{"id":8487,"date":"2011-01-20T15:33:19","date_gmt":"2011-01-20T17:33:19","guid":{"rendered":"http:\/\/new.franciscanos.org.br\/?p=8487"},"modified":"2019-08-06T15:39:11","modified_gmt":"2019-08-06T18:39:11","slug":"comeco-de-uma-nova-vida-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/comeco-de-uma-nova-vida-2.html","title":{"rendered":"Come\u00e7o de uma nova vida"},"content":{"rendered":"<p align=\"left\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-176317\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/chiara_leggenda.jpg\" alt=\"\" width=\"840\" height=\"335\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/chiara_leggenda.jpg 840w, https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/chiara_leggenda-450x179.jpg 450w, https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/chiara_leggenda-768x306.jpg 768w, https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/chiara_leggenda-150x60.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 840px) 100vw, 840px\" \/><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\" align=\"left\"><em>Vamos acompanhando os passos dessa jovem Clara, fascinada por Cristo e desejosa de seguir o Mestre \u00e0 maneira de seu conterr\u00e2neo Francisco. Na famosa noite do Domingo de Ramos de 1211, ela sai de casa e come\u00e7a sua aventura espiritual. Continuamos a percorrer as p\u00e1ginas de <span style=\"text-decoration: underline;\">Chiara d\u2019Assisi. Un silenzio che grida<\/span>, de Chiara Giovanna Cremaschi, Ed. Porziuncola, Assis, p. 39-47. Neste m\u00eas acompanhamos seus passos antes de se instalar em S\u00e3o Dami\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p align=\"left\"><strong>Frei Almir Ribeiro Guimar\u00e3es, OFM<\/strong><\/p>\n<p><strong>1.<\/strong> Na min\u00fascula igrejinha que Francisco havia restaurado, dedicada a Santa Maria dos Anjos, ele e os seus primeiros companheiros acolheram esta mo\u00e7a que estava sendo chamada a seguir o Evangelho \u00e0 maneira deles. Tudo ainda estava para ser descoberto \u00e0 luz do Esp\u00edrito. O Poverello veste a mo\u00e7a com os trajes dos pobres, a roupa dos camponeses da \u00e9poca e corta-lhe o cabelo. Assim, Clara \u00e9 introduzida na categoria dos penitentes e come\u00e7a a fazer parte da <em>fraternitas.<\/em> A partir deste momento, Clara \u00e9 uma deles. Encontramo-nos diante de uma confraria leiga, caracterizada pelo estilo penitencial e por uma vida fraterna. Francisco ali ocupa um papel carism\u00e1tico que lhe foi conferido por inspira\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito. Francisco \u00e9 guia e ponto de refer\u00eancia. Ali est\u00e1 Clara.<\/p>\n<p><strong>2.<\/strong> Realizado o rito de ingresso de Clara na <em>fraternitas<\/em>, ela come\u00e7a uma vida nova. Clara n\u00e3o poderia viver ali, no meio dos irm\u00e3os. Certamente, Francisco j\u00e1 havia pensado numa eventual sa\u00edda. Ele, com dois de seus irm\u00e3os, acompanha a nova penitente at\u00e9 o Mosteiro das beneditinas de S\u00e3o Paulo, conhecido como das abadessas, situado na B\u00e1stia umbra. Pergunta-se pelos motivos desta decis\u00e3o. Clara n\u00e3o se dirige ao Mosteiro como candidata \u00e0 vida beneditina. Se assim fosse n\u00e3o teria tido a oposi\u00e7\u00e3o de sua fam\u00edlia. Na realidade, ali encontra um espa\u00e7o de asilo e fica protegida do ass\u00e9dio de seus familiares. Ela n\u00e3o deve ter pensando, ao sair de casa, em fundar uma comunidade. O fato de estar um tempo no Mosteiro de S\u00e3o Paulo lhe d\u00e1 ocasi\u00e3o de pensar em seu futuro. Ele est\u00e1 num lugar seguro para fazer penit\u00eancia. Como n\u00e3o tinha dote n\u00e3o entra no Mosteiro na qualidade de monja. Ali estar\u00e1 entre as irm\u00e3s que servem. Trata-se de uma escolha provis\u00f3ria. A jovem coloca-se \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o de Deus e se deixa iluminar dia ap\u00f3s dia. Por enquanto, a \u00fanica coisa que sabe \u00e9 que precisa mudar de vida e deixar que Deus seja o seu \u00fanico Senhor.<\/p>\n<p><strong>3.