{"id":187210,"date":"2020-09-08T15:29:40","date_gmt":"2020-09-08T18:29:40","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/?page_id=187210"},"modified":"2023-07-04T15:24:52","modified_gmt":"2023-07-04T18:24:52","slug":"biografia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/biografia\/","title":{"rendered":"Biografia"},"content":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<h1>Ant\u00f4nio de Lisboa e de P\u00e1dua<\/h1>\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text]<\/p>\n<header class=\"entry-header\">\n<h1>Introdu\u00e7\u00e3o<\/h1>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-188913\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/antonio_02.jpg\" alt=\"\" width=\"900\" height=\"603\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/antonio_02.jpg 900w, https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/antonio_02-450x302.jpg 450w, https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/antonio_02-768x515.jpg 768w, https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/antonio_02-150x101.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Santo Ant\u00f4nio \u00e9 conhecido no mundo inteiro. Seus santu\u00e1rios, bas\u00edlicas e pequenas capelas s\u00e3o veneradas por fi\u00e9is de todas as camadas sociais. \u00c9 padroeiro de in\u00fameras localidades. Chamado de Santo Ant\u00f4nio de Lisboa porque nasceu na capital portuguesa. \u00c9 santo Ant\u00f4nio de P\u00e1dua, porque nesta cidade da It\u00e1lia trabalhou no fim da vida e nela est\u00e1 sepultado.<\/p>\n<\/header>\n<div class=\"post-content\">\n<p>N\u00e3o chegou aos 40 anos de vida terrena. Frei Ant\u00f4nio (nome de batismo: Fernando) estudou por 14 anos na escola da catedral de Lisboa. Aos 15 anos, entrou no semin\u00e1rio de S\u00e3o Vicente de Foras, dos C\u00f4negos Regulares de Santo Ant\u00f4nio. Ordenado sacerdote aos 25 anos, dedicou-se, junto com o estudo de teologia, a uma busca apaixonada de Deus e de seu Reino e de como melhor poder servi-lo.<\/p>\n<p>Conheceu cinco frades franciscanos que partiam mission\u00e1rios para Marrocos, \u00c1frica. Tornou-se frade franciscano \u2013 agora com o nome de Ant\u00f4nio \u2013 para anunciar o Evangelho aos pag\u00e3os mesmo com o risco da pr\u00f3pria vida. Teve que renunciar, por motivo de sa\u00fade, ao seu ideal mission\u00e1rio e por 12 anos, ent\u00e3o, viveu a experi\u00eancia franciscana de seguir a Cristo pobre e humilde entre os frades: como superior, professor e como grande pregador da Palavra de Deus entre o povo pobre.<\/p>\n<p>\u201cPor ti, Jesus, tudo deixamos e nos fizemos pobres\u201d e junto ao povo pobre e humilde esteve sempre presente como testemunho vivo de caridade. Faleceu \u00e0s portas da cidade de P\u00e1dua onde hoje se ergue a Bas\u00edlica do Santo (Ant\u00f4nio) meta de tantos peregrinos (1).