Cultura franciscanaNotícias › 26/02/2018

Lançamentos da semana

as-reformas-da-igrejaAs reformas da Igreja Católica
Posturas e processos de uma mudança em curso

João Décio Passos

As reformas empreitadas pelo Papa Francisco estiveram e estão identificadas com sua pessoa desde que se tornou papa. A imagem de papa reformador revela-se em seus gestos, discursos e, de modo programático, em seus projetos. O inédito e as surpresas ainda acompanham seu pontificado, causando entusiasmo ou mal-estar em distintos sujeitos eclesiais, sem falar dos impactos provocados na grande mídia. Falar das reformas de Francisco permanece, portanto, tarefa instigante e urgente para os estudiosos e para a comunidade eclesial.

De fato, perante projetos de reforma ninguém fica indiferente, mesmo quando alguns afirmam estarem neutros ou distantes. Na verdade, os processos de reforma costumam polarizar os sujeitos neles envolvidos entre os “a favor” e os “contra”. Mas, por mais fortes e eficazes que possam ser as oposições ao papa, elas nascem frágeis e carentes de legitimidade, precisamente por se confrontarem com um sistema de unidade fundado e expresso em um conjunto de convicções e instituições: o sucessor de Pedro e sinal da unidade, o chefe do colégio dos bispos, o magistério papal supremo, a sinodalidade e, no inconsciente da teologia papal, a própria infalibilidade.

As reformas continuarão seu curso e serão concretizadas dentro de limites e possibilidades institucionais, conforme as dinâmicas políticas e culturais da Igreja Católica.

João Décio Passos é Doutor em Ciências Socias e Livre docente em Teologia pela PUC-SP.  Professor Associado do Departamento de Ciência da Religião da PUC-SP.

Nº DE PÁGINAS: 320

 

estudos-da-etimologiaEstudos de etnometodologia

Harold Garfinkel

A etnometodologia indica que as regras sociais, embora tenham caráter imperativo para as pessoas, dependem de avaliações contextuais que ocorrem todo o tempo na vida cotidiana. E ao estudar as ações práticas cotidianas como bases da estruturação da vida social, a etnometodologia abriu um produtivo campo de pesquisas que hoje, no Brasil e no mundo, investigam instituições e locais de trabalho tão distintos quanto uma delegacia, uma escola, um posto de telemarketing, um tribunal, um hospital, um laboratório científico e muitos outros eventos sociais permanentes ou efêmeros. A etnometodologia desenvolveu estudos pioneiros sobre mudanças de identidade sexual e sobre a confiança básica que as pessoas têm de atribuir às falas mais triviais do dia a dia.

E finalmente o público tem em português a obra seminal Estudos de Etnometodologia, de Harold Garfinkel. Publicado originalmente em 1967, o livro reúne oito capítulos que podem ser considerados estudos independentes, embora todos concorram para formar a Teoria Etnometodológica. Um tipo de análise sociológica voltada para o estudo de práticas sociais; os seus pressupostos, normas e linguagens.

Harold Garfinkel (1917 / 2011) foi professor emérito de sociologia da Universidade da Califórnia e criador da corrente sociológica conhecida como Etnometodologia . Ele publicou vários livros e artigos nos quais investigava as atividades sociais de forma inovadora e com ampla aplicação por pesquisadores contemporâneos.

Nº DE PÁGINAS: 376

 

falar-e-escutarFalar e escutar na sala de aula
Propostas de atividades práticas

Suzana Schwartz

Este livro foi escrito para professores da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental com o intuito de provocar pensamentos críticos sobre a necessidade da sistematização de ações, incluídas no planejamento didático, que privilegiem o ensino e a aprendizagem da fala e da escuta no cotidiano da prática docente.

