{"id":212757,"date":"2019-10-28T08:47:48","date_gmt":"2019-10-28T11:47:48","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/?p=212757"},"modified":"2019-10-28T08:47:48","modified_gmt":"2019-10-28T11:47:48","slug":"merton-e-o-tema-da-familia-entre-os-lancamentos-da-vozes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/merton-e-o-tema-da-familia-entre-os-lancamentos-da-vozes.html","title":{"rendered":"Merton e o tema da fam\u00edlia entre os lan\u00e7amentos da Vozes"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-212772\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/livro_alto_2810.jpg\" alt=\"\" width=\"890\" height=\"522\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/livro_alto_2810.jpg 890w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/livro_alto_2810-450x264.jpg 450w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/livro_alto_2810-768x450.jpg 768w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/livro_alto_2810-150x88.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 890px) 100vw, 890px\" \/><\/p>\n<h3><strong><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-212761\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/ALEGRIA-DO-AMOR.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"284\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/ALEGRIA-DO-AMOR.jpg 200w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/ALEGRIA-DO-AMOR-150x213.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/>Alegria do amor<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Javier de la Torre<\/strong><\/p>\n<p>Este livro \u00e9 um instrumento para o uso junto a fam\u00edlias \u2013 pastoral familiar, catequese familiar, grupos e cursos de prepara\u00e7\u00e3o ao matrim\u00f4nio. Seu conte\u00fado lan\u00e7a luz sobre a vida concreta e caminhar da fam\u00edlia de hoje, colocando-a pr\u00f3xima do cora\u00e7\u00e3o da Igreja. Para isso o texto oferece, \u00e0 luz da <em>Exorta\u00e7\u00e3o Amoris Laetitia \u2013 sobre o amor na fam\u00edlia<\/em>, reflex\u00f5es pontuais e quest\u00f5es para estudo e atividades que tratam de orienta\u00e7\u00e3o sobre o relacionamento na vida familiar.<\/p>\n<p>Esta obra, composta de textos pequenos e de leitura r\u00e1pida, possibilita escolher os temas ou cap\u00edtulos que melhor se adequam \u00e0 realidade, interesse ou necessidade de cada grupo, fam\u00edlia para seu estudo e aprimoramento, propondo para isso uma din\u00e2mica, e de gradualidade para o desenvolvimento da experi\u00eancia familiar onde \u00e9 poss\u00edvel sentir que Deus nasce para caminhar conosco e viver entre n\u00f3s.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Javier de la Torre<\/strong><em>, licenciado em Filosofia e Teologia Moral pela Universidade Pontif\u00edcia de Comillas e doutor em Direito pela UniversidadComplutensede Madri. Diretor da c\u00e1tedra de Bio\u00e9tica e Mestrado de Bio\u00e9tica, na Universidade Pontif\u00edcia de Comillas; professor na mesma universidade de Teologia Moral, Hist\u00f3ria da Teologia Moral, \u00c9tica do matrim\u00f4nio e da fam\u00edlia, \u00c9tica do amor e da sexualidade, \u00c9tica do come\u00e7o da vida. As principais \u00e1reas de concentra\u00e7\u00e3o de seu estudo s\u00e3o: Bio\u00e9tica, moral sexual, \u00e9tica do matrim\u00f4nio e da fam\u00edlia, anticoncep\u00e7\u00e3o e t\u00e9cnicas de reprodu\u00e7\u00e3o humana, bio\u00e9tica e religi\u00f5es, \u00e9tica da virtude e teologia crist\u00e3 da fam\u00edlia.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-212766\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/CONTEMPLACAO-NUM-MUNDO.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"337\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/CONTEMPLACAO-NUM-MUNDO.jpg 200w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/CONTEMPLACAO-NUM-MUNDO-150x253.