{"id":175685,"date":"2019-02-28T07:37:30","date_gmt":"2019-02-28T10:37:30","guid":{"rendered":"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/?p=175685"},"modified":"2019-02-28T07:45:41","modified_gmt":"2019-02-28T10:45:41","slug":"a-delicada-arte-de-inventar-a-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/a-delicada-arte-de-inventar-a-vida.html","title":{"rendered":"A delicada arte de inventar a vida"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><em>At\u00e9 agora nada fizemos&#8230;ou muito pouco<\/em><\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-175686\" src=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/arte_viver_280219.jpg\" alt=\"\" width=\"890\" height=\"556\" srcset=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/arte_viver_280219.jpg 890w, https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/arte_viver_280219-450x281.jpg 450w, https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/arte_viver_280219-768x480.jpg 768w, https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/arte_viver_280219-150x94.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 890px) 100vw, 890px\" \/><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\">Prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter sa\u00eddo pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comunidade de se agarrar \u00e0s pr\u00f3prias seguran\u00e7as. N\u00e3o quero uma Igreja preocupada com ser o centro, e que acaba presa numa emaranhado de obsess\u00f5es e procedimentos. Se alguma coisa deve santamente inquietar e preocupar a nossa consci\u00eancia \u00e9 que haja tantos irm\u00e3os nossos que vivem sem a for\u00e7a, a luz e a consola\u00e7\u00e3o da amizade com Jesus Cristo, sem uma comunidade de f\u00e9 que os acolha, sem um horizonte de sentido de vida. Mais do que o temor de falhar,espero que nos mova o medo de nos encerrarmos nas estruturas que nos d\u00e3o uma falsa prote\u00e7\u00e3o, nas normas que se transformam em ju\u00edzes implac\u00e1veis, nos h\u00e1bitos em que nos sentimos tranquilos, enquanto l\u00e1 fora h\u00e1 uma multid\u00e3o faminta e Jesus repete-nos sem cessar: \u201cDai-lhes v\u00f3s mesmos de comer\u201d(Mc 6, 37).<br \/>\nPapa Francisco, <em>A alegria do Evangelho<\/em>, n. 49<\/p>\n<p><strong>1.<\/strong> Melhor seria dizer: a arte de reinventar a vida. Viver. O mais importante que existe \u00e9 a vida. A \u00fanica coisa necess\u00e1ria. Viver e conviver. Cantar o hino de exulta\u00e7\u00e3o da vida. A vida \u00e9 dinamismo, for\u00e7a impulsionadora, sempre apontando para frente. Viver intensamente. N\u00e3o pela metade. Vida, uma longa ou nem sempre t\u00e3o longa viagem. Tudo come\u00e7ou quando o pai e a m\u00e3e fizeram uma promessa de amor e desenharam o projeto de nossa vinda ao mundo. Exist\u00edamos antes de ver a luz do dia. O ser humano \u00e9 aquele que \u00e9 fadado a viver. Exist\u00edamos no sonho do pai e da m\u00e3e. Exist\u00edamos no sonho do Presente\/Ausente.<\/p>\n<p><strong>2.<\/strong> \u00c9 curto o espa\u00e7o entre o nosso nascer e o fim do tempo que nos \u00e9 dado percorrer os caminhos do existir. Tudo passa. Passa depressa, passam as pessoas, passam as modas, passam as meias verdades que pens\u00e1vamos que fossem eternas. Fomos meio enganados por elas. O menino, o rapaz maduro, a mo\u00e7a que andava sonhando de olhos abertos. Depois da maturidade, o decl\u00ednio. Ouvidos fracos, voz fanhosa, bengala. H\u00e1 um momento em que achamos que as coisas n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o importantes quanto t\u00ednhamos pensado e temos a tenta\u00e7\u00e3o de deixar as coisas correrem. Tenta\u00e7\u00e3o de deixar as coisas rolarem. Deixar que carro role sob o comando do de piloto autom\u00e1tico. Entre o momento que fomos concebidos no seio da m\u00e3e e aquele em que somos levados ao cemit\u00e9rio ou ao cremat\u00f3rio ter\u00e1 passado a vida, nossa vida que ningu\u00e9m vive em nosso lugar. Afinal de contas, o que estamos fazendo de nossas vidas?<\/p>\n<p><strong>3.