{"id":233853,"date":"2021-08-25T11:22:43","date_gmt":"2021-08-25T14:22:43","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/?p=233853"},"modified":"2021-08-25T13:36:33","modified_gmt":"2021-08-25T16:36:33","slug":"semana-de-catequese-quem-e-esse-jesus-que-apresentamos-aos-catequizandos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/semana-de-catequese-quem-e-esse-jesus-que-apresentamos-aos-catequizandos.html","title":{"rendered":"Semana de Catequese: \u201cQuem \u00e9 esse Jesus que apresentamos aos catequizandos?\u201d"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-233855\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/catequuese_2.jpg\" alt=\"\" width=\"1164\" height=\"665\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/catequuese_2.jpg 1164w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/catequuese_2-450x257.jpg 450w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/catequuese_2-1024x585.jpg 1024w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/catequuese_2-768x439.jpg 768w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/catequuese_2-150x86.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 1164px) 100vw, 1164px\" \/><\/p>\n<p>Neste segundo dia (24\/8) da 2\u00aa Super Semana de Catequese, um evento da Editora Vozes <em>on-line<\/em> e gratuito, Pe. Douglas Rodrigues Xavier e Pe. Almerindo da Silveira Barbosa foram os convidados para falar do tema &#8220;Quem \u00e9 esse Jesus que apresentamos aos catequizandos?&#8221;, eles que s\u00e3o autores do livro \u201cQuem \u00e9 esse Jesus\u201d \u2013 Um itiner\u00e1rio de inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3 para formar disc\u00edpulos mission\u00e1rios&#8221;, editado pela Vozes.<\/p>\n<p>Nat\u00e1lia Fran\u00e7a fez as apresenta\u00e7\u00f5es e conduziu esta segunda palestra transmitida pelo Canal do YouTube da Editora, \u00e0s 19 horas, indo direto ao tema: &#8220;Quem \u00e9 esse Jesus?. &#8220;Como eu disse na minha pequena apresenta\u00e7\u00e3o, Jesus \u00e9 o centro da catequese. Tudo que n\u00f3s fazemos no processo catequ\u00e9tico \u00e9 para chegar ao fim que \u00e9 Jesus Cristo. Deus \u00e9 t\u00e3o maravilhoso, que ele se rebaixou e tornou-se um de n\u00f3s, participando conosco da nossa vida. Vivendo, experimentando a realidade humana, sendo um conosco, esse Deus t\u00e3o pr\u00f3ximo, t\u00e3o \u00edntimo, que n\u00f3s confessamos em Jesus o Filho de Deus. Esse Jesus que n\u00e3o \u00e9 um Deus abstrato, distante, mas \u00e9 um Deus muito pr\u00f3ximo&#8221;, disse Pe. Almerindo, que \u00e9 tamb\u00e9m autor da obra &#8220;Missa: conhecer para viver&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Eu acho que \u00e9 um desafio apresentar Jesus na catequese, porque como eu disse, mesmo ele sendo o centro da catequese, \u00e0s vezes n\u00f3s nos apegamos a outros temas perif\u00e9ricos que n\u00e3o nos conduzem a esta centralidade. Mas eu diria que para a gente ter a experi\u00eancia do encontro verdadeiro com Jesus Cristo, a primeira coisa que a gente precisa \u00e9 estar aberto \u00e0s a\u00e7\u00f5es de seu Esp\u00edrito, deixar que o Esp\u00edrito aja em n\u00f3s para a gente viver, falar desse Jesus. E depois a gente precisa ter intimidade com a Palavra de Deus. Eu n\u00e3o acredito que d\u00e1 