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/>Contempla\u00e7\u00e3o num mundo de a\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Thomas Merton<\/strong><\/p>\n<p>Thomas Merton \u00e9 um dos autores mais lidos, atualmente, dentro e fora do seu pa\u00eds de origem, dentro e fora da Igreja. Ele foi o homem de que o cristianismo precisou na \u00e9poca exata, num tempo de transi\u00e7\u00e3o iniciado com a Segunda Guerra Mundial, bem antes, portanto, do Conc\u00edlio Vaticano II. Ele percebeu, muito antes da maior parte das pessoas engajadas, que na vida mon\u00e1stica e em quase todos os demais ambientes crist\u00e3os muita coisa haveria de mudar. E que algo haveria de ser feito para que os valores crist\u00e3os n\u00e3o se corrompessem.<\/p>\n<p>Este livro, relan\u00e7ado agora, \u00e9 de estilo jovial, na maneira de dizer as coisas, na for\u00e7a, no entusiasmo e na lucidez com que Merton fala da atualidade da vida mon\u00e1stica e erem\u00edtica, da renova\u00e7\u00e3o da vida conventual, da crise de identidade dos monges, do relacionamento do contemplativo com o mundo de a\u00e7\u00e3o, sobre o sentido da solid\u00e3o crist\u00e3, sobre a perenidade da vida contemplativa, sobre o monge hoje e no futuro. O seu otimismo n\u00e3o esconde o seu realismo, nem o impede de ser \u00e0s vezes cruel. Ele \u00e9 sempre atual, jovem e profundo. Essencialmente profeta.<\/p>\n<p>Neste per\u00edodo em que vivemos uma mudan\u00e7a de \u00e9poca, a busca por uma vida mais profunda, que satisfa\u00e7a o que uma vida de efemeridades n\u00e3o consegue, \u00e9 o objetivo de um n\u00famero cada vez maior de pessoas que questionam o sentido de sua pr\u00f3pria vida. Se voc\u00ea \u00e9 uma dessas pessoas, esta obra de Merton vem ao encontro dos seus anseios. Mesmo que voc\u00ea n\u00e3o seja um monge.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Thomas Merton<\/strong> <em>nasceu em 31 de janeiro de 1915 em Prades, no sul da Fran\u00e7a. Estudoue viveu, al\u00e9m da Fran\u00e7a, na Inglaterra e nos Estados Unidos. Falava fluentemente franc\u00eas,ingl\u00eas e italiano, al\u00e9m de terbons conhecimentos em espanhol e nas l\u00ednguas cl\u00e1ssicas (latim e grego). Seu itiner\u00e1rio espiritual passou por James Joyce, Jacques Maritain e \u00c9tienne Gilson. Tendo descoberto o Evangelho, converteu-se ao catolicismo em 1938, ingressando, em 10 de dezembro de 1941, na comunidade mon\u00e1stica da Abadia de Nossa Senhora do Gets\u00eamani, da Ordem Cisterciense de Estrita Observ\u00e2ncia (Trapistas), no estado americano de Kentucky, onde recebeu o sacerd\u00f3cio aos 34 anos. Sua obra, composta de mais de 50 t\u00edtulos, entre livros, di\u00e1rios, poemas e cartas, \u00e9 marcada pela profundidade de um religioso contemplativo. Morreu num acidente el\u00e9trico em Bangcoc, na Tail\u00e2ndia, durante um encontrocom l\u00edderes religiosos, em 10 de dezembro de 1968.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-212762\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/INVENCAO-A-AFRICA.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"315\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/INVENCAO-A-AFRICA.jpg 200w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/INVENCAO-A-AFRICA-150x236.