{"id":232597,"date":"2021-07-05T11:19:34","date_gmt":"2021-07-05T14:19:34","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/?p=232597"},"modified":"2021-07-05T11:19:53","modified_gmt":"2021-07-05T14:19:53","slug":"livro-de-jose-pagola-entre-os-lancamentos-da-vozes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/livro-de-jose-pagola-entre-os-lancamentos-da-vozes.html","title":{"rendered":"Livro de Jos\u00e9 Pagola entre os lan\u00e7amentos da Vozes"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/vozes-1260.jpg\" alt=\"\" width=\"1260\" height=\"680\" \/><\/p>\n<h3>Cristo ressuscitado \u00e9 nossa esperan\u00e7a\u00a0 &#8211; Jos\u00e9 Antonio Pagola<\/h3>\n<p>Depois de um livro dedicado a <strong>Recuperar o projeto de Jesus<\/strong> e um segundo intitulado <strong>Anunciar Deus como uma Boa-nova,<\/strong> neste livro vou tratar de um tema crucial: Cristo ressuscitado \u00e9 a nossa esperan\u00e7a, cujos objetivos s\u00e3o reavivar o \u00e2nimo das comunidades crist\u00e3s e despertar a esperan\u00e7a, com frequ\u00eancia adormecidos.<\/p>\n<p>\u00c0s vezes esquecemos que foram o encontro com Jesus ressuscitado e sua presen\u00e7a viva nas primeiras comunidades que tornaram poss\u00edvel voltar a segui-lo. \u00c9 o Ressuscitado quem chama seus disc\u00edpulos novamente, restaura o relacionamento com eles e define o caminho que devem seguir. A possibilidade de seguir o Jesus vivo ao longo da hist\u00f3ria come\u00e7a, na verdade, com a ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus.<\/p>\n<p>Este trabalho faz parte de um projeto que visa a dinamizar par\u00f3quias e comunidades crist\u00e3s como uma resposta ao chamado do Papa Francisco, que nos convida a promover uma nova etapa de evangeliza\u00e7\u00e3o. Estas foram suas palavras: \u201cQuero me dirigir aos fi\u00e9is crist\u00e3os para convid\u00e1-los a uma nova etapa de evangeliza\u00e7\u00e3o, marcada pela alegria de Jesus, e para indicar os caminhos que a Igreja deve seguir nos pr\u00f3ximos anos\u201d. O objetivo espec\u00edfico deste projeto \u00e9 ajudar as par\u00f3quias e as comunidades crist\u00e3s a promover, de maneira humilde, mas l\u00facida e respons\u00e1vel, um processo de renova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>Breve tratado sobre Deus, o ser humano e sua felicidade &#8211; Baruch de Espinosa<\/strong><\/h3>\n<p>\u201cQue o ser humano tenha a ideia de Deus \u00e9 claramente verific\u00e1vel pelo fato de ele conhecer seus atributos, atributos que n\u00e3o podem ser produzidos por ele, j\u00e1 que \u00e9 imperfeito. Mas que ele conhece esses atributos \u00e9 evidente; na verdade, o ser humano sabe, por exemplo, que o infinito n\u00e3o pode ser formado de diversas partes finitas; que n\u00e3o existem dois infinitos, mas apenas um; que \u00e9 perfeito e imut\u00e1vel. Sabe tamb\u00e9m que nada busca, por si mesmo, a pr\u00f3pria destrui\u00e7\u00e3o e que o infinito n\u00e3o pode se tornar algo melhor, pois \u00e9 perfeito, e, se mudasse, n\u00e3o o seria; e, finalmente, que n\u00e3o pode ser subordinado a outra coisa, pois \u00e9 onipotente etc.\u201d<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>O poder transformador dos sentimentos negativos &#8211; Anselm Gr\u00fcn e Bernd Deininger<\/strong><\/h3>\n<p>Este livro aborda os chamados \u201cSete pecados capitais\u201d, como a Igreja Cat\u00f3lica h\u00e1 muito tempo os define. Mas a express\u00e3o \u00e9 enganosa. Segundo a teologia cat\u00f3lica, um pecado capital \u00e9 um pecado consciente, deliberado e grave. Mas o conceito dos \u201csete pecados capitais\u201d, que vigora desde a Idade M\u00e9dia, \u00e9 perigoso e amea\u00e7a a vida de muita gente ainda hoje.