{"id":233929,"date":"2021-08-29T09:06:43","date_gmt":"2021-08-29T12:06:43","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/?p=233929"},"modified":"2021-08-29T09:17:57","modified_gmt":"2021-08-29T12:17:57","slug":"debora-pupo-questiona-familia-primeira-catequista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/debora-pupo-questiona-familia-primeira-catequista.html","title":{"rendered":"D\u00e9bora Pupo questiona: &#8220;Fam\u00edlia, primeira catequista?&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-233930\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/catequese_debora_290821.jpg\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"720\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/catequese_debora_290821.jpg 1280w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/catequese_debora_290821-450x253.jpg 450w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/catequese_debora_290821-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/catequese_debora_290821-768x432.jpg 768w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/catequese_debora_290821-150x84.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><\/p>\n<p>O sexto dia (28\/8) da Super Semana de Catequese da Editora Vozes teve como convidada a coordenadora regional da Anima\u00e7\u00e3o B\u00edblico-Catequ\u00e9tica do Regional Sul 2, da CNBB, D\u00e9bora Pupo, autora do livro &#8220;Catequese&#8230; Sobre o que estamos falando?&#8221;. Este evento, sempre \u00e0s 19 horas no canal do YouTube da Editora, termina neste domingo.<\/p>\n<p>Nesta <em>live<\/em>, que teve a condu\u00e7\u00e3o de Nat\u00e1lia Fran\u00e7a, a palestrante abordou o tema &#8220;Inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 Vida Crist\u00e3 em suas dimens\u00f5es celebrativas e doutrinais&#8221;, e fez alguns questionamentos ao situar a fam\u00edlia nesse contexto.<\/p>\n<p>Segundo D\u00e9bora Pupo, como em todas as atividades, \u00e9 comum a exist\u00eancia de alguns clich\u00eas e na catequese n\u00e3o \u00e9 diferente: &#8220;Fam\u00edlia, primeira catequista; os pais, primeiros catequistas; fam\u00edlia, Igreja dom\u00e9stica; catequese dom\u00e9stica&#8221;. &#8220;Eu n\u00e3o estou menosprezando isso, por favor. S\u00f3 que nesse processo, a minha pergunta \u00e9: que suporte a fam\u00edlia tem para ser uma Igreja dom\u00e9stica? Que suporte a fam\u00edlia tem para ser a primeira catequista dos filhos? No processo de Inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 Vida Crist\u00e3 (IVC), no pensamento de uma catequese mais voltada para o existencial, para a dimens\u00e3o de toda a forma\u00e7\u00e3o crist\u00e3, precisamos olhar para as fam\u00edlias com carinho porque muitas delas n\u00e3o fazem isso e n\u00e3o sabem como fazer. Eu ouso dizer assim: as crian\u00e7as v\u00eam obrigadas, mas pelo menos ainda v\u00eam! Os pais colocam os filhos na catequese e depois esquecem, mas colocam! Ser\u00e1 que n\u00e3o seria, ent\u00e3o, o momento de come\u00e7armos a pensar estrat\u00e9gias, possibilidades, de ajudar esses pais, essas fam\u00edlias, esses respons\u00e1veis a se conscientizarem da miss\u00e3o que eles t\u00eam? Porque muitos n\u00e3o t\u00eam tempo nesse mundo corrido. A fam\u00edlia \u00e9 indispens\u00e1vel na Inicia\u00e7\u00e3o da Vida Crist\u00e3? Eu digo sim, mas precisamos olhar para ela como um espa\u00e7o de catequese. A fam\u00edlia precisa ser catequizada, a fam\u00edlia precisa ser ajudada. Ent\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 dizer aos pais que t\u00eam que assumir o seu papel, porque alguns pais podem olhar e dizer assim: &#8216;t\u00e1, mas qual \u00e9 o papel que me cabe? Como eu vou assumir isso?