para viver Jesus Cristo ou nenhuma realidade na nossa vida sem que antes a gente n\u00e3o conhe\u00e7a a pessoa, a realidade. Para que eu possa viver Jesus na minha vida, na minha comunidade de f\u00e9, primeiro eu preciso conhec\u00ea-lo. E \u00e9 por isso que estamos aqui. Esse \u00e9 o processo de uma vida crist\u00e3. \u00c9 exatamente ter primeiro o encantamento por ele, depois aprender com ele, com a sua vida para depois viver com ele na nossa vida. Acho que sem esse processo de encantamento com Jesus, de deixar ele nos seduzir, depois ser um aluno, um aprendiz dele, n\u00f3s n\u00e3o teremos condi\u00e7\u00f5es de viv\u00ea-lo na nossa vida e na nossa comunidade de f\u00e9&#8221;, acrescenta Pe. Almerindo.<\/p>\n<p>Para Pe. Douglas, falamos de um Jesus de fato, mas apresentado de tantos modos, de tantos jeitos, mas o mesmo Jesus. Segundo ele, vivenciar e fazer uma experi\u00eancia com Jesus n\u00e3o \u00e9 um conceito, uma ideia, n\u00e3o \u00e9 simplesmente uma elucubra\u00e7\u00e3o, um sentimentalismo, uma ideia acad\u00eamica. &#8220;\u00c9 uma experi\u00eancia real e concreta, vivencial. N\u00f3s estamos falando de uma pessoa. E a gente n\u00e3o conhece uma pessoa por um \u00e1lbum de fotos ou simplesmente por uma hist\u00f3ria. Eu at\u00e9 costumo brincar com o Pe. Almerindo nas nossas forma\u00e7\u00f5es, eu costumo dizer assim: \u2018Quando a gente conhece algu\u00e9m da boca do outro, isso \u00e0s vezes \u00e9 fofoca e faz mal, prejudica e atrapalha\u2019. E h\u00e1 muita gente fazendo fofoca sobre Jesus. Ou seja, fala muito de um Jesus que n\u00e3o experimenta, que n\u00e3o vive, que n\u00e3o traz para o dia a dia. Ent\u00e3o, o modo de viver essa experi\u00eancia com Jesus \u00e9 de fato com essa abertura a ele num processo de conhecimento. Eu quero conhec\u00ea-lo, experiment\u00e1-lo, eu quero t\u00ea-lo como companheiro de caminhada&#8221;, indicou.<\/p>\n<p>Para Pe. Almerindo, entrar na vida de Jesus \u00e9 uma aventura: &#8220;E quando n\u00f3s, de fato, conhecemos a vida de Jesus n\u00f3s vivemos a melhor de todas as aventuras de nossa vida. Ent\u00e3o, \u00a0diria que a essa aventura todos s\u00e3o convidados a descobrir esse Deus revelado em Jesus Cristo e que se faz t\u00e3o pr\u00f3ximo, t\u00e3o \u00edntimo e nos acompanha em todas as situa\u00e7\u00f5es. N\u00e3o \u00e9 um Deus das alturas, mas veio habitar no meio de n\u00f3s&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Afinal de contas vivemos num mundo cada vez mais secularizado, num mundo onde muitos t\u00eam se autodenominado que s\u00e3o ateus, que n\u00e3o creem em Deus, e n\u00e3o querem nenhuma experi\u00eancia religiosa. Algumas pessoas n\u00e3o est\u00e3o s\u00f3 ap\u00e1ticas \u00e0 religi\u00e3o, mas \u00e0s vezes at\u00e9 se posicionam contra e de modo r\u00edspido quase que criando n\u00e3o s\u00f3 uma cultura anticrist\u00e3, mas antirreligiosa. Por isso, conhecer Jesus e querer andar com ele \u00e9 uma aventura. Uma aventura porque se trata de uma op\u00e7\u00e3o. \u00c9 um convite, um chamado. N\u00e3o \u00e9 uma obriga\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 um peso. \u00c9 se voc\u00ea quiser. \u00c9 um processo de namoro, como bem disse o Pe. Almerindo. Namoro, conhecimento, desejo. Ent\u00e3o, \u00e9 uma aventura porque n\u00f3s queremos propor: olha, diante de tantas coisas esquisitas neste mundo, vem conhecer Jesus Cristo com a gente&#8221;, emendou Pe. Douglas.