<\/strong> Na manh\u00e3 que seguiu \u00e0 sua fuga, toda a cidade de Assis fica sabendo do que aconteceu. Os parentes ficam admirados com a atitude da mo\u00e7a que nunca foi objeto de preocupa\u00e7\u00e3o, tendo sempre tido um comportamento irrepreens\u00edvel e d\u00f3cil. Naturalmente, a recusa de Clara pelo casamento apontava na linha de uma escolha de natureza religiosa. As fontes nada falam a respeito da rea\u00e7\u00e3o da m\u00e3e e de suas irm\u00e3s. Estas devem ter sentido dor e experimentado desconcerto, sentindo sobretudo sua aus\u00eancia. Pode-se dizer tamb\u00e9m que elas n\u00e3o aprovavam o m\u00e9todo violento dos homens da casa que queriam traz\u00ea-la \u00e0 for\u00e7a de volta. N\u00e3o se deveria admirar com esse tipo de comportamento, sobretudo em pessoas habituadas a manejar armas e defender a unha e dente seus direitos, atrav\u00e9s de meios l\u00edcitos e nem sempre t\u00e3o l\u00edcitos.<\/p>\n<p><strong>4.<\/strong> Logo todos ficam sabendo onde Clara se encontra. Seus familiares n\u00e3o querem ou n\u00e3o podem admitir o rebaixamento social da mo\u00e7a. Para quem tem o esp\u00edrito do mundo \u00e9 estultice viver de forma quase desprez\u00edvel quando algu\u00e9m \u00e9 nobre e rico. Para Clara era o come\u00e7o da viv\u00eancia da bem-aventuran\u00e7a da pobreza. Podemos entender perfeitamente a rea\u00e7\u00e3o dos familiares que estimavam muito a esta mo\u00e7a, n\u00e3o somente pelos la\u00e7os de sangue, mas tamb\u00e9m pelo que ela representava de afeto para eles. Assim, os parentes chegam ao mosteiro angustiados e ansiosos ao verem Clara vestida como uma pedidora de esmolas. Usam de viol\u00eancia e de ternura, de promessas e elogios. Eles est\u00e3o diante de uma rocha irremov\u00edvel. Clara n\u00e3o \u00e9 indiferente ao que est\u00e1 acontecendo. Sofre com tudo isso. Mas sua negativa em ir com os parentes tem motivos. Respondeu com todo o seu ser ao Esp\u00edrito que a chamava \u00e0 pobreza. Agarra-se \u00e0 toalha lembrando seu direito de asilo. Mostra-lhes a cabe\u00e7a com os cabelos cortados. Mostra que pertence a Cristo e que de modo algum deixar\u00e1 de servi-lo. Os parentes tentam ainda mas nada conseguem.<\/p>\n<p><strong>5.<\/strong> Sua perman\u00eancia do Mosteiro de S\u00e3o Paulo das Abadessas \u00e9 breve. Vai ser conduzida depois a Santo Angelo de Panzo. N\u00e3o temos condi\u00e7\u00f5es de saber as razoes de tal transfer\u00eancia, nem em que consistia realmente esse novo local. H\u00e1 v\u00e1rias hip\u00f3teses sobre o assunto. Alguns dizem que se trata ainda de um mosteiro beneditino. Para outros, trata-se de um \u201ceremit\u00e9rio\u201d. Junto \u00e0 igreja estariam as celas das reclusas, eremitas medievais, que faziam de sua vida solit\u00e1ria uma oferenda de amor para os irm\u00e3os que iam ali se abeberar de sua sabedoria. H\u00e1 ainda os que avan\u00e7am a hip\u00f3tese do <em>beghinaggio<\/em>, comunidade de mulheres que viviam juntas sem clausura e sem pertencerem a uma ordem religiosa., mas vivendo as caracter\u00edsticas essenciais da vida consagrada.<\/p>\n<p><strong>6.<\/strong> Assim, Clara foi conhecendo algumas express\u00f5es do movimento feminino t\u00edpico da \u00e9poca e pode ir preparando sua escolha definitiva no fundo do cora\u00e7\u00e3o. Celano d\u00e1 a entender que nesse per\u00edodo Clara n\u00e3o encontrou paz. Nesse lugar, ela pede a Deus o dom do esclarecimento para si e tamb\u00e9m para sua irm\u00e3 Catarina. Entre as duas sempre houve uma profunda comunh\u00e3o. Clara gostaria que sua irm\u00e3 seguisse seu caminho. A sintonia entre as duas irm\u00e3s ia para al\u00e9m dos la\u00e7os de sangue. Tinham os mesmos sentimentos, desejos e aspira\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>7.<\/strong> Catarina n\u00e3o encontra dificuldade em sair de casa. D\u00e1 o pretexto de visitar a irm\u00e3. Quando chega perto de Clara n\u00e3o precisa manifestar suas inten\u00e7\u00f5es. Basta um olhar e Clara compreende o que se passa com Catarina que quer seguir seu Dileto na pobreza. Permanece em Santo \u00c2ngelo na escola da irm\u00e3os que j\u00e1 havia come\u00e7ado a trilhar o caminho da penit\u00eancia. Os familiares ficam furiosos. Querem trazer de volta a mais nova, j\u00e1 que nada conseguiam com a mais velha. S\u00e3o eles em n\u00famero de doze. Fazem, no come\u00e7o, uma visita com tom de amizade. Pouco depois manifestam sua firme decis\u00e3o de que a menina volte para casa. Quando usam de