&#8217; Eu tenho um pouco de receio do &#8216;8 ou 80&#8217; ou dos que &#8216;fazem nada ou que fazem tudo&#8217;. Tem pais que se envolvem e tem pais que n\u00e3o se envolvem. Tem fam\u00edlias que deixam a desejar, mas n\u00f3s catequistas, n\u00f3s catequese, n\u00f3s comunidade, como estamos olhando para as fam\u00edlias? O papel delas \u00e9 important\u00edssimo, mas elas precisam ser iniciadas tamb\u00e9m&#8221;, avaliou D\u00e9bora.<\/p>\n<p>Segundo ela, a catequese tamb\u00e9m ficou marcada pelos efeitos da pandemia, assim como em todas as realidades de nossa vida. Sem respostas prontas, as dioceses, as par\u00f3quias, as catequistas foram para a luta. &#8220;Tivemos uma criatividade sem tamanho, porque migramos para um espa\u00e7o que n\u00e3o t\u00ednhamos experi\u00eancia, n\u00e3o faz\u00edamos ideia. Eu digo para voc\u00eas: tive de me reinventar nessa hist\u00f3ria de<em> lives<\/em>, de sentar na frente do computador e falar para uma luzinha que fica ali, e tentar o melhor \u00e2ngulo, a melhor plataforma, entrar e sair de sala, tirar e p\u00f4r microfones. Eu fico imaginando os catequistas, pois muitas e muitos n\u00e3o t\u00eam esse preparo. N\u00f3s n\u00e3o preparamos os catequistas para, de uma hora para outra, fazerem um encontro de catequese virtual, at\u00e9 porque essa n\u00e3o \u00e9 a realidade da catequese&#8221;, explicou.<\/p>\n<p>Nesse per\u00edodo de pandemia, a catequese n\u00e3o ficou isenta de tudo o que significou esse momento na vida das pessoas e da sociedade. &#8220;Aos poucos, contudo, estamos retomando os encontros presenciais. Tem se percebido que, com os adolescentes, com os adultos, de repente voc\u00ea possa, como alternativa, utilizar as redes sociais. N\u00e3o virtualizar 100%. N\u00e3o existe catequese <em>on-line<\/em>. Podemos formar os catequistas, podemos at\u00e9 fazer momentos formativos com os pais, envolvendo as fam\u00edlias, envolvendo os respons\u00e1veis pelos catequizandos. Mas n\u00e3o podemos virtualizar a catequese, achar que agora voc\u00ea migra e vai fazer <em>catequese on-line<\/em>, porque a catequese \u00e9 feita na comunidade. Ela precisa desse contato, dessa conviv\u00eancia. Na pandemia, a catequese ficou abalada no primeiro momento, pois os catequistas n\u00e3o sabiam como agir. A catequese se reinventou durante a pandemia e agora, nesse p\u00f3s-pandemia, precisa olhar para a realidade das suas dioceses, para a realidade de suas par\u00f3quias e tra\u00e7ar caminhos comuns, lembrando que muitos catequistas perderam a vida, muitos catequizandos perderam pessoas queridas &#8211; pais, m\u00e3es, av\u00f3s, tios, irm\u00e3os. N\u00e3o \u00e9 pouco o n\u00famero de brasileiros que morreu em decorr\u00eancia da pandemia e muitos que passaram pela doen\u00e7a, ficaram com sequelas. Como podemos cuidar dessas feridas tamb\u00e9m no contexto da catequese? Acredito que a palavra nesse momento \u00e9 paci\u00eancia. Estamos vivendo um momento conturbado. N\u00e3o temos respostas prontas. Come\u00e7a-se a refletir, a conjecturar o que pode ser feito. Ainda \u00e9 um per\u00edodo que requer paci\u00eancia, an\u00e1lises da realidade, conversas, escutas para que se possam tra\u00e7ar caminhos em comum&#8221;, ensinou Pupo.