<\/p>\n<p>Para o Pe. Almerindo, nesse mundo secularizado, vamos conhecer Deus atrav\u00e9s do homem de Nazar\u00e9. &#8220;Eu imagino que na catequese o melhor jeito de a gente apresentar Deus, de modo especial para aquelas pessoas que t\u00eam d\u00favidas, seria apresentando aquele homem de Nazar\u00e9. Aquele homem com um jeito de viver t\u00e3o simples, t\u00e3o pr\u00f3ximo das pessoas, t\u00e3o amigo, t\u00e3o companheiro. Se a gente conhecer primeiramente esse homem de Nazar\u00e9 e ter uma rela\u00e7\u00e3o de verdadeira amizade com ele, acredito que fica mais f\u00e1cil a gente manter uma rela\u00e7\u00e3o de intimidade com Cristo, o Verbo eterno. Ent\u00e3o, quando algu\u00e9m chega com uma d\u00favida, eu acredito que se a gente colocasse Jesus de Nazar\u00e9 na vida da pessoa, despindo de tantas coisas, que \u00e0s vezes complicamos tanto Jesus Cristo e deixando ele na ess\u00eancia que de fato ele \u00e9, a gente conseguiria convencer qualquer pessoa a ter uma verdadeira amizade com ele. E na medida que eu cres\u00e7o na amizade com o Homem de Nazar\u00e9, eu consigo dar um passo para viver a intimidade com ele&#8221;, ensina.<\/p>\n<p>Para Pe. Douglas, uma apresenta\u00e7\u00e3o de Jesus tamb\u00e9m passa por um processo de reconstru\u00e7\u00e3o para depois construi-lo. &#8220;\u00c9 porque \u00e0s vezes os catequizandos, no in\u00edcio chegam com aquela ideia que ouviram em casa da fam\u00edlia, que ouviram na escola do professor ou em outros ambientes, sobre uma religi\u00e3o como algo que \u00e9 um amontoado de regras, de preceitos \u00e9ticos, morais, \u2018pode n\u00e3o pode, isso e aquilo\u2019, uma religi\u00e3o como um conjunto legislativo. Ou seja, a religi\u00e3o \u00e9 uma lei e voc\u00ea tem que seguir desse modo. Infelizmente, n\u00f3s, \u00e0s vezes, refor\u00e7amos essa ideia na nossa pr\u00e1tica catequ\u00e9tica quando colocamos regras demais. &#8216;Olha, para fazer a primeira comunh\u00e3o s\u00f3 depois disso ou daquilo outro&#8217; e n\u00e3o somos capazes de analisar o indiv\u00edduo, a crian\u00e7a, o jovem, o adulto na experi\u00eancia de Deus que ele fez, no caminho que fez. Ent\u00e3o, penso que a primeira ideia \u00e9 descontruir isso. Vamos pegar uma p\u00e1gina em branco, mesmo que seja dif\u00edcil, e n\u00e3o vou apresentar s\u00f3 uma religi\u00e3o, mas uma pessoa, algu\u00e9m, para que ele seja seu amigo na caminhada. O resto vem depois no processo. Primeiro experimentar Jesus&#8221;, observou.<\/p>\n<p>&#8220;Infelizmente, as pessoas conhecem as normas, \u2018o pode e n\u00e3o pode\u2019, e depois elas t\u00eam dificuldades para fazer o processo de se readaptar ao essencial. N\u00e3o tem outro caminho se, diante dos desafios, n\u00e3o estivermos alicer\u00e7ados em Jesus&#8221;, refor\u00e7a Pe. Almerindo.