{"id":8967,"date":"2011-12-12T14:41:52","date_gmt":"2011-12-12T16:41:52","guid":{"rendered":"http:\/\/new.franciscanos.org.br\/?p=8967"},"modified":"2011-12-12T14:41:52","modified_gmt":"2011-12-12T16:41:52","slug":"experiencias-fundamentais-no-tempo-da-formacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/experiencias-fundamentais-no-tempo-da-formacao.html","title":{"rendered":"Experi\u00eancias fundamentais no tempo da forma\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<h4><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/12\/1997_170412.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-16048\" title=\"1997_170412\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/12\/1997_170412.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"276\" \/><\/a>Os primeiros anos de forma\u00e7\u00e3o do franciscano secular<\/h4>\n<p><strong>Frei Almir Ribeiro Guimar\u00e3es, OFM<\/strong><\/p>\n<p><em>Desde o ingresso na Fraternidade se inicia o caminho de forma\u00e7\u00e3o, que dever\u00e1 se desenvolver por toda a vida. Lembrados que o Esp\u00edrito Santo \u00e9 o principal agente de forma\u00e7\u00e3o e sempre prontos a colaborar com Ele, os respons\u00e1veis pela forma\u00e7\u00e3o s\u00e3o: o pr\u00f3prio candidato, toda a Fraternidade, o Conselho com o Ministro, o Mestre de Forma\u00e7\u00e3o e o Assistente. Os irm\u00e3os s\u00e3o respons\u00e1veis pela pr\u00f3pria forma\u00e7\u00e3o para desenvolver a voca\u00e7\u00e3o recebida do Senhor de modo sempre mais perfeito. A Fraternidade \u00e9 chamada a ajudar os irm\u00e3os neste caminho com o acolhimento, a ora\u00e7\u00e3o e o exemplo<\/em> (CCGG Art. 37, 2 e 3)<strong>.<\/strong><\/p>\n<p><strong>1. <\/strong>Ningu\u00e9m duvida da import\u00e2ncia capital da forma\u00e7\u00e3o crist\u00e3 e franciscana em nossas Fraternidades. O tema \u00e9 complexo e vasto. Estamos convencidos, nesse mundo de profundas transforma\u00e7\u00f5es, e desejando ser fi\u00e9is ao Esp\u00edrito que nos pede respeito ao passado e inventividade frente ao presente e ao futuro, que a forma\u00e7\u00e3o precisa ser permanente. Neste texto desejamos apenas fazer algumas considera\u00e7\u00f5es a respeito de experi\u00eancias que parecem importantes no tempo da inicia\u00e7\u00e3o e da forma\u00e7\u00e3o antes da profiss\u00e3o. Na realidade, elas s\u00e3o fundamentais em toda a nossa vida de crist\u00e3os e de franciscanos da III e da I Ordem: experimentar Deus, estar junto da dor dos que sofrem e vivenciar a alegria da fraternidade.<strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>2. <\/strong>Vale, neste contexto, lembrar as orienta\u00e7\u00f5es das CCGG, sobretudo para o tempo de forma\u00e7\u00e3o que precede \u00e0 Profiss\u00e3o: <em>\u201cOs candidatos sejam orientados para a leitura e para a medita\u00e7\u00e3o das Sagradas Escrituras, para o conhecimento da pessoa e dos escritos de S\u00e3o Francisco e para a espiritualidade franciscana, para o estudo da Regra e das Constitui\u00e7\u00f5es. Sejam educados no amor \u00e0 Igreja e na aceita\u00e7\u00e3o de seu Magist\u00e9rio. Os leigos exercitem-se a viver numa forma evang\u00e9lica o compromisso temporal com o mundo\u201d<\/em> (Art 40, 2). Eis um vasto e belo programa que precisa durar a vida toda. Todas as indica\u00e7\u00f5es apontam a forma\u00e7\u00e3o na linha da busca da santidade e de uma expressiva atua\u00e7\u00e3o na Igreja e no mundo.<strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>3.