<\/p>\n<p>Em outro questionamento veio de uma catequista, Gorete, lamenta ser um dos grandes desafios para p\u00f4r em pr\u00e1tica a Inicia\u00e7\u00e3o da Vida Crist\u00e3 na catequese \u00e9 a resist\u00eancia encontrada dentro da pr\u00f3pria Igreja. &#8220;De fato, existe essa dificuldade, porque trata-se de um processo que necessita de convers\u00e3o, de mudan\u00e7a de mentalidade. Inclusive conversava com um bispo que estava visitando a CNBB, em Curitiba, e ele falava sobre a inten\u00e7\u00e3o dele de iniciar esse processo de IVC na sua diocese. E ele disse que chegou num primeiro momento querendo mudar tudo. Agora, ele percebeu que \u00e9 preciso dar passos, fazer um caminho. E a IVC exige uma mudan\u00e7a de mentalidade, forma\u00e7\u00e3o dos catequistas, porque os catequistas precisam se compreender como facilitadores de um processo participativo. Ele n\u00e3o \u00e9 um professor de religi\u00e3o, de catequese. Precisa compreender os catequizandos como interlocutores. Os pais precisam fazer um processo de convers\u00e3o para reconhecerem a catequese n\u00e3o como um espa\u00e7o s\u00f3 em vista de um sacramento. A comunidade precisa se compreender iniciadora. Ent\u00e3o, toda a\u00e7\u00e3o \u00e9 voltada para um movimento de inicia\u00e7\u00e3o, todo um contexto precisa ser modificado e isso gera resist\u00eancia, porque mudar n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o f\u00e1cil. Mas a gente tem belas experi\u00eancias, tamb\u00e9m n\u00e3o d\u00e1 para dizer que n\u00e3o acontece, que n\u00e3o tem nenhuma experi\u00eancia, que n\u00e3o tem os pr\u00f3prios escritos dos documentos. Tem-se avan\u00e7ado nessa compreens\u00e3o. Mas \u00e9 um processo lento, sim, que precisa dessa convers\u00e3o, desse passo a passo, para o caminho ser feito&#8221;, avaliou.<\/p>\n<p>Na intera\u00e7\u00e3o com os participantes, Maria Elizabet Guardarine disse que \u00e9 bem dif\u00edcil iniciar a IVC na catequese porque hoje ela vista como prepara\u00e7\u00e3o apenas sacramental pelos pais dos catequizandos. &#8220;Dizer que a IVC \u00e9 renova\u00e7\u00e3o da catequese \u00e9 dizer que estamos fazendo esse processo de retorno \u00e0 verdadeira compreens\u00e3o de catequese, que \u00e9 esse, volto a dizer, processo de volta integral, org\u00e2nico de educa\u00e7\u00e3o na f\u00e9&#8221;, explicou.<\/p>\n<p>Para a palestrante, ao falarmos de Inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 Vida Crist\u00e3 \u00e9 importante que n\u00f3s iniciemos por uma defini\u00e7\u00e3o de IVC. O que se entende por IVC? Primeiro de tudo, o destaque de um &#8220;processo educativo&#8221;, que tem a ver com forma\u00e7\u00e3o, com instru\u00e7\u00e3o, com aprendizagem e transmiss\u00e3o de conhecimentos.<\/p>\n<p>&#8220;E esse processo educativo visa despertar, crescer e consolidar na f\u00e9. Tem um fim, um objetivo, embora possa parecer pretensioso. Onde queremos chegar? Um complemento desse objetivo \u00e9 colocar a pessoa diante da proposta interpeladora de Deus. Mais ou menos como aquela passagem do eunuco et\u00edope, nos Atos dos Ap\u00f3stolos, que est\u00e1 lendo um texto do profeta Isa\u00edas e o evangelista Felipe pergunta: &#8216;Voc\u00ea entende o que est\u00e1 lendo?