<\/p>\n<header class=\"entry-header\">\n<h1>Suas origens<\/h1>\n<div class=\"post-meta\">\n<div class=\"fleft\">No ano de 1147, a cidade de Lisboa havia sido tomada dos crist\u00e3os pelos mouros maometanos. Depois disso, a presen\u00e7a dos cruzados tamb\u00e9m imprimiu seu cunho \u00e0 cidade. Vindos da Fran\u00e7a e da Alemanha, os cruzados haviam ajudado o rei D. Afonso I (1139-1185) na luta contra os seguidores de Maom\u00e9.Propriamente tinham eles tomado a cruz a fim de lutar para recuperar para os crist\u00e3os os lugares santos da Palestina. Mas muitos deles acabaram ficando em Portugal e desse modo evitaram os perigos de uma viagem mar\u00edtima para a Terra Santa. O rei D. Afonso tinha feito a eles grandes ofertas se quisessem ficar no pa\u00eds e prestar-lhe ajuda. Talvez eles apaziguassem a consci\u00eancia, considerando o fato de tamb\u00e9m na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica poderem combater contra os mu\u00e7ulmanos e fazerem a\u00ed algo pela f\u00e9 crist\u00e3 (2).<\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<div class=\"post-content\">\n<p>Entre os cruzados que permaneceram em Portugal deve ser contado, como tudo indica, tamb\u00e9m Martinho, o pai de Santo Ant\u00f4nio. Como cavaleiro do rei D. Afonso, tinha ele recebido grandes possess\u00f5es. Sua esposa chamava-se Maria e provinha de fam\u00edlia nobre.<\/p>\n<p>Fernando nasceu em Lisboa, Portugal, a 15 de agosto de 1195 (segundo dados recentes de pesquisa deve-se recuar de 3 a 4 anos; o dia do nascimento tamb\u00e9m \u00e9 incerto). O \u201cLivro dos Milagres\u201d (Liber miraculorum), surgido apenas entre 1367 e 1374, afirma que Santo Ant\u00f4nio morreu com 36 anos de idade. Como est\u00e1 assegurada a data de sua morte em 13 de junho de 1231, ent\u00e3o entraria em considera\u00e7\u00e3o 1195 como data do nascimento.<\/p>\n<p>A casa em que nasceu se achava ao lado da catedral. Freq\u00fcentou a escola da catedral, onde n\u00e3o s\u00f3 aprendeu a ler, escrever e fazer contas, mas tamb\u00e9m iniciou-se nas artes liberais do chamado tr\u00edvio: gram\u00e1tica, ret\u00f3rica e dial\u00e9tica, e do quadr\u00edvio: aritm\u00e9tica, m\u00fasica, geometria e astrologia.<\/p>\n<p>Todo o ensino era ministrado em latim, que Ant\u00f4nio chegou a dominar perfeitamente, como tamb\u00e9m chegou a dominar a cultura human\u00edstica de Roma e da Gr\u00e9cia.<\/p>\n<p><strong>A voca\u00e7\u00e3o religiosa<\/strong><\/p>\n<p>No ano de 1210, Fernando imprimiu uma mudan\u00e7a decisiva em sua vida. Ele se dirigiu aos c\u00f4negos de Santo Agostinho, pedindo sua admiss\u00e3o \u00e0 Ordem, no mosteiro de S\u00f5 Vicente de Fora. Tanto seus pais como os demais parentes e conhecidos dificultaram essa decis\u00e3o. Devido a isso, pediu transfer\u00eancia para o mosteiro de Santa Cruz, de Coimbra, que era um prestigioso centro de espiritualidade e de cultura, de n\u00edvel universit\u00e1rio. Ali Ant\u00f4nio p\u00f4de freq\u00fcentar toda a cultura filos\u00f3fica e teol\u00f3gica da \u00e9poca; sobretudo se aprofundou na espiritualidade e no contato di\u00e1rio com a Sagrada Escritura e a Patr\u00edstica.<\/p>\n<p>Acerca de sua cultura b\u00edblica, todos os testemunhos o elogiam. Com sua poderosa intelig\u00eancia, Ant\u00f4nio podia extrair o sentido pleno do texto sagrado, com sua mem\u00f3ria tenaz podia record\u00e1-lo, citando, quando queria, livro e cap\u00edtulo, e com sua capacidade de s\u00edntese, concili\u00e1-lo com muitos aspectos da mensagem crist\u00e3. Era t\u00e3o grande a admira\u00e7\u00e3o que os contempor\u00e2neos tinham pelo conhecimento e da paix\u00e3o pela B\u00edblia de Ant\u00f4nio que costumavam dizer que, se se perdessem todos os livros da Sagrada Escritura, teria bastado a mem\u00f3ria do Santo para reescrev\u00ea-los.