{"id":100400,"date":"2015-12-21T09:42:40","date_gmt":"2015-12-21T11:42:40","guid":{"rendered":"http:\/\/franciscanos.org.br\/?p=100400"},"modified":"2018-11-08T14:19:34","modified_gmt":"2018-11-08T16:19:35","slug":"a-utopia-da-fraternidade-reflexao-de-frei-almir","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/a-utopia-da-fraternidade-reflexao-de-frei-almir.html","title":{"rendered":"A utopia da Fraternidade"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/franciscanos.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/franciscanismo.jpg\" alt=\"franciscanismo\" width=\"820\" height=\"567\" \/><\/p>\n<p><strong>Frei Almir Guimar\u00e3es<\/strong><\/p>\n<p><strong>1.<\/strong> Espalhados pela face da terra est\u00e3o os humanos. Cada um deles \u00e9 um po\u00e7o de desejos e uma urdidura de sonhos. H\u00e1, \u00e9 verdade, os que, devido \u00e0 crueza da vida, atravessam o tempo de existir sem conseguir pensar, embrutecidos, comendo, cantando, dormindo, inconscientemente, vivendo as coisas sem viv\u00ea-las. H\u00e1, com efeito, os que vivem sem viver. L\u00e1 no fundo, l\u00e1 onde come\u00e7a o ser gente de cada um de n\u00f3s, h\u00e1 um sonho: viver, sem romantismo ing\u00eanuo, a utopia da fraternidade, nos encontros e desencontros, no interior de um grupo pequeno, ou ent\u00e3o desfraldando em pra\u00e7as p\u00fablicas a bandeira da justi\u00e7a e da paz, com coragem, responsabilidade e coer\u00eancia, sem busca de irritantes protagonismos de toda sorte.<\/p>\n<p><strong>2<\/strong>. Crist\u00e3os que somos nunca sai de nossas cabe\u00e7as aquela observa\u00e7\u00e3o feita a respeito dos primeiros crist\u00e3os: \u201cVede como eles se amam!\u201d A primeira e fundamental prega\u00e7\u00e3o da Boa Nova passa pela \u201camostra gr\u00e1tis\u201d de pessoas que s\u00e3o capazes de viver pensando nos outros, vivendo com os outros, dando a vida pelos outros. Congar dizia que a comunidade religiosa dos consagrados constitui uma par\u00e1bola do reino. Apesar de todas as dificuldades n\u00e3o desistimos. H\u00e1 em nosso interior e no interior daqueles que vivem \u00e0 nossa volta Abel e Caim. Por vezes somos esse Caim que se desinteressa pelo irm\u00e3o. Perdemos a coragem de olhar nos olhos de Deus quem nos cerca aqui e ali. As correntes de vento, o mundo de nossos dias foi se tornando uma terra de relacionamentos quentes quando esses massageiam e satisfazem nosso ego. Respiramos, por a\u00ed, o ar do indiferentismo. H\u00e1 belos discursos sobre fraternidade, mas poucas vezes chegamos perto de algu\u00e9m com esta simples pergunta: \u201cComo vai voc\u00ea? Que caminhos anda percorrendo? Sente-se aqui e vamos conversar! Posso ajud\u00e1-lo a dar um passo \u00e0 frente? Quais s\u00e3o as feridas que posso ajudar a cicatrizar antes de que seja tarde\u201d. N\u00e3o precisamos insistir na problem\u00e1tica anti-fraternidade: viol\u00eancia, indiferen\u00e7a, individualismo, busca doida de seus interesses, do lucro, do prest\u00edgios, de cargos e os irm\u00e3os da vida ficam jogados \u00e0 beira do caminho esperando que Deus mande outros Vicente de Paulo ou Teresa de Calcut\u00e1 para recolher os moribundos ca\u00eddos \u00e0 beira do caminho. H\u00e1 casais que n\u00e3o precisavam serem desfeitos, h\u00e1 padres que podiam continuar sacerdotes se tivessem tido a experi\u00eancias profunda da fraternidade. Culpa dos que n\u00e3o quiseram buscar fraternidade. Culpa daqueles que preocupados demais com o \u00eaxito de suas tarefas deixaram os outros de lado.<\/p>\n<p><strong>3.<\/strong> <strong>Nada de romantismo<\/strong>. Nada de fraternidades id\u00edlicas. Nada de ninho quente. Nada de grupamento de \u201cs\u00f3cios\u201d. \u201cA fraternidade sup\u00f5e homens e mulheres que d\u00e3o e recebem. Se num casal, numa comunidade, numa vida coletiva local, nacional ou internacional s\u00e3o sempre os mesmo que d\u00e3o e os mesmo que recebem n\u00e3o h\u00e1 fraternidade. O paternalismo gera sempre seres infantis ou assistidos. Francisco percebeu a alta complexidades dos relacionamentos humanos. Estes ser\u00e3o criativos na medida que as trocas s\u00e3o respeitosas, onde existe reciprocidade e confian\u00e7a. Assim cresce uma fraternidade sadia\u201d <em>(Michel Hubaut).