<\/strong> Sim, a vida borbulha dentro de n\u00f3s: anseios, desejos, busca de realiza\u00e7\u00e3o, colocar em ato as melhores possibilidades escondidas dentro de n\u00f3s, nossas potencialidades que o Evangelho costuma chamar de talentos. Conviver. Costurar a trama da vida com outras pessoas. Amar e ser amado. No meio de tudo isso, aqui e ali, parece que o Senhor anda \u00e0 nossa volta fazendo suas sugest\u00f5es. Pedindo audi\u00eancia em nossa agenda t\u00e3o cheia de coisas desnecess\u00e1rias. Sentimos a inquieta\u00e7\u00e3o agostiniana: \u201cIrrequieto \u00e9 o nosso cora\u00e7\u00e3o enquanto n\u00e3o descansar em Deus\u201d.<\/p>\n<p><strong>4<\/strong>. Fizemos o prop\u00f3sito de viver crist\u00e3mente. Nossos pais, provavelmente, nos orientaram. Fomos batizados, crismados, fizemos a primeira comunh\u00e3o. Pode ser, n\u00e3o sei, que tudo isso tenhamos vivido sem profundidade, sem uma dimens\u00e3o maior de consci\u00eancia da beleza e do fulgor de um estilo de vida crist\u00e3o. Talvez num determinado momento tenha brotado em n\u00f3s o desejo de viver crist\u00e3mente de maneira mais densa. Paix\u00e3o pelo Senhor, sede interior, saudades de Deus? Nasceu em n\u00f3s o desejo de sermos crist\u00e3os de verdade e n\u00e3o de nome. \u201cSede santos como vosso Pai do c\u00e9u \u00e9 santo\u201d.<\/p>\n<p><strong>5<\/strong>. Entramos na fam\u00edlia franciscana, fam\u00edlia suscitada na Igreja pelo Esp\u00edrito que tem o costume de acordar os sonolentos. Os franciscanos seculares conhecem as linhas mestras de seu viver: \u201cNo seio da dita fam\u00edlia ocupa posi\u00e7\u00e3o espec\u00edfica a Ordem Franciscana Secular que se configura como uma uni\u00e3o org\u00e2nica de todas as fraternidades cat\u00f3licas espalhadas pelo mundo e abertas a todos os grupos e fi\u00e9is. Nelas, os irm\u00e3os e irm\u00e3s, impulsionados pelo Esp\u00edrito a atingir a perfei\u00e7\u00e3o da caridade no pr\u00f3prio estado secular, s\u00e3o empenhados pela Profiss\u00e3o a viver o Evangelho \u00e0 maneira de Francisco e mediante Regra aprovada pela Igreja (<em>Regra<\/em>, n.2).<\/p>\n<p><strong>6<\/strong>. Tudo em nossa vida come\u00e7ou com a certeza de que somos amados pelo Senhor e somos convidados a amar. \u201cO Senhor n\u00e3o esperou os te\u00f3logos para se explicar em poucas palavras. Todo esfor\u00e7o de Deus desde a cria\u00e7\u00e3o tem sido, por todos os meios, fazer o homem compreender que o amava. Esgotados todos os argumentos, apresenta a maior prova. \u201cN\u00e3o h\u00e1 prova maior de amor do que dar a vida por aqueles que amamos\u201d. Eis tudo. Depois disso n\u00e3o h\u00e1 mais nada a dizer. Quem quiser que compreenda. A\u00ed est\u00e1 o livro aberto sobre a cruz. Toda a infelicidade dos homens vem de atinarem com o peso do amor que Deus tem. O \u00fanico pecado \u00e9 o da recusa\u201d (Jean Sulivan, <em>Provoca\u00e7\u00e3o ou a fraqueza de Deus,<\/em> Herder, 1966, p. 111).<\/p>\n<p><strong>7.<\/strong> A f\u00e9 crist\u00e3 n\u00e3o \u00e9 quest\u00e3o de mandamentos e verdades a serem decoradas e repetidas com os l\u00e1bios. \u00c9 um estilo de viver. Os evangelhos s\u00e3o relatos de convers\u00e3o. Foram escritos para produzir f\u00e9 em Jesus Cristo, para suscitar disc\u00edpulos e seguidores. S\u00e3o relatos que nos convidam a entrar num processo de muta\u00e7\u00e3o, de cria\u00e7\u00e3o de uma identidade, de uma decis\u00e3o de viver seu projeto de Reino. \u201cA primeira coisa que se aprende de Jesus nos evangelhos n\u00e3o \u00e9 a doutrina, mas um estilo de vida: uma maneira de estar na vida, uma forma de habitar o mundo, de interpret\u00e1-lo e de constru\u00ed-lo; uma maneira de tornar a vida mais humana. O caracter\u00edstico deste estilo de viver \u00e9 que ele se inspira em Jesus. Nasce da rela\u00e7\u00e3o com ele. \u00c9-nos transmitido seu Esp\u00edrito. Aprendemos sua maneira de pensar, sentir, amar, orar, sofrer, criar, confiar e morrer. Pouco a pouco vamos nos convertendo em disc\u00edpulos e disc\u00edpulas de Jesus\u201d (Pagola, <em>Voltar a Jesus<\/em>, p.65).<\/p>\n<p><strong>8.