{"id":187216,"date":"2020-09-08T15:30:13","date_gmt":"2020-09-08T18:30:13","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/?page_id=187216"},"modified":"2023-07-04T15:26:19","modified_gmt":"2023-07-04T18:26:19","slug":"pilulas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/pilulas\/","title":{"rendered":"Iconografia"},"content":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h1>Iconografia antoniana<\/h1>\n<h2><strong>Santo Ant\u00f4nio atrav\u00e9s dos s\u00e9culos<\/strong><\/h2>\n<p>N\u00e3o existe uma imagem de Santo Ant\u00f4nio que lhe seja contempor\u00e2nea e as mais antigas imagens que a ele se referem, apareceram a partir do final de 1200, s\u00e3o muito diversas uma das outras e n\u00e3o nos d\u00e3o a possibilidade de reconstruir o seu aspecto f\u00edsico. Para podermos imaginar como ele era, nos resta somente alguns r\u00e1pidos passos liter\u00e1rios.<\/p>\n<p>O autor da \u00abAss\u00eddua\u00bb (a primeira biografia do Santo), referindo-se \u00e0 prega\u00e7\u00e3o do Santo realizada em P\u00e1dua durante a quaresma do ano em que morreu diz: \u00abCausa realmente maravilha o fato de ser ele aflito por uma certa natural corpul\u00eancia e tamb\u00e9m por uma cont\u00ednua doen\u00e7a, e que por\u00e9m, pelo zelo ass\u00edduo das almas, ele n\u00e3o deixasse nunca de pregar, de ensinar e de ouvir as confiss\u00f5es at\u00e9 o p\u00f4r do sol e quase sempre em jejum\u00bb.<\/p>\n<p>Nestas refer\u00eancias \u00e0 sua \u00abnatural corpul\u00eancia\u00bb e \u00abdoen\u00e7a cont\u00ednua\u00bb, de onde alguns chegaram a pensar em sintomas de hidropsia, podemos descobrir algum ind\u00edcio de como fosse o aspecto f\u00edsico do Santo, que alguns pintores poderiam ter recolhido, quer referindo-se diretamente \u00e0 \u00abAss\u00eddua\u00bb ou tamb\u00e9m \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o oral. Al\u00e9m disso, sobre a deforma\u00e7\u00e3o f\u00edsica causada nos \u00faltimos anos pela doen\u00e7a de que viria a morrer, insiste tamb\u00e9m uma outra fonte liter\u00e1ria, a de Tommaso de Pavia, enquanto o Rigaud, que nos relata a sua perman\u00eancia na Fran\u00e7a, no-lo descreve macilento, sem com isso cair em contradi\u00e7\u00e3o com o que diz a \u00abAss\u00eddua\u00bb. \u00c9, por outra forma, bem conhecido que os jejuns e as outras mortifica\u00e7\u00f5es f\u00edsicas, a que se submetia Santo Ant\u00f4nio, j\u00e1 desde a sua vida de eremita na Romanha, enfraquecera muito sua sa\u00fade.<\/p>\n<p>A reabertura do t\u00famulo do Santo, e o reconhecimento de seus ossos confirmaram que Santo Ant\u00f4nio possu\u00eda uma bela estrutura f\u00edsica e, alto, um metro e setenta, era bastante superior como estatura \u00e0 m\u00e9dia daquele tempo. Um outro interessante resultado deste reconhecimento foi a descoberta de sinais que testemunham o seu costume de rezar ajoelhado.<\/p>\n<p>\u00c9 ainda o mesmo an\u00f4nimo autor da \u00abAss\u00eddua\u00bb a nos deixar o mais breve ind\u00edcio sobre a figura do Santo quando fala de sua morte e da improvisa transforma\u00e7\u00e3o de suas m\u00e3os que, perdendo a cor primitiva, tornaram-se brancas: \u00absuas m\u00e3os, tornando-se brancas, venceram a beleza da cor que antes possu\u00edam\u00bb. Do que se pode deduzir que Santo Ant\u00f4nio fosse de cor morena clara, e que em todo caso possu\u00eda lindas m\u00e3os.<\/p>\n<p>\u00c9 claro que n\u00e3o obstante toda a nossa boa vontade, bem pouco podemos descobrir com estes testemunhos, a respeito da figura do Santo. N\u00e3o podemos, por\u00e9m, excluir que o pr\u00f3prio Giotto quando descreveu Santo Ant\u00f4nio nos dois famosos afrescos, de Assis e de Floren\u00e7a, que o mostram fazendo um serm\u00e3o no cap\u00edtulo de Arles e S. Francisco aparece milagrosamente, tenha tido em considera\u00e7\u00e3o uma tradi\u00e7\u00e3o que afirmava que Santo Ant\u00f4nio era de corporatura grande.