{"id":143637,"date":"2017-10-09T10:17:02","date_gmt":"2017-10-09T13:17:02","guid":{"rendered":"http:\/\/franciscanos.org.br\/?p=143637"},"modified":"2019-01-17T10:50:04","modified_gmt":"2019-01-17T12:50:04","slug":"lancamentos-da-semana-7","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/lancamentos-da-semana-7.html","title":{"rendered":"Lan\u00e7amentos da semana"},"content":{"rendered":"<hr \/>\n<h3><strong>Sabedoria do deserto<br \/>\n<\/strong><strong>52 hist\u00f3rias de monges para uma vida plena<\/strong><\/h3>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sabedoria-do-deserto.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-143640\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sabedoria-do-deserto.jpg\" alt=\"sabedoria-do-deserto\" width=\"200\" height=\"321\" \/><\/a>Anselm Gr\u00fcn<\/strong><\/p>\n<p>Certas perguntas s\u00e3o atemporais. A pergunta como a nossa vida pode ser bem-sucedida diante da incerteza da exist\u00eancia mexe conosco hoje do mesmo modo que mexeu com as pessoas da Antiguidade.\u00a0 Mais ou menos entre o terceiro e sexto s\u00e9culos, muitos homens e mulheres se retiraram para o deserto. Eram pessoas que haviam experimentado a fragilidade de sua exist\u00eancia, que as levou a uma crise, fazendo com que procurassem no isolamento caminhos para se defrontar com sua pr\u00f3pria verdade.<\/p>\n<p>Diante dessa experi\u00eancia, os Padres do Deserto, como ficaram conhecidos, tinham a inten\u00e7\u00e3o de redirecionar suas vidas. Defrontando-se com a solid\u00e3o e com o rigor da vida no deserto, almejavam encontrar paz interior. Isso fez deles, at\u00e9 hoje, um exemplo para muitas pessoas. A presente obra traz cinquenta e duas sabedorias que, embora escritas h\u00e1 mais de um mil\u00eanio e meio, falam diretamente ao nosso cora\u00e7\u00e3o. Comprovadas e pr\u00f3ximas \u00e0 vida, s\u00e3o sabedorias antiqu\u00edssimas, interpretadas magistralmente para os dias atuais por Anselm Gr\u00fcn.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><strong>Anselm Gr\u00fcn OSB<\/strong><em>,<\/em><em> doutor em teologia, nascido em 1945<strong>, <\/strong>vive na Abadia de M\u00fcnsterschwarzach e \u00e9 guia de medita\u00e7\u00e3o. Seus livros s\u00e3o divulgados pelo mundo inteiro, chegando a milh\u00f5es de c\u00f3pias vendidas. H\u00e1 d\u00e9cadas vem se dedicando a refletir e escrever sobre as quest\u00f5es fundamentais da vida, das rela\u00e7\u00f5es humanas, dos desafios que nos convidam a amadurecer e abrir nossa alma para encontrar sua verdadeira natureza e perceber Deus nas coisas aparentemente simples. Inspira-se na tradi\u00e7\u00e3o mon\u00e1stica e crist\u00e3, e recorre tamb\u00e9m \u00e0 psicologia e \u00e0s demais ci\u00eancias para ajudar as pessoas a compreender melhor sua vida e diminuir a complexidade dos problemas que a vida moderna nos imp\u00f5e enfrentar. Tem a habilidade de falar com clareza, e expressar aquilo que muitos n\u00e3o conseguem formular em palavras. \u00c9 autor de dezenas de obras publicadas no Brasil pela Editora Vozes.<\/em><\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas<\/strong><strong>: 152<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>Palavras que nos sustentam<br \/>\n<\/strong><strong>A sabedoria do Credo<\/strong><\/h3>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/palavras-que-nos-sustentam.