{"id":120292,"date":"2016-11-10T09:26:23","date_gmt":"2016-11-10T11:26:23","guid":{"rendered":"http:\/\/franciscanos.org.br\/?p=120292"},"modified":"2019-01-18T17:02:11","modified_gmt":"2019-01-18T19:02:11","slug":"lancamentos-da-semana-22","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/lancamentos-da-semana-22.html","title":{"rendered":"Lan\u00e7amentos da semana"},"content":{"rendered":"<h3><strong><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/e-bom-crer.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-120295\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/e-bom-crer.jpg\" alt=\"e-bom-crer\" width=\"200\" height=\"310\" \/><\/a>\u00c9 bom crer em Jesus<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Jos\u00e9 Antonio Pagola<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o s\u00e3o poucos os que hoje est\u00e3o abandonando a f\u00e9, pois, no fundo, nunca experimentaram que Deus podia ser para eles fonte de vida e de alegria. Ao contr\u00e1rio, eles sempre sentiram a religi\u00e3o como um estorvo de vida. Neles restou a lembran\u00e7a de um cristianismo que tem pouco a ver com a felicidade que buscam do mais profundo de seu ser.<\/p>\n<p>Hoje, afastadas cada vez mais da experi\u00eancia religiosa, e respirando um ambiente social em que a religi\u00e3o \u00e9 considerada como algo negativo e molesto, essas pessoas s\u00f3 sentem desafeto e desconfian\u00e7a para com o cristianismo. N\u00e3o acreditam que a f\u00e9 pode lhes trazer algo de importante para se sentirem melhor.<\/p>\n<p>Este livro \u00e9 um ensaio de renova\u00e7\u00e3o do conceito de evangeliza\u00e7\u00e3o, de reconstru\u00e7\u00e3o da Boa-nova como algo realmente bom e novo. A partir de quatro experi\u00eancias b\u00e1sicas, vitais a todas as pessoas: (1) o desejo de felicidade, (2) a crise do sofrimento, (3) a necessidade de esperan\u00e7a e a preocupa\u00e7\u00e3o por seu sofrimento, (4) a necessidade de esperan\u00e7a e a preocupa\u00e7\u00e3o pela sua sa\u00fade e velhice, podemos proclamar que o Deus de Jesus \u00e9 Boa Not\u00edcia para todos e que <em>\u00e9 bom crer em Jesus.<\/em><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><strong>Jos\u00e9 Antonio Pagola<\/strong><em> cursou Teologia e Ci\u00eancias B\u00edblicas na Pontif\u00edcia Universidade Gregoriana, em Pontif\u00edcio Instituto B\u00edblico de Roma e na Escola B\u00edblica e Arqueol\u00f3gica Francesa de Jerusal\u00e9m. Foi professor de Cristologia na Faculdade Teol\u00f3gica do Norte da Espanha (Vitoria). \u00c9 autor de diversas obras de teologia, pastoral e cristologia e diretor do Instituto de Teologia e Pastoral de S\u00e3o Sebasti\u00e3o. H\u00e1 muitosanos se dedica exclusivamente a pesquisar e tornar conhecida a pessoa de Jesus, em obras como: Jesus \u2013 aproxima\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, O caminho aberto por Jesus; Voltar a Jesus e Grupos de Jesus.<\/em><\/p>\n<p><strong>N\u00ba DE P\u00c1GINAS: 224<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/etica.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-120298\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/etica.jpg\" alt=\"etica\" width=\"200\" height=\"308\" \/><\/a>\u00c9tica e subjetividade<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Everaldo Cescon<\/strong><em> (organizador)<\/em><\/p>\n<p>A \u00e9tica est\u00e1 na moda e as quest\u00f5es morais parecem surgir por toda a parte. Todo dia um novo aspecto da vida se abre \u00e0 problem\u00e1tica do dever e da moral. Entretanto, justamente quando cresce a exig\u00eancia \u00e9tica e quando, por toda parte e em todos os ambientes, proliferam as novas morais e os novos imperativos. Paradoxalmente, a nossa sociedade p\u00f3s-moderna n\u00e3o fixa as pr\u00f3prias normas e valores sobre um terreno realmente fundante. A nossa \u00e9poca vive sob o sinal de uma \u00e9tica problem\u00e1tica. Assim, vem se formando um fosso entre a exig\u00eancia e o efetivo trabalho de fundamento, um descompasso entre a necessidade e a constitui\u00e7\u00e3o efetiva.