<\/strong> Os crist\u00e3os e os franciscanos apostam suas fichas no Evangelho. O Evangelho se converte na for\u00e7a mais poderosa que a comunidade crist\u00e3 possui para sua transforma\u00e7\u00e3o. Os evangelhos fazem pensar, interpelam, nos obrigam a reler nossa exist\u00eancia \u00e0 luz de Jesus e nos d\u00e3o for\u00e7a para reproduzir hoje seu estilo de vida, abrindo novos caminhos ao reino de Deus e recriando pouco a pouco a vida da comunidade eclesial a partir de seu Espirito. Aprender o estilo de vida de Jesus \u00e9 fundamental para recuperar nossa identidade de disc\u00edpulos e seguidores seus\u201d ( Pagola. <em>Voltar a Jesus<\/em>, Vozes, p. 66).<\/p>\n<p><strong>9<\/strong>. N\u00e3o adotamos e aceitamos expedientes pastorais e espirituais pomposos, grandiloquentes. Cremos que a a\u00e7\u00e3o de Deus nas pessoas \u00e9 discreta. N\u00e3o queremos unanimidade tola. Queremos construir um mundo feito a partir de coisas simples, do cotidiano Identificamo-nos com Jesus quando fala do sal, do fermento e da luz. Desta forma, os crist\u00e3os e os franciscanos gostamos de ter uma presen\u00e7a discreta no meio do mundo. Irradiamos, com a for\u00e7a de Deus, nas coisas simples: no jeito de falar, na maneira de rezar, no modo de organizar nossa vida familiar, no falar, no chorar, no ajudar, no olhar. Carregamos nossas d\u00favidas e caminhamos com pessoas que portam interroga\u00e7\u00f5es sobre a arte de viver.<\/p>\n<p><strong>10.<\/strong> Uma palavra para terminar com a certeza de que muito precisaria ser dito a respeito da reinven\u00e7\u00e3o da arte de viver. Nunca como em nossos tempos tivemos tanta consci\u00eancia de que somos h\u00f3spedes da terra. Olhamos com cuidado e carinho para a terra, as fontes, a terra, as matas. N\u00e3o queremos continuar respirando polui\u00e7\u00e3o. Franciscanos e crist\u00e3os somos criaturas que confraternizamos com o criado. Nossa casa de viver n\u00e3o pode ser depredada. Quando deixarmos o mundo para cada um que Deus inventa queremos deixar tudo em ordem para os pr\u00f3ximos habitantes.<\/p>\n<p><strong>11.<\/strong> N\u00e3o queremos parar. O Papa Francisco pede que saiamos de nosso mundo pequeno e acanhado. O Deus da novidade precisa tomar conta de n\u00f3s. Vamos dar ainda a palavra ao Papa Francisco: \u201cDeus \u00e9 sempre novidade, que nos impele a partir sem cessar e a mover-nos para ir al\u00e9m do conhecido, rumo \u00e0s periferias e aos confins. Leva-nos ainda aonde se encontra a humanidade mas ferida e aonde os seres humanos, sob a apar\u00eancia da superficialidade e do conformismo, continuam \u00e0 procura de resposta para a quest\u00e3o do sentido da vida. Deus n\u00e3o tem medo! N\u00e3o tem medo! Ultrapassa sempre os nossos esquemas e n\u00e3o lhe metem medo as periferias. Ele pr\u00f3prio se fez periferia. Por isso se ousarmos ir \u00e0s periferias l\u00e1 o encontraremos: Ele j\u00e1 estar\u00e1 l\u00e1. Jesus antecipa-se no cora\u00e7\u00e3o daquele irm\u00e3o, na sua carne ferida, na sua vida oprimida, na sua alma sombria. Ele j\u00e1 est\u00e1 l\u00e1\u201d (Papa Francisco, <em>Gaudete et exsultate<\/em>, n. 135).<\/p>\n<p><strong>12.<\/strong> A hora \u00e9 de inventar o novo a partir da sabedoria dos s\u00e9culos precedentes e de nossa pr\u00f3pria historia. \u201cPe\u00e7amos ao Senhor a gra\u00e7a de n\u00e3o hesitar quando o Espirito nos exige que demos um passo em frente; pe\u00e7amos a coragem apost\u00f3lica de comunicar o Evangelho aos outros e de renunciar a fazer de nossa vida um museu de recorda\u00e7\u00f5es. Em qualquer situa\u00e7\u00e3o, que o Esp\u00edrito Santo nos fa\u00e7a contemplar a hist\u00f3ria na perspectiva de Jesus ressuscitado. Assim, a Igreja em vez de cair cansada, poder\u00e1 continuar em frente acolhendo as surpresas do Senhor\u201d (Papa Francisco, <em>Gaudete et Exsultate<\/em>, n. 139).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Artigo de Frei Almir Guimar\u00e3es<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":175687,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[14],"tags":[47],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A delicada arte de inventar a vida - Carisma - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/a-delicada-arte-de-inventar-a-vida.html\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A delicada arte de inventar a vida - 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