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-143641\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/palavras-que-nos-sustentam.jpg\" alt=\"palavras-que-nos-sustentam\" width=\"200\" height=\"319\" \/><\/a>Anselm Gr\u00fcn<\/strong><\/p>\n<p>Um olhar para a hist\u00f3ria nos mostra que os crist\u00e3os desde o in\u00edcio confessavam a sua f\u00e9. Na \u00e9poca das persegui\u00e7\u00f5es, os m\u00e1rtires a confessavam diante dos \u00f3rg\u00e3os do Estado, arriscando com isso a pr\u00f3pria vida. Bastava para isso, \u00e0s vezes, que simplesmente declarassem a seus algozes: \u201cSou crist\u00e3o\u201d. Sentiam igualmente a necessidade de formular numa clara confiss\u00e3o de f\u00e9 o que os unia aos outros crist\u00e3os. Com isso sentiam-se sustentados pela comunidade dos fi\u00e9is.<\/p>\n<p>Hoje, o encontro com as pessoas sempre desperta em mim um impulso de explicar-lhes a mensagem crist\u00e3 de um modo que as toque, que elas entendam e sejam levadas a pensar: \u201cIsto tem a ver comigo. N\u00e3o s\u00e3o palavras ultrapassadas, elas me dizem algo sobre mim mesmo e abrem o meu esp\u00edrito para o mist\u00e9rio de Deus. N\u00e3o preciso crer contrariando minha raz\u00e3o. Preciso entender essas antigas palavras de modo a encontrar nelas um caminho para mim. Essas palavras s\u00e3o imagens, e n\u00e3o preciso crer em imagens. Elas atuam como janelas, abrindo minha vis\u00e3o para um mundo diferente\u201d.<\/p>\n<p>O desejo de Gr\u00fcn com esta obra \u00e9 apresentar o mundo das imagens do Credo \u00e0s pessoas que buscam e querem crer, a fim de que possam ganhar uma vis\u00e3o totalmente nova de sua pr\u00f3pria vida. Eu gostaria de encoraj\u00e1-los a se certificarem de sua f\u00e9, adquirindo nela uma nova firmeza.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><strong>Anselm Gr\u00fcn<\/strong> <strong>OSB<\/strong><em>,<\/em><em> doutor em teologia, nascido em 1945<strong>, <\/strong>vive na Abadia de M\u00fcnsterschwarzach e \u00e9 guia de medita\u00e7\u00e3o. Seus livros s\u00e3o divulgados pelo mundo inteiro, chegando a milh\u00f5es de c\u00f3pias vendidas. H\u00e1 d\u00e9cadas vem se dedicando a refletir e escrever sobre as quest\u00f5es fundamentais da vida, das rela\u00e7\u00f5es humanas, dos desafios que nos convidam a amadurecer e abrir nossa alma para encontrar sua verdadeira natureza e perceber Deus nas coisas aparentemente simples. Inspira-se na tradi\u00e7\u00e3o mon\u00e1stica e crist\u00e3, e recorre tamb\u00e9m \u00e0 psicologia e \u00e0s demais ci\u00eancias para ajudar as pessoas a compreender melhor sua vida e diminuir a complexidade dos problemas que a vida moderna nos imp\u00f5e enfrentar. Tem a habilidade de falar com clareza, e expressar aquilo que muitos n\u00e3o conseguem formular em palavras. \u00c9 autor de dezenas de obras publicadas no Brasil pela Editora Vozes.<\/em><\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas<\/strong><strong>: 136<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>Atlas das escravid\u00f5es<br \/>\n<\/strong><strong>Da Antiguidade at\u00e9 nossos dias<\/strong><\/h3>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/atlas-das-escaravidoes.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-143642\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/atlas-das-escaravidoes.jpg\" alt=\"atlas-das-escaravidoes\" width=\"200\" height=\"293\" \/><\/a>Marcel Dorigny<\/strong><em> e <\/em><strong>Bernard Gainot<\/strong><\/p>\n<p>Este Atlas apresenta um balan\u00e7o sint\u00e9tico, amplo e completo dos conhecimentos hist\u00f3ricos sobre a quest\u00e3o delicada e complexa da escravid\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de 150 mapas e gr\u00e1ficos, ele ir\u00e1 mostrar uma an\u00e1lise mundial do tr\u00e1fico de escravos, do s\u00e9c. XV ao s\u00e9c. XIX, uma abordagem global e original das sociedades escravagistas, a expans\u00e3o desse tr\u00e1fico pela internacionaliza\u00e7\u00e3o das trocas comerciais, a difus\u00e3o do Iluminismo e o r\u00e1pido desenvolvimento do movimento abolicionista em escala internacional, al\u00e9m da perman\u00eancia da escravid\u00e3o e a complexidade de seu legado e de suas mem\u00f3rias.