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio esperava encontrar em Coimbra um mosteiro que fosse um ninho de fraternidade, um o\u00e1sis de paz e um est\u00edmulo para o apostolado; em vez disso, encontrou-se em meio a situa\u00e7\u00f5es muito turbulentas. As intromiss\u00f5es do rei, que gozava do direito de patronato, e uma s\u00e9rie de desordens e de indisciplinas criaram-lhe n\u00e3o poucas tens\u00f5es. Parece que Ant\u00f4nio, tanto por seu car\u00e1ter como para dar conta de seus estudos prediletos, se manteve \u00e0 margem dessas decad\u00eancias humanas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<header class=\"entry-header\">\n<h1>Os franciscanos no caminho de Ant\u00f4nio<\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"post-meta\">\n<div class=\"fleft\">O movimento religioso que partiu de Francisco ainda n\u00e3o atingira o d\u00e9cimo ano de exist\u00eancia, quando em 1217 chegou tamb\u00e9m a Portugal. Esse movimento havia-se espalhado pela Europa e atingiu at\u00e9 mesmo o Oriente Pr\u00f3ximo. No ano de 1219 chegaram a Coimbra cinco irm\u00e3os franciscanos que dirigiam-se ao Marrocos como mission\u00e1rios.<\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<div class=\"post-content\">\n<p>Ant\u00f4nio, como hospedeiro, os acolheu e desde o come\u00e7o se sentiu tocado pelo exemplo de humildade e pobreza que viu neles. Em 29 de janeiro de 1220, os cinco franciscanos sofreram o mart\u00edrio e seus despojos foram trazidos, como rel\u00edquias, ao mosteiro de Santa Cruz, onde receberam honras solenes. Os ideais mission\u00e1rios e o sangue desses cinco franciscanos foram uma inspira\u00e7\u00e3o, para Ant\u00f4nio, o qual, desejoso de imit\u00e1-los, solicitou permiss\u00e3o para deixar os agostinianos e passar para os franciscanos.<\/p>\n<p>Logo depois de entrar para a Ordem dos Frades Menores, Santo Ant\u00f4nio pediu permiss\u00e3o para seguir para o Marrocos como mission\u00e1rio. O exemplo dos cinco m\u00e1rtires do Marrocos o tinham chamado inegavelmente. Ant\u00f4nio adoeceu apenas chegado ao Marrocos. Era uma doen\u00e7a febril que n\u00e3o queria ceder. Foi aconselhado a voltar para o clima da p\u00e1tria. O barco, contudo, em fez de seguir para a Espanha e Portugal, foi arrastado em outra dire\u00e7\u00e3o e finalmente deu nas costas da Sic\u00edlia, onde foi acolhido pelos frades do conventinho de Messina.<\/p>\n<p>No Cap\u00edtulo de Pentecostes, realizado na Porci\u00fancula, em 17 de maio de 1220, Frei Ant\u00f4nio participou, mantendo sua origem nobre e sua forma\u00e7\u00e3o teol\u00f3gica em segredo. Ele preferiu permanecer desconhecido de todos. Pediu para o Provincial da Romagna para morar na sua Prov\u00edncia e foi atendido, sendo transferido para o pequeno eremit\u00e9rio de Monte Paolo, perto de Forli, entre R\u00edmini e Bolonha. Ali, encontrou o que ent\u00e3o desejava e mais procurava. No sil\u00eancio, ele p\u00f4de se encontrar consigo e com Deus na ora\u00e7\u00e3o, na contempla\u00e7\u00e3o e na penit\u00eancia.