&#8217; Ele responde: &#8216;Como vou entender se n\u00e3o tem quem explique!&#8217; Essa passagem termina em batismo do et\u00edope. Cito esse exemplo para dizer que, \u00e0s vezes, a gente diz assim: &#8216;Ah, as pessoas n\u00e3o ligam para Deus, as pessoas n\u00e3o ligam para a religi\u00e3o&#8217;, mas muitas vezes n\u00e3o h\u00e1 quem as coloque diante dessa grandeza, diante dessa beleza. Ent\u00e3o, o processo diante da IVC tem esse objetivo de explicar, de colocar a pessoa em contato com a proposta de Deus em sua vida&#8221;, situou D\u00e9bora.<\/p>\n<p>Ela se fundamentou numa defini\u00e7\u00e3o documental do DOC 107 da CNBB, 61, publicado em 2017, que vai dizer: &#8220;O processo educativo por meio do qual busca-se despertar, crescer e consolidar a f\u00e9 e na f\u00e9. Tem o objetivo de colocar a pessoa diante da proposta interpeladora de Deus que se realiza na hist\u00f3ria. \u00c9 o processo de ser conduzido para dentro do mist\u00e9rio amoroso do Pai e de ser inserido na comunidade eclesial, para professar, celebrar, viver e testemunhar a f\u00e9 em Jesus Cristo&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Ent\u00e3o \u00e9 um processo pessoal: sou inserido para dentro desse mist\u00e9rio, eu fa\u00e7o parte, eu aceito essa rela\u00e7\u00e3o com o Pai e vou vivenciar isso com a comunidade. A f\u00e9 n\u00e3o \u00e9 algo somente pessoal, mas um dom comunit\u00e1rio&#8221;, comentou.<\/p>\n<p>D\u00e9bora destacou alguns pontos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 IVC:<\/p>\n<p>&#8211; A catequese coloca-se a servi\u00e7o da inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 vida crist\u00e3 para ajudar nesse processo educativo, tornando-se um itiner\u00e1rio de forma\u00e7\u00e3o ao discipulado mission\u00e1rio<\/p>\n<p>&#8211; Pensar a I.V.C em suas dimens\u00f5es doutrinal e celebrativa \u00e9 pensar o processo educativo como um todo, no qual Catequese e liturgia se harmonizam.<\/p>\n<p>&#8211; Importante: a I.V.C. &#8220;deve acolher e iluminar as quest\u00f5es existenciais da vida de cada um. Isso significa que ela precisa enraizar-se no complexo tecido da exist\u00eancia concreta dos interlocutores e de suas realidades sociais (CNBB, Documento 107, n. 90)<\/p>\n<p>&#8211; Ao pensar as dimens\u00f5es doutrinal e celebrativa da I.V.C \u00e9 poss\u00edvel falar em: Catequese como educa\u00e7\u00e3o da f\u00e9 e Catequese como celebra\u00e7\u00e3o da f\u00e9.<\/p>\n<p><strong>CATEQUESE COMO EDUCA\u00c7\u00c3O\u00a0 DA F\u00c9 <\/strong><\/p>\n<p>&#8211; A catequese \u00e9 tamb\u00e9m instru\u00e7\u00e3o, ou seja, explicita a f\u00e9 e orienta a conduta crist\u00e3 dentro dos preceitos evang\u00e9licos, devidamente interpretados pela Igreja.<\/p>\n<p>&#8211; O ensino da doutrina vai orientar no caminho a seguir. Podemos dizer que a dimens\u00e3o doutrinal da I.V.C \u00e9 o esfor\u00e7o da Igreja em ser m\u00e3e e mestra.<\/p>\n<p>&#8211; \u00c9 a preocupa\u00e7\u00e3o da Igreja em interpretar a mensagem b\u00edblica para que seus fi\u00e9is n\u00e3o fiquem desorientados neste mundo marcado por constantes mudan\u00e7as.