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><strong>Marcel Dorigny<\/strong><em>, encarregado de curso sobre Hist\u00f3ria Moderna na Universidade de Paris-8 e diretor da revista Dix-Huiti\u00e8meSi\u00e8cle.<br \/>\n<\/em><strong>Bernard Gainot<\/strong><em>, encarregado de curso sobre Hist\u00f3ria Moderna na Universidade de Paris-1 \/ Panth\u00e9on-Sorbonne e membro do Institut d\u2019histoire de La R\u00e9volution fran\u00e7aise.<\/em><\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas<\/strong><strong>: 120<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>Compet\u00eancia Social e Habilidades Sociais<br \/>\n<\/strong><strong>Manual te\u00f3rico-pr\u00e1tico<\/strong><\/h3>\n<p><strong> <a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/competencias.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-143653\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/competencias.jpg\" alt=\"competencias\" width=\"200\" height=\"308\" \/><\/a>Almir Del Prette<\/strong><em> e <\/em><strong>Zilda A. P. Del Prette<\/strong><\/p>\n<p>Segundo alguns historiadores e antrop\u00f3logos, a sobreviv\u00eancia e evolu\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie humana (<em>homo sapiens<\/em>) se devem a uma revolu\u00e7\u00e3o cognitiva, provavelmente concomitante e apoiada no desenvolvimento de Habilidades Sociais. O que se sabe \u00e9 que os processos cognitivos ainda est\u00e3o em mudan\u00e7a, e o mesmo ocorre com as Habilidades Sociais.<\/p>\n<p>Entretanto, chegamos a um per\u00edodo cr\u00edtico de nosso desenvolvimento, principalmente considerando as dificuldades de relacionamento interpessoal. Para os autores, aprender Habilidades Sociais novas \u00e9 importante; contudo, a Compet\u00eancia Social \u00e9 o elemento-chave no entendimento sobre a dire\u00e7\u00e3o dessa aprendizagem. Este manual te\u00f3rico-pr\u00e1tico para programas de Treinamento de Habilidades Sociais (THS), esclarece quest\u00f5es conceituais e det\u00e9m-se principalmente na pr\u00e1tica, com \u00eanfase no atendimento em formato grupal e individual.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><em>Os autores s\u00e3o professores da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos e pesquisam o campo das habilidades sociais h\u00e1 muito tempo. Est\u00e3o tamb\u00e9m vinculados ao CNPq (Conselho Nacional de Pesquisa) e j\u00e1 publicaram mais de uma centena de artigos em revistas cient\u00edficas brasileiras e do exterior. Tamb\u00e9m publicaram testes e livros nessa tem\u00e1tica.<\/em><\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas<\/strong><strong>: 256<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>Escravid\u00e3o e etnias africanas nas Am\u00e9ricas<br \/>\n<\/strong><strong>Restaurando os elos<\/strong><\/h3>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/escravidoes-e-etnias.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-143643\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/escravidoes-e-etnias.jpg\" alt=\"escravidoes-e-etnias\" width=\"200\" height=\"304\" \/><\/a>Gwendolyn Midlo Hall<\/strong><\/p>\n<p>Este livro desafia a cren\u00e7a ainda predominante entre acad\u00eamicos e tamb\u00e9m entre o p\u00fablico geral de que os africanos eram t\u00e3o fragmentados quando chegaram ao hemisf\u00e9rio ocidental, que as regi\u00f5es e etnias africanas espec\u00edficas tiveram pouca influ\u00eancia em regi\u00f5es particulares nas Am\u00e9ricas. Na maior parte dos lugares o padr\u00e3o de introdu\u00e7\u00e3o de africanos n\u00e3o fundamenta essa cren\u00e7a. O impacto de regi\u00f5es e etnias africanas espec\u00edficas em lugares particulares nas Am\u00e9ricas emerge deste estudo. Grupos espec\u00edficos de