<\/p>\n<p>A esta mesma tradi\u00e7\u00e3o poderia se referir o an\u00f4nimo pintor de 1300 que desenhou uma tela com uma imagem de Santo Ant\u00f4nio, que est\u00e1 sobre uma coluna da \u00e1bside de sua bas\u00edlica e que conforme uma tradi\u00e7\u00e3o popular seria a \u00fanica verdadeira imagem do Santo \u2026 Santo Ant\u00f4nio \u00e9 a\u00ed representado, de frente, tamanho natural, com o saio franciscano, aben\u00e7oando com uma m\u00e3o e segurando na outra um livro.<\/p>\n<p>Sua face \u00e9 imberbe e, se a pintura merece ainda cr\u00e9dito por causa dos danos do tempo e dos restauros realizados, n\u00e3o se deve excluir da figura aquela corpul\u00eancia de que se falou. A seus p\u00e9s, aparecem, em dimens\u00f5es menores, segundo o costume da \u00e9poca, as figuras daqueles que subvencionaram a obra. Esta pintura, por\u00e9m, situa-se no final do s\u00e9culo 1300 e j\u00e1 este fato d\u00e1 lugar a muitas d\u00favidas de que se trate de uma aut\u00eantica deriva\u00e7\u00e3o de um retrato do Santo, que tivesse sido perdido, o que n\u00e3o parece poss\u00edvel pelo fato de ter se espalhado t\u00e3o rapidamente e com tanto entusiasmo a devo\u00e7\u00e3o antoniana na cidade.<\/p>\n<p>N\u00e3o faltaram outras obras que no passado foram consideradas como aut\u00eanticos retratos originais de Santo Ant\u00f4nio. O estudioso De Mandach, que no final do s\u00e9culo passado publicou um livro, hoje j\u00e1 superado, mas que continua de import\u00e2ncia fundamental, sobre a iconografia antoniana (Saint Antoine de Padoue et I\u2019art italien), examina alguns quadros e demonstra a inconsist\u00eancia do significado document\u00e1rio a eles atribu\u00eddo ou, no caso da imagem que se conserva no pal\u00e1cio da Genga em Espoleto, e que prov\u00e9m da antiga igreja de S\u00e3o Sim\u00e3o, a impossibilidade de ler realmente a obra.<\/p>\n<p>Abandonada, portanto, a esperan\u00e7a de possuir uma imagem da verdadeira figura de Santo Ant\u00f4nio atrav\u00e9s dos documentos art\u00edsticos, n\u00e3o nos resta que consider\u00e1-los somente pelo \u00fanico aspecto hist\u00f3rico v\u00e1lido, isto \u00e9, como testemunhos da difus\u00e3o e das caracter\u00edsticas do culto do Santo. Como em muitos outros casos foram express\u00e3o imediata e eloquente da considera\u00e7\u00e3o em que o Santo era tido, dos poderes carism\u00e1ticos que lhe eram atribu\u00eddos, do modo com que era lembrado, amado e invocado pelos fi\u00e9is. Tamb\u00e9m a coloca\u00e7\u00e3o destas obras pode ser importante. A sua imagem quase sempre colocada junta \u00e0 de S\u00e3o Francisco, nos mostra a import\u00e2ncia que teve Santo Ant\u00f4nio na Ordem Franciscana e como fosse considerado a figura mais representativa da Ordem logo em seguida \u00e0 de seu fundador.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text][\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;187866&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; css_animation=&#8221;flipInX&#8221;][vc_column_text]Exatamente em P\u00e1dua, no recinto que conduz da Bas\u00edlica do Santo para a sacristia, encontramos um afresco, realizado no final do s\u00e9culo 1200, e que representa a Virgem com o Menino, e ao lado S\u00e3o Francisco e Santo Ant\u00f4nio, em p\u00e9, com as faces sem barba, os dois muito semelhantes, de tal modo que somente as chagas deixam reconhecer S\u00e3o Francisco. Em um t\u00edmpano na igreja dos Frari em Veneza, e que data mais ou menos da mesma \u00e9poca, encontramos ainda S\u00e3o Francisco e Santo Ant\u00f4nio ao lado de Nossa Senhora, com a diferen\u00e7a por\u00e9m que os dois santos al\u00e9m de estarem ajoelhados, trazem desta vez a barba. Poder\u00edamos ent\u00e3o continuar com uma classifica\u00e7\u00e3o das imagens antonianas tendo como base a presen\u00e7a ou n\u00e3o da barba, mas \u00e9 claro que esta distin\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de nos convencer, no come\u00e7o, da falta de um \u00fanico modelo iconogr\u00e1fico, n\u00e3o nos levaria muito longe, ainda que, tendo como base um d\u00edptico conservado na Gallerie dell\u2019Accademia de Floren\u00e7a e atribu\u00eddo a Berlinghiero Berlinghieri, e sobre outras considera\u00e7\u00f5es, pareceria l\u00f3gico afirmar que a imagem de Santo Ant\u00f4nio sem barba fosse a mais pr\u00f3xima a uma tradi\u00e7\u00e3o que