{"id":8727,"date":"2011-04-30T10:52:04","date_gmt":"2011-04-30T13:52:04","guid":{"rendered":"http:\/\/new.franciscanos.org.br\/?p=8727"},"modified":"2019-08-06T15:31:38","modified_gmt":"2019-08-06T18:31:38","slug":"clara-corajosa-mesmo-doente-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/clara-corajosa-mesmo-doente-2.html","title":{"rendered":"Clara corajosa mesmo doente"},"content":{"rendered":"<p align=\"left\"><em><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/clara_corajosa_g1203.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-12917\" title=\"Santa Clara de Assis\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/clara_corajosa_g1203.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"350\" \/><\/a>Continuamos a leitura do livro Chiara di Assisi de Chiara Giovanna Cremaschi. Estamos na d\u00e9cada de vinte. A autora escreve sobre as enfermidades de Clara e de Francisco e evoca outros pormenores a respeito da vida de S\u00e3o Dami\u00e3o nesse tempo, de modo especial o trabalho.<\/em><\/p>\n<p><strong>1.<\/strong> Em 1224 acontece alguma coisa que passou a marcar profundamente a realidade de S\u00e3o Dami\u00e3o. Clara fica doente. Tal fato poderia at\u00e9 ter posto termo \u00e0 aventura de S\u00e3o Dami\u00e3o. N\u00e3o sabemos qual teria sido essa doen\u00e7a. Do <em>Processo<\/em> nada se pode deduzi de muito preciso a esse respeito. O que se sabe \u00e9 que Clara precisava ficar de cama, por per\u00edodos mais ou menos prolongados. No dito<em> Processo<\/em> Pac\u00edfica diz: \u201cInterrogada desde quando tinha come\u00e7ado esta longa enfermidade de Santa Clara, respondeu que pensava que fossem vinte e nove anos\u201d. Esse dado \u00e9 importante. Tudo o que Clara realizou durante longo tempo foi feito por uma pessoa enferma. Em tal condi\u00e7\u00e3o, ela consegue admiravelmente orientar uma \u201csororidade\u201d sempre mais numerosa, sustentar uma luta incessante na defesa de seu estilo de vida e preparar uma Regra. Em seus depoimentos no <em>Processo,<\/em> as irm\u00e3s sempre t\u00eam a enfermidade como ponto de refer\u00eancia. Relatam fatos que se deram antes ou depois do come\u00e7o da doen\u00e7a. At\u00e9 aquele momento era a Madre que cuidava das irm\u00e3s doentes, a partir de ent\u00e3o s\u00e3o as irm\u00e3s que dela cuidam Suas co-irm\u00e3s lhe oferecem um colh\u00e3o de palha, d\u00e3o sumi\u00e7o nos instrumentos de penit\u00eancia e Clara aceita tudo persuadida de viver assim na obedi\u00eancia<\/p>\n<p><strong>2.<\/strong> Ela nunca se queixar\u00e1 de sua enfermidade f\u00edsica. Nesse momento, no entanto, sofre de outro sofrer, ou seja, com o agravamento do estado de sa\u00fade de Francisco depois dos acontecimentos que se tinham dado no monte La Verna. Pensemos, nesse contexto, no fato de que Francisco comp\u00f4s os <em>Louvores ao Deus Alt\u00edssimo<\/em> naquelas condi\u00e7\u00f5es, o que revela o abismo da m\u00edstica vivida por Francisco naquele momento. Ele cantou o Deus alt\u00edssimo, no meio de seus sofrimentos com todo o cora\u00e7\u00e3o, com todos os adjetivos e superlativos. \u00c0 Clara chega eco de todos esses acontecimentos. Com sua intui\u00e7\u00e3o, ela vai mais longe, compreende muito bem a profundidade da experi\u00eancia de Francisco e pressente o fim que se avizinha. O Poverello n\u00e3o revela os<em> segredos do Rei<\/em>. Clara adivinha o que se passa no cora\u00e7\u00e3o de Francisco mesmo antes que ele chegue a S\u00e3o Dami\u00e3o. Os dois se estimavam e se conheciam.<\/p>\n<p><strong>3.<\/strong> Estamos na primavera de 1225. N\u00e3o sabemos como aconteceu o encontro com Francisco. Ele sofre terrivelmente com a doen\u00e7a das vistas que o tornou cego e incapaz de voltar-se para a luz. Em todo caso os dois se encontram no amor de Cristo que se entregou inteiramente, tanto a um como ao outro. S\u00e3o dois irm\u00e3os no pleno sentido da palavra. Clara e Francisco, neste momento, vivem a gra\u00e7a de participarem, os dois, dos sofrimentos de seu amado. Na cabana ao lado de S\u00e3o Dami\u00e3o, Francisco vive num constante nevoeiro, n\u00e3o somente pela cegueira, mas tamb\u00e9m pela ang\u00fastia de ver os ratos passando por seu corpo. Numa noite de aflita s\u00faplica \u00e0quele que tudo pode, Francisco obt\u00e9m de Deus a certeza da salva\u00e7\u00e3o. Exteriormente, nada tinha mudado, mas seu cora\u00e7\u00e3o \u00e9 habitado por uma nova alegria. Nesse momento, o Poverello canta louvando o Senhor por aquelas criaturas que agora ele n\u00e3o pode ver. Nasce a m\u00edstica poesia do <strong>C\u00e2ntico do Irm\u00e3o Sol.