Vida CristãFrei AlmirO Sabor da Palavra › 01/06/2018

Restaurar nossas ações

Tempo Comum

temploMc 11, 11-26


“Jesus entrou no templo e começou a expulsar os que vendiam e os que compravam” (Mc 11,15)


Hoje, a Igreja celebra a memória de São Justino, justo e fiel a Deus, razão pelo qual incomodou os pagãos por ser um vendedor da Verdade Divina e por não prestar culto aos seus deuses, tendo sido, então, perseguido e morto.

No episódio da expulsão dos vendilhões do templo de Jerusalém, ao se referir à sua ressurreição, Jesus deixou claro que Ele era o templo novo e definitivo. Do templo de pedra se passou à noção do templo espiritual.

O Evangelho nos apresenta dois episódios: o da maldição da figueira que não tinha frutos e a expulsão dos vendilhões do templo. No episódio da expulsão dos vendilhões do templo de Jerusalém, ao se referir à sua ressurreição, Jesus deixou claro que Ele era o templo novo e definitivo. Do templo de pedra se passou à noção do templo espiritual.

No outro dia ao voltar para Jerusalém, teve fome e procurou frutos na figueira, porém, só encontrou folhas… “pois não era tempo de figos”. Por isso, a figueira foi amaldiçoada. Jesus nos adverte de que as coisas que nos acontecem são consequências das nossas ações.

Jesus Cristo demonstra que veio restaurar a natureza das coisas, dando o seu sentido que corresponde à razão da sua criação e lutando assim contra a corrupção das mesmas. Esse, também é um convite que faz a todos os batizados a defender a natureza das coisas e, assim, lutar contra a corrupção das pessoas, instituições e da própria natureza, defendendo o que é justo mesmo que custe a vida, tal como hoje lembramos o mártir São Justino.

Reflexão feita pelos noviços