{"id":176340,"date":"2011-01-04T10:16:47","date_gmt":"2011-01-04T12:16:47","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/?p=176340"},"modified":"2019-08-06T10:19:53","modified_gmt":"2019-08-06T13:19:53","slug":"forma-de-vida-da-ordem-das-irmas-pobres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/forma-de-vida-da-ordem-das-irmas-pobres.html","title":{"rendered":"&#8220;Forma de Vida da Ordem das Irm\u00e3s Pobres&#8221;"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_16315\" style=\"width: 197px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/2071_180412.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-16315\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-16315\" title=\"livro &quot;Forma de Vida da Ordem das Irm\u00e3s Pobres&quot;\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/2071_180412.jpg\" alt=\"\" width=\"187\" height=\"269\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-16315\" class=\"wp-caption-text\">livro &#8220;Forma de Vida da Ordem das Irm\u00e3s Pobres&#8221;<\/p><\/div>\n<p>Um recente documento da Sagrada Congrega\u00e7\u00e3o para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apost\u00f3lica inicia pontificando que a renova\u00e7\u00e3o adequada dos institutos religiosos depende principalmente da forma\u00e7\u00e3o dos seus membros (1).<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Paulo II, por sua vez, na Exorta\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica p\u00f3s-sinodal Vita Consecrata, assim se expressa: &#8220;No seguimento de Cristo e no amor pela sua Pessoa, existem alguns pontos referentes ao crescimento da santidade na vida consagrada, que atualmente merecem ser colocados em particular evid\u00eancia. Antes de mais, exige-se a fidelidade ao carisma de funda\u00e7\u00e3o e sucessivo patrim\u00f4nio espiritual de cada Instituto. Precisamente nessa fidelidade \u00e0 inspira\u00e7\u00e3o dos fundadores e fundadoras, dom do Esp\u00edrito Santo, se descobrem mais facilmente e se revivem com maior fervor os elementos essenciais da vida\u00a0consagrada&#8221;(2).<\/p>\n<p>A crise de identidade, que perpassa quase todos os segmentos da Igreja, aflorada j\u00e1 h\u00e1 mais de meio s\u00e9culo, e assumida com f\u00e9 e coragem pelo Conc\u00edlio Vaticano II, ainda n\u00e3o encontrou uma concretiza\u00e7\u00e3o que satisfa\u00e7a plenamente os princ\u00edpios e as esperan\u00e7as dos documentos conciliares e do pr\u00f3prio Evangelho. Talvez seja porque ainda n\u00e3o estejamos suficientemente esclarecidos ou pouco determinados quanto a busca de uma renova\u00e7\u00e3o espelhada na pureza e no vigor das fontes origin\u00e1rias do Evangelho e do carisma de nossos fundadores.<\/p>\n<p>Nem por isso, por\u00e9m, podemos ignorar os esfor\u00e7os, tentativas e avan\u00e7os que desde ent\u00e3o, em todos os n\u00edveis, oficiais e particulares, v\u00eam se dando e surgindo na Igreja e nas diversas Ordens e Congrega\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Entre n\u00f3s, franciscanos das diversas Ordens e Congrega\u00e7\u00f5es, deve-se real\u00e7ar a retomada da forma\u00e7\u00e3o, em todos os n\u00edveis, baseada nos textos-fontes, &#8220;vulgarmente chamados de Fontes Franciscanas (FF). E entre esses, as Regras dos respectivos fundadores, no nosso caso, a Forma de Vida da Ordem das Irm\u00e3s Pobres, tamb\u00e9m conhecida, usualmente, hoje, como Regra de Santa Clara.