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/>A inven\u00e7\u00e3o da \u00c1frica<br \/>\n<\/strong><strong>Gnose, filosofia e a ordem do conhecimento<\/strong><\/h3>\n<p><strong>V.Y. Mudimbe<\/strong><\/p>\n<p>Nesta obra Mudimbe trata os discursos sobre sociedades, culturas e povos africanos como signos de outra coisa. Ele ir\u00e1 interrogar suas modalidades, signific\u00e2ncia ou estrat\u00e9gias como um meio de entender o tipo de conhecimento proposto. N\u00e3o ser\u00e3o discutidas as quest\u00f5es cl\u00e1ssicas da antropologia ou hist\u00f3ria africana, cujos resultados podem ou n\u00e3o espelhar uma realidade africana objetiva. Em vez disso, o autor olhar\u00e1 <em>para al\u00e9m<\/em> dos resultados, precisamente para aquilo que os torna poss\u00edveis, antes de aceit\u00e1-los como coment\u00e1rios sobre a revela\u00e7\u00e3o, ou restitui\u00e7\u00e3o, de uma experi\u00eancia africana.<\/p>\n<p>O livro traz um panorama da filosofia africana. Num sentido estrito, a no\u00e7\u00e3o de filosofia africana refere-se a contribui\u00e7\u00f5es de africanos que praticam a filosofia no quadro definido da disciplina e sua tradi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica. Poder\u00edamos estender a no\u00e7\u00e3o de filosofia aos sistemas de pensamento tradicionais africanos apenas metaforicamente, ou, na melhor das hip\u00f3teses, numa perspectiva historicista, considerando-os como processos din\u00e2micos onde experi\u00eancias concretas s\u00e3o integradas numa ordem de conceitos e discurso. Portanto, escolhi falar de <em>gnose<\/em> africana. Neste livro, esse registro mais amplo parece mais apropriado para o conjunto de problemas discutidos, todos baseados numa quest\u00e3o preliminar: at\u00e9 que ponto pode-se falar de um conhecimento africano, e em que sentido? Etimologicamente, \u201cgnose\u201d est\u00e1 relacionada a <em>gnosko<\/em>, que significa \u201cconhecer\u201d em grego antigo.<\/p>\n<p>Especificamente, gnose significa buscar conhecer, pesquisar, m\u00e9todos de conhecer, investiga\u00e7\u00e3o e at\u00e9 conhecer outra pessoa. Com frequ\u00eancia a palavra \u00e9 utilizada num sentido mais especializado de conhecimento superior ou esot\u00e9rico, e assim se refere a um conhecimento estruturado, comum e convencional, mas estritamente sob controle de procedimentos espec\u00edficos para seu uso e transmiss\u00e3o. Consequentemente, a <em>gnose<\/em> \u00e9 diferente da <em>doxa<\/em> ou opini\u00e3o e n\u00e3o pode ser confundida com <em>episteme<\/em>, entendida tanto como ci\u00eancia quanto como configura\u00e7\u00e3o intelectual geral.<\/p>\n<p>Portanto, o t\u00edtulo \u00e9 uma ferramenta metodol\u00f3gica: ele envolve a quest\u00e3o do que \u00e9 e n\u00e3o \u00e9 filosofia africana e tamb\u00e9m orienta o debate para outra dire\u00e7\u00e3o ao enfocar as condi\u00e7\u00f5es de possibilidade da filosofia como parte do corpo mais amplo de conhecimento sobre a \u00c1frica chamado de \u201cafricanismo\u201d.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>V.Y. Mudimbe<\/strong><em> nasceu em 1941 em Jadotville, no antigo Congo Belga, hoje Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo. Foi seminarista durante a juventude, mas afastou-se para se dedicar ao estudo das for\u00e7as que enformaram a hist\u00f3ria africana. Professor, fil\u00f3sofo e autor de uma vasta bibliografia sobre a hist\u00f3ria e cultura africana, Mudimbe obteve o seu doutoramento em Filosofia pela Catholic University of Louvain, em 1970. Em 1997 recebeu o Doutoramento Honoris Causa pela Universit\u00e9 Paris VII Diderot e, em 2006, recebeu a mesma distin\u00e7\u00e3o pela Katholiene Universiteit Leuven. Foi professor nas universidades de Paris-Nanterre, Zaire, Stanford, e ainda no Haveford College. Ocupa atualmente a prestigiada posi\u00e7\u00e3o de Newman Ivey Professor of Literature, na Duke University.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-212763\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/AFRICA-BUNTU.