africanos deram contribui\u00e7\u00f5es fundamentais para a forma\u00e7\u00e3o de novas culturas que se desenvolveram por todas as Am\u00e9ricas. Esse processo \u00e9 chamado de criouliza\u00e7\u00e3o. Todos os diversos povos que se encontraram e misturaram nas Am\u00e9ricas deram contribui\u00e7\u00f5es fundamentais para sua economia, cultura, est\u00e9tica, linguagem e habilidades de sobreviv\u00eancia. Os africanos e seus descendentes receberam pouqu\u00edssimo reconhecimento por suas contribui\u00e7\u00f5es e sacrif\u00edcios, e muito pouco dos benef\u00edcios. \u00c9 hora de tornar vis\u00edveis os africanos invis\u00edveis.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><strong>Gwendolyn Midlo Hall<\/strong><em> \u00e9 pesquisadora s\u00eanior na Universidade Tulane, professora em\u00e9rita de hist\u00f3ria na Universidade Rutgers, e Membro do Conselho Internacional do Centro de Pesquisas sobre a Di\u00e1spora Africana HarrietTubman da Universidade York, em Toronto. Ela \u00e9 autora de v\u00e1rios livros e tamb\u00e9m de um banco de dados em CD e na internet sobre a hist\u00f3ria e genealogia da afro-Louisiana.<\/em><\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas<\/strong><strong>: 360<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>No centro da etnia<br \/>\n<\/strong><strong>Etnias, tribalismo e Estado na \u00c1frica<\/strong><\/h3>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/no-centro-das.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-143644\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/no-centro-das.jpg\" alt=\"no-centro-das\" width=\"200\" height=\"307\" \/><\/a>Jean-Loup Amselle<\/strong><em> e <\/em><strong>Elikia M\u2019Bokolo<\/strong><em> (orgs.)<\/em><\/p>\n<p>Muitas vezes os pr\u00f3prios antrop\u00f3logos foram os respons\u00e1veis por um abuso da no\u00e7\u00e3o de <em>etnia, <\/em>nem sempre usada de forma precisa. Os meios de comunica\u00e7\u00e3o, por sua vez, rapidamente se apropriaram dessas formas superficiais de tratar a quest\u00e3o e fizeram refer\u00eancias redutivas a alguns conflitos sociais e pol\u00edticos do continente africano.<\/p>\n<p>Os textos reunidos nesta obra \u2013 que se tornou um cl\u00e1ssico desde sua publica\u00e7\u00e3o em 1985 \u2013, mediante a conjuga\u00e7\u00e3o de an\u00e1lises de alcance geral com estudos de casos, procuram se interrogar sobre essa no\u00e7\u00e3o controversa a partir da situa\u00e7\u00e3o africana. Com efeito, era importante repensar as no\u00e7\u00f5es de <em>etnia <\/em>e de <em>tribo, <\/em>cada vez mais associadas a outras no\u00e7\u00f5es como a de Estado e de na\u00e7\u00e3o. Era necess\u00e1rio retornar a determinadas formas de classifica\u00e7\u00e3o por demais esquem\u00e1ticas e reducionistas.<\/p>\n<p><strong>Jean-Loup Amselle <\/strong><em>e<\/em><strong> Elikia M\u2019Bokolo <\/strong><em>s\u00e3o diretores de estudo na EHESS (Escola de Estudos Superiores em ci\u00eancias socais), Fran\u00e7a. Ambos s\u00e3o tamb\u00e9m autores de obras sobre multiculturalismo, colonialismo na \u00c1frica e Hist\u00f3ria Africana.<\/em><\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas<\/strong><strong>: 288<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>No Caminho de Jesus<br \/>\n<\/strong><strong>\u00c1lbum Lit\u00fargico-Catequ\u00e9tico &#8211;\u00a0<\/strong><strong>Ano B &#8211; 2018<\/strong><\/h3>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/no-caminho-mde-jesus.