Quando interagimos com alunos dos anos finais da educação básica e do Ensino Superior, percebemos que as dificuldades são quase unanimes, não importando o contexto. A maioria dos alunos tem problemas para participar ativamente da aula, elaborar questionamentos, desenvolver argumentos consistentes, realizar apresentações de trabalhos, para ouvir atentamente o outro, seja colega, seja professor. Os processos de organizar o pensamento, falar e argumentar sobre ele, produzir um texto sobre as ideias, apresentar seu produto ficam empobrecidos na continuidade da escolaridade quando não são adequadamente trabalhados na educação básica.

Porque isso acontece? E quais as causas, as consequências dessas atitudes? Queremos alunos pouco participativos, silenciosos, “parecendo” ouvir o que o professor fala? Sabemos que o papel do professor é criar situações para que todos os alunos aprendam e ressignifiquem o que ouvem e/ou leem.

O livro tem o intuito de mostrar que os alunos poderiam aprender mais e melhor ao longo dos anos de escolaridade básica, chegando ao Ensino Superior com competências e habilidades relativas à fala, escuta, argumentação, debate, participação crítica bem mais qualificadas, se essas aprendizagens forem consideradas e sistematizadas intencionalmente no planejamento do professor.

Suzana Schwartz é Doutora em Educação pela PUCRS (2007), com estágio de doutoramento na Faculdade de Psicologia da Universidade Autônoma de Madrid. Mestre em Educação pela PUCRS (2001). Graduada em Pedagogia (1998). Professora Adjunta III da Universidade Federal do Pampa. Orientadora de projetos de ensino, pesquisa e de extensão que abordam temas relacionados com alfabetização, cultura escrita, formação de professores, metodologia de pesquisa em educação, alfabetização acadêmica, educação de jovens e adultos. Coordenadora da Coleção Compreensão Leitora e autora de diversos outros livros publicados pela Editora Vozes.

Nº DE PÁGINAS: 96

 

o-que-realmente-importaO que realmente importa
7 lições de vida de pacientes terminais

Karen M. Wyatt

As 7 lições de vida ensinadas neste livro pelas histórias de pacientes terminais visam ajudar-nos a harmonizar nosso foco individual ao processo de cura que se faz necessário mundo afora. Enquanto toda a humanidade tem que se unir e concentrar a atenção em questões cruciais, cada um de nós deve aprender em nossa vida o que realmente importa.

Essas emocionantes histórias de pacientes terminais e de suas famílias revelam a sabedoria do final da vida e permitem vislumbrar os últimos dias de existência através dos olhos da médica que lhes prestou cuidados paliativos durante esse momento difícil. À medida que o drama de cada caso se desenrola, evidenciam-se profundas lições de vida que mudam a perspectiva tanto da médica quanto do leitor sobre o sofrimento, a vida e a morte. Uma reflexão de aprofundamento espiritual segue cada história para elucidar o significado da lição aprendida e sua aplicação à vida cotidiana.

Ao concentrar a atenção no que realmente importa, este livro encoraja o leitor a abraçar o sofrimento adquirido ao longo da vida e a utilizá-lo como um catalisador para o crescimento e para a mudança pessoal. Essa transformação é um passo necessário para curar as feridas da alma e para resolver os problemas atuais que ameaçam nossa convivência em sociedade e com o planeta.

Dra. Karen M. Wyatt é uma médica de família que passou grande parte de sua carreira de 25 anos como diretora de um serviço de assistência paliativa em domicílio para pacientes terminais. Ela deu palestras e escreveu extensamente sobre questões envolvendo pacientes terminais, com ênfase no aspecto espiritual da doença e da morte. Aposentada recentemente da prática médica, ela agora concentra seus esforços na Cura Criativa (CreativeHealing), projeto que busca a integração da espiritualidade com a medicina ocidental. Mora com o marido, Dr. Larry George, em Silverthorne, Colorado, e gosta de fazer caminhadas, correr e andar de bicicleta pelas belas Montanhas Rochosas.

