{"id":215473,"date":"2020-01-07T09:54:03","date_gmt":"2020-01-07T12:54:03","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/?p=215473"},"modified":"2020-01-07T10:00:26","modified_gmt":"2020-01-07T13:00:26","slug":"teologias-da-libertacao-para-os-nossos-dias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/teologias-da-libertacao-para-os-nossos-dias.html","title":{"rendered":"Teologias da liberta\u00e7\u00e3o para os nossos dias"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-215474 alignright\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701-285x450.jpg\" alt=\"\" width=\"285\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701-285x450.jpg 285w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701-150x236.jpg 150w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701.jpg 444w\" sizes=\"(max-width: 285px) 100vw, 285px\" \/>Este livro de Marcelo Barros revela a maneira nova de se fazer Teologia da Liberta\u00e7\u00e3o nos dias de hoje, assumindo determinadamente as transforma\u00e7\u00f5es ocorridas nos v\u00e1rios tipos de opress\u00e3o que n\u00e3o eram ainda presentes nos in\u00edcios dessa teologia nos anos de 1970.<\/p>\n<p>Praticamente nenhum tema ficou de fora, desde o desafio das redes sociais, da radicaliza\u00e7\u00e3o do neoliberalismo, da ascens\u00e3o da direita em n\u00edvel mundial e nacional, das v\u00e1rias formas de conviv\u00eancia para al\u00e9m da matrimonial e das contribui\u00e7\u00f5es do Oriente, at\u00e9 do significado espiritual do Tantra.<\/p>\n<p>Sempre as considera\u00e7\u00f5es s\u00e3o judiciosas e feitas \u00e0 luz da mensagem de Jesus, que veio n\u00e3o para nos entregar doutrinas, mas esteve entre n\u00f3s para nos ensinar a viver os valores do Reino: o amor incondicional, a compaix\u00e3o, a solidariedade e a ternura.<\/p>\n<p><strong>Marcelo Barros<\/strong> <em>\u00e9 monge beneditino, te\u00f3logo das bases e biblista. Assessor das Comunidades Eclesiais de Base, de pastorais sociais e do Movimento de Trabalhadores sem Terra (MST). \u00c9 autor de 57 livros publicados no Brasil e alguns em outros pa\u00edses. Um dos mais recentes \u00e9 Di\u00e1logos com o Amor (Ed. Kelps).<\/em><br \/>\n<em>PRE\u00c7O: R$ 55,00<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3>Um bispo contra todas as cercas<\/h3>\n<h3>A vida e as causas de Pedro Casald\u00e1liga<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-215475 alignleft\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701_2.jpg\" alt=\"\" width=\"388\" height=\"594\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701_2.jpg 388w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701_2-294x450.jpg 294w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701_2-150x230.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 388px) 100vw, 388px\" \/>Ana Helena Tavares, corajosamente teimosa, como Pedro, decidiu enfrentar o risco de escrever a biografia deste homem extraordin\u00e1rio e conseguiu brilhantemente apresentar os muitos \u201cPedros\u201d que h\u00e1 no Pedro: poeta, profeta, m\u00edstico, revolucion\u00e1rio, definitivamente humano. Para isso, fez algo fundamental: ouviu muito e ouviu as testemunhas que viveram ou vivem com Pedro. S\u00e3o depoimentos e narrativas reais que d\u00e3o autenticidade e leveza ao texto.<\/p>\n<p>O encontro pessoal com Pedro mudou e muda a vida de muitas pessoas. Movido pela f\u00e9, como Dom Quixote, Pedro \u201clutou contra tr\u00eas \u2018grandes gigantes\u2019: a injusti\u00e7a, a ignor\u00e2ncia e o medo\u201d. Homem livre: \u201cPedro liberdade\u201d se definiu. \u201cBispo contra todas as cercas\u201d, definiu bem Ana Helena. Livre porque foi e \u00e9 radicalmente pobre numa coer\u00eancia absoluta.