<\/p>\n<p>Logo, \u00e9 \u00fatil uma nova raz\u00e3o pr\u00e1tica que considere as mudan\u00e7as \u00e9ticas e morais com objetivos concretos e universais, uma raz\u00e3o na qual esteja a ideia da responsabilidade para consigo mesmos e para com os outros. \u00c9 neste contexto que podemos situar o pensamento \u00e9tico fenomenol\u00f3gico husserliano que ser\u00e1 tratado nesta obra.<\/p>\n<p><strong>N\u00ba DE P\u00c1GINAS<\/strong><strong>: 320<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/Kant.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-120297\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/Kant.jpg\" alt=\"Kant\" width=\"200\" height=\"307\" \/><\/a>Cr\u00edtica da raz\u00e3o pr\u00e1tica<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Immanuel Kant<\/strong><\/p>\n<p><em>Cr\u00edtica da raz\u00e3o pr\u00e1tica <\/em>foi publicada em 1788, apenas tr\u00eas anos ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o de <em>Fundamenta\u00e7\u00e3o da metaf\u00edsica dos costumes<\/em>, em que Kant havia exposto pela primeira vez o princ\u00edpio supremo da moral, designado como princ\u00edpio da autonomia da vontade. Apresentando diferen\u00e7as importantes com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 <em>Fundamenta\u00e7\u00e3o<\/em>, a segunda <em>Cr\u00edtica<\/em> dialoga mais diretamente com a <em>Cr\u00edtica da raz\u00e3o pura<\/em> ao assumir como preocupa\u00e7\u00e3o central a articula\u00e7\u00e3o entre os usos te\u00f3rico e pr\u00e1tico da raz\u00e3o a partir do conceito de liberdade que \u00e9 colocado como pedra angular do sistema da raz\u00e3o pura.<\/p>\n<p>Essa obra mostra-se fundamental para a compreens\u00e3o da filosofia moral kantiana na medida em que Kant, respondendo \u00e0s diversas obje\u00e7\u00f5es levantadas por seus contempor\u00e2neos, oferece uma nova exposi\u00e7\u00e3o da raz\u00e3o pr\u00e1tica pura \u2013 com recurso \u00e0 pol\u00eamica no\u00e7\u00e3o de \u201cfato da raz\u00e3o\u201d \u2013, apresenta uma concep\u00e7\u00e3o mais elaborada do conceito de respeito enquanto sentimento moral e introduz os conceitos de sumo bem e de postulados pr\u00e1ticos para dar resposta ao problema da rela\u00e7\u00e3o entre felicidade e virtude.<\/p>\n<p>Contudo, a import\u00e2ncia capital da segunda <em>Cr\u00edtica<\/em> tamb\u00e9m se revela ao considerarmos o debate contempor\u00e2neo sobre as quest\u00f5es de \u00e9tica e justi\u00e7a. Desde Arendt, Rawls e Habermas, passando mais recentemente por O\u00b4Neill e Forst, s\u00e3o diversos os pensadores que procuram atualizar os conceitos kantianos de raz\u00e3o pr\u00e1tica e autonomia para defender a possibilidade de princ\u00edpios morais universalistas.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><strong>Immanuel Kant<\/strong><em> nasceu aos 22 de abril de 1724 na cidade universit\u00e1ria de K\u00f6nigsberg, pertencente ao ent\u00e3o Imp\u00e9rio da Pr\u00fassia, hoje Kaliningrado. Ali estudou, aprendeu latim e l\u00ednguas cl\u00e1ssicas, obteve ser doutorado (1755), escreveu, ensinou e passou toda a sua vida. Em 1770, tornou-se professor de L\u00f3gica e Metaf\u00edsica e lecionou durante os 27 anos seguintes, conquistando o afeto e a admira\u00e7\u00e3o de seus alunos, que acorriam a K\u00f6nigsberg como a \u201cMeca da Filosofia\u201d. Morreu aos 79 anos de idade, em 12 de fevereiro de 1804. Entre suas principais obras, al\u00e9m da Cr\u00edtica da Raz\u00e3o pura, est\u00e3o a Fundamenta\u00e7\u00e3o da Metaf\u00edsica dos Costumes, Cr\u00edtica da raz\u00e3o pr\u00e1tica e a Cr\u00edtica da faculdade de julgar.<\/em><\/p>\n<p><strong>N\u00ba DE P\u00c1GINAS<\/strong><strong>: 240<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<h3><strong><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/Kant-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-120299\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/Kant-2.jpg\" alt=\"Kant-2\" width=\"200\" height=\"307\" \/><\/a>Cr\u00edtica da faculdade de julgar<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Immanuel Kant<\/strong><\/p>\n<p>A presente tradu\u00e7\u00e3o da <em>Cr\u00edtica da faculdade de julgar<\/em> representa, em grande medida, uma continua\u00e7\u00e3o do trabalho realizado na tradu\u00e7\u00e3o da <em>Cr\u00edtica da raz\u00e3o pura<\/em>. Embora algumas op\u00e7\u00f5es tenham sido modificadas, a maior parte se manteve, bem como o estilo do texto na l\u00edngua portuguesa.