<\/p>\n<p>A fonte mais antiga sobre a vida de Santo Ant\u00f4nio, a \u201cLegenda Ass\u00eddua\u201d (surgida j\u00e1 em 1232, um ano ap\u00f3s a morte dele), diz o seguinte a respeito dos irm\u00e3os que foram convocados pela Ordem para receber a ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal em Forli: Entre eles, estava Ant\u00f4nio\u201d. Somente em 1293, surgiu a asser\u00e7\u00e3o que Ant\u00f4nio j\u00e1 tinha sido ordenado sacerdote em Coimbra. Isto se encontra na \u201cVita S. Antonii\u201d, de Pedro Raimundo de S\u00e3o Romano.<\/p>\n<header class=\"entry-header\">\n<h1>O pregador<\/h1>\n<div class=\"post-meta\">\n<div class=\"fleft\">A partir desta \u00e9poca, o seu superior conhece as qualidades orat\u00f3rias de Frei Ant\u00f4nio. \u00c9 importante lembrar a \u00e9poca em que isso acontece. No artigo \u201cSanto Ant\u00f4nio, esse desconhecido\u201d, Frei Hugo Baggio lembra que devemos ter presente \u00e0 mem\u00f3ria que Santo Ant\u00f4nio vivia em \u00e9poca minada de heresias, isto \u00e9, de doutrinas que falsificavam ou interpretavam erroneamente as verdades, os mist\u00e9rios e os dogmas da Igreja, criando, inclusive, embara\u00e7os tremendos na vida di\u00e1ria dos crist\u00e3os.<\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<div class=\"post-content\">\n<p>A partir do Cap\u00edtulo de 1222, Frei Ant\u00f4nio \u00e9 designado como pregador de todo o territ\u00f3rio da Romagna. Ele passou a ser um pregador em que as pessoas sentiam que a doutrina de suas prega\u00e7\u00f5es era sustentada por sua pr\u00f3pria vida e por ela exemplarmente explicitada. Santo Ant\u00f4nio, com sua piedosa franqueza, comprometida com o Evangelho, atacava publicamente as injusti\u00e7as e as desordens sociais. Em sua atua\u00e7\u00e3o, teve de defrontar-se duramente com a doutrina dos c\u00e1taros.<\/p>\n<p>Em Mar\u00e7o de 1222, em Forl\u00ec, dissertou para religiosos Franciscanos e Dominicanos de forma t\u00e3o fluente e admir\u00e1vel que o Provincial da Ordem o destinou de imediato \u00e0 evangeliza\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o da doutrina.<\/p>\n<p><strong>Os serm\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Segundo os estudiosos, os Serm\u00f5es Dominicais e Festivos s\u00e3o a \u00fanica obra aut\u00eantica da pena de Frei Ant\u00f4nio e, como toda obra leva o cunho de seu autor, trazem a marca de sua personalidade e espiritualidade. Depois de in\u00fameros estudos e confronta\u00e7\u00f5es de c\u00f3dices e cita\u00e7\u00f5es, finalmente, no ano de 1979 se publicou a edi\u00e7\u00e3o cr\u00edtica dos Serm\u00f5es, em Latim, gra\u00e7as ao \u00e1rduo labor dos franciscanos conventuais Benjam\u00edn Costa, Leonardo Frass\u00f3n e Juan Luisetto, com a colabora\u00e7\u00e3o de Pablo Morang\u00f3n.<\/p>\n<p>A obra foi editada pelo \u201cMensageiro de Santo Ant\u00f4nio\u201d, de P\u00e1dua, na It\u00e1lia. Desde o come\u00e7o faz-se necess\u00e1rio um esclarecimento. Os Serm\u00f5es de Santo Ant\u00f4nio quase nada t\u00eam a ver com nossos serm\u00f5es ou homilias; talvez poder\u00edamos sim defini-los como um manual, um prontu\u00e1rio, um tratado, um conglomerado de mensagens b\u00edblicas\u2026, para que os futuros pregadores os assimilassem, os ruminassem e os enfeitassem para o povo.