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"316\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/AFRICA-BUNTU.jpg 200w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/AFRICA-BUNTU-150x237.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/>\u00c1frica Bantu<br \/>\n<\/strong><strong>De 3500 a.C. at\u00e9 o presente<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Catherine Cymone Fourshey, Rhonda M. Gonzales <\/strong>e<strong> Christine Saidi<\/strong><\/p>\n<p><em>\u00c1frica Bantu<\/em> introduz, em cinco cap\u00edtulos tem\u00e1ticos, os leitores a diversos m\u00e9todos e abordagens de coleta e an\u00e1lise de dados para escrever as hist\u00f3rias de povos e sociedades cujo passado remoto n\u00e3o foi, muitas vezes, preservado em documentos escritos. Assim, a reconstru\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria antiga Bantu deve apoiar-se no uso de m\u00faltiplas metodologias e abordagens. Evid\u00eancias foram retiradas da lingu\u00edstica, da gen\u00e9tica, da arqueologia, das tradi\u00e7\u00f5es orais, da hist\u00f3ria da arte e da etnografia comparada.<\/p>\n<p>O objetivo desta obra \u00e9 oferecer aos alunos uma compreens\u00e3o da hist\u00f3ria do mundo Bantu, no longo prazo, em \u00e1reas que os leitores podem identificar como cultural, pol\u00edtica, religiosa, econ\u00f4mica e social. No entanto, neste texto, raramente foram usadas essas categorias espec\u00edficas, pois as epistemologias Bantu (vis\u00f5es de mundo) n\u00e3o eram divididas em categorias t\u00e3o r\u00edgidas.<\/p>\n<p>Os leitores de <em>\u00c1frica Bantu <\/em>ser\u00e3o introduzidos \u00e0s hist\u00f3rias da tecnologia, da epistemologia, da educa\u00e7\u00e3o e da cultura, e tamb\u00e9m \u00e0s experi\u00eancias vividas dos povos de l\u00edngua Bantu, de 3500 a.C. at\u00e9 o presente. O livro come\u00e7a em 3500 a.C., per\u00edodo em que os falantes da l\u00edngua proto-Bantu viviam em uma regi\u00e3o da \u00c1frica Ocidental adjacente \u00e0s florestas entre os rios N\u00edger e Congo. Atualmente, h\u00e1 cerca de quinhentos dialetos e l\u00ednguas Bantu. Todos eles descendem do proto-Bantu, um subgrupo das l\u00ednguas nigero-congolesas, uma fam\u00edlia de l\u00ednguas cuja hist\u00f3ria remonta a 10.000 a.C. A amplitude e a profundidade da hist\u00f3ria lingu\u00edstica do continente africano s\u00e3o extraordin\u00e1rias. Na \u00c1frica, existem aproximadamente duas mil l\u00ednguas e dialetos nativos falados. Cada idioma pertence a uma das quatro principais fam\u00edlias de l\u00ednguas da \u00c1frica. S\u00e3o elas: Nilo-saariana, Afro-asi\u00e1tica, Khoisan e Nigero-congolesa. O foco principal \u00e9 o povo Bantu e as suas intera\u00e7\u00f5es com povos de outras origens lingu\u00edsticas, que moldaram a diversidade do continente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-212764\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/BATIZADOS.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"282\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/BATIZADOS.jpg 200w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/BATIZADOS-150x212.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/>Batizados<br \/>\n<\/strong><strong>Eleitos, chamados, renascido<\/strong><\/h3>\n<p>A transmiss\u00e3o da f\u00e9 na fam\u00edlia e a celebra\u00e7\u00e3o do Sacramento do Batismo mudaram muito nas \u00faltimas d\u00e9cadas. Os pais levam seus filhos para batizar, com vistas a selar sacramentalmente o que eles, como fam\u00edlia crist\u00e3, valorizam e vivem. Mas, na atualidade, a transmiss\u00e3o da f\u00e9 de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o est\u00e1 fragilizada, e nem sempre os pais se aproximam da comunidade para pedir o Batismo de seus filhos com plena consci\u00eancia do que est\u00e3o pedindo.