<\/p>\n<p>A faculdade de julgar pode ser considerada ou como mera faculdade de <em>refletir <\/em>segundo um certo princ\u00edpio sobre uma dada representa\u00e7\u00e3o, com vistas a um conceito assim tornado poss\u00edvel, ou como uma faculdade de <em>determinar<\/em>, atrav\u00e9s de uma dada representa\u00e7\u00e3o emp\u00edrica, um conceito que serve de fundamento. No primeiro caso ela \u00e9 a <em>faculdade de julgar reflexionante<\/em>; no segundo, \u00e9 a<em>determinante<\/em>. Mas <em>refletir <\/em>(ponderar) \u00e9: comparar e interconectar dadas representa\u00e7\u00f5es, em vista de um conceito assim tornado poss\u00edvel, ou com outras representa\u00e7\u00f5es, ou com a sua faculdade de conhecimento. A faculdade de julgar reflexionante \u00e9 aquela a que tamb\u00e9m se costuma chamar faculdade de julgamento (<em>facultas dijudicandi<\/em>).<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><strong>Immanuel Kant<\/strong><em> nasceu aos 22 de abril de 1724 na cidade universit\u00e1ria de K\u00f6nigsberg, pertencente ao ent\u00e3o Imp\u00e9rio da Pr\u00fassia, hoje Kaliningrado. Ali estudou, aprendeu latim e l\u00ednguas cl\u00e1ssicas, obteve ser doutorado (1755), escreveu, ensinou e passou toda a sua vida. Em 1770, tornou-se professor de L\u00f3gica e Metaf\u00edsica e lecionou durante os 27 anos seguintes, conquistando o afeto e a admira\u00e7\u00e3o de seus alunos, que acorriam a K\u00f6nigsberg como a \u201cMeca da Filosofia\u201d. Morreu aos 79 anos de idade, em 12 de fevereiro de 1804. Entre suas principais obras, al\u00e9m da Cr\u00edtica da Raz\u00e3o pura, est\u00e3o a Fundamenta\u00e7\u00e3o da Metaf\u00edsica dos Costumes, Cr\u00edtica da raz\u00e3o pr\u00e1tica e a Cr\u00edtica da faculdade de julgar.<\/em><\/p>\n<p><strong>N\u00ba DE P\u00c1GINAS<\/strong><strong>: 392<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h3><strong><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/hgel.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-120302\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/hgel.jpg\" alt=\"hgel\" width=\"200\" height=\"307\" \/><\/a>Ci\u00eancia da L\u00f3gica<br \/>\n<\/strong><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 1. A doutrina do Ser<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Georg Wilhelm Friedrich Hegel<\/strong><\/p>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o da <em>Doutrina do Ser<\/em> faz parte de um projeto de tradu\u00e7\u00e3o de toda a <em>Ci\u00eancia da L\u00f3gica<\/em> de Hegel. Trata-se de um trabalho realizado por uma equipe de tradu\u00e7\u00e3o, que incluiu o debate de opini\u00f5es, estabeleceu crit\u00e9rios e optou por voc\u00e1bulos que representam o n\u00edvel atual da pesquisa hegeliana nacional e internacional.<\/p>\n<p>O p\u00fablico lus\u00f3fono e, em particular, o brasileiro, ter\u00e1 acesso a uma obra incontorn\u00e1vel da filosofia ocidental. Essa tradu\u00e7\u00e3o marca um novo momento na recep\u00e7\u00e3o da filosofia hegeliana no Brasil, pois o acesso \u00e0 L\u00f3gica permitir\u00e1 novas interpreta\u00e7\u00f5es, estudos e pesquisas da obra hegeliana.<\/p>\n<p>A <em>Ci\u00eancia da L\u00f3gica<\/em> constitui o n\u00facleo da filosofia de Hegel, pois explicita o m\u00e9todo dial\u00e9tico-especulativo e, ao mesmo tempo, apresenta a rede conceitual, que atravessa todo o sistema e o articula pela contradi\u00e7\u00e3o como fonte de movimento produtivo de verdade, e sempre aberto a novas figura\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A equipe de tradu\u00e7\u00e3o teve o cuidado de ser fiel ao texto original alem\u00e3o e, ao mesmo tempo, fez as escolhas de conceitos e express\u00f5es mais adequadas ao portugu\u00eas, mantendo o estilo da l\u00edngua alem\u00e3, por\u00e9m, fazendo Hegel falar, sempre que poss\u00edvel, na estrutura da l\u00edngua em portugu\u00eas.<\/p>\n<p><strong>N\u00ba DE P\u00c1GINAS<\/strong><strong>: 464<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/beleza.