{"id":71896,"date":"2014-11-03T07:27:52","date_gmt":"2014-11-03T09:27:52","guid":{"rendered":"http:\/\/franciscanos.org.br\/?p=71896"},"modified":"2014-11-03T07:27:52","modified_gmt":"2014-11-03T09:27:52","slug":"irmaos-primeira-reflexao-de-franciscanamente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/irmaos-primeira-reflexao-de-franciscanamente.html","title":{"rendered":"&#8220;Irm\u00e3os&#8221; (I)"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/irmaos1.jpg\" alt=\"irmaos\" width=\"820\" height=\"583\" \/><\/p>\n<p><strong>Frei Almir Ribeiro Guimar\u00e3es<\/strong><\/p>\n<p><em>Iniciamos hoje uma s\u00e9rie de reflex\u00f5es em torno dos grandes valores da espiritualidade evang\u00e9lico-franciscana. M\u00eas ap\u00f3s m\u00eas haveremos de nos debru\u00e7ar sobre \u00e2ngulos e aspectos desse modo particular de viver o seguimento. Come\u00e7amos com o tema do irm\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 1.<\/strong> O tema da fraternidade, do fraternismo, simplesmente da vida fraterna parece gasto. Por vezes, a leitura de p\u00e1ginas sobre o tema chegam a nos irritar. S\u00e3o moralizantes, tacanhas e estreitas. N\u00e3o se trata de estarmos como que ro\u00e7ando uns nos outros, o tempo todo, mecanicamente, infantilmente. A fraternidade n\u00e3o se resume a encontros mais ou menos formais e quentes numa sala de conviv\u00eancia ou mesmo em momentos da ora\u00e7\u00e3o. N\u00e3o se trata de minimizar e desvalorizar tais encontros. Eles s\u00e3o instrumentos de afervoramento da vida fraterna, sacramentos de alguma coisa maior do que aquela que existe at\u00e9 o momento. Sim, a fraternidade, efetivamente \u00e9 bem mais do que esses encontros previstos e prescritos, controlados e cobrados. Eles s\u00e3o \u201cmuletas\u201d que podem nos levar a fazer a experi\u00eancia teologal do fraternismo. Exprimem o que existe e clamam pelo que ainda pode vir.<\/p>\n<p><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 2.<\/strong> \u201cComo todos os sonhos de Deus, a fraternidade \u00e9 dom e ao mesmo tempo tarefa que interpela nossa responsabilidade. Construir constantemente a fraternidade n\u00e3o \u00e9, em primeiro lugar, quest\u00e3o de hor\u00e1rios e estruturas; pressup\u00f5e o acolhimento sincero do apelo do Senhor que nos desinstala de nossas seguran\u00e7as e nos coloca a caminho para ousar, com lucidez e aud\u00e1cia, viver aqui e agora a utopia da fraternidade universal em nossa realidade concreta, junto com os irm\u00e3os com os quais nos \u00e9 dado viver precisamente este hoje\u201d (&#8220;Sois chamados \u00e0 liberdade, A forma\u00e7\u00e3o permanente na Ordem dos Frades Menores&#8221;, Roma 2008, p.10). Destaquemos a ideia: viver com os irm\u00e3os este hoje.<\/p>\n<p><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 3.<\/strong> Mist\u00e9rio da fraternidade! Jean-Fran\u00e7ois Comminardi, OFM, lembra que a fraternidade nasce do abismo esplendoroso da Trindade: \u201c\u00c9 isso, antes de tudo, que Francisco quer dizer quando ele se d\u00e1 e nos d\u00e1 o nome de irm\u00e3os. Associados pelo Espirito a Jesus, o Filho que se fez nosso irm\u00e3o, \u00e9 que podemos dizer na verdade e juntos: Pai. Nunca haveremos de nos esquecer desta afirma\u00e7\u00e3o, a mais fundamental de todas: cada vez que nos designamos pessoal e mutuamente \u201cirm\u00e3os\u201d afirmamos e celebramos nosso ngresso na comunh\u00e3o trinit\u00e1ria, afirma\u00e7\u00e3o maravilhosa, mas tamb\u00e9m maravilhosamente exigente porque, como acrescenta Francisco na Carta aos Fi\u00e9is, retomando uma palavra de Jesus: Somos verdadeiramente irm\u00e3os (de Jesus) quando fazemos a vontade do Pai que est\u00e1 nos c\u00e9us. E Francisco acrescenta: Como \u00e9 glorioso, santo e sublime ter nos c\u00e9us um Pai (&#8230;). Como \u00e9 santo, dileto, apraz\u00edvel, humilde, pac\u00edfico, doce am\u00e1vel e acima de tudo desej\u00e1vel ter um irm\u00e3o e filho que exp\u00f4s a sua vida pelas suas ovelhas e orou ao Pai dizendo: Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste\u201d (Jean-Fran\u00e7ois Cominardi, &#8220;Le projet fraternel de Fran\u00e7ois&#8221;, Evangile Aujourd\u2019hui, n. 217, p. 28).<\/p>\n<p><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 4.<\/strong> Venha em nosso aux\u00edlio \u00c9loi Leclerc: \u201cA vida evang\u00e9lica n\u00e3o \u00e9 absolutamente nada disso (busca de uma fraternidade de puros). N\u00e3o se trata de sonhar com uma fraternidade ou uma Igreja de pessoas puras, mas aceitar viver com os irm\u00e3os, com todos os irm\u00e3os, n\u00e3o somente com os justos, mas tamb\u00e9m com os med\u00edocres e os pecadores. N\u00e3o s\u00f3 com os sadios, mas tamb\u00e9m com os doentes e com os estropiados&#8230; E no meio de todos trata-se de testemunhar a imensa paci\u00eancia de Deus, seu inesgot\u00e1vel perd\u00e3o e sua gra\u00e7a. Quando se d\u00e1 este testemunho, ent\u00e3o come\u00e7a aqui e agora o Reino de Deus: a luz do Evangelho brilha na obscuridade do mundo (E. Leclerc, &#8220;O sol nasce em Assis&#8221;, Vozes, Petr\u00f3polis, 2000, p. 71).