<\/p>\n<p>\u00c9 por isso que Bernd Deininger, como psicanalista, e Anselm Gr\u00fcn, como monge, observam essas amea\u00e7as, um pelo lado psicol\u00f3gico, outro pelo espiritual. O psicanalista frequentemente os v\u00ea como quest\u00f5es existenciais e falta de maturidade, naturalmente fora do vi\u00e9s dos \u201cpecados capitais\u201d. Ele apenas explica como eles colocam em risco a humanidade e como podem nos causar doen\u00e7as.<\/p>\n<p>Anselm Gr\u00fcn, como monge, parte da tradi\u00e7\u00e3o dos monges antigos. Para os monges, esses \u201cdem\u00f4nios\u201d s\u00e3o paix\u00f5es que devem ser vencidas. Eles n\u00e3o responsabilizam tais dem\u00f4nios por seus problemas, como alguns fazem hoje, procurando pessoas que possam exorciz\u00e1-los. Os monges assumiam a responsabilidade por seus pr\u00f3prios pensamentos e paix\u00f5es, assumiam a pr\u00f3pria luta. Para lutar com algu\u00e9m ou algo, \u00e9 preciso identific\u00e1-lo. Portanto, os monges chamavam esses dem\u00f4nios de Logismoi (paix\u00f5es). No entanto, n\u00e3o os consideravam obsess\u00f5es, como se faz hoje, no sentido de responsabilizar outros seres por nosso estado mental. Para Ev\u00e1grio n\u00e3o importa que o ser humano traga os Logismoi em si pr\u00f3prio, a quest\u00e3o \u00e9 saber lidar com eles de modo que eles n\u00e3o o dominem. Nos Logismoi \u2013 ou seja, nas paix\u00f5es \u2013 h\u00e1 uma for\u00e7a, um poder transformador que deve ser usado pelo monge. O objetivo dessa luta \u00e9 a liberta\u00e7\u00e3o do apego patol\u00f3gico \u00e0s paix\u00f5es. Trata-se, portanto, de um comando interno pela purifica\u00e7\u00e3o das emo\u00e7\u00f5es que atordoam o pensamento.\u00a0<em>(Da obra)<\/em><\/p>\n<p>Orgulho, avareza, inveja, raiva, lux\u00faria, gula e pregui\u00e7a, na tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3, s\u00e3o chamados de sete pecados capitais. Por s\u00e9culos, eles foram o assunto da teologia crist\u00e3: eles eram vistos como um grave pecado contra Deus, que as pessoas deveriam evitar. Hoje temos dificuldade de lidar com esses termos porque os conectamos com quest\u00f5es morais e uma vis\u00e3o de mundo que nos parece desatualizada. Mas se olharmos mais de perto os aspectos ps\u00edquicos e espirituais que est\u00e3o por tr\u00e1s desses termos, perceberemos que eles ainda s\u00e3o altamente relevantes. Como emo\u00e7\u00f5es e for\u00e7as negativas, elas dominam a nossa vida e causam infelicidade. Por\u00e9m, a anergia que possuem pode revelar-se uma for\u00e7a dispon\u00edvel para promover uma transforma\u00e7\u00e3o ben\u00e9fica em nossa vida.\u00a0<em>(Da obra)<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>Educa\u00e7\u00e3o profissional inclusiva &#8211; Sandra Freitas de Souza e Maria Auxiliadora Monteiro Oliveira<\/strong><\/h3>\n<p>O estudo apresentado neste livro versa sobre a atua\u00e7\u00e3o dos professores da educa\u00e7\u00e3o profissional, de Ensino M\u00e9dio, com pessoas com defici\u00eancia. O interesse por esta tem\u00e1tica consubstanciou-se em verificar como esses docentes v\u00eam desenvolvendo atividades pedag\u00f3gicas diferenciadas, em suas aulas, na perspectiva