<\/p>\n<p>Resgatar a mem\u00f3ria de Pedro, neste tempo adverso, \u00e9 uma gra\u00e7a divina que fortalece e reacende a esperan\u00e7a. Esse trabalho atualiza o sonho, a utopia e as grandes causas que deram e d\u00e3o sentido \u00e0 vida de Pedro e de tantas pessoas que, como ele, sonham \u201cum outro mundo poss\u00edvel\u201d.<\/p>\n<p><strong>Ana Helena Tavares<\/strong> <em>\u00e9 carioca, nascida em 1984, ano das \u201cDiretas J\u00e1!\u201d Estudou no Col\u00e9gio Pedro II e a isso deve parte de sua forma\u00e7\u00e3o human\u00edstica. Paralelamente ao Ensino M\u00e9dio, passou dois anos e meio no N\u00facleo de Filosofia da Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz) pesquisando o conceito de verdade. \u00c9 jornalista, formada pela Facha, conselheira da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Imprensa (ABI) e criadora do site de jornalismo pol\u00edtico \u201cQuem tem medo da democracia?\u201d Passou cinco anos entrevistando pessoas que resistiram \u00e0 ditadura. Seus relatos est\u00e3o publicados no livro O problema \u00e9 ter medo do medo \u2013 O que o medo da ditadura tem a dizer \u00e0 democracia (Revan, 2016). \u00c9 tamb\u00e9m autora do livro Bandeira de luta, biografia do sindicalista e ex-deputado Fernando Bandeira (Revan, 2017).\u00a0 PRE\u00c7O: R$ 49,00<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<h3><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-215476 alignright\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701_4.jpg\" alt=\"\" width=\"305\" height=\"451\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701_4.jpg 450w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701_4-305x450.jpg 305w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701_4-150x222.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 305px) 100vw, 305px\" \/>A l\u00f3gica da escrita e a organiza\u00e7\u00e3o da sociedade<\/h3>\n<p>Este livro de Jack Goody tenta precisar algumas das diferen\u00e7as gerais de organiza\u00e7\u00e3o social entre sociedades sem e com escrita e os processos de transi\u00e7\u00e3o de uma para a outra. O autor confina sua aten\u00e7\u00e3o, sobretudo no antigo Oriente M\u00e9dio, onde surgiu a escrita, e na \u00c1frica Ocidental contempor\u00e2nea, onde o uso da escrita proliferou nas \u00faltimas d\u00e9cadas. Diferentes sistemas de escrita t\u00eam, naturalmente, diferentes implica\u00e7\u00f5es em sociedades diferentes e em momentos diversos. Mas h\u00e1 tamb\u00e9m importantes aspectos em comum entre certos contextos espec\u00edficos, e foi para esses que o autor quis chamar a aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ele come\u00e7a tratando da influ\u00eancia da escrita sobre a religi\u00e3o, porque isso levanta muitas das principais quest\u00f5es em jogo. Primeiro examina at\u00e9 que ponto a presen\u00e7a da escrita afetou a no\u00e7\u00e3o e o estudo dos fen\u00f4menos religiosos. Aqui, leva-nos a diferentes ideias do que \u00e9 a religi\u00e3o, ideias que tamb\u00e9m se relacionam a mat\u00e9rias substanciais de forma e conte\u00fado. De forma, pelo estabelecimento de uma fronteira para a \u201ccren\u00e7a\u201d e para a pr\u00e1tica, o que levanta quest\u00f5es que t\u00eam a ver com a natureza da cren\u00e7a, da verdade e da convers\u00e3o. De conte\u00fado, pela tend\u00eancia da escrita a supergeneralizar as normas. De ambas as maneiras a religi\u00e3o adquire uma autonomia crescente em rela\u00e7\u00e3o a outros aspectos do sistema social. Mas a emerg\u00eancia da religi\u00e3o como uma das \u201cgrandes organiza\u00e7\u00f5es\u201d (n\u00e3o apenas como um aspecto diferenciado, digamos, da intera\u00e7\u00e3o intrafamiliar) implica autonomia em outro n\u00edvel: a autonomia da Igreja como organiza\u00e7\u00e3o. \u00c9 a autonomia parcial dessas organiza\u00e7\u00f5es que exige qualificar a tentativa de Durkheim, em Formas elementares da vida religiosa, de usar o termo \u201cigreja\u201d de uma maneira