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-143645\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/no-caminho-mde-jesus.jpg\" alt=\"no-caminho-mde-jesus\" width=\"200\" height=\"267\" \/><\/a>Francine P. Ortiz<\/strong><em> e<\/em> <strong>Viviane Mayer Daldegan<\/strong><\/p>\n<p>No Caminho de Jesus \u2013 \u00c1lbum Lit\u00fargico-Catequ\u00e9tico tem por objetivo proporcionar aos catequizandos e familiares um suporte para o entendimento do Evangelho apresentado em cada missa. Para isso prop\u00f5e atividades divertidas para cada domingo, ilustra\u00e7\u00f5es, celebra\u00e7\u00f5es, curiosidades e atividades complementares relacionadas aos valores e ensinamentos de Jesus.<\/p>\n<p>No Caminho de Jesus \u00e9 um instrumento de complementa\u00e7\u00e3o aos encontros de catequese, que contribui para melhor participa\u00e7\u00e3o na celebra\u00e7\u00e3o lit\u00fargica.<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas<\/strong><strong>: 48<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>Peregrinos e peregrina\u00e7\u00e3o na Idade M\u00e9dia<\/strong><\/h3>\n<p><em><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/peregrinos.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-143646\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/peregrinos.jpg\" alt=\"peregrinos\" width=\"200\" height=\"305\" \/><\/a><\/em><strong>Susani Silveira Lemos Fran\u00e7a, Renata Cristina de Sousa Nascimento<\/strong><em> e <\/em><strong>Marcelo Pereira Lima<\/strong><\/p>\n<p>Os peregrinos medievais foram homens e mulheres que fizeram o pr\u00f3prio sentido de suas vidas coincidir com a realiza\u00e7\u00e3o das viagens sagradas \u2013 esses fascinantes deslocamentos de pessoas que partiam em busca de Deus, dos lugares santos e de si mesmos. As peregrina\u00e7\u00f5es adquiriram uma import\u00e2ncia crucial na hist\u00f3ria religiosa da Idade M\u00e9dia. Explorando o tema das peregrina\u00e7\u00f5es de um ponto de vista principalmente historiogr\u00e1fico, mas tamb\u00e9m geogr\u00e1fico, liter\u00e1rio, jur\u00eddico e antropol\u00f3gico, este livro \u00e9 dedicado tanto aos estudiosos da Idade M\u00e9dia e aos especialistas de Hist\u00f3ria da Religi\u00e3o e da Igreja, do Direito e da Literatura como ao p\u00fablico mais amplo que deseja instruir-se a respeito destes fascinantes processos que mobilizaram milhares de pessoas na Idade M\u00e9dia.<\/p>\n<p>Neste livro, quarto volume da cole\u00e7\u00e3o <em>A Igreja na Hist\u00f3ria<\/em>, conheceremos mais de perto os personagens, os lugares, as pr\u00e1ticas, os modos de vida e as aventuras que constitu\u00edram a hist\u00f3ria dos peregrinos medievais.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><strong>Os autores<\/strong> \u2013 <em>Susani Silveira Lemos Fran\u00e7a, Renata Cristina de Sousa Nascimento e Marcelo Pereira Lima \u2013 esclarecem com rigor historiogr\u00e1fico quem eram os peregrinos, elucidando os diversos grupos sociais, culturais e pol\u00edticos dos quais foram oriundos, bem como quais eram os lugares visados por essa grande variedade de praticantes da peregrina\u00e7\u00e3o \u2013 da Jerusal\u00e9m sagrada \u00e0 Roma dos m\u00e1rtires e ao caminho de Santiago de Compostela.<\/em><\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas<\/strong><strong>: 216<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>Pensar Nag\u00f4<\/strong><\/h3>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/pensar-nago.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-143647\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/pensar-nago.jpg\" alt=\"pensar-nago\" width=\"200\" height=\"294\" \/><\/a>Muniz Sodr\u00e9<\/strong><\/p>\n<p>Longe da enganosa dial\u00e9tica entre a \u201ccasa grande\u201d e a senzala, a ep\u00edgrafe inaugural de <em>Pensar Nag\u00f4<\/em> aponta em outra dire\u00e7\u00e3o: \u201cVer o que todo mundo viu e pensar o que ningu\u00e9m pensou\u201d.