Nº DE PÁGINAS: 248

 

os-historiadoresOs historiadores: Clássicos da história do Brasil – Vol. 4
Dos primeiros relatos a José Honório Rodrigues

Os historiadores – Clássicos da história é uma coletânea de ensaios, assinados pelos maiores especialistas brasileiros sobre a vida e a obra dos autores clássicos da história. A coletânea é distribuída em quatro volumes, que cobrem a vida e a obra dos grandes historiadores desde a Antiguidade Clássica até a contemporaneidade. Cada ensaio traz os seguintes conteúdos: o historiador e seu tempo; os conceitos-chave presentes na sua obra; os percursos e influências do seu pensamento; suas principais obras publicadas.

Em uma época em que vivemos várias temporalidades superpostas, a ansiedade por uma regularidade que estabilize a sensação do tempo parece ser uma procura incessante. O tempo como uma especiaria rara parece ser uma das marcas de nossa contemporaneidade. Paradoxalmente, o tempo e sua parceira, a história, são invocados constantemente. Tudo parece ser histórico, excessivos e ao mesmo tempo raros, tempo e história estão em todo lugar e em nenhum.

Sem clareza, o homem contemporâneo se apresenta ansioso por conhecer a história, como se por ação oracular desvendasse, com isso, os mistérios do tempo. Sabemos que isso não é possível. Os historiadores não são os donos do tempo, que a todos pertence, mas são eles que materializam em suas narrativas a preciosidade de sua existência.

Esta coleção não segue uma linha pacificadora das expectativas contemporâneas, talvez porque isso não seja possível, mas oferece possibilidades ao leitor de se encontrar com autores que, em seu próprio tempo, não deixaram que a história lhes fugisse pelas mãos. Antes de tudo, a iniciativa de apresentar uma coleção sobre historiadores é criar um diálogo, ampliar a reflexão e permitir o afloramento da diversidade de olhares sobre o tempo.

Nº DE PÁGINAS: 400

 

rumor-de-anjosRumor de anjos
A sociedade moderna e a redescoberta do sobrenatural

Peter L. Berger

Rumor de anjos foi lançado pela Vozes em 1973. Na edição seguinte, o livro foi ampliado pelo próprio autor incluindo a introdução àquela edição e os capítulos 5, 6, 7, 8 e 9. A temática permaneceu a mesma: a sociedade moderna e a redescoberta do sobrenatural.

Numa linguagem cheia de humor, sobretudo na parte nova, o autor diz que a concordância sobre a suposta morte do sobrenatural (mais difundida há vinte anos do que agora) fala bastante do homem moderno, mas pouco do sobrenatural.

Começando com uma análise das forças sociais que conduziram à moderna crise religiosa, mostra como a perspectiva sociológica pode ser utilizada para questionar os pressupostos do pensamento moderno com o mesmo vigor com que ele esteve habituado a questionar os pressupostos das diversas religiões. Sugere que, se o pensamento teológico quiser se recobrar dos golpes intelectuais que disciplinas modernas como a História, Sociologia e a Psicologia lhe infligiram, faria bem em procurar um novo ponto de partida que poderia ser encontrado no estudo do homem.

Os anjos são mensageiros de Deus ou “sinais”. Hoje a transcendência foi reduzida a um rumor, mas podemos partir para a exploração desses rumores, e talvez chegar até à sua fonte.

Peter L. Berger foi professor na Universidade de Boston e diretor do Instituto para o Estudo da Cultura Econômica na mesma Universidade. Possui diversos livros publicados, entre eles, traduzidos pela Vozes, os seguintes:  Perspectivas Sociológicas – uma visão humanística;Modernidade, pluralismo e crise de sentido – a orientação do homem moderno; A construção social da realidade (em coautoria com Thomas Luckmann); O riso redentor – A dimensão cômica da experiência humana; Os múltiplos altares da modernidade – rumo a um paradigma da religião numa época pluralista; O imperativo herético – possibilidades contemporâneas da afirmação religiosa.