<\/p>\n<p>Segundo Frei Jo\u00e3o Mamede, os temas centrais s\u00e3o os evangelhos dos domingos e festas. Para desenvolv\u00ea-los, recorre ao missal e ao brevi\u00e1rio. O missal lhe oferece, al\u00e9m do Evangelho, o oremos e a ep\u00edstola; o brevi\u00e1rio lhe oferece os textos do Antigo Testamento. Frei Ant\u00f4nio era um homem met\u00f3dico e, utilizando estes textos, p\u00f4de desencadear uma exposi\u00e7\u00e3o b\u00edblica de amplo repert\u00f3rio e segura efic\u00e1cia. Nos Serm\u00f5es aparece com freq\u00fc\u00eancia a palavra \u201cGlossa\u201d. O que era? Era uma cole\u00e7\u00e3o ordenada e racional de explica\u00e7\u00f5es b\u00edblicas e de senten\u00e7as dos Santos Padres.(3)<\/p>\n<p>Para os mesmos fins exeg\u00e9ticos, Ant\u00f4nio utiliza as famosas \u201cSenten\u00e7as\u201d de Pedro Lombardo, que tanta influ\u00eancia tiveram nos grandes mestres do S\u00e9culo XIII: santo Tom\u00e1s de Aquino, S\u00e3o Boaventura, e o beato Jo\u00e3o Duns Scoto\u2026 Ant\u00f4nio pregava nas igreja e nas pra\u00e7as para os humildes, os simples, os pobres, os marginalizados, os pecadores. Manifesta prefer\u00eancia pelos temas morais: o homem e Deus, a convers\u00e3o, a reforma da vida, a confiss\u00e3o, o esp\u00edrito penitencial, o chamado \u00e0 santidade, as grandes viv\u00eancias evang\u00e9licas, o seguimento do Senhor, o servi\u00e7o ao pr\u00f3ximo, a fraternidade, a solidariedade\u2026<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text][\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<header class=\"entry-header\"><\/header>\n<div class=\"post-content\">\n<h1>Os milagres<\/h1>\n<header class=\"entry-header\">\n<div class=\"post-meta\">\n<div class=\"fleft\">Em R\u00edmini, os advers\u00e1rios de Ant\u00f4nio, conforme a legenda, tentaram afastar o p\u00fablico de suas pr\u00e9dicas e conseguiram mesmo boicotar o serm\u00e3o. Mas Ant\u00f4nio, a seu modo, cumpriu o encargo que lhe fora confiado. \u00c0s margens do Adri\u00e1tico, ao lugar onde o rio Marecchia desemboca no mar, ele pregou aos peixes, que vieram nadando em grandes cardumes.<\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<div class=\"post-content\">\n<p>Outro acontecimento em R\u00edmini, para mostrar as dificuldades que tinha com os c\u00e1taros, \u00e9 o milagre da mula. Havia na cidade um certo Bonillo, que era c\u00e1taro h\u00e1 mais de trinta anos e j\u00e1 tinha atingido o grau de \u201cperfeito\u201d. Como c\u00e1taro, rejeitava ele os sacramentos da Igreja, especialmente o sacramento da Eucaristia. Mas ele temia uma disputa oral com Ant\u00f4nio.<\/p>\n<p>A biografia mais antiga de Santo Ant\u00f4nio, A Assidua, traz as palavras exatas que Bonovillo disse ao santo: \u201cPadre! Eu te digo diante de todos: acreditarei na Eucaristia se a minha mula, que farei jejuar durante tr\u00eas dias, coma a H\u00f3stia que tu oferecer\u00e1s e n\u00e3o o feno que eu darei\u201d. A mula, ainda que estivesse esfomeada por causa do jejum, inclinou-se diante da H\u00f3stia consagrada e rejeitou o feno.<\/p>\n<p>Em Rimini \u00e9 poss\u00edvel visitar a Igreja edificada em mem\u00f3ria do Milagre Eucar\u00edstico realizado por Santo Ant\u00f4nio de P\u00e1dua no ano de 1227. Esse epis\u00f3dio tamb\u00e9m \u00e9 citado na Benignitas, uma das obras mais antigas sobre a vida de Ant\u00f4nio.