<\/p>\n<p>Aos poucos vai se evidenciando que o caminho mais apropriado para uma forma\u00e7\u00e3o genuinamente clariana, uma forma\u00e7\u00e3o que leve a imprimir cada vez mais nitidamente em nossa vida os tra\u00e7os caracter\u00edsticos de nossa origem, deve seguir um \u00fanico caminho: nossa Forma de Vida.<\/p>\n<p>A retomada da Regra como manual de nossa forma\u00e7\u00e3o baseia-se na pr\u00e1tica da pr\u00f3pria m\u00e3e e fundadora, Santa Clara. Foi essa Forma de Vida, recebida das m\u00e3os do pr\u00f3prio pai Francisco, que orientou e conduziu seus passos no seguimento de Cristo pobre. Pode-se, pois, ter certeza que, se fizermos deste texto-fonte o espelho de nossa forma\u00e7\u00e3o, o p\u00e3o de cada dia de nossa caminhada vocacional, mediante uma leitura reflexiva e ass\u00eddua, tamb\u00e9m n\u00f3s, aos poucos, haveremos de haurir o esp\u00edrito, a alma e a vida que tanto encantaram e vivificaram Clara e suas companheiras na origem de nossa Ordem.<\/p>\n<p>Anima-nos abra\u00e7ar e seguir esse caminho, tamb\u00e9m, o testemunho das primeiras seguidoras de Clara.<\/p>\n<p>Segundo cientistas que, recentemente, analisaram o estado f\u00edsico do pergaminho de nossa Forma de Vida(3) conclu\u00edram que os diversos danos encontrados, principalmente nas bordas externas, s\u00e3o devidos n\u00e3o apenas \u00e0s vicissitudes do tempo, mas, tamb\u00e9m, ao uso. Isso significa que, ap\u00f3s a morte da m\u00e3e, santa Clara, suas Irm\u00e3s em vez de guardarem o referido pergaminho como rel\u00edquia destinada a satisfazer uma simples e mera devo\u00e7\u00e3o espiritualista, usavam-no, antes, e acima de tudo, como precioso documento de leitura, estudo e investiga\u00e7\u00e3o de nossa Forma de Vida.<\/p>\n<p>Mas, para podermos seguir, pura e simplesmente, essa Forma de Vida, a exemplo de Clara e das primeiras Irm\u00e3s, precisamos tamb\u00e9m n\u00f3s pagar o pre\u00e7o da unicidade. Isso significa e exige que n\u00e3o misturemos nossa forma\u00e7\u00e3o com outras formas de vida, por mais simp\u00e1ticas ou \u00fateis que nos pare\u00e7am.<\/p>\n<p>Recordemos, por exemplo, o quanto ela, com humildade, mas, tamb\u00e9m, com uma tenacidade desconcertante, jamais aceitou da Igreja outra Forma de Vida. E quando o Papa Greg\u00f3rio IX quis dissuadi-la da Pobreza evang\u00e9lica radical ela lhe respondeu: &#8220;Santo pai, de jeito nenhum desejo ser dispensada de seguir Cristo para sempre&#8221;(4).<\/p>\n<p>A luta de Clara por essa Forma de Vida &#8211; centralizada na pobreza radical de Jesus Cristo, na liga\u00e7\u00e3o espiritual com Francisco e sua Ordem, na Vida enclausurada-contemplativa e profundamente enraizada da fraternidade apost\u00f3lica, descentralizada e sem privil\u00e9gios &#8211; deveria impregnar hoje, todos os nossos esfor\u00e7os e empreendimentos na busca de uma forma\u00e7\u00e3o verdadeiramente clariana, tanto no in\u00edcio como no meio e no fim de toda a nossa vida.