<\/p>\n<p><strong>EVANGELIZAR A FAM\u00cdLIA<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Esse \u00e9 o grande desafio nosso: Evangelizar a fam\u00edlia. Infelizmente, o catequizando quando chega na catequese j\u00e1 deveria saber as coisas b\u00e1sicas da f\u00e9. Lembrando que a catequese \u00e9 para aprofundar a f\u00e9 da pessoa. Quem d\u00e1 a f\u00e9 s\u00e3o os pais, \u00e9 a fam\u00edlia. Ela que deveria oferecer a f\u00e9 aos seus filhos e a catequese, por sua vez, aprofundar. Eu fico sempre me questionando que se a fam\u00edlia n\u00e3o desenvolve o seu papel, como \u00e9 que vamos dar conta, uma vez que o catequizando vai para a catequese quando ele j\u00e1 tem sua personalidade formada. Ele j\u00e1 est\u00e1 com 7, 8 ou 9 anos. Ele j\u00e1 recebeu tudo que precisava para se formar, para ser gente, ser pessoa e pessoa realizada, e agora l\u00e1 na catequese precisa ensinar o sinal da cruz, precisa ensinar ora\u00e7\u00f5es corriqueiras, que s\u00e3o pr\u00f3prias para a fam\u00edlia. Ent\u00e3o, a resposta n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o doce, mas n\u00e3o queiramos assumir o papel que \u00e9 pr\u00f3prio da fam\u00edlia. N\u00e3o d\u00e1, n\u00e3o tem como. A crian\u00e7a deve ser catequizada ainda no ventre da m\u00e3e. N\u00e3o \u00e9 esperar quando ela fizer uma inscri\u00e7\u00e3o para entrar na catequese e ser evangelizada. Mas a gente, enquanto Igreja, enquanto catequista, pode dar alguma ajuda. Eu acredito que a gente precisa ter logo no in\u00edcio da catequese a fam\u00edlia como parceira. Continuo a dizer. \u00c9 um longo desafio. Nem todos v\u00e3o aceitar ser parceiros dos catequistas e da comunidade de f\u00e9. Ent\u00e3o, imagino que nos primeiros encontros, em vez de se reunir com os catequizandos, reunir-se com a fam\u00edlia, pai e m\u00e3e, ou com o respons\u00e1vel pelo catequizando. Eu acredito que em vez de desenvolver quatro encontros para o catequizando, quem sabe um deles poderia ser com os pais&#8221;, sugere Pe. Almerindo.<\/p>\n<p>&#8220;O processo de convers\u00e3o se torna um pouco mais dif\u00edcil se ele n\u00e3o parte dessa experi\u00eancia inicial, logo no in\u00edcio da inf\u00e2ncia&#8221;, acrescentou Pe. Douglas, fazendo uma analogia do rito da P\u00e1scoa judaica. &#8220;Na noite da P\u00e1scoa dos judeus, eles fazem aquele rito familiar dentro de casa, organizam a mesa, e naquela liturgia familiar e caseira, geralmente o mais velho senta na cadeira, digamos da &#8216;presid\u00eancia&#8217;, e o mais novo \u00e9 ensinado a dizer: &#8216;Pai, conte-nos o que aconteceu naquela noite santa&#8217;. E ent\u00e3o, o mais velho come\u00e7a a contar, com suas palavras, com seu jeito, o que aconteceu na noite da P\u00e1scoa: &#8216;N\u00f3s \u00e9ramos escravos tantos anos no Egito e o Senhor nosso Deus&#8230;&#8217; E assim vai narrando. Interessante, eles n\u00e3o narram como uma hist\u00f3ria: &#8216;O povo hebreu&#8230;&#8217;. Eles narram fazendo parte da hist\u00f3ria: &#8216;N\u00f3s passamos, n\u00f3s entramos na terra prometida&#8230;&#8217;. Com isso, a crian\u00e7a vai fazendo a experi\u00eancia de f\u00e9, sendo inclu\u00edda. N\u00e3o \u00e9 um livro que estou lendo uma hist\u00f3ria \u00e0 parte. Mas essa fam\u00edlia faz parte da hist\u00f3ria: &#8216;Meu povo, meu pai, passamos o Mar Vermelho&#8230;&#8217;.<\/p>\n<p>Um dos participantes quis saber como fazer para que as crian\u00e7as fiquem na Igreja ap\u00f3s a primeira comunh\u00e3o, continuando o processo formativo, especialmente neste momento de pandemia, que est\u00e1 modificando a vida em comunidade.