<\/strong><\/p>\n<p><strong>4.<\/strong> Tudo isso est\u00e1 acontecendo a dois passos da casa de Clara. Espontaneamente nos perguntamos porque ela n\u00e3o est\u00e1 presente nas palavras de seu irm\u00e3o e pai? Chiara Giovanna Cresmaschi assim tenta explicar: \u201cTal aus\u00eancia pode ser uma confirma\u00e7\u00e3o da disparidade existente entre o sentir de Francisco e de sua <em>plantinha<\/em>, que ele nunca menciona em seus escritos. V\u00e1rios autores, no entanto, viram no C\u00e2ntico veladamente a humilde Senhora de S\u00e3o Dami\u00e3o com suas irm\u00e3s <em>na irm\u00e3 lua e nas estrelas. <\/em>Todas essas claridades fazem pensar em Clara. Da mesma forma se pode ver clara na \u00e1gua <em>muito \u00fatil e humilde e preciosa e casta\u201d<\/em>.<\/p>\n<p><strong>5.<\/strong> Para al\u00e9m de tudo isto, elementos que apontam para Clara, pode-se dizer que ela seja a alma do C\u00e2ntico. Francisco est\u00e1 imerso nas trevas da cegueira. Nesse contexto, ele consegue compor um poema-ora\u00e7\u00e3o cheio de claridade, como algu\u00e9m que naquele momento estivesse vendo flores e verduras, sol e lua. Clara certamente entregava a Deus a hist\u00f3ria e a vida de Francisco e tamb\u00e9m o destino de sua comunidade. Tudo isso \u00e9 claridade, luz divina que esteve presente na hora da composi\u00e7\u00e3o de uma das mais belas obras liter\u00e1rias de todos os tempos. Clara ali estava tamb\u00e9m, sempre discretamente.<\/p>\n<p><strong>6.<\/strong> Em 1225, quando entrou no mosteiro Irm\u00e3 Angeluccia de Messer Angeleio de Espoleto, disse sob juramento que \u201cdona Clara de santa mem\u00f3ria estava enferma e que, apesar disso se levantava do leito e vigiava em ora\u00e7\u00e3o com muitas l\u00e1grimas. E fazia o mesmo de manh\u00e3 por volta da Ter\u00e7a\u201d. A religiosa assinala que ficava impressionada com o cuidado da Madre no tocante \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e \u00e0 centralidade de Deus em sua vida. As <em>l\u00e1grimas<\/em> que acompanhavam a ora\u00e7\u00e3o s\u00e3o assinaladas por muitas das irm\u00e3s: indicam a condi\u00e7\u00e3o de pecadora perdoada, continuamente mergulhada na miseric\u00f3rdia do Pai, de outro lado, Clara foi cada vez mais penetrando no mist\u00e9rio da Paix\u00e3o de Cristo e nessa m\u00edstica do padecer com o Senhor. N\u00e3o devemos ver nessas l\u00e1grimas manifesta\u00e7\u00e3o de um vazio sentimentalismo. Quando uma pessoa se entrega a Deus o faz com toda a sua interioridade, toda a sua pessoa \u00e9 envolvida e entra no dinamismo pascal. Irm\u00e3 Angeluccia evoca dois momentos de ora\u00e7\u00e3o: a noite, tempo propicio para vigiar colocando-se ao lado de Jesus em Gets\u00eamani e a Ter\u00e7a, nove da manh\u00e3, momento em que se deu a descida do Esp\u00edrito Santo, invocado ao longo da jornada, como primeiro protagonista da vida interior, do deixar-se amar por Deus.<\/p>\n<p><strong>7.<\/strong> Durante o dia Clara, sentada em sua paup\u00e9rrima cama, dedica-se assiduamente ao trabalho como testemunham v\u00e1rias de suas irm\u00e3s. Ou\u00e7amos irm\u00e3 Pac\u00edfica: \u201cdisse que depois que ela ficou doente, de n\u00e3o poder levantar-se da cama, fazia com que a erguessem para ficar sentada e sustentada por alguns panos por tr\u00e1s das costas e fiava, tanto que com o seu trabalho fez confeccionar corporais e os enviou para quase todas as igrejas da plan\u00edcie e dos montes de Assis \u2013 Interrogada como sabia dessas coisas, respondeu que a via fiando e fazendo o pano e quando as Irm\u00e3s o costuravam, eram mandados por m\u00e3os dos frades \u00e0s sobreditas igrejas e eram dados aos sacerdotes que l\u00e1 apareciam\u201d (Proc 1, 11) em S\u00e3o Dami\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>8.