Vida CristãMeditação diária › 05/07/2018

Gratuidade de Deus

Frase para refletir:

“Se eu pudesse falar com o imperador, suplicaria que; pelo amor de Deus (…) publique um edito em que seja proibido apanhar as irmãs cotovias ou fazer-lhes qualquer mal” (São Francisco de Assis, místico italiano, 1189-1226).

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Na harmonia com o infinito encontramos nossa realização. A palavra “cotovia” (alaudidae) designa uma variedade enorme de pequenos pássaros do velho mundo, muito comum na Itália. São conhecidas pelo seu canto melodioso característico e pelo revoado que fazem ao voar. São Francisco admirava os pássaros do céu, pois vivem da gratuidade de Deus, e com seu canto, louvam ao Pai do céu. “Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem ceifam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta” (Jesus em Mateus 6;26). Em forma de agradecimento por tanto amor, quando São Francisco morreu (ao cair da tarde do dia 3 para o dia 4 de outubro de 1226), os pássaros vieram onde ele estava. “Sábado à tarde, depois das Vésperas (ao por do sol), antes de cair à noite, em que o bem-aventurado Francisco (de Assis) morreu; um bando de cotovias volteava em círculos, cantando, pouco acima do teto da casa onde ele jazia moribundo” (Legenda Perusiana 110). Este fato demonstra que fazemos parte de uma grande harmonia de vida que se sintoniza pela intensidade de nosso amor para com todas as criaturas. Na morte mudamos de dimensão. Felizes aqueles que a morte os encontrar fazendo a vontade de Deus, pois serão recebidos no céu.

Bom dia! Bom trabalho!

Reflexão feita por José Irineu Nenevê


Links:
Blog: https://bomdiaebomtrabalho.wordpress.com/
Leia o Livro: “Bom dia e bom trabalho, sabedoria para todos os dias”, Editora Vozes.