<\/p>\n<p>Santo Ant\u00f4nio apresentou-se com a H\u00f3stia Consagrada dentro de um Ostens\u00f3rio e Bonovillo seguido pelos seus aliados na incredulidade, com a sua mula esfomeada. O Santo milagroso, depois de ter pedido e obtido sil\u00eancio, virou-se para a mula e disse: \u201cEm virtude e em nome do teu Criador que, por mais que eu seja indigno, tenho nas minhas m\u00e3os, te ordeno: avan\u00e7a rapidamente com o devido respeito e rende homenagem ao Senhor; para que os malvados e os hereges compreendam que todas as criaturas devem humilhar-se diante do Criador que est\u00e1 nas m\u00e3os dos sacerdotes sobre o altar\u201d. O animal, rejeitando o alimento, aproximou-se imediatamente e com docilidade do religioso e diante da H\u00f3stia dobrou reverentemente as patas dianteiras.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio n\u00e3o tinha se enganado sobre a sinceridade do seu advers\u00e1rio, ele se jogou aos seus p\u00e9s e abdicou publicamente dos seus erros, convertendo-se daquele dia em diante num dos mais zelosos cooperadores do Santo taumaturgo.<\/p>\n<p><strong>Francisco nomeia a Ant\u00f4nio mestre de teologia<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<header class=\"entry-header\">\n<h1>Provincial da Romagna<\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"post-meta\">\n<div class=\"fleft\">No Cap\u00edtulo da ordem, em 1227, Ant\u00f4nio foi nomeado provincial da Romagna. Ant\u00f4nio j\u00e1 conhecia o territ\u00f3rio e seus m\u00faltiplos problemas desde o tempo de sua atividade como pregador nos anos de 1222 a 1224.<\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<div class=\"post-content\">\n<p>Em suas viagens de visita\u00e7\u00e3o das fraternidades dos frades, Ant\u00f4nio percorreu ent\u00e3o a Lombardia. Foi a Mil\u00e3o, Como, Bienno in Val Camonica, Cremona, Brescia, B\u00e9rgamo, Varese e M\u00e2ntua. Por fim, chegou a P\u00e1dua, onde ele desde 1228 tinha seu domic\u00edlio permanente.<\/p>\n<p>Os Fioretti, uma cole\u00e7\u00e3o mais tardia de relatos miraculosos sobre Francisco e seus irm\u00e3os, t\u00eam algo a contar sobre esta pr\u00e9dica do santo em Roma: Ant\u00f4nio \u201cpregou certa vez em um consist\u00f3rio diante do papa e dos cardeais. Homens de diversas na\u00e7\u00f5es haviam concorrido para esse consist\u00f3rio: gregos, latinos, francos, eslavos, ingleses e ainda outros representantes dos diversos povos da terra.<\/p>\n<p>Inflamado pelo Esp\u00edrito Santo, Ant\u00f4nio apresentou a palavra de Deus t\u00e3o eficazmente, com tal piedade com tal prud\u00eancia, a par de tanta clareza e compreens\u00e3o, de modo que os ouvintes entenderam todas as palavras dele em suas diversas l\u00ednguas maternas, como se ele tivesse falado na l\u00edngua materna de cada um deles. Todos estavam cheios de admira\u00e7\u00e3o e parecia-lhes como se tivesse se repetido o antigo milagre de Pentecostes.<\/p>\n<p>Em P\u00e1dua, o \u00faltimo per\u00edodo da vida do Santo<\/p>\n<p>Como parece, foi a dedica\u00e7\u00e3o total do santo nessa quaresma de 1231 que fez de Ant\u00f4nio o \u201cAnt\u00f4nio de P\u00e1dua\u201d. O que aconteceu ent\u00e3o em P\u00e1dua se movimenta no dom\u00ednio do superlativo, mesmo abstraindo-se da descri\u00e7\u00e3o e da interpreta\u00e7\u00e3o legend\u00e1ria. Ant\u00f4nio proferiu suas prega\u00e7\u00f5es quaresmais de 6 de fevereiro a 23 de mar\u00e7o de 1231. Ele foi o primeiro a pregar diariamente em prepara\u00e7\u00e3o para a festa da p\u00e1scoa, o que mais tarde se tornou costume muito difundido.