da Educa\u00e7\u00e3o Inclusiva e como t\u00eam se dado suas forma\u00e7\u00f5es para a realiza\u00e7\u00e3o desse trabalho, que objetiva a inser\u00e7\u00e3o dos estudantes no mundo laboral. Constata-se uma car\u00eancia de estudos nessa \u00e1rea, mas ela se torna importante na medida em que os sujeitos com defici\u00eancia v\u00eam alcan\u00e7ando patamares cada vez mais altos de escolaridade, atrav\u00e9s da proposta de Educa\u00e7\u00e3o Inclusiva, que se tornou um imperativo do final do s\u00e9culo XX e in\u00edcio do XXI. O estudo se justifica, tendo em vista que, embora a proposta de Educa\u00e7\u00e3o Inclusiva tenha adentrado nas escolas nos anos de 1990, as d\u00favidas dos professores sobre as a\u00e7\u00f5es pedag\u00f3gicas a serem realizadas com estudantes com defici\u00eancia parece que n\u00e3o foram solucionadas, podendo ser dirimidas atrav\u00e9s de uma capacita\u00e7\u00e3o adequada. Em s\u00edntese, os resultados obtidos com a conclus\u00e3o deste trabalho comprovaram a car\u00eancia de forma\u00e7\u00e3o dos professores sujeitos deste estudo no que tange \u00e0s suas capacita\u00e7\u00f5es para a Educa\u00e7\u00e3o Inclusiva, o que prejudica seus trabalhos com os estudantes com defici\u00eancia nos cursos profissionalizantes do Ensino M\u00e9dio.\u00a0<em>(Da obra)<\/em><\/p>\n<p>Desde o final do s\u00e9culo XX, atrav\u00e9s de um movimento mundial sobre a inclus\u00e3o de pessoas com defici\u00eancia nos espa\u00e7os sociais comuns a todos, as escolas passaram a ser consideradas como um local de excel\u00eancia para proporcionar a esses sujeitos melhores condi\u00e7\u00f5es de aprendizagem e desenvolvimento. Com isso, as pessoas com defici\u00eancia puderam alcan\u00e7ar etapas mais avan\u00e7adas de escolaridade, o que lhes proporcionou melhores condi\u00e7\u00f5es de inser\u00e7\u00e3o, tanto social quanto no mundo do trabalho. Neste livro, com foco na educa\u00e7\u00e3o profissional de n\u00edvel m\u00e9dio, s\u00e3o trazidas algumas orienta\u00e7\u00f5es sobre como as escolas em geral, e os professores, em particular, podem oferecer aos sujeitos com defici\u00eancia uma educa\u00e7\u00e3o que lhes d\u00ea melhores condi\u00e7\u00f5es de vida e de alcan\u00e7arem empregos mais qualificados.\u00a0<em>(Da obra)<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>Ment, self e sociedade &#8211; George Herbert Mead<\/strong><\/h3>\n<p>Esta obra cont\u00e9m uma apresenta\u00e7\u00e3o geral do sistema de psicologia social de George H. Mead. Suas ideias sobre o tema se desenvolveram a partir de 1900, na Universidade de Chicago, ao longo de um curso muito famoso e de larga influ\u00eancia intitulado \u201cPsicologia Social\u201d. Ano ap\u00f3s ano, alunos interessados em psicologia, sociologia, lingu\u00edstica, educa\u00e7\u00e3o, filantropia e filosofia assistiam ao curso, em geral muitas vezes seguidas. E foram in\u00fameros os livros publicados por diversos de seus estudantes, comprovando o impacto das ideias de Mead. Este volume cont\u00e9m uma grande dose de valiosas in- forma\u00e7\u00f5es para leitores com interesses similares. Para sucessivas levas de alunos que vinham ouvi-lo, os pontos de vista de Mead \u2013 ao mesmo tempo eruditos e humanit\u00e1rios \u2013 serviam como farol de orienta\u00e7\u00e3o para toda a sua vida intelectual e valorativa.\u00a0 <em>(Extrato da obra).