<\/p>\n<p>Sobre o segundo, a dimens\u00e3o doutrinal, Pupo lembra que \u00e9 preciso ajudar os catequizandos a harmonizar f\u00e9 e vida; e propiciar um processo participativo de acesso: \u00e0s Sagradas Escrituras, \u00e0 liturgia, \u00e0 doutrina da Igreja, \u00e0 inser\u00e7\u00e3o na vida da comunidade eclesial; e na experi\u00eancia de intimidade com Deus.<\/p>\n<p>&#8220;A dimens\u00e3o doutrinal se volta para a pessoa como um todo&#8221;, esclarece.<\/p>\n<p><strong>CATEQUESE COMO CELEBRA\u00c7\u00c3O DA F\u00c9! <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>&#8211; A celebra\u00e7\u00e3o \u00e9 a realiza\u00e7\u00e3o ritual da f\u00e9 na qual se incentiva o di\u00e1logo.<\/p>\n<p>&#8211; Dois movimentos importantes na celebra\u00e7\u00e3o: o an\u00fancio da Palavra de Deus e a resposta da assembleia.<\/p>\n<p>&#8211; Celebra\u00e7\u00e3o como ritual da f\u00e9: a celebra\u00e7\u00e3o \u00e9 o momento em que o divino irrompe no humano mediante um regime de linguagem e sinais.<\/p>\n<p>&#8220;Consegue imaginar esse momento tamb\u00e9m em seu encontro de catequese?&#8221;, pergunta D\u00e9bora<\/p>\n<p>Tr\u00eas caracter\u00edsticas importantes para esta compreens\u00e3o, destaca Pupo:<\/p>\n<ol>\n<li>Celebra\u00e7\u00e3o, no sentido crist\u00e3o, se refere a um fato hist\u00f3rico que possui ra\u00edzes antropol\u00f3gicas, pois tem a ver com a rela\u00e7\u00e3o do ser humano consigo, com o pr\u00f3ximo, com o mundo e com Deus.<\/li>\n<li>Celebrar n\u00e3o \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o folcl\u00f3rica ou externa \u00e0 pessoa, antes a envolve de dentro para fora.<\/li>\n<li>Outra caracter\u00edstica importante da celebra\u00e7\u00e3o \u00e9 o fato deque celebrar \u00e9 sempre um ato, ou um fazer, p\u00fablico, ligado a uma comunidade.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Uma certeza! Um desafio!<\/strong><\/p>\n<p>Segundo a coordenadora da CNBB, diante da dimens\u00e3o celebrativa da catequese, por conta da IVC, n\u00f3s temos uma certeza e um desafio:<\/p>\n<p>&#8211; <strong>Certeza<\/strong>: a pessoa precisa ser educada para celebrar, para inserir-se nesse di\u00e1logo com Deus e responder de acordo com seu ser.<\/p>\n<p><strong>&#8211; Desafio:<\/strong> fazer com que a catequese ajude nessa educa\u00e7\u00e3o para a celebra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Ent\u00e3o, educamos a f\u00e9 enquanto viv\u00eancia, e educamos a f\u00e9 enquanto celebra\u00e7\u00e3o&#8221;, enfatizou.<\/p>\n<p>&#8220;Dentro dessa compreens\u00e3o n\u00f3s n\u00e3o podemos pensar a catequese como itiner\u00e1rio que n\u00e3o contemple a celebra\u00e7\u00e3o. Porque o momento celebrativo se insere no itiner\u00e1rio catequ\u00e9tico como um marco para indicar o ritmo, para indicar o crescimento, para indicar o amadurecimento. Um exemplo, os ritos dentro do itiner\u00e1rio da inicia\u00e7\u00e3o \u00e1 vida crist\u00e3: os ritos das entregas, de admiss\u00e3o ao catecumenato, o rito da elei\u00e7\u00e3o, o rito da passagem par o outro&#8221;, explicou.<\/p>\n<p>&#8220;E se n\u00f3s falamos de um itiner\u00e1rio que pensa ser completo, n\u00f3s precisamos conjugar o momento de aprofundamento e de celebra\u00e7\u00e3o. \u00c9 nessa intera\u00e7\u00e3o que acontece o educar para o momento mais importante que \u00e9 o \u00e1pice do di\u00e1logo com Deus, que acontecer\u00e1 na celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica&#8221;, acrescentou.