totalmente englobante (como outros antrop\u00f3logos fizeram com o direito ou a lei), assim como de modificar as teorias sociais de muitas e diferentes inspira\u00e7\u00f5es que sup\u00f5em que a religi\u00e3o, mesmo em sua forma eclesi\u00e1stica, reflete os temas dominantes do resto do sistema sociocultural de uma forma estrutural ou funcional r\u00edgida. As \u201cgrandes organiza\u00e7\u00f5es\u201d com sua tradi\u00e7\u00e3o escrita adquirem certa independ\u00eancia pr\u00f3pria, promovida por sua cust\u00f3dia dos livros, assim como por seu interesse na continuidade terrena e na salva\u00e7\u00e3o al\u00e9m-t\u00famulo.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Jack Goody<\/strong> <em>foi professor em\u00e9rito de Antropologia Social na Universidade de Cambridge e membro do St. John\u2019s College. Armado cavaleiro por Sua Majestade a Rainha da Inglaterra por servi\u00e7os prestados \u00e0 Antropologia, o Professor Goody realizou pesquisas e lecionou em v\u00e1rias partes do mundo. Membro da Academia Brit\u00e2nica, em 1980 foi nomeado Membro Honor\u00e1rio Estrangeiro da Academia Americana de Artes e Ci\u00eancias. Em 2004, foi eleito para a Academia Nacional de Ci\u00eancias, e, em 2006, Commandeur d\u00eas Arts et Lettres.\u00a0PRE\u00c7O: R$ 55,00<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<h3><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-215477\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701_3.jpg\" alt=\"\" width=\"386\" height=\"604\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701_3.jpg 386w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701_3-288x450.jpg 288w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701_3-150x235.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 386px) 100vw, 386px\" \/>O imagin\u00e1rio Psicologia fenomenol\u00f3gica da imagina\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Jean-Paul\u00a0 Sartre era um jovem professor no Liceu de Le Havre quando se disp\u00f4s a escrever uma obra sobre a imagina\u00e7\u00e3o, em 1934. Ent\u00e3o preparava seus alunos para o baccalaur\u00e9at. Na \u00e9poca, e por muito tempo ainda, os alunos de liceu na Fran\u00e7a eram introduzidos aos quatro campos cl\u00e1ssicos da filosofia: Psicologia geral (mais tarde denominada \u201cte\u00f3rica\u201d), Metaf\u00edsica, Moral e L\u00f3gica. A imagina\u00e7\u00e3o fazia parte dos temas de psicologia que Sartre expunha aos alunos, assim como a percep\u00e7\u00e3o, a mem\u00f3ria, a associa\u00e7\u00e3o de ideias, a aten\u00e7\u00e3o, as emo\u00e7\u00f5es etc. A Psicologia era definida como \u201cci\u00eancia positiva dos fatos ps\u00edquicos e de suas leis\u201d e descartava expressamente \u201ctodo ponto de vista imediatamente pr\u00e1tico ou est\u00e9tico, toda preocupa\u00e7\u00e3o l\u00f3gica ou normativa\u201d. L\u2019imagination [A imagina\u00e7\u00e3o], pequena obra publicada em 1936, e L\u2019imaginaire [O imagin\u00e1rio], escrita a seguir mas publicada quatro anos depois e que poderia ter sido a tese de doutorado do autor, n\u00e3o se afastam dos objetivos da psicologia assim definida \u2013 pelo menos formalmente \u2013, a n\u00e3o ser nas conclus\u00f5es deste \u00faltimo escrito.<\/p>\n<p>Mas o leitor logo perceber\u00e1 que os fatos, tais como Sartre os entende aqui, e por conseguinte as leis, n\u00e3o ter\u00e3o o mesmo sentido que para o manual oficial da psicologia. O imagin\u00e1rio tenta o que Sartre chama de uma \u201cfenomenologia\u201d da imagem, ou seja, ele faz o invent\u00e1rio e a conceitualiza\u00e7\u00e3o de tudo o que uma reflex\u00e3o direta, at\u00e9 mesmo subjetiva, pode aprender de certo sobre a consci\u00eancia imaginante.