<\/em><\/p>\n<p>Todos os livros com o nome de Mead foram publicados postumamente. Contudo, nenhum deles tornou-se t\u00e3o influente quanto esta obra inovadora em psicologia social. Charles Morris, a cujo trabalho editorial devemos a exist\u00eancia desta obra, e sem cujos esfor\u00e7os as ideias de Mead talvez se perdessem, provavelmente tinha raz\u00e3o quando disse em seu pref\u00e1cio que, caso tivesse vivido mais tempo, Mead provavelmente n\u00e3o teria escrito o livro que gostar\u00edamos de ter em m\u00e3os. Na \u00e9poca em que morreu, outras quest\u00f5es ocupavam o centro de suas aten\u00e7\u00f5es. Isso quer dizer que temos de contar com o presente trabalho sem jamais saber se Mead teria aceito o que lemos como sendo de sua autoria.<\/p>\n<p>Dado o fato de que nenhuma colet\u00e2nea dos artigos de Mead \u2013 por mais desej\u00e1vel que uma colet\u00e2nea completa pudesse ser \u2013 pode substituir a s\u00edntese de suas ideias que encontramos em Mente, self e sociedade \u2013 e dado o fato de que n\u00e3o existem manuscritos originais in\u00e9ditos que pudessem ter sido resgata decidiram seguir por este caminho: corrigimos os \u00f3bvios erros tipogr\u00e1ficos e de outra natureza que o texto continha, completamos as refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas e, o mais importante, acrescentamos um ap\u00eandice que proporciona ao leitor a oportunidade de encontrar informa\u00e7\u00f5es precisas, cap\u00edtulo a cap\u00edtulo, sobre como o texto foi composto por Charles Morris no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1930. Esse ap\u00eandice, resultado do meticuloso esfor\u00e7o de pesquisa de Daniel Huebner, \u00e9 uma fonte indispens\u00e1vel de informa\u00e7\u00f5es sobre quais termos de grande significa\u00e7\u00e3o intelectual (como a caracteriza\u00e7\u00e3o da abordagem de Mead ao \u201cbehaviorismo social\u201d) foram introduzi- dos pelo editor original e n\u00e3o deveriam ser atribu\u00eddos ao pr\u00f3prio Mead.<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>Sonhos &#8211;\u00a0<\/strong><strong>C.G. Jung<\/strong><\/h3>\n<p>No s\u00e9culo XX, Jung tem sido associado principalmente com o sonho. Os dois primeiros ensaios do presente volume descrevem a primeira abordagem do sonho feita por Jung durante sua carreira de psiquiatra e psicanalista. Aqui ele se empenha em mostrar como uma nova hermen\u00eautica racional pode explicar o simbolismo obscuro dos sonhos. Em 1912, Jung tivera alguns sonhos marcantes que ele n\u00e3o entendeu. No primeiro, ele se encontrava numa cidade do sul onde encontrou ao meio-dia um guarda de alf\u00e2ndega austr\u00edaco, que algu\u00e9m descreveu como aquele que n\u00e3o podia morrer. Depois viu um cavaleiro do s\u00e9culo XII com uma cruz maltesa que aparecia todos os dias na mesma hora. Freud foi incapaz de interpretar o sonho. No segundo sonho, Jung sonhou que estava com seus filhos num sagu\u00e3o aberto cheio de colunas, em torno de uma mesa cujo tampo era uma pedra verde-escura. Uma gaivota ou uma pomba voou para cima da mesa e de repente se transformou numa garota de oito anos, que brincou com seus filhos. Depois a garota se transformou novamente em p\u00e1ssaro e disse a Jung que ela s\u00f3 podia tornar-se humana na primeira hora da noite, quando a pomba-macho est\u00e1 ocupada com os doze mortos. Estes sonhos levaram Jung a voltar aos seus sonhos da inf\u00e2ncia e prestar renovada aten\u00e7\u00e3o a seus sonhos e fantasias.