<\/p>\n<p>Pupo, ent\u00e3o, tomou uma passagem do Diret\u00f3rio Nacional de Catequese (DNC, 118), que destaca a liturgia como fonte inesgot\u00e1vel da catequese: &#8220;A proclama\u00e7\u00e3o da Palavra, a homilia, as ora\u00e7\u00f5es, os ritos sacramentais, a viv\u00eancia do ano lit\u00fargico e as festas s\u00e3o verdadeiros momentos de educa\u00e7\u00e3o e crescimento na f\u00e9. A liturgia \u00e9 fonte inesgot\u00e1vel da catequese, n\u00e3o s\u00f3 pela riqueza de seu conte\u00fado, mas pela sua natureza de s\u00edntese e cume da vida crist\u00e3: enquanto celebra\u00e7\u00e3o ela \u00e9 ao mesmo tempo an\u00fancio e viv\u00eancia dos mist\u00e9rios salv\u00edficos; cont\u00e9m, em forma expressiva e unit\u00e1ria, a globalidade da mensagem crist\u00e3. Por isso \u00e9 considerada lugar privilegiado de educa\u00e7\u00e3o da f\u00e9&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;A Celebra\u00e7\u00e3o e a festa contribuem para uma catequese prazerosa, motivadora e eficaz que nos acompanha ao longo da vida, porque compreende o momento celebrativo como componente essencial da experi\u00eancia religiosa crist\u00e3. N\u00f3s precisamos pensar uma catequese que seja tamb\u00e9m celebrativa, festiva, que ajude o catequizando a se inserir nesse di\u00e1logo com o Pai&#8221;, comentou.<\/p>\n<p>Segundo D\u00e9bora, dito isso pode-se perguntar o que \u00e9 uma Catequese lit\u00fargica. O n\u00famero 121 do DNC define a catequese lit\u00fargica: &#8220;\u00c9 um processo que visa enraizar uma uni\u00e3o madura, consciente e respons\u00e1vel em Cristo, sobretudo atrav\u00e9s das celebra\u00e7\u00f5es e leva ao compromisso com o servi\u00e7o de evangeliza\u00e7\u00e3o nas diversas realidades da vida. A catequese lit\u00fargica prepara aos sacramentos e ajuda a vivenci\u00e1-los: leva a uma maior experi\u00eancia do mist\u00e9rio crist\u00e3o. Ela explica o conte\u00fado das ora\u00e7\u00f5es, o sentido dos gestos e dos sinais, educa \u00e0 participa\u00e7\u00e3o ativa, \u00e0 contempla\u00e7\u00e3o e ao sil\u00eancio&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Quanta dificuldades temos em silenciar, para contemplar o mist\u00e9rio, o colocar-se. Tem um momento de falar, tem um momento de ouvir. Essa gama de situa\u00e7\u00f5es deve ser contemplada na catequese lit\u00fargica&#8221;, comentou.<\/p>\n<p>Na festa de Santo Agostinho neste dia 28 de agosto, a palestrante escolheu a seguinte defini\u00e7\u00e3o deste grande doutor da Igreja para ilustrar sua fala: &#8220;Celebrar \u00e9 tornar vis\u00edvel o invis\u00edvel, \u00e9 real\u00e7ar o di\u00e1logo entre Deus e o ser humano que acontece por meio de uma a\u00e7\u00e3o significativa que traz em si passado e futuro&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Quando formos celebrar, nos imaginemos dentro dessa compreens\u00e3o. Estamos participando de uma a\u00e7\u00e3o significativa que quer refor\u00e7ar nosso di\u00e1logo com Deus&#8221;, comentou.<\/p>\n<p><strong>E O CATEQUISTA NA IVC?<\/strong><\/p>\n<p>Pupo tamb\u00e9m falou do catequista dentro da IVC.\u00a0 Segundo ela, o catequista nesse processo \u00e9 desafiado a:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">&#8211; <strong>Ser guia:<\/strong> tomar pelas m\u00e3os os catequizandos e, juntos, percorrer o caminho da descoberta e aprofundamento da f\u00e9.