{"id":84287,"date":"2015-04-29T07:51:01","date_gmt":"2015-04-29T10:51:01","guid":{"rendered":"http:\/\/franciscanos.org.br\/?p=84287"},"modified":"2015-04-29T07:51:01","modified_gmt":"2015-04-29T10:51:01","slug":"em-torno-da-pureza-do-coracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/em-torno-da-pureza-do-coracao.html","title":{"rendered":"Em torno da pureza do cora\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/francisco_pregando.jpg\" alt=\"francisco_pregando\" width=\"820\" height=\"415\" \/><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><em>J\u00e1 se disse muitas vezes que as Admoesta\u00e7\u00f5es ou Exorta\u00e7\u00f5es de Francisco de Assis constituem suas bem-aventuran\u00e7as. Lendo Mateus escutamos o Mestre falar da cartilha da felicidade e ouvindo Francisco na sua ladainha da felicidade, mergulhamos no mais profundo da vida desse que foi designado de Cristo redivivo. O presente texto, de alguma forma, comenta a admoesta\u00e7\u00e3o XVI do Poverello. S\u00e3o p\u00e1ginas, quase tradu\u00e7\u00e3o, de Michel Hubaut, Chemins d\u2019int\u00e9riorit\u00e9 avec saint Fran\u00e7ois (Ed. Franciscaines).<\/em><\/p>\n<h2 style=\"padding-left: 30px;\">Leves e livres para o amor<\/h2>\n<p>Frequentemente nos &#8220;Escritos de S\u00e3o Francisco&#8221; encontramos express\u00f5es como \u201cpureza de cora\u00e7\u00e3o\u201d, \u201cpura e simplesmente\u201d, \u201ccom uma inten\u00e7\u00e3o pura\u201d, \u201cter o cora\u00e7\u00e3o e esp\u00edrito puros\u201d. Para Francisco, pureza de cora\u00e7\u00e3o \u00e9 uma maneira de englobar todos os relacionamentos com Deus, com os outros, com a cria\u00e7\u00e3o e conosco mesmo. Pureza tem tudo a vez com inteireza, transpar\u00eancia, frescor original e se op\u00f5e a duplicidade.<\/p>\n<p>As intui\u00e7\u00f5es de Francisco aproximam-se das preocupa\u00e7\u00f5es hodiernas. Criado \u00e0 imagem de Deus, o homem \u00e9 um ser de rela\u00e7\u00f5es. Tem necessidade de amar e de ser amado e reconhecido pelos outros. O pecado \u00e9 sempre o amor ferido ou enterrado. No seio de nossos relacionamentos \u00e9 que se opera a convers\u00e3o evang\u00e9lica que n\u00f3s, franciscanos, nos propomos a viver.<\/p>\n<p>Ser de rela\u00e7\u00e3o que \u00e9, o homem, n\u00e3o poucas vezes, tem medo de sair de si, de encontrar os outros. Sair de si, de seu mundo familiar para colher o diferente, o estranho \u00e9 risco e motivo de receio ou mesmo de medo. Medo de ver seu universo interior ou exterior amea\u00e7ado, questionado pelo outro e por sua diferen\u00e7a. Sair de si, de seu ambiente social, de seu universo cultural ou religioso para encontrar os outros demanda descentraliza\u00e7\u00e3o de si.<\/p>\n<p>Nossos relacionamentos se concretizam numa mistura de desejos e agressividade. Diante da amea\u00e7a, quase sempre inconsciente, do outro diferente, s\u00e3o muitas nossas rea\u00e7\u00f5es: ignoramo-lo ou se o encontramos evitamos a comunh\u00e3o \u00edntima. O relacionamento permanece profissional ou assaz superficial. Racismo e integrismo escondem medos mais ou menos conscientes. O desejo de uni\u00e3o do tipo de fus\u00e3o no casal ou num grupo manifesta uma diferen\u00e7a mal assumida. A maioria dos conflitos de relacionamento encontram suas ra\u00edzes nesse medo ou na recusa da diferen\u00e7a. S\u00e3o Francisco intuitivamente compreendeu que a \u00fanica maneira de viver sadios relacionamentos, sem medo do outro, \u00e9 por meio do cultivo da pureza do cora\u00e7\u00e3o que \u00e9 fruto de longa convers\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/francisco_assis_29.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-84292\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/francisco_assis_29.jpg\" alt=\"francisco_assis_29\" width=\"401\" height=\"600\" \/><\/a>Para Francisco, a pureza de cora\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9, em primeiro lugar, uma virtude moral, mas uma disposi\u00e7\u00e3o interior fundamental e bem precisa de se colocar diante de Deus, do mundo e dos outros. Ter um cora\u00e7\u00e3o puro \u00e9, pouco a pouco, se libertar interiormente de todo desejo de \u201cpossuir\u201d os outros, de quer\u00ea-los concordando com nossas ideias e ver-se livre de toda servid\u00e3o aos bens materiais. Homem impuro, segundo Francisco, \u00e9 o homem \u201cpropriet\u00e1rio\u201d, ego\u00edsta, que se apropria dos dons e dos bens que recebeu, desvia em proveito pr\u00f3prio as pessoas e o pr\u00f3prio Deus.