<\/p>\n<p>Considerando este contexto, esta obra \u00e9 um material simples, e ao mesmo tempo did\u00e1tico, para as catequeses de prepara\u00e7\u00e3o para o Batismo de crian\u00e7as em nossas par\u00f3quias. Com ela se pretende ajudar p\u00e1rocos, catequistas e demais agentes de pastoral do Batismo e Familiar em sua tarefa de acolher e acompanhar as fam\u00edlias que desejam batizar seus filhos e inseri-los na comunidade crist\u00e3.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-212765\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/CARTAS-PAULINAS.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/CARTAS-PAULINAS.jpg 200w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/CARTAS-PAULINAS-150x225.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/>Cartas Paulinas<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Antonio Pitta<\/strong><\/p>\n<p>O cristianismo foi substancialmente influenciado pela literatura paulina que formula entendimentos n\u00e3o somente acerca de Jesus Cristo, mas tamb\u00e9m de Deus, do ser humano, do Esp\u00edrito e da Igreja. As sete cartas cuja autoria \u00e9 atribu\u00edda a Paulo resistiram \u00e0s intemp\u00e9ries da Escola de T\u00fcbingen (s\u00e9c. XIX), que reconheceu sua autenticidade.<\/p>\n<p>Algumas dessas cartas, como 2Cor\u00edntios e Filipenses, foram divididas em mais cartas, mas nunca colocadas em discuss\u00e3o, uma vez que compartilham o estilo epistolar e os sistemas argumentativos t\u00edpicos de Paulo.<\/p>\n<p>Os escritos paulinos, que serviram de base at\u00e9 mesmo para os evangelhos, marcam algumas rupturas, sobretudo naquilo que diz respeito ao entendimento do homem e de Jesus Cristo. Seguindo a ordem cronol\u00f3gica das cartas paulinas, Pitta oferece algumas informa\u00e7\u00f5es para o leitor, como contexto hist\u00f3rico e conte\u00fados epistolares.<\/p>\n<p><strong>Antonio Pitta<\/strong> <em>\u00e9 professor de Novo Testamento na Pontif\u00edcia Universidade Lateranense, sendo um dos maiores estudiosos de literatura paulina na It\u00e1lia e no exterior. \u00c9 membro do conselho presidencial da Associa\u00e7\u00e3o B\u00edblica Italiana.<\/em><\/p>\n<p><strong>N\u00daMERO DE P\u00c1GINAS: 312<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-212767\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/IVESTIGACAO.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"289\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/IVESTIGACAO.jpg 200w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/IVESTIGACAO-150x217.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/>Investiga\u00e7\u00e3o sobre os modos de exist\u00eancia<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Bruno Latour<\/strong><\/p>\n<p>Neste livro, Bruno Latour oferece respostas \u00e0s quest\u00f5es levantadas em <em>Jamais fomos Modernos<\/em>, uma obra que interrogou as conex\u00f5es entre a natureza e a cultura. Se n\u00e3o somos Modernos, ele pergunta, o que somos e quais valores devemos herdar?<\/p>\n<p>Embora o conhecimento cient\u00edfico corresponda a apenas um dos muitos modos poss\u00edveis de exist\u00eancia que Latour descreve, uma vis\u00e3o irrealista da ci\u00eancia tornou-se o \u00e1rbitro da realidade e da verdade, nos seduzindo a julgar todos os valores por um \u00fanico padr\u00e3o. Latour nos convida, ent\u00e3o, a recuperar outros modos de exist\u00eancia para fazer justi\u00e7a \u00e0 pluralidade de condi\u00e7\u00f5es de verdade que os Modernos descobriram ao longo de sua hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Esse esfor\u00e7o sistem\u00e1tico de constru\u00e7\u00e3o de uma nova antropologia filos\u00f3fica apresenta uma vis\u00e3o completamente diferente do que os Modernos t\u00eam sido, e fornece uma nova base para a abertura de encontros diplom\u00e1ticos com outras sociedades no momento em que todas as sociedades enfrentam crises ecol\u00f3gicas.