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-120304\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/beleza.jpg\" alt=\"beleza\" width=\"200\" height=\"307\" \/><\/a>Beleza<br \/>\n<\/strong><strong>Uma nova espiritualidade da alegria de viver<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Anselm Gr\u00fcn<\/strong><\/p>\n<p>A beleza do mundo abre nossos olhos para o Criador. Ela \u00e9 express\u00e3o da alegria que podemos sentir a cada novo dia.<\/p>\n<p>Neste livro, Anselm Gr\u00fcn desenvolve uma nova espiritualidade da beleza que \u00e9 t\u00e3o \u00edntima quanto alegre. Ele nos mostra caminhos para redescobrir a beleza na for\u00e7a das imagens, para perceber atentamente a beleza do Criador e de cada ser humano e para integrar tudo isso no nosso cotidiano.<\/p>\n<p>Gr\u00fcn nos convida a desenvolver \u00a0sete atitudes de uma espiritualidade da beleza que consistem em ver e desfrutar, na curiosidade e na gratid\u00e3o, na descoberta da pr\u00f3pria beleza, na unifica\u00e7\u00e3o com a beleza em n\u00f3s e em volta de n\u00f3s e, por fim, em conferir forma \u00e0 nossa vida e ao nosso mundo. Ele faz isso para que a beleza possa se tornar efetiva em n\u00f3s e para que n\u00f3s encontremos o lugar em que nosso cora\u00e7\u00e3o se sente em casa.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><em>Autor reconhecido no mundo inteiro por seus in\u00fameros livros publicados em mais de 28 l\u00ednguas, o monge beneditino <strong>Anselm Gr\u00fcn<\/strong>, da Abadia de M\u00fcnsterschwarzach (Alemanha), une a capacidade \u00edmpar de falar de coisas profundas com simplicidade e expressar com palavras aquilo que as pessoas experimentam em seu cora\u00e7\u00e3o. Procurado como palestrante e conselheiro na Alemanha e no estrangeiro, tornou-se \u00edcone da espiritualidade e mestre do autoconhecimento em nossos dias. Tem dezenas de obras publicadas no Brasil.<\/em><\/p>\n<p><strong>N\u00ba DE P\u00c1GINAS<\/strong><strong>: 176<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/max-webwr.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-120306\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/max-webwr.jpg\" alt=\"max-webwr\" width=\"200\" height=\"325\" \/><\/a>A Sociologia de Max Weber<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Catherine Colliot-Th\u00e9l\u00e8ne<\/strong><\/p>\n<p>A obra de Max Weber (1864-1920) \u00e9 de dif\u00edcil acessibilidade pelo fato de sua composi\u00e7\u00e3o (artigos e manuscritos inacabados), da diversidade de seus objetos e do car\u00e1ter desconcertante de um pensamento que escapa \u00e0s alternativas te\u00f3ricas fixadas por um s\u00e9culo de hist\u00f3ria das ci\u00eancias humanas.<\/p>\n<p>Afastando essas alternativas, esta obra prop\u00f5e uma leitura transversal que esclarece as posi\u00e7\u00f5es epistemol\u00f3gicas de Weber e de seus estudos concretos.\u00a0 Este quebra-cabe\u00e7a permite evidenciar o programa da \u201csociologia compreensiva\u201d: um comparatismo que combina as escalas de an\u00e1lise, cujo objetivo \u00e9 distinguir as \u201ccondutas de vida\u201d e de pesar a import\u00e2ncia relativa das diferentes \u201cpot\u00eancias\u201d que lhes d\u00e3o forma (economia, pol\u00edtica, direito, religi\u00e3o).\u00a0 Este comparatismo \u00e9 trabalhado por uma ambival\u00eancia que condensa a no\u00e7\u00e3o de \u201cracionaliza\u00e7\u00e3o\u201d.\u00a0 Reconhecer e resolver esta ambival\u00eancia nos permite adaptar o projeto weberiano para a abordagem das quest\u00f5es de nossa \u00e9poca.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><strong>Catherine Colliot-Th\u00e9l\u00e8ne<\/strong><em> \u00e9 professora de filosofia na universidade Rennes-I, membro da IUF.\u00a0 Ela publicou v\u00e1rios livros sobre Max Weber e traduziu, sozinha ou com colaboradores, diversas obras deste autor, como Economia e sociedade na Antiguidade (1998) e O S\u00e1bio e a Pol\u00edtica (2003).\u00a0 Atualmente ela colabora em uma nova tradu\u00e7\u00e3o dos textos de Max Weber sobre a comunidade.<\/em><\/p>\n<p><strong>N\u00ba DE P\u00c1GINAS: 176<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/erving.