<\/p>\n<p><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 5.<\/strong> Fundamental a frase do Testamento que tanto marcou os franciscanos de ontem e marca os de hoje: \u201cE depois que o Senhor me deu irm\u00e3os, ningu\u00e9m me mostrou o que eu devia fazer, mas o Alt\u00edssimo mesmo me revelou que devia viver segundo a forma do Santo Evangelho\u2019 (n. 14). Nesse momento, Francisco se encontrou. Outros dizem que mais fundamental foi a escuta do evangelho da miss\u00e3o. Francisco, insistimos, se encontra com chegam os irm\u00e3os.<\/p>\n<p><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 6.<\/strong> O Senhor nos chamou a viver a forma de vida evang\u00e9lica, n\u00e3o solitariamente, mas numa comunidade de irm\u00e3os. N\u00e3o constitu\u00edmos um grupo de pessoas que se re\u00fanem para colaborar para o bom \u00eaxito de um empreendimento. N\u00e3o somos tocadores de obras, por mais nobres e importantes que estas possam ser. N\u00e3o somos apenas pessoas educadas umas com as outras. Criamos la\u00e7os de profunda comunh\u00e3o. Somos iguais na diferen\u00e7a, respeitamo-nos profundamente, zelamos para que o outro cres\u00e7a e se realize profundamente segundo o cora\u00e7\u00e3o de Deus: manifestamos uns aos outros com confian\u00e7a nossas necessidades. Evitamos c\u00f3lera, murmura\u00e7\u00e3o, discuss\u00f5es, julgamentos negativos. Sofremos quando um confrade vive sozinho no quarto dos fundos. Prestamo-nos mutuamente servi\u00e7os, amamo-nos com ternura de m\u00e3e. \u201cA fraternidade n\u00e3o \u00e9 somente, nem em primeiro lugar, uma escola de perfei\u00e7\u00e3o ou uma equipe de trabalho apost\u00f3lico. Ela tem uma finalidade de ser em si mesma: ser espa\u00e7o onde os irm\u00e3os procuram estabelecer rela\u00e7\u00f5es verdadeiramente interpessoais. A finalidade de uma fraternidade evang\u00e9lica \u00e9 que os irm\u00e3os se amem uns aos outros. Ela requer manifesta\u00e7\u00e3o vis\u00edvel, uma esp\u00e9cie de sacramento da nova situa\u00e7\u00e3o do homem, a quem o Senhor concedeu em Jesus Cristo, a possibilidade de amar verdadeiramente todos os homens. Os la\u00e7os que unem entre si os irm\u00e3os de uma fraternidade evang\u00e9lica n\u00e3o s\u00e3o espont\u00e2neos como no casal humano. Os irm\u00e3os se agrupam para amar-se por causa do Reino de Deus. Querem desta maneira manifestar de forma concreta a voca\u00e7\u00e3o primeira da Igreja: ser uma comunidade de amor \u201c (Thadd\u00e9e Matura, OFM, &#8220;O projeto evang\u00e9lico de Francisco de Assis&#8221;, Vozes\/ CEFEPAL, Petr\u00f3polis 1979, p. 80).<\/p>\n<p><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 7.<\/strong> No documento da forma\u00e7\u00e3o permanente &#8220;Sois chamados \u00e0 liberdade&#8221;, do Secretariado Geral da Ordem para a Forma\u00e7\u00e3o e os Estudos (2008) fala-se do \u201cviver na miseric\u00f3rdia\u201d: \u201cChamado a alegrar-se com o dom da fraternidade e a constru\u00ed-la como um sinal do Reino, o Frade Menor permanece consciente de seus limites e de seus pecados. Acolhido, amado e perdoado pelo Pai de miseric\u00f3rdia, aprende a reconhecer e aceitar as fragilidades pessoais e a perdoar a si mesmo e aos outros. Conhecendo o que o homem \u00e9 e pode vir a ser, o Senhor chama, ao mesmo tempo que pede para construir a fraternidade com estes irm\u00e3os assim como s\u00e3o e como podem vir a ser (&#8230;). Marcada muitas vezes por conflitos interpessoais, a fraternidade aparece justamente assim como o lugar privilegiado para \u201cfazer miseric\u00f3rdia\u201d para que tamb\u00e9m o negativo se transforme em ocasi\u00e3o de crescimento: a situa\u00e7\u00e3o de imperfei\u00e7\u00e3o das fraternidades n\u00e3o deve desencorajar. Interpela-nos o exemplo e a palavra de Francisco. Na Carta a um Ministro, a dif\u00edcil situa\u00e7\u00e3o fraterna \u00e9 estimada como uma gra\u00e7a n\u00e3o tanto por aquilo que tem de doloroso (des-gra\u00e7a), quanto por que oferece ao Ministro a possibilidade de ser misericordioso, expressando desta forma a pr\u00f3pria realidade de ser criado \u00e0 imagem de Deus. A miseric\u00f3rdia educa a n\u00e3o impor os tempos e os modos de convers\u00e3o a todos (\u201cama-os em tudo isto; e n\u00e3o queiras que sejam crist\u00e3os melhores\u201d), mas a respeitar os diferentes ritmos do itiner\u00e1rio de cada irm\u00e3o na fraternidade\u201d (n.12).