{"id":187897,"date":"2021-09-24T09:48:06","date_gmt":"2021-09-24T12:48:06","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/?page_id=187897"},"modified":"2022-10-14T09:45:15","modified_gmt":"2022-10-14T12:45:15","slug":"frei-antonio-de-santana-galvao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/frei-antonio-de-santana-galvao\/","title":{"rendered":"Frei Ant\u00f4nio de Sant\u2019Ana Galv\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text]<strong><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-188446 size-large\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/frei-galvao-709x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"709\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/frei-galvao-709x1024.jpg 709w, https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/frei-galvao-312x450.jpg 312w, https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/frei-galvao-768x1109.jpg 768w, https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/frei-galvao-1064x1536.jpg 1064w, https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/frei-galvao-150x217.jpg 150w, https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/frei-galvao.jpg 748w\" sizes=\"(max-width: 709px) 100vw, 709px\" \/>(1739-1822)<\/strong><\/p>\n<p>Frei Ant\u00f4nio de Sant\u2019Ana Galv\u00e3o nasceu em 1739, em Guaratinguet\u00e1, Estado de S\u00e3o Paulo, Brasil; cidade que na \u00e9poca pertencia \u00e0 Diocese do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Com a cria\u00e7\u00e3o da Diocese de S\u00e3o Paulo, em 1745, Frei Galv\u00e3o viveu praticamente nesta diocese: 1762-1822. O seu ambiente familiar era profundamente religioso. O pai, Ant\u00f4nio Galv\u00e3o de Fran\u00e7a, Capit\u00e3o-Mor, pertencia \u00e0s Ordens Terceiras de S\u00e3o Francisco e do Carmo, dedicava-se ao com\u00e9rcio e era conhecido pela sua particular generosidade.<\/p>\n<p>A m\u00e3e, Izabel Leite de Barros, teve o privil\u00e9gio de ter onze filhos e morreu com apenas 38 anos com fama de grande caridade, a tal ponto que depois da morte n\u00e3o se encontrou nenhum vestido: tudo fora dado aos pobres. Ant\u00f4nio viveu com seus irm\u00e3os numa casa grande e rica, pois seus pais gozavam de prest\u00edgio social e influ\u00eancia pol\u00edtica. O pai, querendo dar uma forma\u00e7\u00e3o humana e cultural segundo suas possibilidades econ\u00f4micas, mandou o Servo de Deus com 13 anos para Bel\u00e9m (Bahia) a fim de estudar no Semin\u00e1rio dos Padres Jesu\u00edtas, onde j\u00e1 se encontrava seu irm\u00e3o Jos\u00e9.<\/p>\n<p>Ficou neste Col\u00e9gio de 1752 a 1756 com not\u00e1veis progressos no estudo e na pr\u00e1tica da vida crist\u00e3. Teria entrado na Companhia de Jesus, mas o pai, preocupado com o clima antijesu\u00edtico provocado pela atua\u00e7\u00e3o do Marqu\u00eas de Pombal, aconselhou Ant\u00f4nio a entrar na Ordem dos Frades Menores Descal\u00e7os da reforma de S\u00e3o Pedro de Alc\u00e2ntara. Estes tinham um Convento em Taubat\u00e9, n\u00e3o muito longe de Guaratinguet\u00e1. Aos 21 anos, no dia 15 de abril de 1760, Ant\u00f4nio ingressou no noviciado do Convento de S\u00e3o Boaventura, na Vila de Macacu, no Rio de Janeiro.<br \/>\nDurante este per\u00edodo distinguiu-se pela piedade e pelas pr\u00e1ticas das virtudes, tanto que no \u201cLivro dos Religiosos Brasileiros\u201d encontramos grande elogio a seu respeito.<\/p>\n<p>Aos 16 de abril de 1761 fez a profiss\u00e3o solene e o juramento, segundo o uso dos Franciscanos, de se empenhar na defesa da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora, doutrina ainda controvertida. Um ano depois da profiss\u00e3o religiosa, Frei Ant\u00f4nio foi admitido \u00e0 ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal aos 11 de julho de 1762.<\/p>\n<p>Este privil\u00e9gio foi tamb\u00e9m um sinal evidente da confian\u00e7a que os Superiores nutriam pelo cl\u00e9rigo. Depois de ordenado foi mandado para o Convento de S\u00e3o Francisco em S\u00e3o Paulo, com a finalidade de aperfei\u00e7oar os estudos, como tamb\u00e9m exercitar-se no apostolado. Sua maturidade espiritual franciscano-mariana teve express\u00e3o m\u00e1xima na \u201centrega a Maria\u201d como o seu \u201cfilho e escravo perp\u00e9tuo\u201d, entrega assinada com o pr\u00f3prio sangue aos 9 de novembro de 1766.