<\/p>\n<p>J\u00e1 no in\u00edcio de O imagin\u00e1rio, Sartre manifesta a decis\u00e3o de voltar as costas para as teorias que lhe foram ensinadas e que, por sua vez, ele precisa inculcar nos alunos; teorias cujos argumentos baseados em certos fatos ele sabe de cor, assim como as obje\u00e7\u00f5es a esses argumentos com ajuda de outros fatos, mais ou menos recusados por outras teorias: o sensualismo de Condillac, para quem todas as faculdades do ser humano podem ser deduzidas do conjunto de sensa\u00e7\u00f5es elementares, as teorias associacionistas, desde Hume, Stuart Mill, Taine etc., e todos os matizes que as separam quanto \u00e0 maneira de conceber a rela\u00e7\u00e3o entre impress\u00f5es sensoriais e \u201cestados de consci\u00eancia\u201d, assim como as leis queos governam, as teorias racionalistas que recusam o associacionismo mas, segundo Sartre, mant\u00eam seu esp\u00edrito&#8230; E bem se v\u00ea, de fato, percorrendo o grande manual dos estudantes da \u00e9poca ou mesmo tratados de psicologia mais detalhados, como o de Georges Dumas, ent\u00e3o incontest\u00e1vel, que seus redatores, em parte aceitando as teorias do associacionismo sem questionar a natureza das associa\u00e7\u00f5es, t\u00eam dificuldade em refutar de modo eficazo automatismo dos fatos ps\u00edquicos conjugados a essa teoria, mesmo pretendendo mostrar a atividade sint\u00e9tica da consci\u00eancia.<br \/>\nPRE\u00c7O: R$ 65,00<\/p>\n<hr \/>\n<h3><img loading=\"lazy\" class=\"alignright  wp-image-215478\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701_5.jpg\" alt=\"\" width=\"263\" height=\"446\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701_5.jpg 308w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701_5-266x450.jpg 266w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/livro_0701_5-150x254.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 263px) 100vw, 263px\" \/>Que \u00e9 a literatura?<\/h3>\n<p>Publicado pela primeira vez em \u201cTempos Modernos\u201d, em v\u00e1rias edi\u00e7\u00f5es da revista, o presente ensaio de Jean-Paul Sartre , com algumas modifica\u00e7\u00f5es e o importante acr\u00e9scimo de notas, voltou a ser publicado em 1948. \u201cQue \u00e9 a literatura?\u201d pretendeu ser uma resposta \u00e0s cr\u00edticas suscitadas pelo princ\u00edpio do engajamento, proposto na \u201cApresenta\u00e7\u00e3o de Tempos Modernos\u201d, emitidas por escritores que Sartre, por outro lado, at\u00e9 podia estimar. Uma reflex\u00e3o aprofundada sobre a condi\u00e7\u00e3o do escritor se impunha, assim como um reexame do que o diretor da revista entendia por \u201cengajamento liter\u00e1rio\u201d e a reafirma\u00e7\u00e3o de sua urg\u00eancia.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Jean-Paul Sartre nasceu no dia 21 de junho de 1905 em Paris. Desde muito jovem criticou os valores e as tradi\u00e7\u00f5es de sua classe social, a burguesia. Lecionou durante algum tempo no Liceu de Havre, seguindo depois sua forma\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica no Institut Fran\u00e7ais de Berlim. Desde seus primeiros textos filos\u00f3ficos aparece a originalidade de um pensamento existencialista. Sartre sempre foi muito preocupado em abordar os problemas de sua \u00e9poca, e manteve at\u00e9 o fim de sua vida uma intensa atividade pol\u00edtica. Ele morreu em Paris no dia 15 de abril de 1980.\u00a0PRE\u00c7O: R$ 34,90<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lan\u00e7amentos da Editora Vozes<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":215479,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[238],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Teologias da liberta\u00e7\u00e3o para os nossos dias - Not\u00edcias - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/teologias-da-libertacao-para-os-nossos-dias.html\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Teologias da liberta\u00e7\u00e3o para os nossos dias - 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