\u00a0<em>(Do pref\u00e1cio de Sonu Shamdasani)<\/em><\/p>\n<p>O sonho n\u00e3o \u00e9, de modo algum, uma mistura confusa de associa\u00e7\u00f5es casuais e desprovidas de sentido, como geralmente se admite; tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 simples decorr\u00eancia de est\u00edmulos som\u00e1ticos surgidos durante o sono, como muitos acreditam; mas \u00e9 um produto aut\u00f4nomo e muito importante da atividade ps\u00edquica e, como todas as outras fun\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas, pass\u00edvel de uma an\u00e1lise sistem\u00e1tica.As sensa\u00e7\u00f5es org\u00e2nicas durante o sono n\u00e3o s\u00e3o a causa do sonho. Desempenham papel secund\u00e1rio e fornecem apenas os elementos constitutivos (o material) da atividade ps\u00edquica. Segundo Freud, o sonho \u00e9, como qualquer produto ps\u00edquico complexo, uma cria\u00e7\u00e3o, uma obra que tem seus motivos, suas cadeias pr\u00e9vias de associa\u00e7\u00f5es. Ele \u00e9, como uma a\u00e7\u00e3o refletida, o resultado de um processo l\u00f3gico da disputa entre diferentes tend\u00eancias, das quais uma alcan\u00e7ar\u00e1 a vit\u00f3ria. Como tudo o que fazemos, tamb\u00e9m os sonhos possuem um significado\u201d.\u00a0<em>(Extrato da obra)<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>Consci\u00eancia jur\u00eddica dos direitos humanos &#8211; Cris\u00f3stomo Pinto \u00d1gala<\/strong><\/h3>\n<p>Consci\u00eancia jur\u00eddica dos direitos humanos, este \u00e9 um convite que leva o leitor a fazer um itiner\u00e1rio filos\u00f3fico e refletir em torno de elementos jur\u00eddicos a serem considerados necess\u00e1rios para garantir a seguran\u00e7a social por meio da seguran\u00e7a jur\u00eddica. O autor apresenta fundamentos te\u00f3ricos que revelam a real situa\u00e7\u00e3o da crise jur\u00eddica que as sociedades vivem, que tem ampliado a cultura da viol\u00eancia, da pena e do castigo, e a compreens\u00e3o de que do estado de exce\u00e7\u00e3o passou-se ao estado da normalidade. Tudo se tornando normal ou banal. O convite conduz o leitor a fazer um sil\u00eancio metaf\u00edsico, pensar a respeito de uma poss\u00edvel revis\u00e3o dos marcos jur\u00eddicos obsoletos e repropor uma consci\u00eancia jur\u00eddica que supere distor\u00e7\u00f5es de princ\u00edpios razo\u00e1veis criados por interesses normativos e inconfessos, como normativo para a garantia da dignidade humana. Este \u00e9 um itiner\u00e1rio que leva a ter uma consci\u00eancia jur\u00eddica que compreende a igualdade e a dignidade, o ambiente e as oportunidades que favorecem e fortalecem a condi\u00e7\u00e3o humana, como condi\u00e7\u00e3o da socializa\u00e7\u00e3o. Pois, o meio, o ambiente e os demais fatores circunstanciais influenciam no comportamento aceit\u00e1vel ou na conduta desviante.<\/p>\n<p>Quase ningu\u00e9m questiona as distor\u00e7\u00f5es em torno dos direitos humanos. \u00c9 quase un\u00e2nime que as pessoas, as sociedades e as institui\u00e7\u00f5es devem proteger, promover e garantir os direitos humanos. O autor reafirma a necessidade de garantir, proteger e promover os direitos de todos, por\u00e9m leva a pensar na aplica\u00e7\u00e3o coerente e necess\u00e1ria do direito e da justi\u00e7a. Pois, as garantias fundamentais s\u00e3o parte da condi\u00e7\u00e3o humana, que \u00e9 viver socialmente e regular as rela\u00e7\u00f5es. Uma consci\u00eancia jur\u00eddica dos direitos humanos \u00e9 um despertar para a consci\u00eancia da import\u00e2ncia e do papel da justi\u00e7a, sua ess\u00eancia e funcionalidade na vida em sociedade.