se refere \u00e0 sua figura real. Naquele d\u00edptico, de fato, enquanto a imagem de S. Francisco, que totalmente conforme \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o retrat\u00edstica do santo, \u00e9 apresentado com a barba, a de Sto. Ant\u00f4nio \u00e9 pelo contr\u00e1rio sem barba, e o fato pareceria n\u00e3o casual, e, considerado o empenho do pintor a dar uma certa verosimilhan\u00e7a \u00e0s figuras, devido a circunst\u00e2ncias objetivas. Enfim, tamb\u00e9m em P\u00e1dua, onde a recorda\u00e7\u00e3o de Sto. Ant\u00f4nio podia ser obviamente mais viva, por todo o s\u00e9culo XIV e XV ele \u00e9 representado imberbe.<\/p>\n<p>Existe uma clara diferen\u00e7a entre como Sto. Ant\u00f4nio \u00e9 representado em P\u00e1dua e nas regi\u00f5es circunstantes, realmente envolvidas pela presen\u00e7a do Santo e de seus milagres, e modo como \u00e9 visto nas regi\u00f5es mais distantes, onde o Santo, pelo menos num primeiro tempo, aparece como representante, da Ordem Franciscana, mesmo que em primeiro plano, ao lado do pr\u00f3prio S. Francisco, e mais tarde junto com S. Lu\u00eds de Toulouse.<\/p>\n<p>Enquanto na pintura da It\u00e1lia setentrional o atributo do l\u00edrio consegue uma difus\u00e3o muito ampla durante o s\u00e9culo 1400, este permanecia por outro lado rejeitado na Toscana e na \u00dambria onde pelo contr\u00e1rio aparecem freq\u00fcentemente dois outros atributos, chama e cora\u00e7\u00e3o que se intercalam ao livro. Em muitas pinturas enquanto Sto. Ant\u00f4nio com a m\u00e3o esquerda segura o livro, com a m\u00e3o direita conserva ora a chama, ora o cora\u00e7\u00e3o. A primeira pode significar o seu amor ardente e o sacrif\u00edcio a Deus de sua pr\u00f3pria vida, e o cora\u00e7\u00e3o deve ter tido um significado id\u00eantico. Estes atributos perduram por todo s\u00e9culo 1400 e desaparecem quando o culto do Santo se fixou com uma iconografia mais definida e conhecida.<\/p>\n<p>Muito mais tarde ainda apareceram os atributos da Cruz e do Menino Jesus, mas enquanto a presen\u00e7a da cruz, al\u00e9m de tardia, foi tamb\u00e9m espor\u00e1dica, a imagem do Menino Jesus acabou tornando-se insepar\u00e1vel da imagem do Santo de tal modo que passou a constituir o motivo mais comum na iconografia moderna do mesmo Santo. Isto tem a sua origem num epis\u00f3dio descrito no Libra dos Milagres que nos conta como o Santo teria sido visto, em sua cela, com o Menino Jesus nos bra\u00e7os. Como no referido livro n\u00e3o se diz onde este milagre se deu, muitas localidades disputaram este privil\u00e9gio. Conforme a tradi\u00e7\u00e3o mais antiga este fato teria acontecido em Camposampiero, quando Sto. Ant\u00f4nio era h\u00f3spede do conde Tiso.<\/p>\n<p>Um momento particular da hist\u00f3ria da iconografia do Santo deu-se na metade do s\u00e9culo 1400, com a realiza\u00e7\u00e3o da est\u00e1tua em bronze feita por Donatello, sobre o altar m\u00f3r da Bas\u00edlica. E isto n\u00e3o somente pelo valor intr\u00ednseco desta obra, mas pelo fato que apresentava uma figura de Sto. Ant\u00f4nio j\u00e1 decididamente distinta da precedente tradi\u00e7\u00e3o mais ou menos retrat\u00edstica, e se preocupava sobretudo em refletir o significado ideal de sua espiritualidade. Naquele momento, a imagem de Sto. Ant\u00f4nio abandonava definitivamente toda conota\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica para tornar-se o s\u00edmbolo do ardor moral e de virtudes sobrenaturais com que era definitivamente considerado pela devo\u00e7\u00e3o popular.<\/p>\n<p><em><strong>Calend\u00e1rio Messaggero di S. Antonio \u2013 1983<\/strong><\/em>[\/vc_column_text][vc_column_text][\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text] Iconografia antoniana Santo Ant\u00f4nio atrav\u00e9s dos s\u00e9culos N\u00e3o existe uma imagem de Santo Ant\u00f4nio que lhe seja contempor\u00e2nea e as mais antigas imagens que a ele se referem, apareceram a partir do final de 1200, s\u00e3o muito diversas uma das outras e n\u00e3o nos d\u00e3o a possibilidade de reconstruir o seu aspecto f\u00edsico. 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