<\/p>\n<p><strong>A lei de 15 de mar\u00e7o de 1231<\/strong><\/p>\n<p>As leis da comuna de P\u00e1dua, como tamb\u00e9m as de outras comunas, puniam at\u00e9 ent\u00e3o os devedores e tamb\u00e9m os fiadores com pris\u00e3o perp\u00e9tua, sem distinguir entre quem apenas estava impossibilitado de pagar e quem se negava a pagar as d\u00edvidas. Em 15 de mar\u00e7o de 1231, o governo da cidade promulgou uma nova lei, na qual consta: \u201cA pedido do vener\u00e1vel irm\u00e3o Santo Ant\u00f4nio, confessor da Ordem dos frades menores, para o futuro nenhum devedor ou fiador poder\u00e1 ser privado pessoalmente de sua liberdade quando ele se tornar insolvente. Somente suas posses poder\u00e3o ser apreendidas neste caso, n\u00e3o por\u00e9m sua pessoa e liberdade\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<header class=\"entry-header\">\n<h1>Camposampiero<br \/>\nO tr\u00e2nsito de Santo Ant\u00f4nio<\/h1>\n<div class=\"post-meta\">\n<div class=\"fleft\"><\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<div class=\"post-content\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-187854\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/antonio_2309.jpg\" alt=\"\" width=\"745\" height=\"390\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/antonio_2309.jpg 745w, https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/antonio_2309-450x236.jpg 450w, https:\/\/franciscanos.org.br\/conventosantoantonio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/antonio_2309-150x79.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 745px) 100vw, 745px\" \/>Em Outubro de 1226 morreu Francisco de Assis.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio assistiu \u00e0 canoniza\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Francisco em 1228. Neste ano deslocou-se a Ferrara, Bolonha e Floren\u00e7a. Durante 1229 as suas prega\u00e7\u00f5es dividiram-se entre Varese, Br\u00e9scia, Mil\u00e3o, Verona e M\u00e2ntua. Esta atividade absorvia-o de tal maneira que passou a dedicar-se exclusivamente a ela.<\/p>\n<p>Em 1231, e ap\u00f3s contatos com o papa Greg\u00f3rio IX, regressou a P\u00e1dua, sendo a quaresma desse ano marcada por uma s\u00e9rie de serm\u00f5es da sua autoria.<\/p>\n<p>Durante sua segunda estada em P\u00e1dua, Ant\u00f4nio ficou morando no convento dos frades menores situado junto da igreja Sancta Maria Mater Domini. Nesse lugar, ergue-se hoje a Bas\u00edlica do Santo. Ap\u00f3s voltar de Verona, Ant\u00f4nio ficou pouco tempo ali. A viagem para Verona tinha exaurido ainda mais as suas for\u00e7as, que ali\u00e1s j\u00e1 iam definhando cada vez mais. Sentia-se cansado e ansiava por sossego. O ver\u00e3o que se aproximava desaconselhava sua perman\u00eancia na cidade, onde o calor abafadi\u00e7o n\u00e3o lhe permitia nenhum repouso. Por isso quis ir para Camposampiero, na zona rural, distando de P\u00e1dua dezoito quil\u00f4metros.<\/p>\n<p>A\u00ed o Conde Tiso VI possu\u00eda um castelo. Ele era um amigo fiel e prestativo do santo; sua afei\u00e7\u00e3o se estendia tamb\u00e9m aos confrades do santo e o tornava um benfeitor generoso. Ele tinha doado aos frades menores um eremit\u00e9rio e uma capela em suas terras.