<\/strong> Ao lado desse estudo, como franciscanos, parece importante que sejam realizadas, nesse tempo, tr\u00eas experi\u00eancias: experi\u00eancia de Deus, contato com o leproso, experi\u00eancia do ser irm\u00e3o ou vivenciar a fraternidade. A forma\u00e7\u00e3o dos franciscanos seculares n\u00e3o \u00e9 primordialmente livresca. Necess\u00e1rio, \u00e9 evidente, que as verdades crist\u00e3s e franciscanas sejam levadas at\u00e9 o intelecto e arranquem dele um assentimento. Tudo, no entanto, ficaria incompleto sem as tr\u00eas experi\u00eancias acima aventadas.<strong><\/strong><\/p>\n<p><em><strong>4.<\/strong> <strong>Experi\u00eancia de Deus <\/strong><\/em>&#8211; O Alt\u00edssimo e Onipotente Senhor n\u00e3o pode ser uma mera no\u00e7\u00e3o, mas o Fogo que queima, a Bondade que se irradia e o Esposo que busca a Amada. N\u00e3o se trata apenas de afirmar que Deus existe, que ele \u00e9 Pai, Filho e Esp\u00edrito. Ser\u00e1 preciso aprender a caminhar na sua Presen\u00e7a e viver sob o seu Olhar. Os crist\u00e3os e candidatos \u00e0 vida franciscana ser\u00e3o levados a fazer fortes e densas experi\u00eancias de Deus sem apelo a expedientes meramente emotivos. Quanta complexidade no tema! Falamos de uma experi\u00eancia de Deus. Pode-se falar tamb\u00e9m numa caminhada com Cristo vivida de forma experimental. Precisamos entender bem a palavra <em>experi\u00eancia<\/em>. N\u00e3o experimentamos Deus como sentimos frio nos p\u00e9s ou o impacto em nossas vistas de um ip\u00ea florido. A experi\u00eancia de Deus se faz na f\u00e9. Ela tem alguns pressupostos: vontade de encontrar o Senhor, limpidez de cora\u00e7\u00e3o, constante consci\u00eancia da pr\u00f3pria fragilidade, busca do sil\u00eancio, inicia\u00e7\u00e3o nos salmos, leitura das grandes teofanias do Antigo e do Novo Testamento. Aquele Deus que fala a Mois\u00e9s, que aparece na brisa suave da caverna de Elias, o amoroso Pai de Jesus \u00e9 o mesmo que o formando busca e dele precisa fazer uma experi\u00eancia intensa.<strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>5.<\/strong> Para que esta experi\u00eancia se produza ser\u00e1 de import\u00e2ncia capital que os formadores levem os formandos a uma vida de ora\u00e7\u00e3o que se traduz no exerc\u00edcio da medita\u00e7\u00e3o, no h\u00e1bito de uma participa\u00e7\u00e3o quase que cotidiana da missa, na viv\u00eancia de largos momentos de ora\u00e7\u00e3o pessoal em tardes e dias de recolhimento, em retiros que sejam retiros, na caminhada serena pela natureza que \u00e9 imagem da beleza de Deus. Insistimos no exerc\u00edcio da presen\u00e7a de Deus, nesse caminhar diante dos olhos daquele que, no dizer do salmo, nos perscruta e nos conhece. De tanto conviver com o Senhor, esse Alt\u00edssimo e Bom Senhor, os franciscanos seculares s\u00e3o iniciados na ora\u00e7\u00e3o (teoria e pr\u00e1tica). Os mestres de forma\u00e7\u00e3o n\u00e3o podem permitir que os formandos professem sem que tenham a certeza de que fizeram e fazem \u201cexperi\u00eancia\u201d de Deus. Os que professam apenas com no\u00e7\u00f5es a respeito do Senhor n\u00e3o ter\u00e3o uma feliz caminhada na Fraternidade. \u201cNo seguimento de Francisco que descobriu com que amor o Pai nos ama, nunca cessaremos de nos maravilhar desse amor, de acolh\u00ea-lo, de viver nele e dar gra\u00e7as por ele. Aprenderemos a discernir em todo ser e em todo acontecimento a presen\u00e7a da bondade do Pai (&#8230;). Para Francisco, Deus era o Alt\u00edssimo, o Sumo Bem, o Bem Total e a fonte de todos os bens. Desejamos, desta forma, nos voltar para o Senhor na simplicidade e ador\u00e1-lo em esp\u00edrito e verdade, procurando em tudo agrad\u00e1-lo e fazer sua vontade. Saberemos reservar-lhe o tempo necess\u00e1rio para a ora\u00e7\u00e3o e reservar momentos para encontrar a Deus\u201d (<em>De antigo prop\u00f3sito de vida da Ordem Franciscana Secular da Fran\u00e7a)<\/em>.<strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>6.<\/strong> A segunda experi\u00eancia fundante que dever\u00e1 ser vivida pelos formandos e pelos professos \u00e9 a do <em>ir ter com os leprosos<\/em> &#8211; Que significa isto? Francisco diz que sua convers\u00e3o come\u00e7ou quando acolheu o leproso. Por isso, formadores s\u00e1bios e experimentados, levam os formandos a visitar e a conviver com pessoas chagadas no corpo ou no esp\u00edrito. Trata-se de fazer uma experi\u00eancia concreta da mis\u00e9ria humana, acompanhada da ternura do cora\u00e7\u00e3o. Francisco diz que foi ter com os leprosos. Em nossas cidades h\u00e1 irm\u00e3os vivendo em condi\u00e7\u00f5es delicadas de vida. Os formandos poder\u00e3o, regularmente, visitar asilos com pessoas idosas, doentes em hospitais, presos em seus c\u00e1rceres, drogados, meninos de rua. As ocasi\u00f5es s\u00e3o muitas para esse contato com o Cristo que sofre nos mais pobres e mais abandonados. Se \u00e9 verdade que os franciscanos seculares precisam se engajar na transforma\u00e7\u00e3o da sociedade atrav\u00e9s de iniciativas corajosas no campo da pol\u00edtica e da justi\u00e7a, n\u00e3o \u00e9 menos verdade que esse carinho delicado para com a senhora idosa que n\u00e3o recebe visitas, a ora\u00e7\u00e3o feita junto as grades atr\u00e1s das quais est\u00e1 uma m\u00e3e de fam\u00edlia, a dedica\u00e7\u00e3o sem nome a um drogado ou a um idoso abandonado s\u00e3o lugares de encontro com o Cristo de Francisco. Felizes os iniciantes que s\u00e3o despertados para esta dimens\u00e3o! Os irm\u00e3os dever\u00e3o se alegrar quando convivem com os que contam pouco, os que s\u00e3o olhados de cima, os n\u00e3o autossuficientes, em estado de necessidade, os doentes e idosos, os mendigos. Os que se ocupam dos mais abandonados n\u00e3o deveriam poder lev\u00e1-los para o albergue de sua fraternidade? Esses n\u00e3o poderiam, eventualmente, escutar o apelo para seguir o Evangelho \u00e0 maneira de Francisco? N\u00e3o seria buscar voca\u00e7\u00f5es l\u00e1 onde a mis\u00e9ria campeava?<strong><\/strong><\/p>\n<p><em><strong>7. Experi\u00eancia de fraternidade <\/strong>&#8211; <\/em>Os que se apresentam para seguir nosso caminho n\u00e3o entram numa fria institui\u00e7\u00e3o com regras e leis, com funcion\u00e1rios e esquemas. Eles s\u00e3o admitidos numa Fraternidade. Por isso, ser\u00e1 necess\u00e1rio, nos primeiros anos de forma\u00e7\u00e3o e sempre, fazer a experi\u00eancia do querer bem, do ser irm\u00e3o, do ser irm\u00e3. Pode se falar de um desdobramento da fraternidade de escuta da Palavra, fraternidade de ora\u00e7\u00e3o e partilha de vida. Parece muito oportuno insistir neste \u00faltimo aspecto, ou seja, experimentar o irm\u00e3o a seu lado. A vida da fraternidade \u00e9 feita da exist\u00eancia cotidiana dos irm\u00e3os: alegrias, preocupa\u00e7\u00f5es, trabalho de todos os dias, tarefas familiares e profissionais, experi\u00eancias apost\u00f3licas etc. Cada irm\u00e3o traz tudo isso para diante de seus irm\u00e3os. <em>Necess\u00e1rio experimentar o ser irm\u00e3o<\/em>. Ningu\u00e9m fica de lado, os dotes e dons s\u00e3o aproveitados e valorizados, a aus\u00eancia \u00e9 sentida. Ser\u00e1 que os irm\u00e3os fazem esta experi\u00eancia nas Fraternidades? Os formadores e conselhos com o Ministro s\u00e3o respons\u00e1veis em criar esse clima de fraternidade para que seja feita a experi\u00eancia franciscana fundante.