<\/p>\n<p>Segundo Pe. Almerindo, a pergunta \u00e9 fundamental. &#8220;Estamos de fato percebendo o sumi\u00e7o das pessoas na pandemia. Uns com medo, outros por comodidade, por sentir que a religi\u00e3o n\u00e3o fez falta, imagino assim. N\u00e3o existe nenhuma pesquisa, mas percebo esta realidade. Fazer com que o catequizando, depois de receber o sacramento, permane\u00e7a na Igreja \u00e9 o nosso desafio. Eu n\u00e3o sei se temos resposta para isso, mas eu arrisco dizer que est\u00e1 em tudo que n\u00f3s j\u00e1 falamos. E na forma como apresentamos o conte\u00fado catequ\u00e9tico durante o processo catequ\u00e9tico. Infelizmente, n\u00e3o fazemos o caminho como ele deveria ser feito. Como disse, colocando Jesus sempre no centro de tudo.\u00a0 Eu arrisco dizer que \u00e9 o nosso processo que n\u00e3o \u00e9 bem feito, seja pela falta de forma\u00e7\u00e3o dos catequistas, seja pela habilidade pedag\u00f3gica, de saber ser um verdadeiro pedagogo na f\u00e9, transmitir como deve, ou seja pelos nossos conte\u00fados, pelos nossos roteiros que, muitos dos quais n\u00e3o nos conduzem a um processo verdadeiro do amadurecimento da f\u00e9 e da ades\u00e3o a Jesus Cristo. Quem encontrou Jesus n\u00e3o tem como ficar fora desse processo, ali\u00e1s no Documento de Aparecida, no n\u00ba 29, eu gosto demais daquela fala do Bento XVI: \u201cConhecer Jesus \u00e9 o melhor presente que algu\u00e9m pode receber; t\u00ea-lo encontrado foi o melhor que ocorreu em nossas vidas, e faz\u00ea-lo conhecido com nossa palavra e obra \u00e9 a nossa alegria\u201d (DAp, n\u00ba 29). Talvez, a pergunta \u00e9: o catequizando que recebeu a Eucaristia, a confirma\u00e7\u00e3o, ele encontrou Jesus no processo catequ\u00e9tico? Talvez seja este o questionamento que temos que fazer&#8221;, avalia Pe. Almerindo.<\/p>\n<p>Pe. Douglas acrescentou fazendo outro questionamento: &#8220;Ele encontrou Jesus ou cumpriu a escolinha para receber o diploma? Eu vejo aqui um problema sistem\u00e1tico. N\u00f3s olhamos desde o positivismo para c\u00e1, tudo foi se especializando demais. Ent\u00e3o, tudo se torna especialista. Se voc\u00ea vai ao m\u00e9dico, tem aquele m\u00e9dico que \u00e9 especialista no dedo indicador direito. E ele s\u00f3 cuida desse. \u2018Ah, mas eu tenho um problema no esquerdo\u2019. Ent\u00e3o \u00e9 outro m\u00e9dico. N\u00f3s vivemos a crise da superespecializa\u00e7\u00e3o. Ou seja, sei fazer isso e nada mais. Mas faz lembrar Charles Chaplin em \u2018Tempos Modernos\u2019. S\u00f3 sabe apertar um parafuso. Se apertar outro, n\u00e3o d\u00e1 conta. N\u00f3s precisamos trazer para a Igreja um conceito que foi trabalhado e depois esquecido em nossos planos pastorais, que \u00e9 a famosa pastoral org\u00e2nica. N\u00f3s precisamos entrela\u00e7ar as coisas. Se n\u00e3o n\u00f3s ficamos assim: a catequese aqui e a pastoral da fam\u00edlia acol\u00e1; o ECC de um lado e o d\u00edzimo de outro. N\u00e3o conversamos e n\u00e3o formamos rede. A partir de quando a crian\u00e7a \u00e9 apresentada a Jesus, passar apresentar a vida crist\u00e3. N\u00f3s vivemos numa comunidade. Aqui \u00e9 a nossa Igreja, integrando a crian\u00e7a e o jovem nas atividades da comunidade. N\u00e3o se trata de dar um trabalho, mas \u00e9 traz\u00ea-lo para a experi\u00eancia de comunidade. \u00c9 j\u00e1 fazer esse despertar para a vida de comunidade&#8221;.