\u00a0<em>(Trecho da obra)<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>Quatro arqu\u00e9tipos &#8211; C.G. Jung<\/strong><\/h3>\n<p>Em sua grande obra de 1912, Transforma\u00e7\u00f5es e s\u00edmbolos da libido, Jung argumentou que, por baixo da superf\u00edcie da consci\u00eancia moderna, as formas m\u00edticas da Antiguidade continuaram a ter uma exist\u00eancia subterr\u00e2nea, aflorando em sonhos, fantasias e alucina\u00e7\u00f5es. Ele lhes deu o nome de imagens primordiais e as interpretou como s\u00edmbolos da energia ps\u00edquica, descrevendo seus movimentos t\u00edpicos. Em 1919, ele usou o termo \u201carqu\u00e9tipo\u201d para descrever estas formas. Na vis\u00e3o de Jung, nos n\u00edveis mais profundos da subjetividade deparamo-nos com o que \u00e9 quintessencialmente humano e comum a toda a humanidade. Jung chegou a considerar a tarefa da individua\u00e7\u00e3o como sendo uma tarefa de chegar a um acordo com o passado acumulado da heran\u00e7a humana, em outras palavras, com os arqu\u00e9tipos do inconsciente coletivo.<\/p>\n<p>A partir dos anos de 1930, ele embarcou numa s\u00e9rie de estudos da fenomenologia das formas arquet\u00edpicas particulares e sua import\u00e2ncia psicol\u00f3gica, \u00e0s vezes referindo-se implicitamente, de forma disfar\u00e7ada, \u00e0 sua pr\u00f3pria autoexperimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Escrevendo nos \u201cAprofundamentos\u201d, a terceira se\u00e7\u00e3o do Liber Novus, Jung chegou a perceber que ele pr\u00f3prio n\u00e3o era o \u201cautor\u201d da obra, mas que \u201ca grande maioria do que escrevi nas primeiras partes deste livro foi \u03a6\u0399\u039b\u0397\u039c\u03a9\u039d [Fil\u00eamon] que me inspirou\u201d. Fil\u00eamon, uma figura tirada do mito e da literatura cl\u00e1ssicos, torna-se por sua vez o guia de Jung, seu guru, e depois o \u201cVelho S\u00e1bio\u201d e \u201carqu\u00e9tipo do esp\u00edrito\u201d \u2013 esta sequ\u00eancia faz uma<\/p>\n<p>conex\u00e3o entre as fantasias do pr\u00f3prio Jung, suas reflex\u00f5es sobre elas e a maneira como isto o levou a formular novas concep\u00e7\u00f5es do funcionamento psicol\u00f3gico geral. Conex\u00f5es similares est\u00e3o presentes nos outros ensaios deste volume.<\/p>\n<p>Uma exist\u00eancia ps\u00edquica s\u00f3 pode ser reconhecida pela presen\u00e7a de conte\u00fados capazes de serem conscientizados. S\u00f3 podemos falar, portanto, de um inconsciente na medida em que comprovarmos os seus conte\u00fados. Os conte\u00fados do inconsciente pessoal s\u00e3o principalmente os complexos de tonalidade emocional, que constituem a intimidade pessoal da vida an\u00edmica. Os conte\u00fados do inconsciente coletivo, por outro lado, s\u00e3o chamados arqu\u00e9tipos.\u00a0<em>(Da obra)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Editora Vozes<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":232825,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Livro de Jos\u00e9 Pagola entre os lan\u00e7amentos da Vozes - Not\u00edcias - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/livro-de-jose-pagola-entre-os-lancamentos-da-vozes.html\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Livro de Jos\u00e9 Pagola entre os lan\u00e7amentos da Vozes - 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