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Bruno Latour<\/strong> <em>nasceu na cidade francesa de Beaune, na Borgonha, em 1947. Formado em Filosofia e Antropologia, foi entre 1982 e 2006 professor do Centre de Sociologie de l\u2019Innovation na \u00c9cole Nationale Sup\u00e9rieure des Mines em Paris, al\u00e9m de professor-visitante na University of California San Diego, na London School of Economics e em Harvard. Hoje leciona na SciencesPo de Paris. Em 2013 recebeu o Holberg Prize por sua contribui\u00e7\u00e3o \u00e0s ci\u00eancias humanas.<\/em><\/p>\n<p><strong>N\u00daMERO DE P\u00c1GINAS: 408<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-212768\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/LIVROS-HISTORICOS.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"297\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/LIVROS-HISTORICOS.jpg 200w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/LIVROS-HISTORICOS-150x223.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/>Livros hist\u00f3ricos<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Flavio Dalla Vecchia<\/strong><\/p>\n<p>A quest\u00e3o sobre como se pode escrever a hist\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 estranha \u00e0 condi\u00e7\u00e3o dos livros hist\u00f3ricos. Estes, de fato, t\u00eam a pretens\u00e3o de abrir janelas sobre o passado (n\u00e3o raramente recorrem neles afirma\u00e7\u00f5es do tipo: \u201cIsto permanece at\u00e9 os dias de hoje\u201d, ou ainda, \u201cNaquele tempo se fazia ou se dizia assim&#8230;\u201d) e de permitir ao leitor que se conecte com ele. Ao mesmo tempo, um dos limites em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 considera\u00e7\u00e3o do seu valor historiogr\u00e1fico \u00e9 determinado pelo fato de que, com frequ\u00eancia, esses textos s\u00e3o confrontados com a abordagem atual da ci\u00eancia hist\u00f3rica, esquecendo que os autores antigos \u2013 assim como os historiadores modernos \u2013 atuavam em condi\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas que marcaram os seus relatos e se serviam de modelos e de quadros interpretativos determinados pelos interesses da sua \u00e9poca. A pr\u00f3pria variedade de g\u00eaneros liter\u00e1rios presente nos textos b\u00edblicos mostra que at\u00e9 mesmo sobre o plano liter\u00e1rio eles n\u00e3o correspondem aos c\u00e2nones da historiografia moderna.<\/p>\n<p>O povo hebreu tamb\u00e9m narra sua hist\u00f3ria, n\u00e3o no sentido historiogr\u00e1fico moderno, mas a partir de sua perspectiva b\u00edblica. Os textos b\u00edblicos, sobretudo aqueles escritos no per\u00edodo entre o final dos dois reinos, Israel e Jud\u00e1, e o per\u00edodo p\u00f3s-ex\u00edlico, buscam construir a identidade do povo b\u00edblico. Os livros que correspondem a Josu\u00e9 a 2Reis, Cr\u00f4nicas, Esdras e Neemias, Tobias, Judite, Ester e os livros de Macabeus, al\u00e9m do di\u00e1logo com a cultura e a hist\u00f3ria do povo hebreu. Tal literatura n\u00e3o se ocupa unicamente das narrativas de um passado distante.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s da obra b\u00edblica, cada gera\u00e7\u00e3o \u00e9 convidada a retomar o fio da narra\u00e7\u00e3o, n\u00e3o para ressuscitar o passado, mas para descobrir a pr\u00f3pria identidade, orientar o pr\u00f3prio caminho e lhe dar um destino.