<\/p>\n<p>Terminados os estudos, foi nomeado Pregador, Confessor dos leigos e Porteiro do convento cargo este considerado importante, porque pela comunica\u00e7\u00e3o com as pessoas permitia fazer um grande apostolado, ouvindo e aconselhando a todos. Foi confessor estimado e procurado, e quando era chamado ia sempre a p\u00e9, mesmo aos lugares distantes. Em 1769-70 foi designado Confessor de um Recolhimento de piedosas mulheres, as \u201cRecolhidas de Santa Teresa\u201d em S\u00e3o Paulo. Neste Recolhimento encontrou a Irm\u00e3 Helena Maria do Esp\u00edrito Santo, religiosa de profunda ora\u00e7\u00e3o e grande penit\u00eancia, observante da vida comum, que afirmava ter vis\u00f5es pelas quais Jesus lhe pedia para fundar um novo Recolhimento.[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text]Frei Galv\u00e3o, como confessor, ouviu e estudou tais mensagens e solicitou o parecer de pessoas s\u00e1bias e esclarecidas, que reconheceram tais vis\u00f5es como v\u00e1lidas. A data oficial da funda\u00e7\u00e3o do novo Recolhimento \u00e9 2 de fevereiro de 1774.Irm\u00e3 Helena queria modelar o Recolhimento segundo a ordem carmelitana, mas o Bispo de S\u00e3o Paulo, franciscano e intr\u00e9pido defensor da Imaculada, quis que fosse segundo as Concepcionistas, aprovadas pelo Papa J\u00falio II em 1511.A funda\u00e7\u00e3o passou a se chamar \u201cRecolhimento de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o da Divina Provid\u00eancia\u201d e Frei Galv\u00e3o, o fundador de uma institui\u00e7\u00e3o que continua at\u00e9 os nossos dias.<\/p>\n<p>O Recolhimento, no in\u00edcio, era uma Casa que acolhia jovens para viver como religiosas sem o compromisso dos votos. Foi um expediente do momento hist\u00f3rico para subtrair do veto do Marqu\u00eas de Pombal que n\u00e3o permitia novas funda\u00e7\u00f5es e consagra\u00e7\u00f5es religiosas. Para toda decis\u00e3o de certa import\u00e2ncia, em \u00e2mbito religioso, era necess\u00e1rio o \u201cplacet regio\u201d.<\/p>\n<p>Aos 23 de fevereiro de 1775 morreu, quase improvisamente, Irm\u00e3 Helena. Frei Galv\u00e3o encontrou-se como \u00fanico sustent\u00e1culo das Recolhidas, miss\u00e3o que exerceu com humildade e grande prud\u00eancia. Entrementes, o novo Capit\u00e3o-General de S\u00e3o Paulo, homem inflex\u00edvel e duro (ao contr\u00e1rio do seu predecessor), retirou a permiss\u00e3o e ordenou o fechamento do Recolhimento.Frei Galv\u00e3o aceitou com f\u00e9 e tamb\u00e9m as Recolhidas obedeceram; mas n\u00e3o deixaram a casa, resistindo at\u00e9 os extremos das for\u00e7as f\u00edsicas. Depois de um m\u00eas, gra\u00e7as \u00e0 press\u00e3o do povo e do Bispo, o Recolhimento foi reaberto.Devido ao grande n\u00famero de voca\u00e7\u00f5es, o Servo de Deus se viu obrigado a aumentar o Recolhimento. Para tanto contribu\u00edram as fam\u00edlias das Recolhidas, muitas das quais, sendo ricas, podiam dispor dos escravos da fam\u00edlia como m\u00e3o-de-obra.<\/p>\n<p>Durante catorze anos (1774-1788) Frei Galv\u00e3o cuidou da constru\u00e7\u00e3o do Recolhimento. Outros catorze anos (1788-1802) dedicou \u00e0 constru\u00e7\u00e3o da igreja, inaugurada aos 15 de agosto de 1802. A obra, \u201cmaterializa\u00e7\u00e3o do g\u00eanio e da santidade de Frei Galv\u00e3o\u201d, em 1988, tornou-se \u201cpatrim\u00f4nio cultural da humanidade\u201d por decis\u00e3o da Unesco.<\/p>\n<p>Frei Galv\u00e3o, al\u00e9m da constru\u00e7\u00e3o e dos encargos especiais dentro e fora da Ordem Franciscana, deu muita aten\u00e7\u00e3o e o melhor das suas for\u00e7as \u00e0 forma\u00e7\u00e3o das Recolhidas. Para elas, escreveu um regulamento ou Estatuto, excelente guia de vida interior e de disciplina religiosa.