Nº DE PÁGINAS: 232

 

a-construcao-da-teoriaA construção da teoria nas ciências humanas

José D’Assunção Barros

As ciências humanas – entre elas a História, a Geografia, a Psicologia, a Sociologia, a Filosofia, a Antropologia, a Comunicação e a Educação – precisam de teorias. Pouco teriam alcançado, no decorrer de sua história, sem o desenvolvimento de sistemas capazes de apreender os seus variados objetos, ou sem a elaboração de conceitos que hoje permitem enxergar o mundo humano de novos ângulos. A construção teórica, por isso mesmo, coloca-se como patamar fundamental para a produção de conhecimento, encaminhamento de pesquisas e reflexão sobre problemas diversos nas ciências humanas.

Este livro enfrenta dilemas que se colocam aos pesquisadores destas áreas de estudo. Há algumas décadas, por exemplo, era comum que se encontrassem nas ciências humanas sistemas prontos e com pretensão à completude. Escolhendo-se certo sistema teórico, tinha-se a ambição de resolver o conjunto de problemas da História, da Geografia ou da Psicologia. As últimas décadas introduziram muitos desdobramentos em cada um desses sistemas – seja o marxismo, o estruturalismo, o existencialismo, a Teoria Psicanalítica, a semiótica ou inúmeros outros –, e também surgiram as possibilidades de combiná-los.

Uma das inquietações contemporâneas se refere à possibilidade de entrecruzar elementos advindos de sistemas distintos. Isso será possível? Quais as extensões e limites desta liberdade? De igual modo, em uma imensa rede conceitual disponível aos pesquisadores, são comuns as inquietações derivadas dos usos de certos conceitos em âmbitos para os quais eles originalmente não foram previstos. Há ainda indagações sobre a possibilidade de combinar distintos autores ou influências em um mesmo quadro teórico. Num mundo de muitas retóricas e possibilidades argumentativas, também nos perguntamos pelas falácias e eficácia dos discursos. Este livro é dedicado a estudantes, professores e pesquisadores que precisam pensar e repensar a teoria a ser construída no seu dia a dia.

José D’Assunção Barros é historiador e professor-adjunto de História na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), além de professor-colaborador no Programa de Pós-Graduação em História Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Doutor em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e graduado em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), possui ainda graduação em Música (UFRJ), área à qual também se dedica ao lado da pesquisa em História. Além de uma centena de artigos publicados, trinta dos quais em revistas internacionais, publicou diversos livros dedicados à pesquisa historiográfica, à teoria da história e aos grandes temas de interesse dos estudiosos da área.

Nº DE PÁGINAS: 104

 

o-misterio-da-feO mistério da fé
Introdução à teologia dogmática ortodoxa

Hilarion Alfeyev

O livro “Mistério da fé: introdução à teologia dogmática ortodoxa” foi inicialmente publicado em 1996 em Moscou. Desde então, recebeu dezenas de reedições na Rússia e foi traduzido para o inglês, o francês, o alemão, o espanhol e para outros idiomas europeus.

A recente tradução dessa obra para o português visa apresentar ao público brasileiro os principais conceitos da teologia dogmática da Igreja Ortodoxa. Com vasta experiência sacerdotal e espiritual, o Metropolita Hilarion aborda os fundamentos dogmáticos da fé cristã de uma maneira descomplicada, comparativa, porém fundamentada nos escritos dos grandes hierarcas da Igreja.

Ao longo de toda a história da humanidade, as mesmas perguntas inquietam a alma do ser humano. O que é a verdade? Qual é o sentido da vida? Como encontrar a paz e a bem-aventurança? O que é Deus? O Metropolita Hilarion não pretende dar respostas certas e indiscutíveis, mas indica ao leitor os caminhos já percorridos por grandes teólogos cristãos.