<\/p>\n<p>Com raz\u00e3o, como muito bem o afirmam nossas CCGG, deve-se dar a ela, a Forma de Vida, a mesma considera\u00e7\u00e3o que Francisco dava a sua Regra, assim descrita por Tom\u00e1s de Celano: &#8220;Dizia aos seus que a Regra era o livro da vida, a esperan\u00e7a da salva\u00e7\u00e3o, a medula do Evangelho, o caminho da perfei\u00e7\u00e3o, a chave do para\u00edso, o pacto da alian\u00e7a eterna. Queria que todos a possu\u00edssem e que todos a conhecessem, que em qualquer lugar fosse tema para a sua conversa, servindo para lembrar ao homem interior o juramento que tinha feito. Ensinou que sempre se devia ter a Regra diante dos olhos para dirigir a vida e, at\u00e9 mais, que com ela se deveria morrer&#8221;(5).<\/p>\n<p>Passou-se, pois, o tempo em que se entrava na Ordem ignorando a exist\u00eancia desse escrito ou ouvindo-se sua leitura, em latim e apenas &#8220;pro forma&#8221;, durante as refei\u00e7\u00f5es \u00e0s sextas-feiras. Aos poucos, principalmente nas \u00faltimas d\u00e9cadas, aqui e acol\u00e1, ainda que timidamente, o desejo de Francisco, acima testemunhado, est\u00e1 sendo retomado por muitos.<\/p>\n<p>A busca de um aprofundamento da Forma de Vida revelada pelo Senhor a Francisco e Clara, contida e expressa em sua Regra ou Forma de Vida e outros Escritos, n\u00e3o \u00e9 tarefa f\u00e1cil e pequena. Exige dedica\u00e7\u00e3o permanente de leitura, reflex\u00e3o e estudo, em cont\u00ednuo confronto com &#8220;nossa&#8221; vida, &#8220;nossa&#8221; forma\u00e7\u00e3o e os sinais dos tempos.<\/p>\n<p>H\u00e1, por\u00e9m, um tempo no qual, segundo a tradi\u00e7\u00e3o franciscana, a Regra ser o centro de todas as aten\u00e7\u00f5es dos formandos e formadores: o Noviciado. Se toda a vida do franciscano deve ser um confrontar-se com a Regra, muito mais dever\u00e1 s\u00ea-lo durante o Noviciado; se para toda sua vida a Irm\u00e3 deve ter a Regra como espelho e manual de aprendizagem do seguimento de Cristo, muito mais dever\u00e1 s\u00ea-lo nesta etapa da inicia\u00e7\u00e3o franciscana. E, convenhamos, nada melhor para se assegurar uma boa caminhada do que garantir, j\u00e1 de sa\u00edda, um bom in\u00edcio. Fundamentar, na pr\u00e1tica di\u00e1ria e desde o in\u00edcio, a forma\u00e7\u00e3o em nossa Forma de Vida \u00e9 o que de mais \u00fatil e seguro podemos fazer durante o tempo da forma\u00e7\u00e3o permanente inicial.<\/p>\n<p>Por isso, as reflex\u00f5es aqui oferecidas devem ser tidas apenas como mero subs\u00eddio \u00e0 leitura e ao estudo do pr\u00f3prio texto da Regra. Jamais como sua substitui\u00e7\u00e3o. O que importa \u00e9 que as tenhamos apenas como um aux\u00edlio para cada um de n\u00f3s intuir e perfazer o movimento reflexivo origin\u00e1rio desta Forma de Vida, da qual se formou e se consumou essa sua tessitura.<\/p>\n<p>Nosso estudo vai seguir o processo pedag\u00f3gico da Sagrada Escritura, t\u00e3o caro a Francisco, Clara e a primeira gera\u00e7\u00e3o de Frades e de Irm\u00e3s: o caminho artesanal do bem-fazer de Deus com suas caracter\u00edsticas bem concretas e pr\u00f3prias. Assim, pouco a pouco e pacientemente, iremos nos confrontando com o pr\u00f3prio texto, mediante uma leitura que estranha, considera, questiona, pensa, reflete e que, sempre de novo, retoma ao texto origin\u00e1rio para, sempre mais e melhor ver, mais e melhor pensar, mais e melhor considerar o que j\u00e1 se viu. pensou e considerou(6). Para isso, sempre e em primeiro lugar, como elemento mais significativo, como ponto de partida e de cont\u00ednua refer\u00eancia, colocaremos o pr\u00f3prio texto da Forma de Vida: a Regra de Santa Clara.