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Flavio Dalla Vecchia<\/strong> <em>\u00e9 professor de Sagrada Escritura no Estudo Teol\u00f3gico Paulo VI do Semin\u00e1rio de Br\u00e9scia e de L\u00edngua e Literatura Hebraica na Universidade Cat\u00f3lica de Mil\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><strong>N\u00daMERO DE P\u00c1GINAS: 312<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-212769\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/O-RETORNA-DA-SOCIEDADE.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"288\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/O-RETORNA-DA-SOCIEDADE.jpg 200w, https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/O-RETORNA-DA-SOCIEDADE-150x216.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/>O retorno da sociedade<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Andr\u00e9 Botelho<\/strong><\/p>\n<p>Em <em>O retorno da sociedade<\/em>, Andr\u00e9 Botelho convida o leitor a voltar os olhos para as interpreta\u00e7\u00f5es cl\u00e1ssicas do Brasil a fim de compreender de modo renovado as rela\u00e7\u00f5es entre sociedade e pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Mudan\u00e7as institucionais na pol\u00edtica n\u00e3o ocorrem no vazio das rela\u00e7\u00f5es sociais. Esse \u00e9 o principal ensinamento da tradi\u00e7\u00e3o intelectual que, entre as d\u00e9cadas de 1920 e 1970, formula uma agenda de reflex\u00e3o e pesquisa no Brasil sobre as bases sociais da vida pol\u00edtica. De Oliveira Vianna a Maria Sylvia de Carvalho Franco, essa vertente da sociologia pol\u00edtica, internamente diversificada, revela como os v\u00ednculos entre Estado e sociedade n\u00e3o s\u00e3o via de m\u00e3o \u00fanica. Formam rela\u00e7\u00f5es m\u00faltiplas. Se analisadas da perspectiva <em>da<\/em> sociedade e <em>na<\/em> sociedade, a pol\u00edtica e as pol\u00edticas ganham densidade e complexidade nem sempre percept\u00edveis quando observadas apenas atrav\u00e9s da l\u00f3gica institucional.<\/p>\n<p><em>O retorno da sociedade<\/em> reconstitui os argumentos dessa tradi\u00e7\u00e3o intelectual e busca explorar n\u00e3o s\u00f3 o alcance te\u00f3rico das suas formula\u00e7\u00f5es, como tamb\u00e9m sua capacidade de interpela\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea. No Brasil de hoje, sua li\u00e7\u00e3o parece dramaticamente maior e ainda mais urgente. Vai-se tornando claro que as inova\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas das \u00faltimas d\u00e9cadas n\u00e3o anularam a sociabilidade e os valores autorit\u00e1rios marcantes na nossa hist\u00f3ria. De fato, \u00e9 preciso deixar de lado as dicotomias simples, como antes <em>ou<\/em> depois, passado <em>ou<\/em> futuro, para podermos qualificar a dimens\u00e3o de <em>processo<\/em> sempre ofuscada pelas luzes do presente.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Andr\u00e9 Botelho<\/strong><em> \u00e9 professor do Departamento de Sociologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro \u2013 UFRJ \u2013 e pesquisador do CNPq. Doutor em Ci\u00eancias Sociais pela Unicamp (2002), j\u00e1 publicou v\u00e1rios livros na \u00e1rea da Sociologia e do Pensamento Social Brasileiro. Entre eles Essencial sociologia, em 2013, e Um enigma chamado Brasil, em 2009 (Pr\u00eamio Jabuti 2010), com Lilia Schwarcz.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00daltimos lan\u00e7amentos da Editora Vozes<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":212773,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[238],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Merton e o tema da fam\u00edlia entre os lan\u00e7amentos da Vozes - Not\u00edcias - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/merton-e-o-tema-da-familia-entre-os-lancamentos-da-vozes.html\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Merton e o tema da fam\u00edlia entre os lan\u00e7amentos da Vozes - 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