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-120307\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/erving.jpg\" alt=\"erving\" width=\"200\" height=\"325\" \/><\/a>A Sociologia de Erving Goffman<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Jean Nizet<\/strong><em> e <\/em><strong>Natalie Rigaux<\/strong><\/p>\n<p>Goffman foi o \u00fanico soci\u00f3logo a analisar as intera\u00e7\u00f5es <em>como um objeto de an\u00e1lise espec\u00edfico<\/em>; ao contr\u00e1rio dos outros pesquisadores que, para diz\u00ea-lo de modo esquem\u00e1tico, tendem a analisar as intera\u00e7\u00f5es tanto por alto, como por baixo. Por alto, quando analisam as intera\u00e7\u00f5es na medida em que elas ilustram o funcionamento de uma organiza\u00e7\u00e3o, ou mostram como as pessoas pertencentes a diferentes classes sociais entram em rela\u00e7\u00e3o, etc. Por baixo, quando se trata de compreender as intera\u00e7\u00f5es a partir dos interesses, ou das motiva\u00e7\u00f5es dos atores face a face; ou, ainda, em fun\u00e7\u00e3o das representa\u00e7\u00f5es que tais atores constroem de seus parceiros na intera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Apresentada dessa forma, a sociologia de Goffman parece responder a uma inten\u00e7\u00e3o clara e, mais do que isso, a um projeto constantemente perseguido ao longo de sua carreira. Trata-se ent\u00e3o de uma obra simples, de f\u00e1cil acesso? De modo algum. Examinando mais de perto, a produ\u00e7\u00e3o de Goffman \u00e9 diversificada, e mesmo d\u00edspar.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><strong>Jean Nizet<\/strong> <em>\u00e9 professor e pesquisador em Sociologia da Faculdades de Namur e da Universidade de Louvain. Ele \u00e9 o autor de muitos livros, especialmente no campo da sociologia organizacional e educa\u00e7\u00e3o de adultos.<\/em><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><strong>Natalie Rigaux<\/strong><em> \u00e9 professora de sociologia na faculdadede Namur. Suas pesquisas abordam quest\u00f5es de sa\u00fade mental e envelhecimento.<\/em><\/p>\n<p><strong>N\u00ba DE P\u00c1GINAS<\/strong><strong>: 168<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/Antony.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-120308\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/Antony.jpg\" alt=\"Antony\" width=\"200\" height=\"326\" \/><\/a>A Sociologia de Anthony Giddens<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Jean Nizet<\/strong><\/p>\n<p>Giddens ocupa um lugar \u00e0 parte no campo da sociologia contempor\u00e2nea: sua produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica \u00e9 extremamente abundante e seus conhecimentos em ci\u00eancias humanas extremamente vastos. Al\u00e9m disso, ele persegue objetivos muito ambiciosos: suas primeiras obras consistem numa cr\u00edtica ampla \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o sociol\u00f3gica em vista de revisar as suas bases. Ademais, ele se dedica \u00e0 sociedade moderna. Procura compreender a identidade do indiv\u00edduo contempor\u00e2neo, particularmente suas rela\u00e7\u00f5es \u00edntimas (conjugais, amizades, etc.) e suas pr\u00e1ticas corporais (alimenta\u00e7\u00e3o, sexualidade, etc.). Enfim, seus \u00faltimos escritos, mais pol\u00edticos, buscam definir uma \u201cterceira via\u201d entre a esquerda tradicional e a direita liberal.<\/p>\n<p>Este livro apresenta diferentes facetas dessa obra monumental e discute as in\u00fameras cr\u00edticas que ele levantou.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><strong>Jean Nizet<\/strong><em> \u00e9 professor e pesquisador em Sociologia nasFaculdades de Namur e na Universidade de Louvain. Ele \u00e9 o autor de muitos livros, especialmente no campo da sociologia organizacional e educa\u00e7\u00e3o de adultos. Ele escreveu, com Natalie Rigaux, a obra A sociologia de ErvingGoffman.<\/em><\/p>\n<p><strong>N\u00ba DE P\u00c1GINAS: 168<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Editora Vozes<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":194592,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[238],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Lan\u00e7amentos da semana - Not\u00edcias - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/noticias\/lancamentos-da-semana-22.html\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Lan\u00e7amentos da semana - 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