<\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o colocada para os convidados \u00e9 como viver a espiritualidade numa sociedade atarefada, ocupada, conectada. &#8220;N\u00e3o tem como eu ser crist\u00e3o sem fazer ades\u00e3o a Jesus. Apesar de j\u00e1 ter gente querendo ser crist\u00e3o sem viver Jesus, sem viver a religi\u00e3o, a comunidade de f\u00e9. Isso \u00e9 imposs\u00edvel. N\u00e3o d\u00e1 para dizer que eu sou crist\u00e3o sem ter Jesus na minha vida. Mas eu acredito que precisamos assumir as exig\u00eancias do seguimento, onde Jesus deixa muito claro que as pessoas s\u00e3o livres. Se quiser, ele n\u00e3o obriga, mas na liberdade precisa assumir tudo o que \u00e9 pr\u00f3prio do seguimento. Precisa entender n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 a mensagem da ressurrei\u00e7\u00e3o mas precisa, acima de tudo, da linguagem da cruz&#8221;, destacou Pe. Almerindo.<\/p>\n<p>Para Pe. Douglas, a pandemia nos atrapalhou bastante. &#8220;E eu tenho dito muito: Deus n\u00e3o \u00e9 virtual. Deus n\u00e3o \u00e9 um avatar. Deus \u00e9 pessoa, e pessoa voc\u00ea tem que experimentar, tem que viver. Fa\u00e7o aqui uma analogia de um cl\u00e1ssico da literatura: Saint Exup\u00e9ry. Todo mundo conhece, at\u00e9 quem nunca leu o &#8216;Pequeno Pr\u00edncipe&#8217;. Numa passagem l\u00e1, o Pequeno Pr\u00edncipe v\u00ea aquele campo de rosas e fica decepcionado, porque no planeta dele tinha apenas uma rosa e achava que era \u00fanica. No desenrolar da hist\u00f3ria, ele entende que o que fez com que aquela rosa fosse importante para ele foi o tempo que dedicou a ela. O nosso relacionamento que foi importante. Assim tamb\u00e9m \u00e9 com Deus. A pandemia parece que fez algumas pessoas entenderem que a frequ\u00eancia \u00e0 igreja n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria. O que \u00e9 um erro. N\u00e3o d\u00e1 para viver uma f\u00e9 de pijama, deitado no sof\u00e1 de casa assistindo a Missa pela TV ou internet, colocando cora\u00e7\u00e3ozinho l\u00e1. A f\u00e9 crist\u00e3 n\u00e3o \u00e9 uma f\u00e9 de internet. Embora sabemos valorizar momentos como esse aqui, que a Vozes est\u00e1 proporcionando, em que para isso a internet cumpre o papel formativo e dialogal. A experi\u00eancia, como dizem os franceses, deve ser t\u00eate-\u00e0-t\u00eate. N\u00e3o d\u00e1 para fazer virtual&#8221;, criticou.<\/p>\n<p>Essa experi\u00eancia com Jesus precisa ser alimentada, como refor\u00e7a Pe. Almerindo, pela Palavra e Eucaristia. &#8220;Para n\u00f3s que j\u00e1 encontramos Jesus, n\u00e3o tem outro caminho&#8221;, enfatiza. &#8220;Para quem n\u00e3o encontrou, precisamos apresent\u00e1-lo. Como disse algu\u00e9m, &#8216;n\u00e3o d\u00e1 para amar aquilo que a gente n\u00e3o conhece'&#8221;.<\/p>\n<p>Pe. Douglas, parafraseando Santo Agostinho, citou: &#8220;oh beleza t\u00e3o antiga e t\u00e3o nova!&#8221; Segundo ele, a experi\u00eancia de Deus \u00e9 nova todos os dias: &#8220;Nenhum de n\u00f3s pode dizer que j\u00e1 conhecemos tudo. Inclusive o pr\u00f3prio t\u00edtulo do nosso livro j\u00e1 diz isso. Tomamos o cuidado de dizer &#8220;um itiner\u00e1rio para conhecer Jesus&#8221;. Ou seja, uma proposta entre tantas que existem para viver essa experi\u00eancia. Jesus \u00e9 sempre novo. Nunca achar que j\u00e1 estamos prontos, que sabemos tudo, que j\u00e1 o temos.