021-10-06T11:01:18+00:00","dateModified":"2021-10-06T11:01:18+00:00","author":{"@id":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/#\/schema\/person\/c3a26b08313dd1772495ce300ab257cc"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/o-lugar-do-outro-historia-religiosa-e-mistica-entre-os-lancamentos-da-vozes.html#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"&#8220;O lugar do outro &#8211; Hist\u00f3ria religiosa e m\u00edstica&#8221;, entre os lan\u00e7amentos da Vozes"}]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/#\/schema\/person\/c3a26b08313dd1772495ce300ab257cc","name":"jovenal","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/e94509f531086e2eaf97e72f29ea00f9?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/e94509f531086e2eaf97e72f29ea00f9?s=96&d=mm&r=g","caption":"jovenal"},"url":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/author\/jovenal"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/234486"}],"collection":[{"href":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=234486"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/234486\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":234633,"href":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/234486\/revisions\/234633"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/234492"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=234486"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=234486"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=234486"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}