<\/p>\n<p>Camposampiero \u00e9 uma comuna italiana da regi\u00e3o do V\u00eaneto, prov\u00edncia de P\u00e1dua, com cerca de 10.667 habitantes. Estende-se por uma \u00e1rea de 21 km2, tendo uma densidade populacional de 508 hab\/km2. Faz fronteira com Borgoricco, Loreggia, Massanzago, Piombino Dese, San Giorgio delle Pertiche, Santa Giustina in Colle, Trebaseleghe.<\/p>\n<p>Numa tarde, um conde dirigiu-se \u00e0 cela de Ant\u00f4nio. Ao chegar, viu sair de uma brecha um intenso esplendor. Empurrou delicadamente a porta e ficou im\u00f3vel diante de uma cena prodigiosa: Ant\u00f4nio segurava nos seus bra\u00e7os o menino Jesus! Quando despertou do \u00eaxtase pediu ao conde que n\u00e3o revelasse a ningu\u00e9m a apari\u00e7\u00e3o celeste.<\/p>\n<p>Na propriedade do Conte Tiso havia uma enorme nogueira, cujos ramos se estendiam a grande dist\u00e2ncia. O Conde mandou construir entre os galhos e ramos da nogueira uma cabana como se fosse um ninho. Ant\u00f4nio gostava de retirar-se para esse lugar. A velha nogueira j\u00e1 n\u00e3o existe mais.<\/p>\n<p>O Castelo do conde Tiso desapareceu completamente no decorrer do tempo. A velha igrejinha em Camposampiero, dedicada a S\u00e3o Jo\u00e3o, foi reformada e renovada diversas vezes; o mesmo ocorreu quanto ao conventinho dos frades menores situado a\u00ed. Em todas as reformas e mudan\u00e7as sempre foi poupada a cela de Santo Ant\u00f4nio. Era um pequeno espa\u00e7o de 4,2 m de comprimento por 2,65 m de largura.<\/p>\n<p><strong>O tr\u00e2nsito de Santo Ant\u00f4nio<\/strong><\/p>\n<p>Destru\u00eddo pela fadiga e pela hidropisia e asma, sentiu que a hora do seu encontro com o Senhor estava se aproximando. Desejou ir para a igreja de Santa Maria, mas estando muito debilitado, parou em Arcella, que encontra-se \u00e0s portas de P\u00e1dua. Ali morreu aos trinta e seis anos ap\u00f3s pronunciar as palavras: \u201cVideo Dominum Meum\u201d (Vejo o meu Senhor). Era 13 de Junho de 1231. Os seus restos mortais repousam na Bas\u00edlica de P\u00e1dua, constru\u00edda em sua mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>Foi canonizado pelo Papa Greg\u00f3rio IX, na catedral de Espoleto, em It\u00e1lia, em 30 de Maio de 1232.<\/p>\n<p>Foi proclamado doutor da Igreja pelo papa Pio XII, em 1946, que o considera \u00abex\u00edmio te\u00f3logo e insigne mestre em mat\u00e9rias de asc\u00e9tica e m\u00edstica\u00bb.<\/p>\n<hr \/>\n<p>(1) Almanaque de Santo Ant\u00f4nio, \u201cSanto Ant\u00f4nio, nosso padroeiro\u201d, de Frei Agostinho S. Piccolo, 2003<br \/>\n(2) \u201cSanto Ant\u00f4nio, vida e doutrina\u201d, Lothar Hardick, Vozes<br \/>\n(2) Frei Jo\u00e3o Mamede, \u201cUm pouco de sua biografia<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text][\/vc_column_text][vc_single_image image=&#8221;187860&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; onclick=&#8221;zoom&#8221;][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text] Ant\u00f4nio de Lisboa e de P\u00e1dua [\/vc_column_text][vc_column_text] Introdu\u00e7\u00e3o &nbsp; Santo Ant\u00f4nio \u00e9 conhecido no mundo inteiro. Seus santu\u00e1rios, bas\u00edlicas e pequenas capelas s\u00e3o veneradas por fi\u00e9is de todas as camadas sociais. \u00c9 padroeiro de in\u00fameras localidades. 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