<strong><\/strong><\/p>\n<p><em><strong>8. Como concretamente uma fraternidade permite que seus formandos fa\u00e7am a experi\u00eancia de fraternidade?<\/strong><\/em> O amor fraterno se exprime de muitas maneiras: atitude de acolhimento de cada um, aten\u00e7\u00e3o calorosa para com todos os membros da fraternidade, sem privilegiar afinidades pessoais, no exerc\u00edcio da escuta de uns pelos outros, cuidando que cada um encontre seu lugar na fraternidade e a\u00ed se sinta bem, criando-se um clima de confian\u00e7a de sorte que todos possam se exprimir e encontrar ajuda que precisa, pessoas doentes e idosas ser\u00e3o cercadas de especiais aten\u00e7\u00f5es. Os formandos que conseguem viver com outros irm\u00e3os fazem um importante experi\u00eancia de fraternidade. Ao mesmo tempo, eles se sentem encorajados a criar fraternidade para fora.<strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>9.<\/strong> Transcrevemos algumas linhas do Ministro Geral dos OFM, Frei Jos\u00e9 R. Carballo, dirigidas aos frades menores. Tais observa\u00e7\u00f5es, com as devidas adapta\u00e7\u00f5es, podem iluminar a forma\u00e7\u00e3o dos come\u00e7os da caminhada franciscana secular. O Ministro Geral fala do despertar nos formandos a paix\u00e3o por Cristo e pela humanidade: \u201cPara despertar e fortificar a paix\u00e3o pelo Cristo, considero indispens\u00e1vel: formar-nos e formar para a experi\u00eancia da f\u00e9, como raiz, cora\u00e7\u00e3o e fundamento de nossa vida e miss\u00e3o; formar-nos e formar para a interioridade diante da supervaloriza\u00e7\u00e3o das apar\u00eancias; ver nos momentos pessoais de solid\u00e3o e de contempla\u00e7\u00e3o uma exig\u00eancia para o encontro com a pr\u00f3pria interioridade, um dom e uma exig\u00eancia do encontro com o Senhor e com os outros; aprofundar a pr\u00f3pria voca\u00e7\u00e3o e miss\u00e3o atrav\u00e9s de familiaridade com a Sagrada Escritura, de forma a poder fundamentar a caminhada pessoal e fraterna \u2013 discernimento pessoal e comunit\u00e1rio &#8211; sobre palavra de Deus; experimentar a vida sacramental \u2013 particularmente o sacramento da eucaristia e da reconcilia\u00e7\u00e3o \u2013 como momentos fortes do encontro com o Senhor, conosco mesmos e com os outros. Para despertar e fortificar a paix\u00e3o pela humanidade parece-me fundamental: formar e formar-nos para o essencial; formar e formar-nos para a austeridade e minoridade; formar e formar-nos para a cultura do di\u00e1logo, da acolhida e da hospitalidade; formar-nos e formar para uma espiritualidade encarnada; fazer op\u00e7\u00f5es, n\u00e3o somente experi\u00eancias tempor\u00e1rias, que nos levem a partilhar a vida do povo, particularmente dos mais pobres, que nos levem a abra\u00e7ar na caridade os <em>leprosos<\/em> de nossos dias\u201d (Documento <em>Com lucidez e aud\u00e1cia<\/em>)<strong><\/strong><\/p>\n<p>(*) <strong>Frei Almir Ribeiro Guimar\u00e3es, OFM<\/strong><br \/>\nAssistente Nacional da OFS pela OFM e Assistente Regional do Sudeste III<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ORDEM FRANCISCANA SECULAR<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":174757,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[14],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - 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