<\/p>\n<p>O que se viu mesmo? Bem, com olhos de etnologia, de sociologia, de psican\u00e1lise e at\u00e9 mesmo de folclore, os intelectuais org\u00e2nicos da \u201ccasa grande\u201d v\u00eam acompanhando secularmente a presen\u00e7a da liturgia <em>afro<\/em> na vida brasileira, como se fosse um derivativo m\u00edstico da senzala.<\/p>\n<p>O que ningu\u00e9m pensou \u00e9 que o envolt\u00f3rio religioso dos cultos afro-brasileiros pudesse ser igualmente uma estrat\u00e9gia para a continuidade de um modo intensivo de exist\u00eancia e para a perman\u00eancia de outra forma filos\u00f3fica.<\/p>\n<p>Este livro sustenta que filosofia n\u00e3o \u00e9 uma exclusividade greco-europ\u00e9ia. \u00a0Ciente de que o dom\u00ednio colonial se incrusta na linguagem, Muniz Sodr\u00e9 ultrapassa as barreiras etnol\u00f3gicas do termo <em>nag\u00f4<\/em>, para convert\u00ea-lo em paradigma <em>afro<\/em> de pensamento. Isso significa: n\u00e3o uma reflexiva singularidade \u201cracial\u201d ou uma cosmovis\u00e3o \u00e9tnica, mas um complexo de procedimentos capaz de configurar uma <em>filosofia<\/em> ao p\u00e9 da letra.<\/p>\n<p><em>Pensar Nag\u00f4<\/em> \u00e9, no limite metodol\u00f3gico, um ensaio de comunica\u00e7\u00e3o transcultural. \u00a0Em outras palavras, \u00e9 uma provoca\u00e7\u00e3o a que se reinterprete, na mesma trilha desse paradigma <em>afro<\/em>, o pensamento de outras metaf\u00edsicas ou de outras constela\u00e7\u00f5es culturais, buscando a humanidade do encontro no vaiv\u00e9m das diferen\u00e7as. \u00a0Para al\u00e9m da mera argumenta\u00e7\u00e3o verbal, para al\u00e9m do c\u00e2none liter\u00e1rio da escrita, avulta uma singular l\u00f3gica do corpo e do sens\u00edvel em que a filosofia se define como reflexo da paix\u00e3o de pensar o cosmo e o mundo, a vida e a morte.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><strong>Muniz Sodr\u00e9<\/strong><em> \u00e9 professor-titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro, pesquisador (CNPq) e escritor, com dezenas de obras publicadas, que versam sobre m\u00eddia e comunica\u00e7\u00e3o, cultura nacional, t\u00e9cnicas de texto jornal\u00edstico e fic\u00e7\u00e3o (novelas e contos), alguns dos quais traduzidos na It\u00e1lia, Espanha, Argentina e Cuba. \u00c9 professor-visitante e conferencista em v\u00e1rias universidades estrangeiras.<\/em><\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas<\/strong><strong>: 240<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>S\u00e3o Judas Tadeu<br \/>\n<\/strong><strong>Santo das causas imposs\u00edveis &#8211;\u00a0<\/strong><strong>Novena e Ladainha<\/strong><\/h3>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sao-judas-tadeu.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-143648\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sao-judas-tadeu.jpg\" alt=\"sao-judas-tadeu\" width=\"200\" height=\"297\" \/><\/a>Elam de Almeida Pimentel<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o Judas Tadeu, santo dos desesperados e aflitos, das causas sem solu\u00e7\u00e3o ou perdidas. Ele foi escolhido por Jesus para ser um dos seus 12 ap\u00f3stolos.<\/p>\n<p>Para S\u00e3o Judas Tadeu, nada \u00e9 imposs\u00edvel. Reze com f\u00e9, fa\u00e7a a novena a ele para alcan\u00e7ar a gra\u00e7a de que tanto necessita, na confian\u00e7a em ser atendido.<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas: 32<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Editora Vozes<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":194592,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[238],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Lan\u00e7amentos da semana - Not\u00edcias - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/lancamentos-da-semana-7.html\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Lan\u00e7amentos da semana - 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