<\/em><\/p>\n<p><strong>4<\/strong>. O antigo<em> Itiner\u00e1rio Franciscano<\/em> (publicado pelo Cefepal e Vozes estampava:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\">\u2022 O acolhimento consistir\u00e1 mais em ouvir do que em falar. Saberemos descobrir e admirar o bem que Deus diz e realiza em nossos irm\u00e3os e, por eles, vivendo simplesmente nossa vida fraterna, sem nos preocupar demais em edificar e influir.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\">\u2022 A simplicidade de cora\u00e7\u00e3o pedida pelo Senhor, e que responde \u00e0s exig\u00eancias naturais de justi\u00e7a, de lealdade e de caridade, excluem todo calculo, toda hipocrisia e dissimula\u00e7\u00e3o. Ela sup\u00f5e o culto da verdade em nossas rela\u00e7\u00f5es humanas, a equidade conosco mesmo e com os outros.<\/p>\n<p><strong>5<\/strong>. Nossas casas franciscanas s\u00e3o espa\u00e7o de m\u00fatuo e alegre servi\u00e7o. Evidente que n\u00e3o se trata de um ficar ro\u00e7ando no outro, mas de cultivar um amor maduro. Algumas manifesta\u00e7\u00f5es de servi\u00e7o: &#8211; O Manual para Assist\u00eancia da OFS diz:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\">\u2022 <strong>Bom exemplo<\/strong> \u2013 \u201cO bom exemplo est\u00e1 sempre em conex\u00e3o e depend\u00eancia da <em>metanoia,<\/em> que pede a transforma\u00e7\u00e3o de si mesmo, reagindo contra as pr\u00f3prias paix\u00f5es e m\u00e1s inclina\u00e7\u00f5es. A vida fraterna n\u00e3o se constr\u00f3i com discursos, nem \u00e9 fruto de uma apologia da fraternidade. Fundamenta-se no exemplo de quem est\u00e1 disposto ao sacrif\u00edcio; de quem supera a relut\u00e2ncia da pr\u00f3pria natureza em realizar atividades que comportem ren\u00fancia, esfor\u00e7o e sofrimento; de quem n\u00e3o se deixa desencorajar pela oposi\u00e7\u00e3o de uma mediocridade para a qual o \u201cbom exemplo\u201d \u00e9 censur\u00e1vel. A vida fraterna \u00e9 resultado de um testemunho humilde e simples e depende da disponibilidade pessoal de morrer como o gr\u00e3o de trigo; \u00e9 a protela\u00e7\u00e3o, nunca definitivamente atingida, de um constante hero\u00edsmo cotidiano.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\">\u2022 <strong>Servi\u00e7o do di\u00e1logo<\/strong> &#8211; O di\u00e1logo n\u00e3o \u00e9 uma conversa banal, exibicionismo dial\u00e9tico, nem mera troca de opini\u00f5es. \u00c9 atitude interior, modo como a pessoa se coloca diante dos outros, caracterizado pelo desejo de compreender e fazer-se compreender para chegar \u00e0 mutua aceita\u00e7\u00e3o na caridade e, se poss\u00edvel, do encontro na verdade.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\">\u2022<strong> Servi\u00e7o da confian\u00e7a e estima<\/strong> &#8211; Sem essas qualidades n\u00e3o h\u00e1 fraternismo. Elas devem brotar do valor do irm\u00e3o. Pensar no outro como <em>\u201csacramentum Christi\u201d.<\/em><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\">\u2022 <strong>Servi\u00e7o da confid\u00eancia<\/strong> &#8211; O servi\u00e7o fraterno fundamenta-se na consci\u00eancia da rec\u00edproca depend\u00eancia, da m\u00fatua necessidade e da supera\u00e7\u00e3o da autossufici\u00eancia individualista. Para tanto, se faz necess\u00e1rio confidenciar as pr\u00f3prias experi\u00eancias e necessidades.<\/p>\n<p><strong>6.<\/strong> A vida fraterna se realiza quando deixamos de ser indiv\u00edduos e passamos a ser pessoas, ou seja, quando se entra em rela\u00e7\u00e3o, porque a pessoa nasce e se desenvolve nos relacionamentos, na consci\u00eancia do pr\u00f3prio valor e do valor dos outros, na reciprocidade do dar e receber, no ter cuidados e no confiar-se, na partilha e na gratid\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>7. Ainda uma palavra do<em> Itiner\u00e1rio Franciscano:<\/em><\/strong> \u201cNossa fraternidade n\u00e3o se fechando em si mesma, prefigura e anuncia, apesar de nossas fraquezas, o dia em que o Povo de Deus, reunido na Unidade, ser\u00e1 por Cristo, apresentado ao Pai\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Franciscanamente<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":174708,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[11],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A utopia da Fraternidade - Carisma - Franciscanos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/franciscanos.org.br\/carisma\/a-utopia-da-fraternidade-reflexao-de-frei-almir.html\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A utopia da Fraternidade - 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