<\/p>\n<p>Em 1929, o Recolhimento tornou-se Mosteiro, incorporado \u00e0 Ordem da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o (Concepcionistas). A vida discorria serena e rica de espiritualidade quando sobreveio um epis\u00f3dio doloroso: Frei Galv\u00e3o foi mandado para o ex\u00edlio pelo Capit\u00e3o-General de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Este homem violento, para defender o filho que sofrera uma pequena ofensa, condenou \u00e0 morte um soldado (Gaetaninho). Como Frei Galv\u00e3o assumiu a defesa do soldado, foi afastado e obrigado a seguir para o Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, se levantou contra a injusti\u00e7a de tal ordem, que imediatamente foi revogada. Em 1781, o Servo de Deus foi nomeado Mestre do noviciado de Macacu, Rio de Janeiro, pelos qualidades pessoais, profunda vida espiritual e grande zelo apost\u00f3lico.<\/p>\n<p>O Bispo, por\u00e9m, que o queria em S\u00e3o Paulo, n\u00e3o lhe fez chegar a carta do Superior Provincial \u201cpara n\u00e3o privar seu bispado de t\u00e3o virtuoso religioso [\u2026] que, desde que entrou na religi\u00e3o at\u00e9 o presente dia, tem tido um procedimento exemplar\u00edssimo pela qual raz\u00e3o o aclamam santo\u201d.<\/p>\n<p>Frei Galv\u00e3o foi nomeado Guardi\u00e3o do Convento de S\u00e3o Francisco, em S\u00e3o Paulo, em 1798, e reeleito em 1801. A nomea\u00e7\u00e3o de Guardi\u00e3o provocou desorienta\u00e7\u00e3o nas Recolhidas da Luz. \u00c1 preocupa\u00e7\u00e3o das religiosas \u00e9 necess\u00e1rio acrescentar aquela do \u201cSenado da C\u00e2mara de S\u00e3o Paulo\u201d e do Bispo da cidade, que escreveram ao Provincial: \u201ctodos os moradores desta Cidade n\u00e3o poder\u00e3o suportar um s\u00f3 momento a aus\u00eancia do dito religioso. [\u2026] este homem t\u00e3o necess\u00e1rio \u00e0s religiosas da Luz, \u00e9 precios\u00edssimo a toda esta Cidade e Vilas da Capitania de S\u00e3o Paulo; \u00e9 homem religios\u00edssimo e de prudente conselho; todos acodem a pedir-lho; \u00e9 o homem da paz e da caridade\u201d. Em 1802, Frei Galv\u00e3o recebeu o privil\u00e9gio de Definidor pela solicita\u00e7\u00e3o do Provincial ao N\u00fancio Apost\u00f3lico de Portugal, porque \u201c\u00e9 um religioso que por seus costumes e por sua exemplar\u00edssima vida serve de honra e de consola\u00e7\u00e3o a todos os seus Irm\u00e3os, e todo o Povo daquela Capitania de S\u00e3o Paulo, Senado da C\u00e2mara e o mesmo Bispo Diocesano o respeitam corpo um var\u00e3o santo\u201d.<\/p>\n<p>Em 1808, pela estima que gozava dentro de sua Ordem, foi-lhe confiado o cargo de Visitador-Geral e Presidente do Cap\u00edtulo, mas devido ao seu estado de sa\u00fade foi obrigado a renunciar, embora desejasse obedecer prontamente.<\/p>\n<p>Em 1811, a pedido do Bispo de S\u00e3o Paulo, fundou o Recolhimento de Santa Clara em Sorocaba, em S\u00e3o Paulo. Ai permaneceu onze meses para organizar a comunidade e dirigir os trabalhos iniciais da constru\u00e7\u00e3o da Casa. Voltou para S\u00e3o Paulo e ali viveu mais 10 anos. Quando as suas for\u00e7as eram insuficientes para o ir-e-vir di\u00e1rio do Convento de S\u00e3o Francisco ao Recolhimento, obteve dos Superiores (Bispo e Guardi\u00e3o) a autoriza\u00e7\u00e3o para ficar no Recolhimento da Luz. Diante a \u00faltima doen\u00e7a, Frei Ant\u00f4nio passou a morar num \u201cquartinho\u201d (esp\u00e9cie de corredor) atr\u00e1s do Tabern\u00e1culo, no fundo da igreja, gra\u00e7as \u00e0 insist\u00eancia das religiosas, que desejavam prestar-lhe algum alivio e conforto.Terminou sua vida terrena aos 23 de dezembro de 1822, pelas 10 horas da manh\u00e3, confortado pelos sacramentos e assistido pelo Padre Guardi\u00e3o, dois confrades e dois sacerdotes diocesanos.<\/p>\n<p>O Processo de Beatifica\u00e7\u00e3o e Canoniza\u00e7\u00e3o iniciado em 1938 foi reaberto solenemente em 1986 e conclu\u00eddo em 1991. Aos 8 de abril de 1997 foi promulgado pelo Papa Jo\u00e3o Paulo II o Decreto das Virtudes Heroicas e aos 6 de abril de 1998, o Decreto sobre o Milagre. Frei Galv\u00e3o foi declarado bem-aventurado no dia 25 de outubro de 1998 e canonizado pelo Papa Bento 16 no dia 11 de maio de 2007.[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text](1739-1822) Frei Ant\u00f4nio de Sant\u2019Ana Galv\u00e3o nasceu em 1739, em Guaratinguet\u00e1, Estado de S\u00e3o Paulo, Brasil; cidade que na \u00e9poca pertencia \u00e0 Diocese do Rio de Janeiro. Com a cria\u00e7\u00e3o da Diocese de S\u00e3o Paulo, em 1745, Frei Galv\u00e3o viveu praticamente nesta diocese: 1762-1822. O seu ambiente familiar era profundamente religioso. 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