Em seu esforço de introduzir o leitor no universo da teologia dogmática ortodoxa, o Metropolita Hilarion não deixa de lado as dúvidas e as questões das pessoas comuns sobre a vida espiritual no mundo contemporâneo. Graças a sua atenção às simples perguntas cotidianas que cada um de nós pode ter em relação a Deus e à Igreja, e, ao mesmo tempo, graças ao profundo conhecimento da história da Igreja e dos escritos dos grandes teólogos cristãos, o livro consegue satisfazer amplo público de leitores.

Hilarion Alfeyev é teólogo, patrólogo, historiador da igreja e compositor russo. Desde 1987, ele se dedica à vida monástica e litúrgica. É hierarca da Igreja Ortodoxa Russa, presidente do Departamento das relações eclesiásticas externas do Patriarcado de Moscou e membro permanente do Santo Sínodo da Igreja Ortodoxa Russa, presidente da comissão bíblica e teológica do Santo Sínodo, reitor da escola de pós-graduação São Cirilo e São Metódio em Moscou, pároco da Igreja da Nossa Senhora “Alegria dos aflitos” em Moscou. É doutor em filosofia pela Universidade de Oxford, doutor em teologia pelo Instituto Teológico São Sérgio de Paris, professor da Academia Teológica de Moscou, professor da Universidade de Friburgo (Suíça). Publicou centenas de obras, dedicadas à patrística, teologia dogmática e história eclesiástica. Traduziu do grego e do sírio escritos de Pais da Igreja Católica. Seus livros são traduzidos para mais de 20 idiomas.

Nº DE PÁGINAS: 344

 

qual-e-o-seu-tipoQual o seu tipo de personalidade?
Guia fácil do eneagrama

Uwe Böschemeyer

É muito provável que o eneagrama provenha da tradição da sabedoria oriental. O certo é que George Ivanovitsch Gurdjieff (1877-1940), um mestre espiritual, tornou-o acessível ao Ocidente. Mas só recentemente foi difundido pelo mundo a fora. O eneagrama descreve nove tipos de personalidade que se distinguem pelo modo de pensar, sentir e agir. Ou seja: cada um desses tipos vê o mundo de uma forma diferente, a partir de uma determinada perspectiva. Assim temos: o reformador, o auxiliador, a pessoa de sucesso, o romântico, o observador, o leal, o caçador de felicidade, o chefe e o original. Todos esses tipos são apresentados por Uwe Böschemeyer de forma divertida e esclarecedora, sendo ilustrados com bom humor em suas características próprias.

Quem consegue compreender que é detentor de um determinado tipo compreende igualmente que pertence a ele uma série de inclinações, modos de pensar, sentir e agir, pelos quais não precisa se desculpar, simplesmente porque outras pessoas se comportam de maneira diversa, pois tem uma outra tipologia. Essas “nove faces da alma”, uma vez compreendidas, permitem melhorar significativamente o trato conosco e com os outros, de forma muito mais fácil e leve.

Prof. Dr. Uwe Böschemeyer, nascido em 1939, estudou teologia evangélica e se dedicou aos estudos da psicologia e da filosofia. Foi aluno de Viktor Frankl, possui o certificado europeu de psicoterapia, sendo fundador do “Instituto de Análise Existencial e Logoterapia de Hamburgo”. Em 2006 foi nomeado reitor da “Academia Europeia para a Formação da Personalidade Orientada em Valores”, de Salzburg; em 2007 foi incluído na lista de psicoterapeutas da Áustria. Ensina na Escola superior Viktor Frankl Hochschule, em Klagenfurt. Os pontos mais importantes de seu trabalho versam sobre “Analítica existencial e logoterapia”, “Formação da personalidade orientada em valores”, por ele fundada, assim como a “imaginação orientada em valores”. Böschemeyer é autor de diversos livros e já participou de inúmeros programas de rádio e televisivos.

Nº DE PÁGINAS: 144