viol\u00eancia, ela grita: \u201cAjuda-me, irm\u00e3 car\u00edssima, e n\u00e3o permita que eu seja arrancada de Cristo Senhor\u201d. Estas palavras exprimem o sentido de uma entrega total ao Senhor e mostram o afeto que ligava Catarina \u00e0 irm\u00e3. Enquanto a irm\u00e3 est\u00e1 sob o impacto da for\u00e7a e da viol\u00eancia dos parentes, Clara pede a Deus para dar-lhe firmeza e coragem para vencer a f\u00faria daqueles homens. Deus torna o corpo da mo\u00e7a pesado de tal forma que ningu\u00e9m consegue carreg\u00e1-lo ou arrast\u00e1-lo. Nem Monaldo consegue mover o bra\u00e7o na hora de atingir a mo\u00e7a com um soco mortal. Os parentes se retiram e a menina se ergue depois de ter sofrido alguma coisa pelo Esposo; \u201cDepois da longa batalha, Clara foi at\u00e9 l\u00e1, pediu aos parentes que desistissem da luta e que deixassem a seus cuidados In\u00eas, que jazia meio morta. Quando eles se retiraram, amargados pelo fracasso da empresa, In\u00eas levantou-se jubilosa e, j\u00e1 gozando da cruz de Cristo, porque travara essa primeira batalha, consagrou-se para sempre ao servi\u00e7o divino. Ent\u00e3o, o bem-aventurado Francisco a tonsurou com suas pr\u00f3prias m\u00e3os e, junto com sua irm\u00e3, instruiu-a nos caminhos do Senhor (<em>Legenda de Santa Clara<\/em>, 26). Francisco lhe d\u00e1 o novo nome de In\u00eas. Esta \u00e9 a segunda planta que ser\u00e1 importante para o estabelecimento de uma \u201csororidade\u201d (ou seja, feminino de fraternidade). O encontro de Francisco com as duas irm\u00e3s vai delinear o caminho a ser seguido.<\/p>\n<p><strong>8.<\/strong> \u201cO encontro que as duas mulheres t\u00eam com Francisco, no intuito de saber como deviam proceder levam a pensar numa escolha que pudesse ser o mais pr\u00f3xima da que tinha sido feita pelo filho de Pietro Bernardone com seus primeiros companheiros. O fato de serem duas deixa entrever a possibilidade de um caminho fraterno. \u00c9 muito prov\u00e1vel que, neste momento, j\u00e1 se tenha juntado \u00e0s filhas de Favarone, Pac\u00edfica de Guelfuccio, amiga da fam\u00edlia, com mais idade que as duas irm\u00e3s, que se sentia impulsionada a partilhar a aventura da qual ouvira ecos no pal\u00e1cio junto \u00e0 catedral. A promessa de obedi\u00eancia a Francisco, realizada por Clara e pelas duas primeiras companheiras, promessa de que fala no Testamento, parece ter sido cumprida antes da entrada em S\u00e3o Dami\u00e3o. Devemos, assim, deduzir que Pac\u00edfica j\u00e1 se encontrava em Santo \u00c2ngelo de Panzo. Estaria inclu\u00edda no pequeno grupo que promete obedi\u00eancia porque em sua declara\u00e7\u00e3o, no Processo de Canoniza\u00e7\u00e3o, afirma que entrou na religi\u00e3o juntamente com Clara. Tamb\u00e9m o exame preliminar realizado por Francisco e seus companheiros para saber se estas mulheres teriam condi\u00e7\u00f5es de levar um estilo de vida t\u00e3o austero, seguido da promessa de sempre cuidar delas, parece ter acontecido antes de serem transferidas para o lugar definitivo. Assim, vencidos todos os obst\u00e1culos, obtida a permiss\u00e3o do bispo Guido, vem o momento de se dirigirem \u00e0s acomoda\u00e7\u00f5es junto \u00e0 Igreja de S\u00e3o Dami\u00e3o. Passaram-se apenas dezessete dias da fuga de Clara na noite do Domingo de Ramos. O morar estavelmente num lugar, necess\u00e1rio para uma vida de cont\u00ednua contempla\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 a diferen\u00e7a mais vis\u00edvel com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 itiner\u00e2ncia dos frades. No estilo de vida dos companheiros de Francisco, com efeito, a vida no eremit\u00e9rio se alterna com a prega\u00e7\u00e3o da penit\u00eancia ao povo\u201d (p, 46-47).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Santa Clara de Assis &#8211; Frei Almir Guimar\u00e3es<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":176333,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[65],"tags":[108],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Come\u00e7o de uma nova vida - Carisma - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/comeco-de-uma-nova-vida-2.html\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Come\u00e7o de uma nova vida - 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