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">&#8211; <strong>Ser semeador<\/strong> que anuncia com entusiasmo e convic\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">&#8211;<strong> Cultivar<\/strong> sua espiritualidade, seu conhecimento, sua intimidade com Jesus Cristo.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">&#8211; <strong>Apresentar a Jesus Cristo<\/strong> como uma Pessoa que traz uma proposta de vida nova.<\/p>\n<p>Pupo concluiu com o documento &#8220;Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica sobre a Catequese em nosso tempo&#8221;, de S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II, no in\u00edcio do seu Pontificado em 1979. &#8220;O n\u00famero 23 que cito \u00e9 a harmonia, a s\u00edntese da dimens\u00e3o doutrinal e celebrativa da IVC. E ele diz o seguinte: &#8216;A catequese conserva sempre uma refer\u00eancia aos Sacramentos e toda a catequese leva necessariamente aos Sacramentos da f\u00e9. Por outro lado, a aut\u00eantica pr\u00e1tica dos Sacramentos tem for\u00e7osamente um aspecto catequ\u00e9tico. Por outras palavras, a vida sacramental empobrece e bem depressa se torna ritualismo oco, se ela n\u00e3o estiver fundada num conhecimento s\u00e9rio do que significam os Sacramentos. E a catequese se intectualiza se n\u00e3o haurir vida na pr\u00e1tica sacramental'&#8221;.<\/p>\n<p><strong>DIA DO CATEQUISTA<\/strong><\/p>\n<p>Na mensagem final, D\u00e9bora deixou um agradecimento especial aos catequistas: &#8220;Um muito obrigado pelos esfor\u00e7os, por n\u00e3o desistir, por superar o medo em meio a dificuldades, por buscarem sempre caminhos para realizar esse servi\u00e7o. Nesse dia que nosso olhar se volta para a voca\u00e7\u00e3o do catequista, que Maria, a grande m\u00e3e do Brasil, estenda seu manto sobre todos os catequistas para renovar suas for\u00e7as. Que Maria acolha e interceda pelos catequistas nesse imenso Brasil! Que Maria console a tantos catequistas que perderam seus entes queridos neste tempo. Feliz e aben\u00e7oado Dia do Catequista!\u201d<\/p>\n<p><strong>CONHE\u00c7A A CONVIDADA<\/strong><\/p>\n<p>D\u00e9bora Pupo, Coordenadora Regional da Anima\u00e7\u00e3o B\u00edblico-Catequ\u00e9tica do Regional Sul 2, da CNBB. Bacharel em Teologia, pela Faculdade Missioneira do Paran\u00e1. Mestre na mesma \u00e1rea, formada pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica (PUC) de Curitiba, tendo como t\u00edtulo de sua disserta\u00e7\u00e3o: &#8220;Inicia\u00e7\u00e3o Crist\u00e3 e Catequese com adultos: um caminho para o discipulado&#8221;. A palestrante \u00e9 autora da Editora Vozes e reside em Curitiba \u2013 PR.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Super Semana de Catequese<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":233931,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[1890],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>D\u00e9bora Pupo questiona: &quot;Fam\u00edlia, primeira catequista?&quot; - Not\u00edcias - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/debora-pupo-questiona-familia-primeira-catequista.html\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"D\u00e9bora Pupo questiona: &quot;Fam\u00edlia, primeira catequista?&quot; - 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