<\/strong> Transparece nesse depoimento uma das dimens\u00f5es da vida da comunidade de S\u00e3o Dami\u00e3o que era a do trabalho. \u201cAs irm\u00e3s a quem o Senhor deu a gra\u00e7a de trabalhar trabalhem com fidelidade e devo\u00e7\u00e3o, depois da hora de Ter\u00e7a, em um trabalho que seja conveniente \u00e0 honestidade e ao bem comum, de modo que afastando o \u00f3cio, inimigo da alma, n\u00e3o extingam o esp\u00edrito da sana ora\u00e7\u00e3o e devo\u00e7\u00e3o, ao qual as outras coisas temporais devem servir\u201d (Regra 7, 1-2). Para Clara, o trabalho \u00e9 uma gra\u00e7a, um dom que Deus concede no sentido se se trabalhar na obra da cria\u00e7\u00e3o. Essa gra\u00e7a n\u00e3o deseja perder mesmo no tempo da doen\u00e7a. Em S\u00e3o Dami\u00e3o, as irm\u00e3s se dedicam ao trabalho a partir das nove da manh\u00e3. N\u00e3o se diz quando ele terminava. Havia interrup\u00e7\u00e3o para recita\u00e7\u00e3o da hoje Sexta at\u00e9 pelas quatro da tarde, quando eram recitadas as v\u00e9speras, cujo inicio variava segundo as esta\u00e7\u00f5es porque ligado ao por do sol. As fontes n\u00e3o dizem que, no ver\u00e3o, havia uma pausa para o descanso.<\/p>\n<p><strong>9.<\/strong> Voltando ainda ao trabalho de Clara devemos reter que para Clara era de m\u00e1xima import\u00e2ncia n\u00e3o extinguir o Esp\u00edrito, mas deixar-se guiar por ele num cont\u00ednuo dom de si, num estar constantemente na presen\u00e7a do Senhor que o rezar sem cessar. Ocupava-se da atividade de fiar, trabalho tipicamente feito por mulheres at\u00e9 o in\u00edcio do s\u00e9culo XX, mas com uma finalidade espec\u00edfica: atender as igrejas pobres da regi\u00e3o. Pelo depoimento de Irm\u00e3 Pac\u00edfica ficamos sabendo que as irm\u00e3s costuravam o tecido fiado por Clara. Como se tratassem de alfaias de igrejas, provavelmente deviam esses corporais terem tamb\u00e9m bordados. Provavelmente eram os frades esmoleres que levavam aos padres os trabalhos feitos pelas irm\u00e3s.<\/p>\n<p><strong>10.<\/strong> Irm\u00e3 Pac\u00edfica acrescenta que alguns sacerdotes vinham pessoalmente a S\u00e3o Dami\u00e3o. Talvez eles tenham sabido que as irm\u00e3s faziam esses corporais e como nunca os tivessem recebido vinham busc\u00e1-los pessoalmente. Pode mesmo ser que esses padres frequentassem o lugar para ora\u00e7\u00e3o ou ent\u00e3o viessem buscar aconselhamento. O trabalho realizado pelas irm\u00e3s era tarefa que correspondia a uma necessidade. Vejamos o testemunho de Irm\u00e3 Benvinda de Per\u00fagia: \u201cDos corporais feitos com o que fiava, disse o mesmo que tinha sido por Irm\u00e3 Pac\u00edfica, testemunha j\u00e1 ouvida. Mas acrescentou que ela mandou fazer bolsas de cart\u00e3o para guarda-los, as fez forrar com seda e mandou benz\u00ea-las pelo bispo\u201d (Proc 2,11). Essas observa\u00e7\u00f5es nos deixam acreditar que as irm\u00e3s iam se tornando especialistas na confec\u00e7\u00e3o de trabalhos destinados ao culto. A alus\u00e3o \u00e0 b\u00ean\u00e7\u00e3o do bispo parece dizer que o contacto com ele nunca foi interrompido. A prop\u00f3sito dos corporais, Irm\u00e3 Francesca observa ter contado cinquenta (Proc 9,9). Insistimos: todo esse trabalho era ben\u00e9volo.<\/p>\n<p><strong>11.<\/strong> Por meio dessas observa\u00e7\u00f5es, as irm\u00e3s colocam em destaque o amor e dedica\u00e7\u00e3o de Clara ao trabalho, do qual n\u00e3o se sente dispensada mesmo com a doen\u00e7a. Clara e Francisco n\u00e3o t\u00eam a ideia de retribui\u00e7\u00e3o como nos a temos. O senso de gratuidade que caracteriza a madre faz com que cres\u00e7a na gratuidade e no reconhecimento da acolhida dos dons da Provid\u00eancia. Atrav\u00e9s da Forma de Vida de Clara se deduz um outro tipo de trabalho realizado pelas irm\u00e3s e ao qual se dava uma recompensa depois distribu\u00edda em proveito de todas.<\/p>\n<p><strong>Frei Almir Ribeiro Guimar\u00e3es, OFM<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Santa Clara de Assis &#8211; Frei Almir Guimar\u00e3es<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":176284,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[65],"tags":[108],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Clara corajosa mesmo doente - Carisma - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/clara-corajosa-mesmo-doente-2.html\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Clara corajosa mesmo doente - 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