<\/p>\n<p>Finalmente, com o t\u00edtulo Para rever e guardar na mem\u00f3ria, concluiremos cada cap\u00edtulo com o exerc\u00edcio da revis\u00e3o e da memoriza\u00e7\u00e3o. Atrav\u00e9s de algumas quest\u00f5es tentaremos ver de novo as sementes de vida evang\u00e9lico-franciscana mais significativas e que conv\u00e9m ser levadas para o \u00e2mago mais profundo de nossa alma franciscana a fim de que, atrav\u00e9s do exerc\u00edcio da memoriza\u00e7\u00e3o e da medita\u00e7\u00e3o, possam fecundar, germinar e florescer ao longo de nossa caminhada.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de todas essas observa\u00e7\u00f5es deve-se considerar, ainda, acima de tudo e principalmente, que este texto, antes de ser devedor \u00e0 subjetividade de Clara, Francisco ou de quem quer que seja, nasce, se estrutura e se move a partir da din\u00e2mica da Hist\u00f3ria Sagrada. A Hist\u00f3ria Sagrada s\u00f3 fala do encontro e n\u00e3o de fatos-coisas, conte\u00fados, dados ou ocorr\u00eancias e nem mesmo de exposi\u00e7\u00e3o de uma doutrina. \u00c9, pura e simplesmente, resson\u00e2ncia de uma hist\u00f3ria de encontro. Em nosso caso do encontro de Jesus Cristo crucificado com S\u00e3o Francisco e Santa Clara e com cada um de n\u00f3s, seus seguidores.<\/p>\n<p>Quando se diz hist\u00f3ria sagrada, hist\u00f3ria de encontro, estamos nos referindo a uma realidade totalmente fora do alcance de Francisco e Clara ou de quem quer que seja, absolutamente inacess\u00edvel por pertencer inteiramente ao mundo da gratuidade e da liberdade da afei\u00e7\u00e3o, do atingimento.<\/p>\n<p>O mundo da gratuidade e da liberdade do encontro, da amizade, portanto, n\u00e3o \u00e9 conquista nossa, muito menos do nosso dom\u00ednio. E n\u00e3o o \u00e9, n\u00e3o porque ainda n\u00e3o tenhamos encontrado um meio de compreend\u00ea-lo, conquist\u00e1-lo ou domin\u00e1-lo, mas, t\u00e3o s\u00f3 e simplesmente, porque essa \u00e9 sua ess\u00eancia \u00edntima, seu modo de ser, sua natureza. O enamoramento, a amizade n\u00e3o se compram nem se vendem, mas se recebem, se agradecem, se amam e se cultivam.<\/p>\n<p>Nesse sentido a resposta que Francisco e n\u00f3s vamos dar a Deus, o nosso &#8220;Sim&#8221; do encontro tamb\u00e9m \u00e9 inacess\u00edvel ao pr\u00f3prio Deus, pois, o Amor do Encontro, jamais pode ser possu\u00eddo ou conquistado como uma coisa sobre a qual temos poder e dom\u00ednio a partir de n\u00f3s. \u00c9 absolutamente inacess\u00edvel porque se trata de doa\u00e7\u00e3o livre, de puro bem-querer. Toda essa nossa inacessibilidade \u00e0 doa\u00e7\u00e3o do encontro vem muito bem descrita por Santo Agostinho: &#8220;Tarde te amei, \u00f3 beleza t\u00e3o antiga e t\u00e3o nova, tarde te amei. Estavas dentro e eu fora te procurava. Precipitava-me eu disforme, sobre as coisas formosas que fizeste. Estavas comigo, contigo eu n\u00e3o estava. As criaturas retinham-me longe de ti, aquelas que n\u00e3o existiriam se n\u00e3o estivessem em ti. Chamaste e gritaste e rompeste a minha surdez. Cintilaste, resplendeceste e afugentaste minha cegueira. Exalaste perfume, aspirei-o e anseio por ti. Provei, tenho fome e tenho sede. Tocaste-me e abrasei-me no desejo de tua paz&#8221;(7).