<\/p>\n<p>O homem puro \u00e9 aquele que acolhe com respeito o \u201cOutro\u201d, Deus e os outros sem a pretens\u00e3o de coloc\u00e1-los imediatamente a seu dispor. Francisco chega a este modo de ver as coisas depois de constatar que Cristo nunca procurou seu interesse pr\u00f3prio, mas a vontade do Pai e a profunda felicidade dos homens.<\/p>\n<p>Francisco que, na sua juventude, buscava a gl\u00f3ria pessoal, em princ\u00edpio n\u00e3o tinha um \u201ccora\u00e7\u00e3o puro\u201d. Ele o conquistou no termo de um longo combate interior, sobretudo por ter feito a experi\u00eancia espiritual de Deus como dom de si, fonte que faz jorrar um Amor criador e libertador. Um Amor que n\u00e3o concorre com minha liberdade, mas que me constr\u00f3i, me estrutura, me realiza. Um Amor \u201csoberano Bem\u201d, que \u00e9 fonte e termo de nossa verdadeira identidade.<\/p>\n<p>O homem que deitou as ra\u00edzes de sua identidade e de seu amanh\u00e3 nesse amor gratuito est\u00e1 livre dessa visceral necessidade de possuir, de excluir outros para existir. H\u00e1 lugar para todos. Assume a pobreza radical, sua finitude, deixando-se encher pela riqueza infinita do amor do Criador. O homem puro sabe que tudo \u00e9 dom, e que n\u00e3o \u00e9 propriet\u00e1rio de nada. Compreende que todo desejo de domina\u00e7\u00e3o, de apropria\u00e7\u00e3o e de fus\u00e3o \u00e9 confiss\u00e3o de pobreza n\u00e3o assumida.<\/p>\n<p>Pode-se dizer que, em Francisco, pureza de cora\u00e7\u00e3o \u00e9 uma variante da pobreza evang\u00e9lica, que se encanta com os dons de Deus sem querer possui-los. Da\u00ed seu respeito pela cria\u00e7\u00e3o, pelos homens em sua diversidade cultural e religiosa. N\u00e3o tem medo das diferen\u00e7as. Toda forma de intoler\u00e2ncia, fanatismo, sectarismo \u00e9 confiss\u00e3o de medo do outro, de fragilidade pessoal, falta de enraizamento naquele que \u00e9 nossa fonte e nossa realiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nossas sociedades ditas de consumo mostram claramente o que acontece quando o homem esquece a pureza de cora\u00e7\u00e3o: o desrespeito pela natureza (polui\u00e7\u00e3o) conduz ao desrespeito pela vida (a pr\u00e1tica da tortura, toda sorte de viol\u00eancia, aborto procurado) e desrespeito pelo corpo (a pornografia vulgar). Estamos a\u00ed diante de uma l\u00f3gica tr\u00e1gica e implac\u00e1vel.<\/p>\n<p>A partir do momento em que a pessoa humana se distancia de sua fonte transcendente, original (Deus, fonte de todo bem) e de sua finalidade, a plenitude de Deus, fica reduzida a um objeto a ser tomado, consumido. Os casados n\u00e3o s\u00e3o propriet\u00e1rios de seu c\u00f4njuge, de seus filhos nem da cria\u00e7\u00e3o. A pureza de cora\u00e7\u00e3o, que por vezes Francisco chama de amor casto, vai muito al\u00e9m da simples sexualidade. Uma pessoa consagrada a Deus, um religioso, mesmo impec\u00e1vel no ponto de vista da contin\u00eancia corporal pode ser um homem de cora\u00e7\u00e3o impuro, segundo Francisco, quando se manifesta possessivo, propriet\u00e1rio de sua fun\u00e7\u00e3o, dominador e intolerante.<\/p>\n<p>Destarte, n\u00e3o \u00e9 mero acaso que Francisco sempre associe pureza de cora\u00e7\u00e3o e adora\u00e7\u00e3o: \u201cBem-aventurados os puros de cora\u00e7\u00e3o, porque eles ver\u00e3o a Deus (Mt 5,8). S\u00e3o verdadeiramente puros de cora\u00e7\u00e3o os que desprezam as coisas terrenas, buscam as celestes e nunca desistem de adorar e de procurar o Deus vivo e verdadeiro com o cora\u00e7\u00e3o e a mente puros\u201d (Adm XVI).<\/p>\n<p>N\u00e3o fechar seu cora\u00e7\u00e3o nos bens leg\u00edtimos desta terra, permanecer um buscador dos bens espirituais, livre de todo apego excessivo que aliena o cora\u00e7\u00e3o do homem tudo isso se torna poss\u00edvel, segundo Francisco, por meio da adora\u00e7\u00e3o, quer dizer, quando a pessoa enra\u00edza-se numa transcend\u00eancia, a do amor gratuito de Deus.