<\/p>\n<p><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 8.<\/strong> A vida fraterna se realiza quando deixamos de ser indiv\u00edduos e passamos ser pessoas, ou seja, quando se entra em rela\u00e7\u00e3o, porque a pessoa nasce e se desenvolve nos relacionamentos, na consci\u00eancia do pr\u00f3prio valor e no valor dos outros, na reciprocidade do dar e receber, no ter cuidados e no confiar-se, na partilha e na gratid\u00e3o. A identidade pessoal se adquire nos relacionamentos fraternos.<\/p>\n<p><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 9.<\/strong> Evidentemente para poder crescer na f\u00e9 e desenvolver rela\u00e7\u00f5es sadias e maduras \u00e9 preciso ter a coragem de assumir a solid\u00e3o e viver a interioriza\u00e7\u00e3o nas diversas etapas da vida. O frade menor reserva tempos e lugares para um aut\u00eantico retiro espiritual, procurando ter acima de tudo o Espirito do Senhor e seu santo modo de operar. Nessa solid\u00e3o habitada n\u00e3o vive mais para si, mas para aquele que por nos morreu e ressuscitou.<\/p>\n<p><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 10.<\/strong> A fraternidade franciscana em sua pequenez e minoridade \u00e9 tarefa porque queremos atingir metas que v\u00e3o al\u00e9m do control\u00e1vel. Homens com outros irm\u00e3os, mas chamados a ser irm\u00e3os; fr\u00e1geis e fracos como os outros, mas ao mesmo tempo vivendo na For\u00e7a do Senhor; enra\u00edzados nesta terra, mas chamados \u00e0 utopia do Reino; vivendo a fraternidade local mas abertos \u00e0 grande fraternidade; vivendo sua hist\u00f3ria simples e ao mesmo tempo escrevendo uma hist\u00f3ria de salva\u00e7\u00e3o; limitados como tantos pobres, mas enriquecidos com a presen\u00e7a de uma multid\u00e3o de irm\u00e3os com suas riquezas e seus dons (cf. Documento Todos somos irm\u00e3os, OFM, 2004).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Franciscanamente<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":174695,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[11],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>&quot;Irm\u00e3os&quot; (I) - Carisma - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/irmaos-primeira-reflexao-de-franciscanamente.html\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"&quot;Irm\u00e3os&quot; (I) - Carisma - Franciscanos\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Franciscanamente\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/irmaos-primeira-reflexao-de-franciscanamente.html\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Carisma - Franciscanos\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2014-11-03T09:27:52+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/irmaos1.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"820\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"583\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"8 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/#website\",\"url\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/\",\"name\":\"Carisma - Franciscanos\",\"description\":\"Prov\u00edncia Franciscana da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o do Brasil - Ordem dos Frades Menores\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":\"required name=search_term_string\"}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/irmaos-primeira-reflexao-de-franciscanamente.html#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/irmaos1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/irmaos1.jpg\",\"width\":820,\"height\":583},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/irmaos-primeira-reflexao-de-franciscanamente.html#webpage\",\"url\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/irmaos-primeira-reflexao-de-franciscanamente.html\",\"name\":\"\\\"Irm\u00e3os\\\" (I) - Carisma - Franciscanos\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/irmaos-primeira-reflexao-de-franciscanamente.html#primaryimage\"},\"datePublished\":\"2014-11-03T09:27:52+00:00\",\"dateModified\":\"2014-11-03T09:27:52+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/#\/schema\/person\/e352342a457f086dc6152f9c73a3d093\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/irmaos-primeira-reflexao-de-franciscanamente.html#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/irmaos-primeira-reflexao-de-franciscanamente.html\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/irmaos-primeira-reflexao-de-franciscanamente.html#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"&#8220;Irm\u00e3os&#8221; 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