<\/p>\n<p>Por isso, ao entrarmos no processo de leitura e reflex\u00e3o desse texto espiritual, n\u00e3o queremos faz\u00ea-lo de outra forma sen\u00e3o com os sentimentos, o jeito e o esp\u00edrito de Francisco. Esse esp\u00edrito vem muito bem demonstrado nessa ora\u00e7\u00e3o que ele fez em 1205, na igrejinha de S\u00e3o Dami\u00e3o, quando foi colhido e acolhido pela gra\u00e7a do encontro com o Crucificado:<\/p>\n<p><em>&#8220;Alt\u00edssimo glorioso Dio, illumina le tenebre de lo core mio,<\/em><br \/>\n<em>\u00a0Alt\u00edssimo glorioso Deus, ilumina as trevas do meu cora\u00e7\u00e3o,<\/em><br \/>\n<em>\u00a0et dame fede dricta, speran\u00e7a certa e caritate perfecta,<\/em><br \/>\n<em>\u00a0e d\u00e1-me f\u00e9 reta, esperan\u00e7a certa e caridade perfeita,<\/em><br \/>\n<em>\u00a0senno et cognoscemento, signore, <\/em><br \/>\n<em>senso e conhecimento, Senhor, <\/em><br \/>\n<em>che fa\u00e7a lo tuo santo e verace commandamento. Amen!<\/em><br \/>\n<em>\u00a0que eu fa\u00e7a teu santo e veraz mandato. Am\u00e9m!&#8221;<\/em> (8)<\/p>\n<p><strong>Frei Dorvalino Fassini<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><span style=\"color: #808080;\"><strong>Notas<\/strong><\/span><br \/>\n<span style=\"color: #808080;\">1. OFIR<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #808080;\">2. VC 36<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #808080;\">3. Cf.Il Vangelo come forma di vita, in ascolto di Chiara nella sua Regola. Federazione S. Chiara di Assisi delle Clarisse di Umbria-Sardenha, Edizioni Messaggero, Padova, 2007, p\u00e1g. 22.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #808080;\">4.LCL 14.7. cf. CCGG da nossa Ordem art. 15, &amp; 1. No &amp; 3 lemos: &#8220;Todos os pontos da Regra devem ser entendidos segundo a mente de S\u00e3o Francisco e de Santa Clara&#8221;. <\/span><br \/>\n<span style=\"color: #808080;\">5. 2C 208.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #808080;\">6. Por &#8220;estudo&#8221;, entendemos aqui a forma\u00e7\u00e3o praticada na Escola dos Ap\u00f3stolos de Jesus e de Francisco com seus companheiros: um apaixonado e cont\u00ednuo empenho para, em e com todos os acontecimentos, pessoas e demais criaturas, com todo o cora\u00e7\u00e3o, com toda a alma, mente, vontade e intelig\u00eancia, compreender, seguir e imitar o modo humilde, pobre e crucificado de Cristo viver. Informa\u00e7\u00f5es mais precisas a respeito desse tipo de estudo e leitura, o leitor poder\u00e1 encontrar em Leitura Espiritual e Forma\u00e7\u00e3o Franciscana, Frei Dorvalino Fassini, Vozes, 1996.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #808080;\">7. Santo Agostinho, Of\u00edcio das Leituras, Quinta-feira da Oitava Semana do Tempo Comum.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #808080;\">8 OC.\u00a0<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Santa Clara de Assis &#8211; Frei Dorvalino Fassini<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":176341,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[65],"tags":[108],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>&quot;Forma de Vida da Ordem das Irm\u00e3s Pobres&quot; - Carisma - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/forma-de-vida-da-ordem-das-irmas-pobres.html\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"&quot;Forma de Vida da Ordem das Irm\u00e3s Pobres&quot; - 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