<\/p>\n<p>O homem com cora\u00e7\u00e3o puro, liberto de toda aliena\u00e7\u00e3o interior, de toda forma de ego\u00edsmo que fecha o homem sobre si mesmo, torna-se capaz de ver Deus em toda coisa criada, discernir que a finalidade de cada uma \u00e9 o amor plenificante de Deus.<\/p>\n<p>\u201cNa santa caridade que \u00e9 Deus, rogo a todos os irm\u00e3os, tanto os ministros quanto aos outros que, removido todo impedimento e todo cuidado e postergada toda preocupa\u00e7\u00e3o, do melhor modo que puderem, esforcem-se por servir, amar, honrar, adorar o Senhor Deus com o cora\u00e7\u00e3o limpo e com a mente pura, pois \u00e9 isso que ele deseja acima de tudo&#8230;\u201d (Regra n\u00e3o bulada, 22, 26).<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/francisco_29.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-84295\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/francisco_29.jpg\" alt=\"francisco_29\" width=\"500\" height=\"375\" \/><\/a>Francisco convida seus irm\u00e3os a deixarem de lado tudo o que pode fazer obst\u00e1culo a esse amor gratuito de Deus que personaliza, humaniza, diviniza e transfigura o homem. Se o ser de Deus \u00e9 amor, amar \u00e9 participar um pouco mais no ser de Deus. Todo amor puro, verdadeiro, desinteressado me aproxima de Deus e torna puro meu cora\u00e7\u00e3o. Francisco est\u00e1 de tal forma imerso na pura luz do amor de Deus, como numa fonte vivificante que ele mesmo se torna pureza em seu olhar e seus desejos.<\/p>\n<p>Se a adora\u00e7\u00e3o, a abertura do cora\u00e7\u00e3o a Deus \u00e9 fonte de liberdade interior, de pureza do cora\u00e7\u00e3o compreende-se porque Francisco insiste tanto na vigil\u00e2ncia do cora\u00e7\u00e3o. Esta adora\u00e7\u00e3o vigilante do cora\u00e7\u00e3o \u00e9 escola de respeito de si, dos outros e da cria\u00e7\u00e3o. Nossa maneira de considerar nosso corpo, os outros, a cria\u00e7\u00e3o \u00e9 reflexo de uma disposi\u00e7\u00e3o interior de meu cora\u00e7\u00e3o. Jesus denuncia nossa tend\u00eancia de projetar impureza nas coisas exteriores. Trata-se de uma maneira sutil de n\u00e3o assumir nossa responsabilidade.<\/p>\n<p>\u201c&#8230;Ouvi-me todos e entendei. Nada que vem de fora de uma pessoa pode torn\u00e1-la impura, O que sai de dentro da pessoa \u00e9 que a torna impura (&#8230;). \u00c9 do interior do cora\u00e7\u00e3o das pessoas que prov\u00eam os maus pensamentos, a prostitui\u00e7\u00e3o, os roubos, os homic\u00eddios, os adult\u00e9rios, as cobi\u00e7as, as perversidades, a fraude, a desonestidade, a inveja, a cal\u00fania, o orgulho e a insensatez. Todos estes v\u00edcios v\u00eam de dentro e tornam a pessoa impura\u201d (Mc 7, 14-23).<\/p>\n<p>A impureza segundo Jesus n\u00e3o est\u00e1 nas coisas criadas mas no cora\u00e7\u00e3o do homem que as contempla e delas se apropria egoisticamente. \u00c9 nosso olhar que \u00e9 impuro, possessivo e captativo: \u201cA l\u00e2mpada do corpo \u00e9 o olho. Se teu olho \u00e9 puro todo o teu corpo ser\u00e1 luminoso\u201d (Mt 6,2).<\/p>\n<p>Para melhor viver tal pureza de cora\u00e7\u00e3o, qualquer que seja nosso estado de vida, podemos refletir sobre encontros de Cristo nos evangelhos. Ele \u00e9 o homem do cora\u00e7\u00e3o puro, cujo amor \u00e9 casto, respeitoso e nunca possessivo. Aos que chama no seu seguimento repete sempre: \u201cSe queres&#8230;\u201d. No momento de sua paix\u00e3o n\u00e3o prender\u00e1 a si os ap\u00f3stolos que ele pr\u00f3prio havia escolhido. Cora\u00e7\u00e3o puro \u00e9 aquele que n\u00e3o procura capturar o outro, mas o ajuda a descobrir sua pr\u00f3pria identidade, suas pr\u00f3prias riquezas, sem querer que ele se pare\u00e7a conosco, pense ou aja como n\u00f3s agimos.<\/p>\n<p>\u201cTestemunhas dos bens futuros e empenhados pela voca\u00e7\u00e3o abra\u00e7ada em adquirir a pureza de cora\u00e7\u00e3o, desse modo (os franciscanos seculares) tornar-se-\u00e3o livres para o amor de Deus e dos irm\u00e3os\u201d (Regra da OFS, n. 12)<\/p>\n<p><strong>Frei Almir Ribeiro Guimar\u00e3es<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Artigo<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":174699,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[11],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Em torno da pureza do cora\u00e7\u00e3o - Carisma - 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