\u00a0 A cada dia, a cada manh\u00e3 deve ser buscado, como diz a m\u00fasica de Pe. Zezinho, uma pessoa que admiro muito e que encanta com suas m\u00fasicas. &#8220;Esta manh\u00e3, mais uma vez\/ Volto a rezar e a pedir tua luz\/ Sei que eu n\u00e3o sei continuar\/ Sem escutar tua voz, que me diz \/ Que o pai me ama\/ Que ele me chama \/ Pra me fazer feliz \/E eu vou percorrendo o caminho (eu vou) \/ E eu vou, porque Deus \u00e9 amor (eu vou) \/ Porque Deus me chamou (porque Deus me chamou) \/ Porque Deus \u00e9 amor&#8221;. \u00c9 isso, foi ontem, \u00e9 hoje, precisa ser amanh\u00e3, porque sen\u00e3o \u00e9 ponto final e n\u00e3o f\u00e9 \u00e9 ponto final&#8221;.<\/p>\n<p><strong>CONHE\u00c7A OS CONVIDADOS<\/strong><\/p>\n<p>Pe. Almerindo \u00e9 graduado em Filosofia (PUC); tem P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, lato sensu, em Ensino Religioso \u2013 Faculdade do Noroeste de Minas \u2013 FINOM \u2013 Paracatu\/MG; \u00e9 p\u00f3s-graduado em Teologia Pastoral. Sacerdote incardinado na Diocese de Luz\/MG, \u00e9 p\u00e1roco na Par\u00f3quia S\u00e3o Sebasti\u00e3o\/MG; assessor Diocesano da Catequese e Professor de Hist\u00f3ria da Filosofia Antiga no Semin\u00e1rio Diocesano Nossa Senhora da Luz, em Luz\/MG. Autor da obra &#8220;Missa: conhecer para viver&#8221;. Membro da Equipe de catequese do Regional Leste 2\/CNBB e coautor da cole\u00e7\u00e3o &#8220;Deus Conosco&#8221;.<\/p>\n<p>Pe. Douglas possui gradua\u00e7\u00e3o em Direito pela PUC de Minas Gerais (2009). Tem experi\u00eancia na \u00e1rea de Direito, com \u00eanfase em Direito Penal. P\u00f3s-graduado, lato sensu, em Ci\u00eancias Penais pela PUC de Minas Gerais (2010), especialista em Ci\u00eancias Criminais pelo Instituto Brasileiro de Ci\u00eancias Criminais e Advogado inscrito nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil &#8211; Minas Gerais. Bacharel em Teologia pelo Instituto Dom Jo\u00e3o Resende Costa da PUC de Minas Gerais (2013). Especialista em Direito Matrimonial Can\u00f4nico pelo Instituto Santo Tom\u00e1s de Aquino, Belo Horizonte\/ MG, (2015). Sacerdote incardinado na Diocese de Luz\/ MG, \u00e9 p\u00e1roco na Par\u00f3quia Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus, em Formiga\/MG. Juiz Auditor da C\u00e2mara Eclesi\u00e1stica, assessor Diocesano da Pastoral Universit\u00e1ria e colaborador da Comiss\u00e3o Diocesana de Catequese. \u00c9 autor do livro &#8220;Deus, onde estavas quando precisei de ti?&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Super Semana de Catequese da Editora Vozes<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":233854,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[238,1890],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Semana de Catequese: \u201cQuem \u00e9 esse Jesus que apresentamos aos catequizandos?\u201d - Not\u00edcias - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/semana-de-catequese-quem-e-esse-jesus-que-apresentamos-aos-catequizandos.html\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Semana de Catequese: \u201cQuem \u00e9 esse Jesus que apresentamos aos catequizandos?\u201d - 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